Instituições financeiras esperam que Selic caia para 12,25% ao ano


São Paulo, 20/02 (Enfoque) –

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) esperam que a taxa básica de juros, a Selic, caia dos atuais 13% ao ano para 12,25% ao ano, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para esta terça e quarta-feira (22).

Com a inflação em queda e a economia em recuperação, as instituições financeiras esperam por mais cortes na taxa básica nas reuniões seguintes do Copom. Para o mercado financeiro, a Selic encerrará 2017 em 9,5% ao ano e 2018 em 9% ao ano.

A Selic é um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e, consequentemente, a inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isto gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação.

Estimativas para a inflação

A projeção de instituições financeiras para a inflação, neste ano, continua a cair. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu pela sétima semana consecutiva, ao passar de 4,47% para 4,43%.

A estimativa está abaixo do centro da meta de inflação, que é 4,5%. A meta tem limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2018, a estimativa para o IPCA segue em 4,5%.

A projeção de instituições financeiras para o crescimento da economia (Produto Interno Bruto – PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país), este ano, foi mantida em 0,48%. Para o próximo ano, a expectativa é que a economia cresça 2,3%, a mesma estimativa da semana passada.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 20/02/2017 12:33:01

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Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: +0,5% +320 pontos aos 68.940 pontos


São Paulo, 20/02 (Enfoque) –

Var.%: 0,5
Var. Ptos: 320
Valor: 68.940

Nossa previsão acima foi baseada na oscilação do Mini S&P futuro com critérios de análise técnica:

– Variação do Mini S&P Futuro desde o fechamento da sessão anterior:

Var.%: 0,3
Var. Ptos:
8,75
Valor: 2.351,00

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico intraday de 15 minutos:

 

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico diário:

 

Analista de Valores Mobiliários responsável:

Fausto de Arruda Botelho CFTe; CNPI

Em conformidade com as disposições da Instrução CVM nº 388, eu Fausto de Arruda Botelho, analista de investimento responsável pela elaboração deste relatório declaro que:

1.       As análises e recomendações refletem única e exclusivamente minhas opiniões pessoais, às quais foram realizadas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à (Enfoque).

2.       Não mantenho vínculo com qualquer pessoa natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliiários foram alvo de análise neste Relatório.

3.       A Enfoque não administra fundos, carteiras e clubes de investimentos

4.       A Enfoque não possui participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise neste relatório.

5.       A Enfoque não está envolvida  na aquisição , alienação ou intermediação de valores mobiliários das objeto de análise neste relatório.

6.       Não sou titular, direta ou indiretamente, de valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto da análise neste Relatório, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de meu patrimônio pessoal, e não estou envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado.

7.       Nem eu nem a Enfoque recebemos remuneração por serviços prestados e não temos relações comerciais com qualquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo da análise neste relatório, ou pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse desta(s) companhia(s).

8.       Minha remuneração não está, atrelada à precificação de quaisquer dos valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto de análise neste Relatório, nem às eventuais receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Enfoque com esta(s) companhia(s).

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 20/02/2017 08:30:24

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Focus: Mercado reduz projeção do IPCA para 4,43% em 2017


São Paulo, 20/02 (Enfoque) –

O Banco Central divulgou mais uma edição do Relatório Focus nesta segunda-feira, a primeira edição elaborada em 2017 e com dados também de 2018. O documento, mais uma vez, a projeção do IPCA no ano de 2017 de 4,47% para 4,43%, ficando assim dentro da meta do BC. Já a projeção para o final de 2018 foi de 4,50%.

As apostas do BC para a cotação do dólar apresentaram queda para 2017 de R$ 3,36 para R$ 3,30q Para o próximo ano, a estimativa foi de R$ 3,49 para R$ 3,40. Depois da surpreendente queda da Selic na última reunião do Copom, o mercado estima agora que a taxa deve fechar o ano a 9,50%. No caso de 2018, a projeção é de juros a 9,00%.

Em relação ao Produto Interno Bruto de 2017, o mercado manteve a projeção de alta de 0,48%, sendo que também houve manutenção da taxa de crescimento de 2018, em 2,30%.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 20/02/2017 08:27:06

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Confiança da Indústria cai na prévia de fevereiro


São Paulo, 20/02 (Enfoque) –

A prévia da Sondagem da Indústria de fevereiro de 2017 sinaliza queda de 1,8 ponto do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em relação ao número final do mês anterior, para 87,2 pontos. O resultado representaria uma devolução de parte da alta de 4,3 pontos em dezembro. Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice subiria 0,3 ponto, para 87,0 pontos.

