Redução do IPI e estímulo ao crédito são medidas positivas, mas pontuais, diz Paulo Skaf

As medidas de estímulo ao crédito e de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos automóveis, anunciadas esta semana pelo governo federal são positivas, mas pontuais. A afirmação é do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf.
Segundo ele, essa e outras recentes medidas do governo, como a redução da taxa de juros, são apenas o começo, mas é preciso ir além e melhorar as condições para que as empresas brasileiras tenham competitividade.
“Nossa preocupação hoje tem que ser a competitividade. O Brasil perdeu sua competitividade e produz hoje de forma cara. Aqui a energia é cara, o gás é caro, a logística é cara, falta infraestrutura, os juros são altos. Até pouco tempo, o câmbio estava completamente desequilibrado”, lembrou.
De acordo com Skaf, mesmo as indústrias “mais modernas” de outros países não conseguiriam ser competitivas no Brasil. “Se você pegar as indústrias mais modernas do mundo e puser aqui, ela perde sua competitividade, não por questões ligadas à fábrica, mas por questões conjunturais”, alertou.
Skaf negou que a redução do IPI e o estímulo ao crédito, que devem ampliar o consumo interno, sejam contraditórios à ideia de desenvolvimento sustentável, que será discutida na Rio+20, evento da Organização das Nações Unidas (ONU), em junho próximo.
As declarações foram feitas durante o lançamento, no Ri, de um espaço das federações das indústrias do Rio de Janeiro e de São Paulo, que funcionará no período da Rio+20.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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25/05/2012 15:36:21

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Déficit nas contas externas é o maior já registrado pelo BC para meses de abril

A conta de transações correntes, que registra as compras e vendas de mercadorias e serviços, registrou déficit de US$ 5,403 bilhões, em abril, informou hoje (24) o Banco Central (BC). É o maior resultado para o mês já registrado pelo BC. O valor ficou um pouco acima do esperado pelo Banco Central, que era US$ 5,2 bilhões. O déficit também foi maior do que o registrado em abril de 2011 (US$ 3,598 bilhões).
De janeiro até o mês passado, o saldo negativo ficou em US$ 17,490 bilhões, ante US$ 18,376 bilhões registrados em igual período de 2011.
Nesse cálculo das transações correntes estão as exportações e importações (que formam a balança comercial), que registrou superávit de US$ 882 milhões, em abril, e acumulou US$ 3,319 bilhões, nos quatro meses do ano.
Outro item da conta de transações correntes é a a balança de serviços (viagens internacionais, transportes, aluguel de equipamentos e outros), que registrou déficit de US$ 3,236 bilhões, no mês passado, e US$ 12,647 bilhões, de janeiro a abril deste ano.
Na conta de rendas (remessas de lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários), houve resultado negativo de US$ 3,214 bilhões, em abril, e de US$ 9,019 bilhões, no acumulado até o mês passado.
As transferências unilaterais correntes (doações e remessas de dólares que o país faz para o exterior ou recebe de outros países, sem contrapartida de serviços ou bens) registraram ingressos líquidos de US$ 165 milhões, no mês passado, e US$ 857 milhões, de janeiro a abril.
Quando o país tem déficit em conta-corrente, ou seja, gasta além da sua renda, é preciso financiar esse resultado com investimentos estrangeiros ou tomar dinheiro emprestado do exterior.
O investimento estrangeiro direto, que vai para o setor produtivo da economia, ficou em US$ 4,669 bilhões, no mês passado. O resultado está abaixo do projeto pelo BC, US$ 5 bilhões. De janeiro a março, o investimento estrangeiro no setor produtivo chegou a US$ 19,608 bilhões.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
24/05/2012 12:23:07

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Nota à Imprensa BC – Setor Externo

I – Balanço de pagamentos – Abril de 2012

O balanço de pagamentos registrou superávit de US$7,7 bilhões em abril. A conta financeira apresentou superávit de US$12,6 bilhões, com destaque para o ingresso líquido de US$4,7 bilhões em investimentos estrangeiros diretos (IED). O déficit em transações correntes atingiu US$5,4 bilhões em abril e US$51,6 bilhões nos últimos doze meses, equivalente a 2,04% do PIB. No primeiro quadrimestre de 2012, o déficit em transações correntes somou US$17,5 bilhões, patamar inferior ao registrado no mesmo período de 2011, US$18,4 bilhões.

