Reserva Cambial – Posição consolidada em 27/3: US$ 375,627 bilhões

As reservas cambiais do Brasil registraram na segunda-feira (27) posição consolidada de US$ 375,627 bilhões, sendo que terça-feira (24) a posição era de US$ 375,223 bilhões. A variação foi positiva em US$ 407 milhões.

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Câmbio – Dólar segue avançando na espera de reformas e alta de impostos

O dólar comercial voltou a registrar alta na jornada de terça-feira, avançando 0,3%, sendo negociado a R$ 3,1410 ao final do dia. Entre os fatores que motivaram a alta da divisa estão as incertezas com a política interna e externa e a expectativa de alta de impostos pelo governo brasileiro.

A quarta-feira será marcada justamente por essa espera. Os analistas apostam em uma elevação na tributação do PIS/Confins, mas há uma preocupação com uma possível elevação no IOF, o que pode tornar a aquisição de crédito mais cara ou até mesmo as operações de câmbio.

Mercado Externo

A agenda desta quarta-feira tem como destaque o indicador de vendas de casas que estão pendentes, além dos estoques de petróleo. São dados de média importância para o mercado com o segundo sendo mais capaz de mexer como as bolsas. A alta expressivas nas reservas da commodity contribui com a queda do preço, sendo que a redução puxa os preços para cima.

Mercado Interno

A grande expectativa em Brasília está voltada para o anúncio que o governo deve fazer para corte de gastos e aumento de tributos. A necessidade da equipe econômica é de cobrir um rombo de quase R$ 60 bilhões, o que é necessário para cumprir a meta do ano que já é de um déficit de mais de R$ 150 milhões. Na parte política, destaque para uma nova etapa da Operação Lava Jato, que levou em condução coercitiva o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Jorge Piciani, que é do PMDB.

Swap

O Banco Central divulgou que irá realizar nesta quarta-feira um leilão de swap cambial para fim de rolagem dos contratos de abril. Serão ofertados até 10 mil contratos com datas de vencimento em junho ou julho deste ano. A operação está marcada para as 11:30 e deve durar 10 minutos.

Reserva Cambial

As reservas cambiais do Brasil registraram na segunda-feira (27) posição consolidada de US$ 375,627 bilhões, sendo que terça-feira (24) a posição era de US$ 375,223 bilhões. A variação foi positiva em US$ 407 milhões.

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Incerteza da Economia cresce em março

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas subiu 3,9 pontos em março, ao passar de 118,8 para 122,7 pontos. O resultado sucede quedas de 9,1, em janeiro, e de 8,5 pontos em fevereiro.

“Mesmo com a economia dando sinais de recuperação e após uma evolução favorável do IIE-BR no primeiro bimestre do ano, os níveis de incerteza econômica são ainda muito elevados no Brasil, mostrando as dificuldades que a economia enfrentará ao sair de uma das maiores recessões da nossa história. Alta incerteza atrapalha investimentos e afeta consumo, mesmo em momentos em que a taxa de juros da economia é baixa. Medidas econômicas paliativas colaboram para melhorar o ambiente de negócios, mas não serão suficientes para promover uma retomada do crescimento de forma sustentada. Para que os níveis de incerteza se reduzam consistentemente, colaborando assim para uma aceleração mais rápida da economia, serão necessárias medidas que sinalizem mudanças estruturais, como a aprovação das reformas da previdência e política.”, afirma o economista Pedro Costa Ferreira da FGV\IBRE.

Em março, pela primeira vez desde outubro passado, a principal contribuição para a variação do IIE-BR foi dada pelo componente de expectativas de mercados: o IIE-Br Expectativa subiu 9,4 pontos, contribuindo com 2,4 pontos para o IIE-BR, puxado pelo aumento expressivo da volatilidade das previsões dos especialistas em relação ao preço futuro do câmbio. O IIE-Br Mídia, por sua vez, subiu 2,3 pontos, contribuindo com 2,0 pontos para o índice geral. O componente IIE-Br Mercado foi o único que registrou queda, de 0,5 ponto, mostrando que o mercado de capitais começa a ganhar mais confiança nas perspectivas de curto prazo para o país.