O resultado preliminar de fevereiro decorreu de pioras tanto das considerações sobre a situação atual quanto das perspectivas para os meses seguintes. O Índice da Situação Atual (ISA) cairia 1,3 ponto, para 85,7 pontos, e o Índice de Expectativas (IE) recuaria 2,2 pontos, para 88,8 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (NUCI) diminuiu 0,3 ponto percentual (p.p.) na prévia de fevereiro, para 74,3%. Em janeiro, o NUCI havia avançado 1,7 ponto sobre o mínimo histórico atingido em dezembro (72,9%).

Para a prévia de fevereiro de 2017 foram consultadas 783 empresas entre os dias 01 e 16 deste mês.
O resultado final da pesquisa será divulgado na próxima sexta-feira, dia 24 de fevereiro.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 20/02/2017 08:21:16

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Pauta do Dia – Semana mais curta tem balanços, ata do Fomc e Copom como destaques


São Paulo, 20/02 (Enfoque) –

Ásia

As bolsas de valores da Ásia encerram a jornada desta segunda-feira com ganhos, com os investidores atentos ao plano de impostos que deve ser anunciado e detalhado no decorrer da semana. A expectativa é para um corte de impostos que estimule os setores produtivos do país.

Europa

Os mercados acionários da Europa operam com ganhos nesta segunda-feira, com os resultados das empresas mais uma vez influenciando o resultado parcial do mercado de ações. Destaque positivo para a forte alta dos papeis do banco RBS e, negativo, para a expressiva desvalorização da Unilever.  

EUA

Nos Estados Unidos, a semana será mais curta por conta do feriado de hoje, dia que os mercados estarão fechados. O período terá como destaque a divulgação de dados do mercado imobiliário americano, além, é claro, da ata do Fomc, que será divulgada na tarde de quarta-feira.

Brasil

Todas as atenções da semana estarão voltadas para a reunião do Copom, que tem início na terça-feira e resultado divulgado na quarta-feira. A queda dos juros é dada como certa, bastando apenas saber a intensidade do corte que será realizado pelo BC. Destaque também para a prévia do IPCA de fevereiro, dado que será conhecido na sexta-feira.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 20/02/2017 08:06:21

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Câmbio – Ata do Fomc, Copom e IPCA-15 determinam rumos do dólar na semana


São Paulo, 20/02 (Enfoque) –

A volta do Banco Central ao mercado de câmbio marcou a semana de negócios com o dólar comercial, o que favoreceu a tendência de queda da divisa no acumulado da semana, apesar da alta dos últimos dois dias do período. Ao final da sexta-feira, a alta acumulada foi de 0,5% a R$ 3,0940.

A semana registra alguns importantes indicadores que o mercado deve ficar atento para definição dos rumos do dólar comercial, como a ata do Fomc, reunião do Copom e também a prévia do IPCA de fevereiro.

Mercado Externo

Nos Estados Unidos, a semana será mais curta por conta do feriado de hoje, dia que os mercados estarão fechados. O período terá como destaque a divulgação de dados do mercado imobiliário americano, além, é claro, da ata do Fomc, que será divulgada na tarde de quarta-feira.

Mercado Interno

Todas as atenções da semana estarão voltadas para a reunião do Copom, que tem início na terça-feira e resultado divulgado na quarta-feira. A queda dos juros é dada como certa, bastando apenas saber a intensidade do corte que será realizado pelo BC. Destaque também para a prévia do IPCA de fevereiro, dado que será conhecido na sexta-feira.

Swap

O Banco Central anunciou que vai realizar nesta segunda-feira leilão para a rolagem dos contratos de swap cambial com vencimento em março. A operação vai acontecer entre 11h30 e 11h40 e serão negociados até seis mil contratos, com vencimentos rolados para junho ou julho de 2017.

Reserva Cambial                 

As reservas cambiais do Brasil registraram na quinta-feira (16) posição consolidada de US$ 374,823 bilhões, sendo que quarta-feira (15) a posição era de US$ 374,084 bilhões. A variação foi positiva em US$ 739 milhões.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 20/02/2017 07:56:39

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Bolsas mantém tendência de alta na terceira semana do mês; dólar segue em queda


São Paulo, 20/02 (Enfoque) –

As bolsas de valores do Brasil e dos Estados Unidos fecharam a terceira semana de fevereiro acumulando ganhos importantes. Lá fora, os índices acionários atingiram mais uma vez níveis recordes, enquanto por aqui a bolsa mantém o rali positivo mesmo em um cenário ainda bastante incerto.

