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Confiança de Serviços recua em novembro


São Paulo, 28/11 (Enfoque) –

O Índice de Confiança de Serviços (ICS) da Fundação Getulio Vargas recuou 1,4 ponto em novembro, para 77,5 pontos. Após subir por sete meses consecutivos, entre março e setembro, esta é a segunda queda consecutiva do índice, novamente influenciada pelo componente de expectativas.
 
“Os resultados de novembro parecem confirmar a fase de ajuste, para baixo, na percepção do setor de Serviços sobre o ambiente de negócios. A redução do índice de confiança se dá, basicamente, pela piora das expectativas. A percepção de continuidade da tendência de enfraquecimento do nível de atividade vem impactando negativamente a visão das empresas em relação aos meses seguintes. Com isso, o cenário é ainda de queda na atividade real do setor no último trimestre do ano” avalia Silvio Sales, consultor do FGV/IBRE.
 
Das 13 atividades pesquisadas no setor de serviços, 8 apresentaram queda da confiança em novembro. O Índice de Situação Atual (ISA-S) caiu 0,6 ponto, para 70,9 pontos, e o Índice de Expectativas (IE-S) diminuiu 2,2 pontos, para 84,5 pontos.
 
A maior contribuição para a variação do ISA-S no mês foi dada pelo indicador de percepção com a Situação Atual dos Negócios, que caiu 1,8 ponto, para 71,0 pontos. Entre os indicadores integrantes do Índice de Expectativas (IE-S), o destaque foi o  de Demanda Prevista, que recuou 3,9 pontos,  ao nível de 82,4 pontos.
O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) do Setor de Serviços subiu 0,1 ponto percentual (p.p.) em novembro, para 82,6%. Na média do bimestre outubro-novembro, o NUCI ficou em 82,5%, abaixo da média de 82,7% registrada no trimestre anterior.
 
Tendência ainda negativa para emprego no Setor
 

Em novembro, o indicador de  Ímpeto de Contratações do Setor subiu 1,1 ponto, compensando apenas em parte a queda de 1,3 ponto observada no mês anterior. O resultado do bimestre coloca em dúvida a sustentabilidade da tendência de desaceleração do ritmo de desmobilização de mão de obra sugerida pelo avanço do Indicador entre abril e setembro. A proporção de empresas que pretendem aumentar o contingente de mão de obra nos três meses seguintes aumentou 2 p.p. nos dois últimos meses, de 8,7% para 10,7% do total. Mas a proporção de empresas prevendo reduzir o total de pessoal ocupado aumentou ainda mais (2,2 p.p.) no período, ao passar de 14,9% para 17,1% do total. 
 

A edição de novembro de 2016 coletou informações de 1933 empresas entre os dias 3 e 23 deste mês.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 28/11/2016 09:16:33

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Confiança de Serviços recua em novembro


São Paulo, 27/11 (Enfoque) –

(FGV) – O Índice de Confiança de Serviços (ICS) da Fundação Getulio Vargas apresentou redução de 2,1% entre outubro e novembro de 2014, ao passar de 101,9 para 99,8 pontos, na série com ajuste sazonal. Após a décima queda no ano – movimento observado desde janeiro e interrompido somente pela alta de outubro – o índice chegou ao menor nível da série histórica, iniciada em junho de 2008.

O resultado negativo do ICS em novembro foi determinado tanto pelas avaliações sobre o momento presente quanto pelas expectativas em relação aos meses seguintes. O Índice de Situação Atual (ISA-S), recuou 3,8%, após queda de 3,3% no mês anterior. Pelo terceiro mês consecutivo, o ISA-S alcançou o nível mais baixo da série histórica (76,3 pontos). Já o Índice de Expectativas (IE-S), que havia avançado 4,4% em outubro, recuou 1,1%, chegando aos 123,2 pontos.

“Em novembro, a percepção das empresas de serviços voltou a declinar, não confirmando a ligeira reação observada em outubro. Este mês, os sinais de avaliação desfavorável sobre as condições do setor se ampliaram de forma mais disseminada, atingindo os dois componentes do índice de confiança (situação atual e expectativas) e 9 dos 12 segmentos pesquisados. Com isso, a confiança do setor atingiu seu menor nível da série histórica dos indicadores, o que deve se traduzir na manutenção de um ritmo de atividade bastante moderado para os próximos meses”, avalia Silvio Sales, consultor da FGV/IBRE.

O resultado negativo do ISA-S entre outubro e novembro atingiu 10 dos 12 segmentos pesquisados e foi determinado pela redução de 4,5% do indicador de Situação Atual dos Negócios e de 2,9% do indicador de Volume de Demanda Atual. A proporção de empresas que percebem a situação dos negócios como boa diminuiu de 13,8% para 11,6% e a das que avaliam esse aspecto como ruim aumentou de 30,0% para 31,6%. A proporção de empresas que avaliam o volume de demanda atual como forte diminuiu de 9,9% para 7,4% e a parcela das que o avaliam como fraco passou de 35,1% a 34,8%.

A piora do IE-S entre outubro e novembro foi menos disseminada, atingindo 6 dos 12 segmentos pesquisados, tendo sido determinada pela redução do indicador de Tendência dos Negócios (-2,2%), uma vez que o indicador de Demanda Prevista ficou estável (0,0%). A proporção de empresas esperando melhora da situação dos negócios baixou de 36,0% para 35,2% enquanto a parcela das que esperam uma piora aumentou de 10,5% para 12,4%. A proporção de empresas prevendo aumento da demanda avançou de 32,5% para 34,7%, mas a parcela das que preveem demanda menor também aumentou, de 8,9% para 11,1%.


(por André Teixeira)


Fonte: Enfoque
Recebido em: 27/11/2014 08:49:52

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