A conta de serviços registrou déficit de US$3,2 bilhões em abril, 2,4% acima do observado no mesmo mês de 2011. O gasto líquido com viagens internacionais alcançou US$1,3 bilhão, redução de 12,5% na mesma base de comparação, destacando a redução de 7,6% nos gastos de turistas brasileiros no exterior. As despesas líquidas com transportes somaram US$769 milhões, 9,5% superiores ao observado em abril de 2011. As despesas líquidas com aluguel de equipamentos totalizaram US$1,8 bilhão, ante US$1,3 bilhão em igual mês do ano anterior. Na mesma base de comparação, houve elevação nas despesas líquidas de royalties e licenças, 17,8%, e redução nas remessas líquidas de serviços de computação e informações, 2,9%.

As remessas líquidas de renda para o exterior somaram US$3,2 bilhões no mês, elevação de 27,3% em relação a abril do ano anterior. As remessas líquidas de lucros e dividendos atingiram US$2,4 bilhões em abril, ante US$2,1 bilhões remetidos no mesmo período de 2011. No primeiro quadrimestre de 2011, as remessas brutas de lucros e dividendos somaram US$7,6 bilhões, decréscimo de 29,8% no período comparativo, enquanto as receitas de lucros e dividendos atingiram US$1,8 bilhão, ante US$384 milhões ocorridos de janeiro a abril de 2011. As despesas líquidas de juros alcançaram US$839 milhões em abril, comparados a US$448 milhões remetidos no mesmo mês de 2011.

No mês, as transferências unilaterais somaram ingressos líquidos de US$165 milhões, dos quais US$113 milhões referentes à conta de manutenção de residentes.

Os investimentos brasileiros diretos no exterior registraram retornos líquidos de US$1,8 bilhão em abril. A participação no capital de empresas no exterior apresentou retornos líquidos de US$1,9 bilhão, enquanto as concessões líquidas de empréstimos intercompanhia ao exterior atingiram US$91 milhões.

O ingresso líquido de IED atingiu US$4,7 bilhões no mês, composto por US$4 bilhões referentes à modalidade participação no capital e US$624 milhões em desembolsos líquidos de empréstimos intercompanhias. Nos 12 meses encerrados em abril, os ingressos líquidos de IED somaram US$63,2 bilhões, equivalentes 2,5% do PIB.

Os investimentos estrangeiros em carteira apresentaram entradas líquidas de US$1,8 bilhão em abril, dos quais US$649 milhões em ações e US$1,1 bilhão em títulos de renda fixa. Os investimentos em títulos de renda fixa negociados no mercado externo somaram ingressos líquidos de US$1 bilhão, decorrente de captações líquidas de US$594 milhões em bônus e de US$428 em notes e commercial papers. Não houve operações em títulos de renda fixa de curto prazo, negociados no exterior. No mercado doméstico, os títulos de renda fixa proporcionaram ingressos líquidos de US$117 milhões.

Os outros investimentos brasileiros no exterior registraram retornos líquidos de US$2,9 bilhões em abril. Houve retornos de depósitos de bancos brasileiros, US$2,4 bilhões, e expansão dos depósitos detidos por empresas não financeiras, US$877 milhões. As amortizações líquidas de empréstimos e créditos comerciais de curto prazo, recebidas do exterior, somaram US$1,7 bilhão.