Nos EUA, a semana foi marcada pela divulgação de importantes indicadores, mas principalmente pela fala da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, no Congresso. A titular da autoridade monetária deu indícios que a trajetória de queda dos juros irá continuar.

No cenário interno, um dos destaques da semana foi a volta do Banco Central ao mercado de câmbio, realizando leilões de rolagem de contrato de swap cambial, o que serviu para manter a tendência de queda do dólar comercial.

Mercado Externo

O primeiro indicador de destaque da semana foi o de índice de preços ao produtor, que teve alta de 0,6% em janeiro, sendo que o mercado estimava avanço de 0,3% e resultado anterior de 0,2%. O núcleo do indicador registrou avanço de 0,4%.

Na quarta-feira foi a vez o índice de preços ao consumidor, que variou em janeiro 0,6%, sendo que a aposta do mercado era de 0,3% e resultado de dezembro também de 0,3%. O núcleo do indicador teve avanço 0,3%.

Ainda na quarta-feira, o Departamento de Comércio relatou que as vendas do varejo americano tiveram alta em janeiro de 0,4%, sendo que a estimativa do mercado era de 0,1%. Os números de dezembro foram revistos para alta de 1,0%.

O índice de atividade manufatureira na região de Nova York registrou no levantamento de fevereiro um total de 18,7 pontos, sendo que o mercado tinha a expectativa de um total de 7,5 pontos e resultado anterior de 6,5 pontos.

Pouco mais tarde, o Federal Reserve relatou que a produção industrial nos EUA teve queda de 0,3% em janeiro, sendo que a aposta do mercado para o indicador era de estabilidade. Os números de dezembro foram revistos de 0,8% para 0,6%.

Na quinta-feira, último dia de indicadores da semana, foi divulgado o resultado da pesquisa sobre as casas iniciadas em janeiro, com a leitura registrando um total de 1,246 milhão de unidades, ante aposta de 1,232 milhão.

Já os pedidos de auxílio desemprego registraram um total de 239 mil solicitações do benefício, sendo que o mercado estimava um total de 246 mil pedidos após registrar 234 mil na pesquisa anterior. Na média de quatro semanas, o resultado foi de 245,25 mil solicitações.

Finalmente, foi divulgado também o resultado do índice do Fed da Filadélfia, que em fevereiro teve variação de 23,6 pontos para 43,3 pontos.  A aposta do mercado para o indicador era de 19,3 pontos.

Diante deste cenário, o Dow Jones encerrou a semana acumulando alta de 1,8% aos 20.624,1 pontos, enquanto o S&P 500 somou, no mesmo período, 1,5% aos 2.351,16 pontos.

Mercado Interno

O Banco Central divulgou mais uma edição do Relatório Focus nesta segunda-feira, a primeira edição elaborada em 2017 e com dados também de 2018. O documento , mais uma vez, a projeção do IPCA no ano de 2017 de 4,64% para 4,47%, ficando assim dentro da meta do BC. Já a projeção para o final de 2018 foi de 4,50%.

As apostas do BC para a cotação do dólar apresentaram queda para 2017 de R$ 3,40 para R$ 3,36. Para o próximo ano, a estimativa foi de R$ 3,50 para R$ 3,49. Depois da surpreendente queda da Selic na última reunião do Copom, o mercado estima agora que a taxa deve fechar o ano a 9,50%. No caso de 2018, a projeção é de juros a 9,00%.

Em relação ao Produto Interno Bruto de 2017, o mercado reduziu a projeção em 0,49% para 0,48%, sendo que também houve elevação da taxa de crescimento de 2018, de 2,25% para 2,30%.

Na segunda semana de fevereiro de 2017, a balança comercial registrou superávit de US$ 956 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,847 bilhões e importações de US$ 2,891 bilhões.

No mês, as exportações somam US$ 6,110 bilhões e as importações, US$ 4,943 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,167 bilhão. No ano, as exportações totalizam US$ 21,022 bilhões e as importações, US$ 17,129 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,892 bilhões.

O indicador Ifo/FGV de Clima Econômico da América Latina (ICE) – elaborado em parceria entre o Instituto alemão Ifo e a FGV tendo como fonte de dados a Ifo World Economic Survey (WES) – recuou de 70 pontos, em outubro de 2016, para 69 pontos, em janeiro de 2017, mantendo a trajetória de suave queda iniciada em julho de 2016.

