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Bolsa sobe e dólar sai abaixo de R$ 3,12 de olho na cena política

SÃO PAULO  –  A bolsa, que operou em ritmo lento e baixo giro de negócios durante boa parte da sessão, acabou ganhando força no fim da manhã, movida por papéis com grande peso sobre o índice. Os investidores acompanham ainda a cena política, com a votação na Câmara da denúncia contra o presidente Michel Temer.

Logo cedo, o índice operou em leve queda e com volume financeiro muito reduzido. Embora analistas dissessem que a vitória de Temer já está no preço, um placar com larga vantagem para o presidente poderia reforçar a aposta no avanço das reformas, necessária para que a bolsa volte a andar.

Em reação, o Ibovespa retomou os 67 mil pontos perdidos em meados de maio, com a delação da JBS. às 13h44, o índice do mercado acionário paulista subia 0,87%, aos 67.095 pontos. Papéis de peso no índice sobem com força, como Brakem PNA (+4,55%), Usiminas (3,41%), Petrobras ON (2,49%) e Petrobras PN (2,29%). Também ações de bancos, que já haviam disparado ontem, voltaram ao terreno positivo. Itaú Unibanco ganhava 0,83%, Bradesco ON subia 1,20%, Bradesco PN avançava 1,30%.

Na ponta contrária, Cielo perdia 4,64%.

Juros

A percepção de risco no mercado de renda fixa apresenta ligeira melhora na tarde desta quarta-feira. Os agentes financeiros aguardam a votação da denúncia contra Temer. A leitura majoritária entre profissionais de mercado é de que o governo deve conseguir o apoio necessário para barrar a continuidade do processo, algo que estaria contemplado nos cenários.

Às 13h47, o DI janeiro/2021 exibia 9,250% (9,280% no ajuste anterior), tendo passado boa parte da manhã bem próximo da estabilidade. O DI janeiro/2018 marcava a 8,215% (8,230% no ajuste anterior) e o DI janeiro/2019 subia a 8,040% (8,050% no ajuste anterior).

Câmbio

Os agentes financeiros mantêm o dólar próximo da estabilidade, no nível de R$ 3,12, enquanto aguardam a definição do cenário político. 

Por volta das 13h50, o dólar comercial recuava 0,26%, cotado a R$ 3,1176. Mais cedo, a divisa chegou a subir até R$ 3,1381.

O contrato futuro para setembro, por sua vez, marcava R$ 3,1355, em baixa de 0,30%.

Fonte: Valor Econômico

Ricardo Eletro - Finance One
CVC - Hoteis - Finance One

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