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Confiança da Indústria avança e consolida a tendência de recuperação

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas avançou 2,9 pontos em março de 2017, para 90,7 pontos, o maior nível desde maio de 2014 (92,2). Com o resultado, a média do primeiro trimestre fecha em 89,2 pontos, 3,5 pontos acima do trimestre anterior.

“Com a alta de março, o ICI consolida a tendência de recuperação e atinge um nível próximo ao registrado no início da atual recessão. O resultado parece retratar um setor em fase de transição no ciclo econômico: traz boas notícias, como o expressivo espalhamento setorial da alta e a melhora das expectativas, combinadas à persistente insatisfação com a situação dos negócios. O cenário econômico é propício à gradual elevação da confiança industrial ao longo dos próximos meses, embora condicionado a sobressaltos e aos riscos inerentes ao ainda elevado grau de incerteza.”, afirma Aloisio Campelo Junior, Superintendente de Estatísticas Públicas da FGV/IBRE.

Alta espalhada entre setores, indicadores e horizontes de tempo

A alta da confiança atingiu 17 de 19 segmentos industriais e se espalhou por todos os quesitos da pesquisa. Houve melhora também nos dois horizontes de tempo: o Índice de Expectativas (IE) avançou 3,8 pontos, para 93,1 pontos, o maior nível desde abril de 2014 (96,9); e o Índice da Situação Atual (ISA) subiu 2,1 pontos, para 88,5 pontos, o maior desde janeiro de 2015 (89,1).

A maior contribuição para a alta do IE foi dada pelo quesito que mede as expectativas com a evolução da produção. Após cair 2,0 pontos em fevereiro, o indicador de produção prevista subiu 4,6 pontos em março, atingindo 93,3 pontos. Neste período, houve elevação da proporção de empresas prevendo aumentar a produção nos três meses seguintes, de 27,6% para 30,9% do total, e relativa estabilidade na parcela das que preveem reduzir a produção, que passou de 19,3% para 19,0% do total.

Em março o indicador que mensura a avaliação do nível de estoques exerceu a maior contribuição para a evolução do ISA no mês. A evolução ocorreu pelo aumento da parcela de empresas que avaliam o nível de estoques atual como insuficiente, que passou de 4,9% para 6,1% do total, enquanto a das que o consideram excessivo passou de 12,8% para 12,9%. Com o resultado, os estoques industriais ficam muito próximos à situação de normalização que já haviam alcançado em setembro passado.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) subiu 0,1 ponto percentual (p.p.) em março, para 74,4%. No primeiro trimestre de 2017, a média do indicador fechou também em 74,4%, 1,0 p.p. acima do trimestre anterior.

A edição de março de 2017 coletou informações de 1.086 empresas entre os dias 02 e 24 deste mês.
A próxima divulgação da Sondagem da Indústria ocorrerá em 28 de abril de 2017. A prévia deste resultado será divulgada no dia 24 de abril.

(por Gabriel Codas)

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Instituições financeiras esperam que Selic caia para 12,25% ao ano


São Paulo, 20/02 (Enfoque) –

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) esperam que a taxa básica de juros, a Selic, caia dos atuais 13% ao ano para 12,25% ao ano, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para esta terça e quarta-feira (22).

Com a inflação em queda e a economia em recuperação, as instituições financeiras esperam por mais cortes na taxa básica nas reuniões seguintes do Copom. Para o mercado financeiro, a Selic encerrará 2017 em 9,5% ao ano e 2018 em 9% ao ano.

A Selic é um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e, consequentemente, a inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isto gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação.

Estimativas para a inflação

A projeção de instituições financeiras para a inflação, neste ano, continua a cair. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu pela sétima semana consecutiva, ao passar de 4,47% para 4,43%.