Os outros investimentos estrangeiros no País registraram ingressos líquidos de US$2,7 bilhões em abril. Os créditos comerciais de curto prazo apresentaram ingressos líquidos de US$4,5 bilhões. Os empréstimos de longo prazo apresentaram amortizações líquidas de US$1,5 bilhão, com destaque para os relativos a empréstimos diretos, US$894 milhões, e compradores, US$435 milhões. Os empréstimos de curto prazo somaram amortizações líquidas de US$17 milhões no mês.


II – Reservas internacionais

As reservas internacionais atingiram US$374,3 bilhões em abril, elevação de US$9,1 bilhões em relação ao estoque apurado para o mês anterior.

No período, a autoridade monetária efetuou compras líquidas de US$7,2 bilhões no mercado doméstico de câmbio à vista. A remuneração das reservas somou US$379 milhões, enquanto as demais operações externas, relacionadas principalmente a variações de preços e de paridades, aumentaram o estoque em US$1,5 bilhão.


III – Dívida externa

A posição estimada da dívida externa total em abril totalizou US$297,3 bilhões, contração de US$690 milhões em relação ao montante estimado para março. A dívida de longo prazo alcançou US$262,2 bilhões, redução de US$666 milhões, enquanto a de curto prazo manteve-se estável em US$35,1 bilhões.

Dentre os principais fatores de variação da dívida externa de longo prazo, excluindo-se a variação por paridades, destacaram-se as emissões de títulos pela República, US$816 milhões; e de títulos emitidos pelo setor não financeiro, US$275 milhões; e as amortizações líquidas de empréstimos de bancos, US$829 milhões; e de empréstimos do setor não financeiro, US$558 milhões. A variação por paridades reduziu o estoque de dívida de longo prazo em US$318 milhões.



Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
24/05/2012 10:34:33

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Atividade econômica do país deve se recuperar ao longo do ano, prevê Banco Central

O Banco Central (BC) espera recuperação da atividade econômica ao longo deste ano, segundo oBoletim Regional, divulgado hoje (23). “Após registrar certa estabilidade no segundo semestre de 2011, a atividade econômica mostrou relativa recuperação no início de 2012, ressaltando-se o dinamismo da atividade varejista, consistente com a evolução dos mercados de crédito e de trabalho”, diz o documento.
De acordo com o boletim, “as perspectivas para os próximos semestres indicam continuidade desse processo [de recuperação], amparado essencialmente pela robustez da demanda interna”.
Na avaliação do BC, “as perspectivas apontam intensificação do ritmo de atividade ao longo de 2012”. “Para tanto, devem contribuir as condições favoráveis no mercado de trabalho, a confiança de consumidores e empresários em patamares elevados e a expansão moderada do mercado de crédito”.
O boletim, apresentado pelo diretor de Política Econômica do BC, Carlos Hamilton Araújo, hoje em Curitiba, analisa um conjunto de informações sobre as diversas regiões do país e, desta vez, dá ênfase às economias paranaense e do Sul.
Segundo o texto, na região, a recuperação do setor industrial favoreceu a trajetória da economia nos primeiros meses de 2012, assim como “o dinamismo do comércio varejista e do mercado de crédito”. De acordo com o BC, embora tenham ocorrido quebras de safras, com redução da renda agrícola, o Índice de Atividade Econômica Regional Sul (IBCR-S) cresceu 1,4% no trimestre encerrado em fevereiro, em relação ao finalizado em novembro, quando havia aumentado 0,5%, na mesma base de comparação, de acordo com dados dessazonalizados (ajustados para o período). Na variação acumulada em 12 meses, o indicador cresceu 4,2% em fevereiro, mesmo patamar observado em novembro de 2011.
Pelos dados do Boletim Regional, o indicador registrou aumentos nas regiões Sudeste (0,7%), Sul (1,4%) e Centro-Oeste (1,6%), enquanto houve retração no Norte (-0,8) e no Nordeste (-0,5), no trimestre encerrado em fevereiro, na comparação com o período anterior.
O indicador nacional – Índice de Atividade Econômica do Banco Central – Brasil (IBC-Br) – registrou crescimento de 0,9%, nesse tipo de comparação, após registrar quedas de 0,4% nos trimestres encerrados em agosto e em novembro de 2011.
Os dados mais recentes do IBC-Br, divulgados pelo Banco Central no último dia 18, mostram que houve expansão de 0,15% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o período de outubro a dezembro de 2011. O resultado é menor do que o do ciclo anterior: na passagem do terceiro para o quarto trimestre do ano passado, a taxa de crescimento ficou em cerca de 0,2%.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
23/05/2012 11:52:45

