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Em setembro IPCA-15 fica em 0,23% e IPCA-E, em 1,22%


São Paulo, 22/09 (Enfoque) –

PERÍODO
 
TAXA
Stembro
0,23%
Agosto
0,45%
Setembro 2015
0,39%
Acumulado no ano
5,90%
Acumulado em 12 meses
8,78%

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) teve variação de 0,23% em setembro e ficou 0,22 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa de agosto (0,45%). Esse foi menor IPCA-15 para os meses de setembro desde 2009 (0,19%). O IPCA-E (IPCA-15 acumulado nos meses de julho, agosto e setembro) foi 1,22%. Em setembro de 2015, o IPCA-E havia sido 1,42%. O acumulado no ano está em 5,90%, bem abaixo dos 7,78% registrados em igual período de 2015. O acumulado dos últimos 12 meses ficou em 8,78%, abaixo dos 8,95% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em setembro de 2015, o IPCA-15 havia sido 0,39%. Os dados completos do IPCA-15 podem ser acessados aqui.

O grupo Alimentação e Bebidas foi o principal responsável pela desaceleração do IPCA-15 no mês, ao passar da alta de 0,78% em agostopara uma queda (-0,01%) em setembro, conforme mostra a tabela a seguir.

Grupo
Variação
Mensal (%)
Impacto (p.p.)
Variação Acumulada (%)
Julho
Agosto
Setembro
Setembro
Trimestre
12 meses
Índice Geral
0,54
0,45
0,23
0,23
1,22
8,78
Alimentação e Bebidas
1,45
0,78
-0,01
0,00
2,23
13,79
Habitação
0,04
-0,02
0,48
0,07
0,50
5,35
Artigos de Residência
0,27
0,34
0,25
0,01
0,86
5,37
Vestuário
-0,08
-0,13
0,49
0,03
0,28
5,13
Transportes
0,17
0,10
-0,10
-0,01
0,17
6,49
Saúde e Cuidados Pessoais
0,56
0,87
0,53
0,06
1,97
11,63
Despesas Pessoais
0,52
0,85
0,60
0,06
1,98
8,46
Educação
0,10
0,90
0,25
0,01
1,25
9,36
Comunicação
0,00
0,01
-0,01
0,00
0,00
2,82

Regionalmente, os alimentos tiveram variações entre -0,70% e 1,13%, enquanto em agosto essas variações se situaram entre 0,32% e 1,31%. Em cinco das 11 localidades pesquisadas houve redução nos preços dos alimentos: Goiânia (-0,70%), Salvador (-0,65%), Belém (-0,25%), Belo Horizonte (-0,25%) e Brasília (-0,05%).

Entre os alimentos que se apresentaram em queda e contribuíram para conter a taxa, destacam-se: batata-inglesa (-14,49%), cebola (-12,30%), feijão-carioca (-6,05%), hortaliças (-6,03%) e leite longa vida (-4,14%).

Quanto aos alimentos em alta, o destaque foi o item frutas (4,01%), que gerou o impacto mais elevado sobre o índice do mês (0,04 p.p.).

O grupo Transporte (-0,10%) também recuou no mês, principalmente devido aos itens passagem aérea (-2,31%), gasolina (-0,75%), conserto de automóvel (-0,59%) e automóvel usado (-0,55%).

O cigarro, do grupo Despesas Pessoais (0,60%), também contribuiu para conter a taxa do mês, pois recuou (-1,55%) devido à redução do preço de algumas marcas em nove das 11 áreas pesquisadas. As duas exceções foram Brasília e Goiânia.

Habitação (de -0,02% em agosto para 0,48% em setembro) e Vestuário (de -0,13% para 0,49%) foram os dois grupos com aumento na taxa de um mês para o outro. No grupo Habitação, os destaques foram gás de botijão (1,35%) e condomínio (0,90%). Já em Vestuário sobressaíram-se os itens roupa masculina (0,86%) e calçados (0,56%).

O maior índice regional foi na região metropolitana de Fortaleza (0,56%), onde os preços dos alimentos consumidos em casa subiram 1,65%. O menor índice foi em Salvador (-0,18%), devido às quedas em alimentos (-0,65%), gasolina (-7,96%) e etanol (-3,08).

Região
Peso Regional (%)
Variação Mensal (%)
Variação Acumulada (%)
Julho
Agosto
Setembro
Trimestre
12 Meses
Fortaleza
3,49
0,64
0,52
0,56
1,73
11,02
Curitiba
7,79
0,38
0,01
0,50
0,89
7,82
Porto Alegre
8,40
0,20
0,45
0,46
1,11
9,29
Belém
4,65
0,69
0,39
0,34
1,43
9,92
Brasília
3,46
0,60
0,34
0,30
1,24
7,57
Rio de Janeiro
12,46
0,46
0,88
0,27
1,62
9,30
São Paulo
31,68
0,60
0,34
0,20
1,14
8,56
Goiania
4,44
0,91
0,47
0,20
1,59
9,06
Recife
5,05
0,58
0,15
0,19
0,92
8,10
Belo Horizonte
11,23
0,59
0,60
0,03
1,22
8,33
Salvador
7,35
0,50
0,75
-0,18
1,07
8,96
Brasil
100,00
0,54
0,45
0,23
1,22
8,78

Para o cálculo do IPCA-15 os preços foram coletados no período de 13 de agosto a 14 de setembro (referência) e comparados com aqueles vigentes de 14 de julho a 12 de agosto (base). O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 22/09/2016 09:01:11

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