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Arábia Saudita planeja voltar aos mercados internacionais de dívida

SÃO PAULO  –  A Arábia Saudita está planejando aproveitar o bom momento dos mercados internacionais de dívida para voltar a emitir títulos soberanos. A intenção declarada do governo saudita é minimizar o déficit fiscal de cerca de 200 bilhões de riyais (US$ 53 bilhões), amplamente causado pela queda dos preços do petróleo. O país tem a maior economia do Golfo Pérsico e espera equilibrar suas finanças até 2020.

Em outubro de 2016, pelos mesmos motivos, a Arábia Saudita fez a maior emissão de dívida por uma economia emergente, captando US$ 17,5 bilhões. Esse volume superou o captado em abril daquele mesmo ano pela Argentina, de US$ 16,5 bilhões, até então a maior emissão de uma economia em desenvolvimento. No início de 2017, o reino vendeu US$ 9 bilhões em títulos islâmicos.

Além da preocupação com o crescimento do déficit do orçamento, a captação visa financiar um plano para tornar a economia menos dependente da venda de petróleo. Cortes de gastos e aumento de imposto já vêm sendo executados. Além disso, há um dispêndio militar crescente por conta de conflitos contra os rebeldes Houthi no Iêmen e, mais recentemente, contra o Catar, acusado pelos sauditas de fomentar o extremismo na região.

Segundo o “Wall Street Journal”, o Ministério das Finanças saudita contratou os bancos americanos J.P. Morgan e Goldman Sachs, além do Gulf International Bank (baseado em Bahrein), HSBC e MUFG , (Reino Unido), para preparar a emissão, que terá três tranches. As reuniões com investidores de renda fixa começaram na segunda-feira e a emissão poderá ocorrer pouco depois, dependendo das condições do mercado.

Desde que os preços do petróleo começaram a cair de suas máximas em meados de 2014, a Arábia Saudita vem queimando suas reservas cambiais e emitindo recorrentemente dívida local. No dado mais recente, de julho, as reservas recuaram a US$ 485 bilhões, numa trajetória cadente desde o pico de US$ 731 bilhões em agosto de 2014.

Fonte: Valor Econômico

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