O resultado reflete a combinação do aumento de 5 pontos no Indicador da Situação Atual (ISA) e queda de 11 pontos do Indicador de Expectativas (IE). Ressalve-se se que o ISA (36 pontos) mantém-se muito distante da média histórica dos últimos 10 anos (89 pontos) e numa zona onde predominam avaliações desfavoráveis. Já o IE recuou 11 pontos, para 111 pontos), mantendo-se numa zona favorável e acima da média histórica (98 pontos).

O ICE Mundial manteve a trajetória ascendente ao avançar 5 pontos e alcançar a zona favorável do ciclo econômico. O resultado é explicado pela melhora na avaliação da situação atual (6 pontos), com expectativas mantendo-se estáveis. Nos países desenvolvidos foi registrada melhora no clima econômico: alta nos EUA (5 pontos); na União Europeia (9 pontos) e no Japão (17 pontos), puxados pelo aumento no indicador da avaliação atual e das expectativas. 2017. Na segunda maior economia mundial, a China, o comportamento foi similar: aumento de 25 pontos no ISA, 5 pontos no IE e 16 pontos no ICE. Nos países em desenvolvimento, os resultados do ICE foram menos favoráveis, com uma calibragem para baixo de expectativas bastante disseminada.

Com o recuo de 2% no volume de vendas de novembro para dezembro do ano passado, o comércio varejista do país fechou 2016 com queda acumulada de 6,2%. Este é o pior resultado do comércio varejista do país desde o início da série histórica, em 2001.

No ano passado, o setor teve resultado negativo de 4,3%. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) que foram divulgados hoje (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com os números do fechamento do ano passado.

O volume do setor de serviços apresentou, no mês de dezembro, crescimento de 0,6% frente a novembro, na série com ajuste sazonal, após ter registrado alta de 0,2% em novembro e recuo de 2,3% em outubro. No confronto com igual mês do ano anterior, o setor registrou queda de 5,7%, a maior para o mês de dezembro nessa comparação desde o início da série em 2012. A taxa acumulada no ano de 2016 ficou em -5,0%. A receita nominal registrou variação de 0,5%, em dezembro frente a novembro, na série com ajuste sazonal, e na comparação com o mesmo mês do ano anterior, houve queda de 1,5%. A taxa acumulada da receita no ano de 2016 ficou em -0,1%.

O IPC-S de 15 de fevereiro de 2017 apresentou variação de 0,49%, 0,12 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada na última divulgação.

Nesta apuração, cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação (3,34% para 2,50%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item cursos formais, cuja taxa passou de 7,01% para 4,21%.

O Monitor do PIB-FGV de fevereiro, mostra retração de 3,6% da economia em 2016. A economia brasileira chegou, em 2016, ao terceiro ano da mais grave e duradoura recessão jamais experimentada pelo Brasil nos últimos 100 anos. Em termos monetários, o PIB em valores correntes alcançou a cifra aproximada de 6 trilhões, 209 bilhões de Reais. Este valor equivale a um produto per capita de R$ 30.128,00, inferior ao de 2010, na comparação a preços de 2016 ”, afirma Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV.

Neste número, o Monitor do PIB-FGV, além dos resultados usuais, passa a divulgar informações de valores correntes e a preços de 1995. Na página 4 deste relatório, encontra-se uma análise mais detalhada sobre os dados anuais, em valores correntes e a preços de 2016, da produtividade e do PIB per capita.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou, no segundo decêndio de fevereiro, variação de 0,02%. No mês anterior, para o mesmo período de coleta, a variação foi de 0,76%. O segundo decêndio do IGP-M compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.

 O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou variação de -0,15%, no segundo decêndio de fevereiro. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 0,91%. A taxa de variação dos Bens Finais passou de 0,56% para -0,73%. A maior contribuição para este movimento teve origem no subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 0,90% para -1,75%.

O Indicador Antecedente Composto da Economia(IACE) para o Brasil, divulgado pelo FGV/IBRE e pelo The Conference Board (TCB), subiu 2,8% entre dezembro e janeiro atingindo 104,6 pontos (2010 = 100). Das oito séries componentes, sete contribuíram para a alta do indicador.  O Índice de Produção Industrial de Bens de Consumo Duráveis foi o único destaque negativo.

 

O Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE) do Brasil, também elaborado pelo FGV/IBRE e pelo TCB, que mensura as condições econômicas atuais, subiu 0,4% entre dezembro e janeiro, alcançando 98,4 pontos (2010 = 100).

“Apesar da volatilidade que ainda deve marcar a evolução dos diferentes indicadores ligados ao nível de atividade neste início do ano, o resultado do ICCE em janeiro caracteriza um quadro de recuperação no futuro visível “, afirma Paulo Picchetti. “Após um longo período marcado por quedas, a taxa anualizada do indicador caminha consistentemente para o terreno positivo, corroborando a evolução anterior do IACE” afirma Picchetti.

