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Bolsas de NY: Dow Jones registra nova máxima

SÃO PAULO  –  Os índices acionários de Nova york operaram na maioria em baixa nesta quinta-feira em meio a uma série de fatores. Balanços abaixo do esperado e expectativas antes do “payroll” de julho pesaram sobre os referenciais.

O Dow Jones, no dia seguinte à conquista do marco dos 22 mil pontos, exibiu um movimento de consolidação em torno desse patamar. Apesar da leve subida, obteve novas máximas de fechamento e intradia.

Após ajustes, o Dow Jones fechou com alta de 0,04% aos 22.026,10 pontos, no quarto recorde seguido da semana. O índice de “blue chips” também renovou a marca intradia, aos 22.044,85 pontos. O S&P 500 recuou 0,22%, a 2.472,16 pontos. O Nasdaq caiu 0,35%, a 6.340,34 pontos.

No S&P 500, a queda do petróleo puxou para baixo as ações das companhias de óleo e gás. O setor de energia registrou a maior queda do índice de 1,40%, seguido do recuo de 0,75% do grupo de empresas ligadas às matérias-primas e da perda de 0,36% das instituições financeiras.

No Dow Jones, as ações da Pfizer, da 3M e da GE lideraram os ganhos, com altas de, respectivamente, 1,55%, 1,08% e 0,94%. 

Nesta quinta-feira (3), a temporada de balanços trabalhou contra o otimismo dos investidores. Os resultados trimestrais abaixo do esperado para algumas das maiores seguradoras americanas derrubaram o setor financeiro.

As ações da Prudential Financial caíram 4,32%, após a empresa divulgar receita operacional abaixo da expectativa do mercado. Os papéis da MetLife, por sua vez, cederam 2,92%.

O destaque positivo do dia foram as ações da Tesla, fabricante de carros elétricos. As cotações tiveram alta de 6,51%, após a divulgação do balanço, na noite de ontem, com prejuízos abaixo do esperado e de reiteração pela empresa de que planeja ampliar as vendas durante o segundo semestre.

A cautela antes da divulgação do “payroll” de julho amanhã também influenciou o sinal negativo do S&P 500 e do Nasdaq, que passaram por realizações. “Nós estamos ansiosos para ver os números de emprego, porque estão diretamente ligados ao que o Federal Reserve vai fazer”, afirmou Jim Davis, gestor regional de investimentos do The Private Client Group of U.S. Bank.

O Fed tem sinalizado que vai começar a reduzir o portfólio massivo de US$ 4,5 trilhões antes do fim do ano. Porém, os dados econômicos dúbios, exibidos recentemente, colocam diversos pontos de interrogação para as altas de juros. Integrantes do banco central têm afirmado que a autoridade está mais focada no aperto do mercado de trabalho do que na fraqueza recente da inflação, considerada temporária.

Alguns analistas, porém, já apostam em uma pausa na trajetória de alta de juros, na medida que o banco central comece efetivamente a reduzir os reinvestimentos dos títulos de sua carteira.

Fonte: Valor Econômico

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