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Bolsas de NY terminam em queda e acumulam perdas na semana

SÃO PAULO  –  A semana terminou com temperaturas mais amenas nos mercados globais. Nada parecido com os turbulentos dias da semana anterior, nos quais o noticiário intenso levou o risco político nos EUA a entrar em ebulição.

Após ajustes, o Dow Jones terminou em baixa de 0,35%, a 21.674,51 pontos. O S&P 500 recuou 0,18%, a 2.425,55 pontos. O Nasdaq perdeu 0,09%, a 6.216,52 pontos.

Os últimos balanços da temporada também ajudaram a manter os índices no negativo. As ações da fabricante de equipamentos esportivos Foot Locker caíram 27,95% e arrastaram o segmento. Com isso, os papéis da Nike lideraram as quedas no Dow Jones nesta sexta-feira (18), com recuo de 4,13%, e responderam em grande parte pelo sinal negativo do índice de “blue chips”. As ações da Under Armour caíram 3,82%.

No S&P 500, oito de 11 setores terminaram em queda. Os maiores recuos pertenceram aos papéis imobiliários, de consumo discricionário e de saúde, com perdas de 0,68%, 0,49% e 0,45%.

Na semana, Dow Jones terminou com queda de 0,84%, o S&P 500 acumulou perda de 0,65% e o Nasdaq recuou 0,64% no período.

As informações sobre a demissão do polêmico estrategista da Casa Branca, Steve Bannon, reputado como a mente por trás das atitudes mais nacionalistas e populistas assumidas pelo presidente Donald Trump, trouxeram ânimo limitado para as bolsas de Nova York nesta sexta.

Os principais índices acionários chegaram a subir mais de 0,4% após a confirmação da saída de Bannon, mas voltaram a oscilar perto da linha de estabilidade até se firmarem de novo abaixo da linha dos ganhos no fim da sessão. Sem outros catalisadores, os investidores voltaram-se, novamente, às estratégias de ajustes de posições antes do fim de semana.

Segundo analistas, os agentes do mercado saudaram a demissão do estrategista de Trump, pois sua saída sinaliza uma maior possibilidade de o chefe do Conselho Econômico Nacional, Gary Cohn, permanecer no cargo. O conselheiro é apontado como o principal pilar da elaboração da agenda econômica presidencial.

Fontes da Casa Branca confirmaram que, no período em que passou no governo, Banon entrou em conflito com assessores influentes do presidente, como Cohn e o chefe do Conselho Nacional de Segurança, H.R. McMaster. Na quarta (16), reportagem da “Reuters” revelou que a tensão entre Bannon e McMaster contribuía para desestabilizar a equipe inteira de Trump.

A notícia “ajudou um pouco [os mercados] porque a saída de Bannon torna menos provável uma renúncia de Cohn, uma vez que os dois têm travado uma batalha por trás dos panos desde o início do governo”, disse Peter Boockvar, analista chefe de mercados do Lindsey Group.

Apesar de ter sido vista como um fator de alta, a demissão do estrategista não teve força para reverter a cautela assumida pelos investidores, diante do isolamento cada vez maior de Trump após a reação ambígua frente ao incidente de Charlottesville, em que grupos racistas entraram em confronto com manifestantes contrários às ideias dos supremacistas brancos.

Trump dissolveu dois conselhos consultivos após a debandada de diversos executivos-chefes de companhias, que preferiram cortar laços com o governo, após o presidente não apenas ter evitado condenar diretamente os grupos supremacistas, mas também ter equiparado os neonazistas e integrantes da KluKlux Klan aos que combatiam as ideias de superioridade racial.

O presidente também atacou senadores do próprio partido que criticaram suas repostas ao conflito. “Acho que o tema maior atualmente não são os empresários que abandonaram Trump, mas, sim, os republicanos”, afirmou Art Hogan, estretegista chefe da Wunderlich Securities. “As poucos expectativas que haviam sobre a reforma tributária foram quase apagadas”, ponderou.

Fonte: Valor Econômico

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