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Atividade econômica do país deve se recuperar ao longo do ano, prevê Banco Central

O Banco Central (BC) espera recuperação da atividade econômica ao longo deste ano, segundo oBoletim Regional, divulgado hoje (23). “Após registrar certa estabilidade no segundo semestre de 2011, a atividade econômica mostrou relativa recuperação no início de 2012, ressaltando-se o dinamismo da atividade varejista, consistente com a evolução dos mercados de crédito e de trabalho”, diz o documento.
De acordo com o boletim, “as perspectivas para os próximos semestres indicam continuidade desse processo [de recuperação], amparado essencialmente pela robustez da demanda interna”.
Na avaliação do BC, “as perspectivas apontam intensificação do ritmo de atividade ao longo de 2012”. “Para tanto, devem contribuir as condições favoráveis no mercado de trabalho, a confiança de consumidores e empresários em patamares elevados e a expansão moderada do mercado de crédito”.
O boletim, apresentado pelo diretor de Política Econômica do BC, Carlos Hamilton Araújo, hoje em Curitiba, analisa um conjunto de informações sobre as diversas regiões do país e, desta vez, dá ênfase às economias paranaense e do Sul.
Segundo o texto, na região, a recuperação do setor industrial favoreceu a trajetória da economia nos primeiros meses de 2012, assim como “o dinamismo do comércio varejista e do mercado de crédito”. De acordo com o BC, embora tenham ocorrido quebras de safras, com redução da renda agrícola, o Índice de Atividade Econômica Regional Sul (IBCR-S) cresceu 1,4% no trimestre encerrado em fevereiro, em relação ao finalizado em novembro, quando havia aumentado 0,5%, na mesma base de comparação, de acordo com dados dessazonalizados (ajustados para o período). Na variação acumulada em 12 meses, o indicador cresceu 4,2% em fevereiro, mesmo patamar observado em novembro de 2011.
Pelos dados do Boletim Regional, o indicador registrou aumentos nas regiões Sudeste (0,7%), Sul (1,4%) e Centro-Oeste (1,6%), enquanto houve retração no Norte (-0,8) e no Nordeste (-0,5), no trimestre encerrado em fevereiro, na comparação com o período anterior.
O indicador nacional – Índice de Atividade Econômica do Banco Central – Brasil (IBC-Br) – registrou crescimento de 0,9%, nesse tipo de comparação, após registrar quedas de 0,4% nos trimestres encerrados em agosto e em novembro de 2011.
Os dados mais recentes do IBC-Br, divulgados pelo Banco Central no último dia 18, mostram que houve expansão de 0,15% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o período de outubro a dezembro de 2011. O resultado é menor do que o do ciclo anterior: na passagem do terceiro para o quarto trimestre do ano passado, a taxa de crescimento ficou em cerca de 0,2%.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
23/05/2012 11:52:25

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Arrecadação federal cresce menos em abril, mas volta a bater recorde

