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Bolsas de NY fecham em alta, com Dow Jones em nova máxima

SÃO PAULO  –  O segundo tempo do testemunho da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, perante o Congresso americano seguiu o roteiro previsto: repetição dos comentários sobre um ciclo de aperto mais curto e suave do que o previamente considerado e uma ligeira mudança de tom sobre o momento da inflação que, segundo a comandante do BC dos EUA, pode estar cercada de incertezas ainda pouco visíveis.

Após ajustes, o Dow Jones fechou em alta de 0,11%, aos 21.553,09 pontos, na segunda máxima histórica consecutiva da semana. O S&P 500 subiu 0,19%, para 2.447,83 pontos e terminou a apenas seis pontos do recorde. O Nasdaq avançou 0,21% a 6.274,43 pontos e se aproximou ainda mais do seu maior nível de fechamento de 6.305,79 pontos.

No S&P 500, oito de 11 setores terminaram o dia no positivo. Os destaques ficaram para os papéis do setor financeiro e de energia, que subiram 0,52% e 0,46%, respectivamente.

O Dow Jones ficou dividido: metade dos 30 componentes terminou o dia no território dos ganhos. Os maiores avanços ficaram com WallMart, Goldman Sachs e Apple, de, respectivamente, 1,49%, 1,41% e 1,39%.

Além do depoimento de Yellen, os investidores passaram a especular hoje sobre o início informal da temporada de balanços amanhã. A sexta-feira terá a divulgação antes da abertura dos mercados de resultados do segundo trimestre de três gigantes financeiros: J.P.Morgan, Citigroup e Wells Fargo.

Tanto que o anúncio pela rede de lojas Target de que as vendas no conceito “mesmas lojas” – unidades abertas há mais de 12 meses – terá no segundo trimestre um “aumento modesto” em relação ao período anterior levou as ações da varejista a um salto de 4,78% no pregão desta quinta-feira.

A subida dos papéis da Target ajudou a impulsionar outras redes. WalMart avançou 1,49%, enquanto Macy’s teve ganho de 4,07%. “As notícias sobre a Target foram um sopro de ar fresco muito necessário para os varejistas”, afirmou Adam Sarhan, executivo-chefe da 50 Park Investments.

O resultado do segundo depoimento da presidente do Fed no Congresso ecoou, embora com menos intensidade, o movimento visto nos mercados ontem e levou a nova subida das bolsas globais e estabilidade do dólar. O Fed planeja continuar a subir as taxas de juros de forma cautelosa, disse Yellen, mas acrescentou que o banco central está preparado para alterar o rumo se a inflação continuar fraca.

A sustentação dos índices acionários em Wall Street também ocorreu devido à migração de recursos da renda fixa para a variável. Isso porque os mercados globais de títulos soberanos sentiram o peso da possibilidade de o Banco Central Europeu (BCE) confirmar o início do desmonte do programa de compras de ativos, conhecido como afrouxamento quantitativo (QE, na sigla em inglês).

Uma notícia divulgada pelo “The Wall Street Journal” revelou que o presidente do BC da zona do euro, Mario Draghi, vai falar na conferência do Fed, em Jackson Hole. A informação agitou os mercados de títulos soberanos.

A ansiedade na renda fixa global ocorreu porque o último discurso de Draghi em Jackson Hole, em agosto de 2014, foi amplamente visto como um sinal do início do programa de compra de ativos do BCE. Uma fonte próxima da autoridade afirmou ao jornal que sinalizar o fim do programa no mesmo evento seria algo bastante possível e mostraria “simetria”.

No fim de junho, Draghi já havia soltado pistas sobre a possibilidade de o início do encerramento do QE estar mais próximo do que o antecipado pelos mercados. Os comentários na ocasião deram origem a uma pressão vendedora global de títulos soberanos que durou duas semanas.

Fonte: Valor Econômico

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