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Depois de interromper negócios, bolsa brasileira mantém forte queda

SÃO PAULO  –  As ações de empresas brasileiras têm forte desvalorização, nesta quinta-feira, em consequência da grave denúncia de corrupção contra o presidente Michel Temer (PMDB) divulgada ontem à noite, a qual faz o país parecer instável e pouco confiável aos olhos dos investidores.

Ontem à noite, o jornal “O Globo” informou que Joesley Batista, um dos donos do frigorífigo Marfrig, gravou conversa com Temer na qual o presidente avaliza o pagamento de proprina ao ex-deputado Eduardo Cunha, preso no âmbito da Operação Lava-Jato desde outubro, para que o parlamentar não envolva o governo e seus aliados em relatos de ilegalidades.

O clima no mercado financeiro local é de preocupação com os rumos da economia agora que a crise política ameaça o andamento das reformas estruturais que são vistas como essenciais para tirar o país da recessão e garantir o seu crescimento sustentável no futuro. As mudanças na legislação trabalhista e no sistema de Previdência Social devem ser no mínimo adiadas, a expectativa de que o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) pudesse acelerar o corte de juros diminui bastante. De uma redução de 1,25 ponto percentual na reunião do final deste mês, a aposta majoritária passou a ser de 0,25 ponto percentual.

O Ibovespa recuava 8,99%, para 61.469 pontos, às 13h. Quando o índice atingiu 10,47% de baixa, aos 20 minutos de pregão, o sistema de limitação de perdas da bolsa – conhecido como “circuit breaker” – foi acionado, e as negociações ficaram suspensas por 30 minutos. A última vez em que o mecanismo disparou foi em outubro de 2008, em meio às turbulências globais que começaram com o colapso das hipotecas nos Estados Unidos.

As construtoras, que tinham subido bastante recentemente por conta do otimismo com as reformas e da perspectiva de redução dos juros, tinham as maiores baixas da bolsa hoje. O Índice Imobiliário da B3 (antiga BM&FBovespa) perdia 12,44% há pouco, na maior queda entre sete grupos setoriais.

Dentre as estatais, a Eletrobras exibia o pior desempenho, recuando 18,64%, para R$ 12,92. A ação preferencial da Petrobras perdia 14,99%, para R$ 13,27, e o Banco do Brasil despencava 18,37%, para R$ 27,60.

Fonte: Valor Econômico

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