Apesar de crescer menos, a arrecadação federal em abril voltou a bater recorde. Segundo números divulgados pela Receita Federal, as receitas da União somaram R$ 92,628 bilhões no mês passado, crescimento de 3,49% em relação a abril do ano passado, descontada a inflação oficial pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O valor é o maior já registrado para o mês.
Nos quatro primeiros meses de 2011, a arrecadação federal totalizou inéditos R$ 349,477 bilhões, alta de 6,28% também levando em conta o IPCA. Apesar da expansão, esta foi menor do que a acumulada até março. No primeiro trimestre, o governo arrecadou 7,32% a mais do que no mesmo período do ano passado.
De acordo com a Receita Federal, a expansão das vendas, da massa salarial e das importações influenciou a arrecadação no primeiro quadrimestre. Esses fatores contribuíram para o crescimento das receitas da Previdência Social, que subiram 8,45% no acumulado de 2012, de PIS/Cofins (+ 1,94%), e do Imposto de Importação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) vinculado a produtos estrangeiros (+15,26%), todas considerando a variação do IPCA.
Ainda influenciada pelo desempenho da economia no ano passado, a lucratividade das empresas se refletiu na arrecadação do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Os dois tributos arrecadaram 9,74% a mais nos quadrimestre na comparação com 2011.
A queda da produção industrial, no entanto, interferiu na arrecadação de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). De janeiro a abril, o IPI cobrado sobre produtos fabricados no país (desconsiderando os importados) rendeu à Receita 6,16% menos do que no mesmo período de 2011, também considerando a inflação.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
22/05/2012 15:25:22

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Febraban acredita na redução do spread bancário e expansão do crédito com novas medidas

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) disse hoje (22), em nota, que as medidas anunciadas ontem (21) pelo governo de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de automóveis e do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de operação de crédito à pessoa física vão contribuir para a redução do spread bancário – diferença entre o custo dos bancos para captar recursos no mercado financeiro e as taxas cobradas dos clientes em empréstimos e financiamentos. 
A entidade também acredita que aumentará o crédito no país. “Essas medidas contribuirão para acelerar o crescimento, para a expansão do crédito a taxas maiores que o crescimento do PIB [Produto Interno Bruto] e para a continuada redução do spread bancário e do custo das operações de crédito”.
A Febraban disse apoiar as medidas. “As medidas são abrangentes, integradas e importantes, envolvendo estímulos ao consumo, ao investimento e ao crédito através da redução da carga tributária, dos depósitos compulsórios e de taxas de juros para aquisição de bens de capital”.
Para veículos de até mil cilindradas, o IPI será reduzido em 7 pontos percentuais. Os veículos entre 1.000 e 2.000 cilindradas, movidos a álcool ou flex, terão imposto reduzido em 5,5 pontos. Para o mesmo tipo de automóvel movido à gasolina, a redução corresponderá a 6,5 pontos. Os utilitários e veículos comerciais terão o imposto reduzido em 3 pontos percentuais.
O IOF cairá de 2,5% para 1,5% ao ano para todos os tipos de operação de crédito à pessoa física.


Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
22/05/2012 14:55:46

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Redução do IPI quer evitar demissões no setor produtivo, diz Mantega

