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Bolsas de NY fecham em alta, puxadas por dados de emprego nos EUA

SÃO PAULO  –  O relatório do mercado de trabalho americano, o chamado “payroll”, veio tão sólido em junho que sustentou a alta das bolsas de Nova York perto das máximas do dia praticamente durante toda a segunda metade do pregão. Os índices acionários dobraram o impulso de subida e, depois, oscilaram de maneira mínima após a divulgação dos dados de criação de emprego acima do esperado.

O Dow Jones variou entre 11h30 (de Brasília) e o fim do pregão menos de 20 pontos. O S&P 500 teve comportamento ainda menos volátil e oscilou cinco pontos entre o patamar visto no fim da manhã e o encerramento. O Nasdaq, na maior amplitude obtida no intervalo, alcançou 23 pontos entre a máxima do dia e o nível no mesmo horário.

Após ajustes, o Dow Jones terminou em alta de 0,44% a 21.414,34 pontos, a 11 pontos do maior patamar do dia. O S&P 500 subiu 0,64% a 2.425,18 pontos, a mero 1 ponto do nível mais elevado do pregão. O Nasdaq avançou 1,04% a 6.153,07 pontos, apenas 11 pontos abaixo da máxima da sessão.

A primeira semana de julho começou bem para os três referenciais. O índice de “blue chips” elevou-se em 0,32% no período. O índice mais amplo teve valorização de 0,12%. O “benchmark” da bolsa eletrônica conseguiu retorno positivo de 0,24%.

No S&P 500, dois dos 11 setores terminaram no negativo: energia e consumo básico, com recuos de 0,16% e 0,06%, respectivamente. Os maiores ganhos ficaram com tecnologia, que avançou 1,16% e consumo discricionário, com alta de 0,89%.

No Dow Jones, McDonald’s, Nike, Microsoft e Apple tiveram os maiores avanços de, respectivamente, 2,08%, 1,43%, 1,30% e 0,99%. O índice de “blue chips” registrou apenas sete papéis em queda, entre 30 componentes.

Os EUA criaram 222 mil vagas em junho, de acordo com o Departamento do Trabalho nesta sexta-feira. O dado veio acima da expectativa dos economistas consultados por “The Wall Street Journal”, de criação de 174 mil vagas no período. Os números também superaram em muito o levantamento da ADP, considerado uma prévia do “payroll” e divulgado ontem, que apontou para uma expansão líquida de 158 mil postos.

A taxa de desemprego subiu a 4,4%, de 4,3% em maio, devido ao um aumento do número de pessoas que entraram no mercado de trabalho. A participação na força de trabalho subiu a 62,8%, de 62,7% no mês passado, mas permanece próximo da mínima em quatro décadas. No entanto, os ganhos salariais não empolgaram, com alta de 0,15% no mês e de 2,5% na base anual. 

Fonte: Valor Econômico

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