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Juros futuros recuam, afetados por risco externo e cautela local

SÃO PAULO  –  Os juros futuros registraram recuo nesta sexta-feira, movimento amparado especialmente pelo exterior. Ao longo da semana, o ambiente internacional mais avesso a risco estimulou compras de juros longos como forma de proteção, “trade” reforçado pelo noticiário cauteloso em torno das contas públicas domésticas.

Após o adiamento do anúncio das novas metas fiscais para 2017 e 2018 – que poderia ter ocorrido ontem -, o mercado se volta para a semana que vem à espera da publicação das novas estimativas. Os ministérios da Fazenda e do Planejamento confirmaram possibilidade de algum anúncio na segunda-feira.

Além da falta de clareza sobre as metas em si, o mercado tem se visto incomodado com a incerteza sobre que medidas poderiam ser anunciadas para contrabalançar a piora das metas de déficit primário. Entre as opções estão adiamento de reajuste de salários de servidores em 2018 e imposição de limite em R$ 5 mil para salário de profissionais que ingressam no setor público.

Do lado macro, a semana que vem trará vendas no varejo, dados do setor de serviços e o IBC-Br – todos de junho. Para o banco Haitong, o IBC-Br deve apontar desaceleração da expansão econômica no segundo trimestre sem relação ao primeiro. “Se confirmado, isso reforçará a natureza gradual e errática da economia brasileira no futuro próximo”, dizem em nota os economistas Jankiel Santos e Flávio Serrano.

Ao fim do pregão regular, às 16h, o DI janeiro/2021 cedia a 9,370% (9,430% no ajuste de ontem). E o DI janeiro/2023 tinha queda para 9,960% (10,030% no ajuste anterior).

Entre os trechos curtos, a queda foi ainda mais moderada. O DI janeiro/2018 caía a 8,165% (8,180% no ajuste anterior). E o DI janeiro/2019 recuava a 8,050% (8,100% no último ajuste).

Mais cedo, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, lembrou que há no mercado expectativa de queda adicional da Selic e destacou a importância de medidas de ajuste das contas públicas para permitir recuo da taxa estrutural de juros da economia.

Fonte: Valor Econômico

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