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, destacou que um dos objetivos das medidas anunciadas ontem (21) pelo governo é evitar demissões no setor produtivo. Além disso, o intuito é estimular a economia que enfrenta baixo crescimento ante a crise financeira internacional. As mudanças beneficiam a indústria automobilística.
“O setor não demitiu até agora, mas já ameaçava dar férias coletivas. Para evitar que isso acontecesse decidimos adotar medidas”, disse o ministro que participa de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para explicar as novas regras de cálculo da poupança. As medidas estão naMedida Provisória 567.
Ontem (21), Mantega anunciou a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a compra de veículos e do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em qualquer tipo de operação de crédito à pessoa física. O ministro já admite que a economia não irá crescer 4,5% em 2012, como defendia até pouco tempo.
Uma das medidas procura beneficiar o setor automotivo e quem pretende comprar carro novo com a redução do IPI. As alíquotas caem de 11% para 6% (carros até 1.000 cilindradas); de 11% para 6,5% (de 1.000 a 2.000 cilindradas); e de 4% para 1% (utilitários). A desoneração para o setor vigorará até 31 de agosto e provocará renúncia de R$ 1,2 bilhão para os cofres federais.
O governo espera ainda que os automóveis tenham desconto no preço de tabela, que pode chegar a 2,5%. Os bancos, públicos e privados, prometeram aumentar o volume de crédito, o número de parcelas e, também, reduzir o valor da entrada para a aquisição do carro novo. Outra novidade é que o Banco Central passará a liberar até R$ 18 bilhões em depósitos compulsórios (dinheiro que os bancos são obrigados a recolher à autoridade monetária) para aumentar os recursos para o financiamento dos automóveis.
Também foi anunciada a redução do IOF, de 2,5% para 1,5% ao ano, para todos os tipos de operação de crédito à pessoa física, da mesma maneira que vigorava no início de 2011. A redução não tem prazo para acabar e o governo federal deixará de arrecadar R$ 900 milhões em três meses com essa medida.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
22/05/2012 12:40:27

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Pesquisa da CNC mostra aumento na intenção de consumo das famílias em maio

As famílias brasileiras estão mais dispostas a elevar seus níveis de consumo, em função do aumento real da renda e dos baixos níveis das taxas de desemprego. É o que demonstram os resultados de maio da Intenção de Consumo das Famílias (ICF), pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Os números divulgados hoje (22) apontam uma alta de 0,3% do ICF em maio, na comparação com o mês anterior, e de 4,8%, em relação a maio de 2011.
Entre os sete itens que compõem a ICF, o que mede o nível de consumo atual registrou em maio um crescimento ainda mais intenso, 1,3% em relação a abril, e de 5,7% na variação anual. O mesmo ocorreu com o item Perspectiva de Consumo, com alta de 1,6% em maio, na comparação com o mês anterior, e de 8,6%, ante maio do ano passado.
“O otimismo se deu não só pela manutenção do crescimento real da massa salarial, como também pelos efeitos das maiores facilidades de crédito, com os cortes das taxas de juros concedidos pelos bancos desde abril”, destacou o economista Bruno Fernandes, da CNC. Ele ressaltou, no entanto, que o alto nível de endividamento ainda impede um maior comprometimento das famílias com os gastos, inibindo um crescimento mais forte da intenção de consumo. “Os resultados mensais indicam que a demanda doméstica ainda segue um ritmo moderado.”
Já o item da ICF que mede a satisfação com o emprego atual registrou uma queda de 0,8% em relação a abril. Na variação anual, entretanto, apresentou alta de 1,3%. De acordo com a pesquisa, as famílias das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste mostram confiança maior em relação ao emprego atual, na comparação com as do Nordeste e do Norte do país.
A ICF é um indicador que visa a medir a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, como a capacidade de consumo atual e de curto prazo, o nível de renda doméstico, a segurança no emprego e a qualidade de consumo, presente e futuro. A pesquisa é feita pela CNC em todas as unidades da Federação, com base em informações obtidas em um universo de 18 mil questionários.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
22/05/2012 11:25:43

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BC altera regras do recolhimento compulsório sobre recursos a prazo

As mudanças nas regras do recolhimento compulsório – valores que os bancos devem manter depositados no Banco Central – sobre recursos a prazo passam a valer hoje (22). A circular foi publicada noDiário Oficial da União.
As instituições financeiras poderão utilizar até R$ 18 bilhões a mais na realização de novas operações de crédito para financiamento de automóveis e de veículos comerciais leves. De acordo com o BC, esses recursos representam cerca de 10% do total de crédito concedido ao setor.
A injeção de recursos faz parte das medidas anunciadas ontem (21) pelo governo para estimular o consumo de veículos e bens de capital. Entre as medidas, está a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos automóveis que, em algumas categorias, poderá chegar a zero. 

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
22/05/2012 09:49:11

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