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Ibovespa supera os 76 mil pontos ao longo do pregão

SÃO PAULO  –  O Ibovespa teve mais uma sessão de alta nesta segunda-feira (18) e por pouco não fecha acima dos 76 mil pontos. Depois de atingir o patamar máximo de 76.404 pontos, no intradia, terminou o pregão com alta de 0,31% aos 75.990 pontos. O giro financeiro ficou em R$ 14,47 bilhões, inflado pelo vencimento de opções. Mas, mesmo excluindo o movimento desse vencimento, de R$ 4,9 bilhões, trata-se de um volume de negócios bastante robusto, que confirma que investidores estão se voltando para esse mercado.

Segundo Christian Laubenheimer, gestor da Platinum Investimentos, a tendência para a bolsa de valores é de alta até o final do ano. “Quem está entrando na bolsa agora está apostando que o índice vai chegar aos 80 mil pontos no final do ano”, diz.

De acordo com Marcelo Giufrida, gestor da Garde Asset Management, é possível que os fundos multimercado já estejam investindo mais em ações neste momento devido à queda dos juros. “Olhando os números parece que está havendo uma migração da renda fixa para os fundos multimercados. Os investidores locais estão mais atrasados do que os estrangeiros, o que pode manter o Ibovespa em alta”, diz.

Para Rodrigo Noel, gerente de portfólio da Itaú Asset Management, com a queda estrutural dos juros é natural que haja uma migração para a renda variável. “Cada corte de 100 pontos básicos da Selic equivale a um aumento de 20 pontos percentuais no Ibovespa”, diz. Ele afirma que outro fator que deve favorecer a elevação do Ibovespa é a baixa participação dos fundos de pensão e de private equity em ações. Segundo ele, o percentual que esses fundos alocam em ações está em 4,2% do patrimônio. Em 2007, esse percentual era de 15%. “Na média, a alocação em ações fica entre 6% e 9%”, diz.

Siderúrgicas

A alta do Ibovespa hoje foi sustentada pela das companhias siderúrgicas. A ação PNA da Usiminas teve a maior valorização do dia e subiu 7,14% para R$ 9,30 e teve volume financeiro de R$ 259,57 milhões, acima dos 134,93 milhões registrados na sexta-feira.

Neste mês, os papéis da empresa já subiram 34,98% e em um ano a alta é de 126,83%. Movimento que levou uma parte do mercado a começar a montar apostas na queda do preço dessa ação. As posições em aberto de aluguel de ações de Usiminas PNA, registradas na bolsa, aumentaram 9,27% nos últimos 15 dias, passando de 39,9 mil contratos em 1º de setembro, para 43,6 mil contratos em 15 de setembro, os dados mais recentes. Uma das estratégias de quem aluga um ativo é apostar na baixa dos preços.

As ações ON da CSN também fecharam em alta e subiram 3,41%. No mês, a alta da ação é de 29,11%. As posições de aluguel de ações da CSN também tiveram leve alta nos últimos 15 dias. Os contratos em aberto tiveram aumento de 3,85% passando de 24,32 mil em 1º de setembro para 25,26 mil em 15 de setembro.

Os papéis das companhias siderúrgicas registravam forte alta nos últimos dias sustentados pela expectativa de recuperação da economia e aumento do preço do aço.

No setor de commodities, as principais ações fecharam em alta. Os papéis ON da Vale subiram 1,33%, as ações PN da Petrobras tiveram alta de 0,96%. Os papéis ON da petroleira fecharam estáveis a R$ 15,04 e tiveram o maior volume de negócios do Ibovespa, de R$ 709,93 milhões.

As ações do sistema financeiro fecharam com comportamentos distintos. Enquanto os papéis ON do Bradesco caíram 0,77% as ações ON do Banco do Brasil tiveram alta de 1,38%.

Do total financeiro registrado no exercício de opções, R$ 4,45 bilhões foram movimentados em opções de compra e R$ 531,8 milhões equivalem a opções de venda. As opções que registraram o maior volume financeiro no exercício de hoje foram a Petrobras PN a R$ 14 por ação, com movimento de R$ 298,44 milhões em opções de compra e a Ambev ON a R$ 23,04 por papel, com giro de R$ 231,95 milhões em opções de venda.

Em terceiro lugar estão as opções de compra de PNs da Petrobras a R$ 15, com giro de R$ 139,56 milhões, seguidas pelas opções de compra de Petrobras PN a R$ 14,50, com movimento financeiro de R$ 111,66 milhões.

Finalmente, a Ambev ON a R$ 14,04 por ação movimentou R$ 106,56 milhões em opções de compra, segundo dados divulgados pela B3.

Fonte: Valor Econômico

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