A estimativa está abaixo do centro da meta de inflação, que é 4,5%. A meta tem limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2018, a estimativa para o IPCA segue em 4,5%.

A projeção de instituições financeiras para o crescimento da economia (Produto Interno Bruto – PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país), este ano, foi mantida em 0,48%. Para o próximo ano, a expectativa é que a economia cresça 2,3%, a mesma estimativa da semana passada.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 20/02/2017 12:33:01

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Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: +0,5% +320 pontos aos 68.940 pontos


São Paulo, 20/02 (Enfoque) –

Var.%: 0,5
Var. Ptos: 320
Valor: 68.940

Nossa previsão acima foi baseada na oscilação do Mini S&P futuro com critérios de análise técnica:

– Variação do Mini S&P Futuro desde o fechamento da sessão anterior:

Var.%: 0,3
Var. Ptos:
8,75
Valor: 2.351,00

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico intraday de 15 minutos:

 

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico diário:

 

Analista de Valores Mobiliários responsável:

Fausto de Arruda Botelho CFTe; CNPI

Em conformidade com as disposições da Instrução CVM nº 388, eu Fausto de Arruda Botelho, analista de investimento responsável pela elaboração deste relatório declaro que:

1.       As análises e recomendações refletem única e exclusivamente minhas opiniões pessoais, às quais foram realizadas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à (Enfoque).

2.       Não mantenho vínculo com qualquer pessoa natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliiários foram alvo de análise neste Relatório.

3.       A Enfoque não administra fundos, carteiras e clubes de investimentos

4.       A Enfoque não possui participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise neste relatório.

5.       A Enfoque não está envolvida  na aquisição , alienação ou intermediação de valores mobiliários das objeto de análise neste relatório.

6.       Não sou titular, direta ou indiretamente, de valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto da análise neste Relatório, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de meu patrimônio pessoal, e não estou envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado.

7.       Nem eu nem a Enfoque recebemos remuneração por serviços prestados e não temos relações comerciais com qualquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo da análise neste relatório, ou pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse desta(s) companhia(s).

8.       Minha remuneração não está, atrelada à precificação de quaisquer dos valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto de análise neste Relatório, nem às eventuais receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Enfoque com esta(s) companhia(s).

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 20/02/2017 08:30:24

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Focus: Mercado reduz projeção do IPCA para 4,43% em 2017


São Paulo, 20/02 (Enfoque) –

O Banco Central divulgou mais uma edição do Relatório Focus nesta segunda-feira, a primeira edição elaborada em 2017 e com dados também de 2018. O documento, mais uma vez, a projeção do IPCA no ano de 2017 de 4,47% para 4,43%, ficando assim dentro da meta do BC. Já a projeção para o final de 2018 foi de 4,50%.

As apostas do BC para a cotação do dólar apresentaram queda para 2017 de R$ 3,36 para R$ 3,30q Para o próximo ano, a estimativa foi de R$ 3,49 para R$ 3,40. Depois da surpreendente queda da Selic na última reunião do Copom, o mercado estima agora que a taxa deve fechar o ano a 9,50%. No caso de 2018, a projeção é de juros a 9,00%.

Em relação ao Produto Interno Bruto de 2017, o mercado manteve a projeção de alta de 0,48%, sendo que também houve manutenção da taxa de crescimento de 2018, em 2,30%.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 20/02/2017 08:27:06

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Confiança da Indústria cai na prévia de fevereiro


São Paulo, 20/02 (Enfoque) –

A prévia da Sondagem da Indústria de fevereiro de 2017 sinaliza queda de 1,8 ponto do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em relação ao número final do mês anterior, para 87,2 pontos. O resultado representaria uma devolução de parte da alta de 4,3 pontos em dezembro. Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice subiria 0,3 ponto, para 87,0 pontos.