Diante disso, o Ibovespa somou valorização de 2,5% aos 67.748 pontos em cinco dias.

Mercado Cambial

A volta do Banco Central ao mercado de câmbio marcou a semana de negócios com o dólar comercial, o que favoreceu a tendência de queda da divisa no acumulado da semana, apesar da alta dos últimos dois dias do período. Ao final da sexta-feira, a alta acumulada foi de 0,5% a R$ 3,0940.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 20/02/2017 07:45:10

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Aplicações no Tesouro Direto em janeiro batem recorde e chegam a R$ 2,4 bilhões


São Paulo, 17/02 (Enfoque) –

As aplicações no Tesouro Direto chegaram ao recorde de R$ 2,47 bilhões em janeiro. Segundo dados da Secretaria do Tesouro Nacional divulgados hoje (17), o número de operações de investimento (221.316) e de novos investidores ativos (21.632) também foi recorde no período.

O total de investidores ativos alcançou a marca de 423.431, o que representa um crescimento de 70,9% nos últimos 12 meses.

Os resgates totalizaram R$ 2,21 bilhões em janeiro, sendo R$ 1,49 bilhão relativo aos vencimentos de títulos e R$ 720 milhões às recompras.

Os títulos mais comprados pelos investidores foram os indexados ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – Tesouro IPCA+ e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais -, cuja participação no volume total de investimentos atingiu 49,8%. Os títulos indexados à taxa Selic (Tesouro Selic) corresponderam a 25,7% do total e os prefixados (Tesouro Prefixado e Tesouro Prefixado com Juros Semestrais), a 24,5%.

Em relação ao prazo, 10,3% dos investimentos ocorreram em títulos com vencimentos acima de 10 anos. As aplicações em títulos com prazo entre 5 e 10 anos representaram 36,8% e as com prazo entre 1 e 5 anos, 52,9% do total.

O valor médio por operação de investimento chegou a R$ 11.180,81. A maior parte dessas operações (71,3%) é relativa a aplicações de até R$ 5 mil, o que reforça a utilização do Tesouro Direto por pequenos investidores.

Estoque

O estoque do Tesouro Direto, por sua vez, alcançou o montante de R$ 41,7 bilhões, crescimento de 1,6% em relação ao mês anterior (R$ 41,1 bilhões) e de 55,9% sobre janeiro de 2016 (R$ 26,8 bilhões). Os títulos remunerados por índices de preços respondem pelo maior volume no estoque, alcançando 64,1%. Na sequência aparecem os títulos indexados à taxa Selic, com participação de 20,6%, e os títulos prefixados, com 15,3%.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 17/02/2017 12:28:20

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Gastos de brasileiros no exterior crescem 87,9% em janeiro


São Paulo, 17/02 (Enfoque) –

Os gastos de brasileiros no exterior ficaram em US$ 1,578 bilhão em janeiro deste ano, informou hoje (17) o Banco Central (BC). O resultado é 87,95% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando os brasileiros gastaram US$ 840 milhões.

O chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, destacou que o dólar mais barato foi o principal fator que estimulou os gastos dos brasileiros no exterior. Ele lembrou que a taxa de câmbio ficou em cerca de R$ 3,20, em janeiro deste ano. Em janeiro de 2016, essa média era de R$ 4,05. “Uma variação significativa de mais de 20% na taxa de câmbio de um período para o outro”, disse.

Maciel disse ainda que a melhora nos indicadores de confiança dos consumidores também estimulou as viagens ao exterior. “Se olhar indicadores de confiança de consumidores a gente vê uma reação desde metade do ano passado. Há um sentimento evidenciado nesses indicadores mais otimista hoje do que tínhamos no passado. Confiança é uma variável na decisão de gastar com viagens”, destacou.

Turistas estrangeiros

Já as receitas de estrangeiros em viagem no Brasil não variaram tanto do ano passado pra cá. Em janeiro deste ano, as receitas ficaram em US$ 664 milhões, contra US$ 650 milhões registrados em janeiro de 2016.

Com esses resultados das despesas de brasileiros no exterior e as receitas de estrangeiros no Brasil, a conta de viagens internacionais ficou negativa em US$ 914 milhões, no mês passado.

Nos dados preliminares deste mês até o dia 15, as despesas de brasileiros no exterior ficaram em US$ 796 milhões e as receitas de estrangeiros no Brasil, em US$ 309 milhões.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 17/02/2017 11:59:48

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