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Balança comercial tem superávit de US$ 956 milhões na segunda semana do mês


São Paulo, 13/02 (Enfoque) – Na segunda semana de fevereiro de 2017, a balança comercial registrou superávit de US$ 956 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,847 bilhões e importações de US$ 2,891 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 6,110 bilhões e as importações, US$ 4,943 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,167 bilhão. No ano, as exportações totalizam US$ 21,022 bilhões e as importações, US$ 17,129 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,892 bilhões. ANÁLISE DA SEMANA A média das exportações da 2ª semana chegou a US$ 769,4 milhões, 2,0% acima da média de US$ 754,3 milhões da 1ª semana, em razão do aumento nas exportações de produtos básicos (+6,4%, de US$ 303,4 milhões para US$ 322,7 milhões, por conta de soja em grão, petróleo em bruto, farelo de soja, trigo em grão e café em grão). Por outro lado, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-4,4%, de US$ 121,7 milhões para US$ 116,4 milhões, em razão de semimanufaturados de ferro/aço, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, couros e peles, ferro fundido bruto e ferro spiegel) e de manufaturados (-2,6%, de US$ 121,7 milhões para US$ 116,4 milhões, em razão, principalmente, de torneiras e válvulas, óxidos e hidróxidos de alumínio, produtos laminados planos de ferro/aço, hidrocarbonetos e seus derivados halogenados e etanol). Do lado das importações, apontou-se queda de 15,5%, sobre igual período comparativo (média da 2ª semana, US$ 578,2 milhões sobre a média da 1ª semana, US$ 684,0 milhões), explicada, principalmente, pela diminuição nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos eletroeletrônicos, químicos orgânicos e inorgânicos e veículos automóveis e partes. ANÁLISE DO MÊS Nas exportações, comparadas as médias até a 2ª semana de fevereiro/2017 (US$ 763,8 milhões) com a de fevereiro/2016 (US$ 702,3 milhões), ocorreu crescimento de 8,8%, em razão do aumento nas vendas de produtos básicos (+14,3%, de US$ 275,9 milhões para US$ 315,5 milhões, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, minérios de ferro, carne suína e de frango, soja em grão e café em grão) e manufaturados (+7,1%, de US$ 291,6 milhões para US$ 312,3 milhões, por conta de óleos combustíveis, hidrocarbonetos e seus derivados halogenados, polímeros plásticos, veículos de carga e automóveis de passageiros), enquanto retrocederam as exportações de produtos semimanufaturados (-1,5%, de US$ 120,2 milhões para US$ 118,4 milhões, por conta de celulose, óleo de dendê em bruto, alumínio em bruto, açúcar em bruto e couros e peles). Relativamente a janeiro/2017, houve crescimento de 12,7%, em virtude do aumento nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (+34,1%, de US$ 232,9 milhões para US$ 312,3 milhões), básicos (+2,3%, de US$ 308,5 milhões para US$ 315,5 milhões) e semimanufaturados (+0,2%, de US$ 118,1 milhões para US$ 118,4 milhões). Nas importações, a média diária até a 2ª semana de fevereiro/2017, de US$ 617,9 milhões, ficou 14,0% acima da média de fevereiro/2016 (US$ 542,2 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (+57,7%), cereais e produtos da indústria da moagem (+39,0%), adubos e fertilizantes (+24,8%), borracha e obras (+24,2%) e equipamentos eletroeletrônicos (+21,9%). Ante janeiro/2017, houve crescimento nas importações de 11,5%, pelos aumentos em combustíveis e lubrificantes (+90,3%), químicos orgânicos e inorgânicos (+24,7%), farmacêuticos (+18,1%), instrumentos de ótica e precisão (+6,9%

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 13/02/2017 15:14:29

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