O resultado preliminar de fevereiro decorreu de pioras tanto das considerações sobre a situação atual quanto das perspectivas para os meses seguintes. O Índice da Situação Atual (ISA) cairia 1,3 ponto, para 85,7 pontos, e o Índice de Expectativas (IE) recuaria 2,2 pontos, para 88,8 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (NUCI) diminuiu 0,3 ponto percentual (p.p.) na prévia de fevereiro, para 74,3%. Em janeiro, o NUCI havia avançado 1,7 ponto sobre o mínimo histórico atingido em dezembro (72,9%).

Para a prévia de fevereiro de 2017 foram consultadas 783 empresas entre os dias 01 e 16 deste mês.
O resultado final da pesquisa será divulgado na próxima sexta-feira, dia 24 de fevereiro.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 20/02/2017 08:21:16

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Pauta do Dia – Semana mais curta tem balanços, ata do Fomc e Copom como destaques


São Paulo, 20/02 (Enfoque) –

Ásia

As bolsas de valores da Ásia encerram a jornada desta segunda-feira com ganhos, com os investidores atentos ao plano de impostos que deve ser anunciado e detalhado no decorrer da semana. A expectativa é para um corte de impostos que estimule os setores produtivos do país.

Europa

Os mercados acionários da Europa operam com ganhos nesta segunda-feira, com os resultados das empresas mais uma vez influenciando o resultado parcial do mercado de ações. Destaque positivo para a forte alta dos papeis do banco RBS e, negativo, para a expressiva desvalorização da Unilever.  

EUA

Nos Estados Unidos, a semana será mais curta por conta do feriado de hoje, dia que os mercados estarão fechados. O período terá como destaque a divulgação de dados do mercado imobiliário americano, além, é claro, da ata do Fomc, que será divulgada na tarde de quarta-feira.

Brasil

Todas as atenções da semana estarão voltadas para a reunião do Copom, que tem início na terça-feira e resultado divulgado na quarta-feira. A queda dos juros é dada como certa, bastando apenas saber a intensidade do corte que será realizado pelo BC. Destaque também para a prévia do IPCA de fevereiro, dado que será conhecido na sexta-feira.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 20/02/2017 08:06:21

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Câmbio – Ata do Fomc, Copom e IPCA-15 determinam rumos do dólar na semana


São Paulo, 20/02 (Enfoque) –

A volta do Banco Central ao mercado de câmbio marcou a semana de negócios com o dólar comercial, o que favoreceu a tendência de queda da divisa no acumulado da semana, apesar da alta dos últimos dois dias do período. Ao final da sexta-feira, a alta acumulada foi de 0,5% a R$ 3,0940.

A semana registra alguns importantes indicadores que o mercado deve ficar atento para definição dos rumos do dólar comercial, como a ata do Fomc, reunião do Copom e também a prévia do IPCA de fevereiro.

Mercado Externo

Nos Estados Unidos, a semana será mais curta por conta do feriado de hoje, dia que os mercados estarão fechados. O período terá como destaque a divulgação de dados do mercado imobiliário americano, além, é claro, da ata do Fomc, que será divulgada na tarde de quarta-feira.

Mercado Interno

Todas as atenções da semana estarão voltadas para a reunião do Copom, que tem início na terça-feira e resultado divulgado na quarta-feira. A queda dos juros é dada como certa, bastando apenas saber a intensidade do corte que será realizado pelo BC. Destaque também para a prévia do IPCA de fevereiro, dado que será conhecido na sexta-feira.

Swap

O Banco Central anunciou que vai realizar nesta segunda-feira leilão para a rolagem dos contratos de swap cambial com vencimento em março. A operação vai acontecer entre 11h30 e 11h40 e serão negociados até seis mil contratos, com vencimentos rolados para junho ou julho de 2017.

Reserva Cambial                 

As reservas cambiais do Brasil registraram na quinta-feira (16) posição consolidada de US$ 374,823 bilhões, sendo que quarta-feira (15) a posição era de US$ 374,084 bilhões. A variação foi positiva em US$ 739 milhões.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 20/02/2017 07:56:39

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