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Ibovespa tem correção e recua; dólar é negociado na casa de R$ 3,16

SÃO PAULO  –  Em dia de correção do mercado brasileiro após intensa alta recente, o Ibovespa opera em baixa, no patamar de 75 mil pontos. Analistas e operadores continuam sustentando, no entanto, que o ritmo de valorização ainda deve permanecer no curto prazo.

Às 13h17, o Ibovespa cedia 1,02%, aos 75.835 pontos.

A agenda de indicadores do dia contou com informações importantes, mas que, a princípio, não ecoaram entre os investidores no Brasil. No exterior, dados do mercado de trabalho americano mostraram um desempenho pior do que o previsto, com perda de 33 mil vagas de emprego em setembro.

No Brasil, saiu o resultado da inflação medida pelo IPCA, que desacelerou de 0,19% em agosto para 0,16% em setembro. A expectativa de alguns analistas era, contudo, de uma taxa positiva em 0,08%. Embora pior, o resultado também teve reflexo limitado nos negócios.

JBS cedia 2,85%. Vale ON recuava 1,21%. Petrobras PN declinava 2,01% e Petrobras ON recuava 1,99%.

Câmbio

O dólar registra alta nesta tarde, saindo na casa de R$ 3,16. Os investidores avaliam o relatório de emprego americano. As apostas de nova elevação de juros aumentaram diante de novos sinais de inflação na Estados Unidos. No entanto, passada a pressão inicial nos ativos, segue a perspectiva de aperto monetário gradual pelo Federal Reserve (Fed, banco central americano).

O presidente da unidade regional do Fed em Dallas, Robert Kaplan, se disse indeciso sobre a atuação da autoridade monetária em dezembro. Ele apontou que o crescimento da renda deve ganhar tração no país, mas as empresas podem não ter como elevar preços. Com isso, a inflação seguiria contida.

Por volta das 13h30, o dólar comercial subia 0,26%, a R$ 3,1618.

O contrato futuro para novembro, por sua vez, tinha elevação de 0,17%, a R$ 3,1705.

Juros

Os juros futuros apontam para baixo no início da tarde desta sexta-feira, afastando-se das máximas do dia. As taxas foram pressionadas mais cedo pelo ambiente pouco favorável para emergentes em meio ao aumento de apostas de novo aperto monetário do Fed em 2017. No entanto, conforme o movimento lá fora se acomoda, os investidores aproveitam para executar ajustes no prêmio acumulado no mercado local, principalmente, em vértices mais longos.

Às 13h35, o DI janeiro/2021 caía a 8,970% (9,010% no ajuste anterior).

Nos vencimentos com prazos mais longos, o DI janeiro/2023 marcava 9,680% (9,730% no ajuste anterior) e o DI janeiro/2025 era negociado a 10,010% (10,060% no ajuste anterior).

Nos contratos mais curtos, o DI janeiro/2018 cedia a 7,443% (7,460% no ajuste anterior) e o DI janeiro/2019 marcava 7,370% (7,350% no ajuste anterior).

Fonte: Valor Econômico

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