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Após tocar os 77 mil pontos, Ibovespa cede e fecha em queda de 0,22%

SÃO PAULO  –  A continuidade da demanda dos investidores por ativos locais de renda variável sustenta a força da bolsa de valores brasileira, que segurou nesta quarta-feira os 76 mil pontos mesmo depois de passar por um ajuste, já esperado por analistas e operadores depois do forte movimento do pregão anterior.

O Ibovespa encerrou hoje em queda de 0,22%, aos 76.591 pontos. Na máxima intradia, o índice chegou a tocar pela primeira vez na história os 77 mil pontos (77.004 pontos). “O viés claramente é positivo e o tema do momento é crescimento. Esse sentimento tem respaldo inclusive no exterior, onde a expansão da economia também tem acontecido e estimulado as bolsas lá fora”, afirma Ignácio Crespo, economista da Guide Investimentos.

Analistas e operadores citam que alguns ativos com alta muito forte no pregão passado devolveram nesta quarta parte dos ganhos, caso de Petrobras, cuja PN caiu 2%, a R$ 15,66, com giro de R$ 750 milhões — o maior do Ibovespa. A ON cedeu 1,98%, a R$ 16,31.

Esse movimento contrasta com o desempenho das ações de consumo. A Natura, maior alta da bolsa hoje, subiu 4,19%, a R$ 32,82; em segundo lugar ficou a Usiminas – que reflete a melhora de alguns segmentos da indústria, entre eles a de automóveis – PNA, que fechou em alta de 4,16%, a R$ 9,02.

Para o “head” de renda variável da CM Capital Markets, Fernando Barroso, a resistência dessas ações é “uma evidência da aposta na economia local”. No caso de Natura, diz, o papel estava “devendo” — enquanto o índice de consumo acumula ganho de 7,4% no mês de setembro, Natura subiu 5,7%.

Usiminas é o que se chama de papel “com beta alto”, isto é, que segue a direção do mercado, mas sempre com uma intensidade maior. “São papéis que estão respondendo à melhora de fundamentos”, afirma Barroso. Ele reforça que o forte volume de negócios que tem caracterizado os pregões em que a bolsa sobe é um sinal de que há “entrada de holders”, ou seja, de investidores interessados nesses papéis em carteira.

De acordo com Crespo, da Guide, o mercado tem a possibilidade de realizar ajustes diante das fortes altas que apresenta. De todo modo, o ambiente segue positivo devido à expectativa de resultados de empresas mais fortes daqui para frente em meio a uma conjuntura favorável, a despeito da situação política no Brasil. “Tecnicamente, o giro em bolsa tem sido forte, inclusive de estrangeiro. O movimento de alta tem acontecido junto com volume financeiro também elevado, o que mostra o interesse de estar em bolsa agora”, diz.

Fonte: Valor Econômico

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