Dilma convida integrantes do Brics para a Rio+20

Em Nova Delhi, na Índia, a presidenta Dilma Rousseff convidou hoje (29) os presidentes dos países que compõem o Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – para que participem da Conferência Rio+20, em junho, no Rio de Janeiro. Entusiasmada, ela disse que a Rio+20 será uma “oportunidade única” para debater crescimento econômico com desenvolvimento sustentável.
“[Durante a Rio+20], haverá uma visão inclusiva e completa que exige um desenvolvimento de todos os países”, disse Dilma, lembrando que o desenvolvimento sustentável é a base para o crescimento econômico que incluem o combate à pobreza e a melhoria da qualidade de vida no mundo. Ela destaca que serão firmados compromissos econômicos, sociais e ambientais nas discussões.
Nos debates da Rio+20, a presidenta deverá enfatizar como alternativa mundial, o desenvolvimento da economia verde por meio de incentivos à melhoria da qualidade de vida das populações, erradicando a pobreza e estimulando a sustentabilidade. Ela defende que as alternativas sejam associadas aos programas de transferência de renda, como os adotados no Brasil, e aos números positivos da economia nacional.
No discurso hoje, a presidenta lembrou que as reuniões das autoridades ocorrerão de 20 a 23 de junho, no Rio. Porém, a conferência começará no dia 13, quando estarão presentes os especialistas e técnicos. O convite de Dilma foi dirigido aos presidentes Dmitri Medvedev (Rússia), Hu Jintao (China) e Jacob Zuma (África do Sul), além do primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, no encerramento da 4ª Cúpula do Brics, em Nova Delhi.
A expectativa dos organizadores da Rio+20 é que pelo menos 100 presidentes da República e primeiros-ministros participem da conferência, além de 50 mil credenciados. A Rio+20 ocorre duas décadas depois de outra conferência que marcou época, a Rio 92.
Na Rio+20, deve ser definido um modelo internacional para os próximos 20 anos com base na preservação do meio ambiente, mas com o foco na melhoria da qualidade de vida a partir da erradicação da pobreza, por meio de programas sociais, a economia verde e o desenvolvimento sustentável para uma governança mundial.
A conferência conta com o apoio e o comando da Organização das Nações Unidas (ONU) tanto é que o secretário-geral do evento é o diplomata chinês Sha Zukang. Porém, a presidenta da conferência é Dilma Rousseff.

(Ag. Brasil)

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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29/03/2012 08:42:36

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Pesquisa da CNI mostra alto índice de satisfação dos brasileiros com a vida

(Ag.Brasil)  – A primeira edição da pesquisa trimestral Termômetros da Sociedade Brasileira, em 2012, divulgada hoje (28) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) revela alto índice de satisfação dos brasileiros com a vida atual, apesar de ter havido queda de 0,5% em março, frente a dezembro – 104,8 neste mês contra 105,3 no último mês de 2011, considerando-se 100 como base para a pesquisa.

A pesquisa também inclui o Índice de Medo do Desemprego, que em março ficou em 73,5, 3,9% abaixo do de dezembro. Isso significa que os brasileiros estão mais otimistas com a manutenção do mercado de trabalho. O indicador ficou apenas 2,6% acima do menor valor da série, registrado em setembro de 2011. Quanto mais baixo o índice, também de base 100, menor o receio dos brasileiros em relação ao desemprego.
Os números da pesquisa, segundo a CNI, indicam que a crise econômica mundial não chegou à população, embora atinja a indústria do país. Isso ocorre porque, apesar da redução do ritmo de crescimento da atividade econômica, a geração de emprego continua aumentando, assim como a renda e o crédito, o que intensifica o consumo. Outro fator é o crescimento da classe média, que também impulsiona a demanda no mercado interno, segundo os pesquisadores.
A população mais satisfeita com a vida é a da Região Sudeste, diz a pesquisa. O índice de 106,6 ficou praticamente estável em relação ao de dezembro do ano passado (106,1). O otimismo também é maior entre os moradores das cidades com mais de 100 mil habitantes, que ficaram com indicador 106,1.
Quanto ao medo do desemprego, o menor índice é o da Região Nordeste, com 71,8. Isso mostra que o nordestino é o menos preocupado com a possibilidade de aumento do desemprego. Foi justamente o indicador da região que puxou para baixo o índice nacional. O Índice de Medo do Desemprego no Nordeste caiu 11,4% em relação ao de dezembro.
O Índice de Satisfação com a Vida, divulgado a partir deste mês, tem série histórica que remonta a 1999, assim como a do Índice de Medo do Desemprego. A primeira edição dos Termômetros da Sociedade Brasileira ouviu 2.002 pessoas em 142 municípios entre os dias 16 e 19 de março.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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28/03/2012 15:14:04

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Embora estável em janeiro e fevereiro, inadimplência de pessoa física permanece alta

Apesar de apresentar média estável de 5,8% tanto em janeiro quanto em fevereiro, a inadimplência permanece em patamar alto e é, de acordo com o Banco Central (BC), um dos principais fatores responsáveis pela alta do spread bancário, que é a diferença entre a taxa Selic e os juros cobrados pelos bancos no mercado.
Números apresentados hoje (27) pelo BC mostram que a taxa de inadimplência para pessoas físicas (7,6%) é bem superior à registrada para pessoas jurídicas ( 4,1%).
“A estabilidade da inadimplência de fato veio crescendo gradualmente em 2011. Essa resistência ao declínio, apesar do crescimento da renda e do emprego, se reflete em spreads e, naturalmente, vai  repercutir nas taxas de juros”, disse o chefe do Departamento Econômico do BC, Túlio Maciel.
De acordo com o Banco Central, o spread médio apresentou variação, em pontos percentuais, de 27,8 em janeiro para 28,4 em fevereiro. Para pessoas físicas, o patamar subiu de 45,1 pontos em janeiro para 45,4 pontos em fevereiro, enquanto para pessoa jurídicas caiu de 28,7 pontos percentuais para 28,6.
Parte da inadimplência, segundo Maciel, deve-se a fatores sazonais referentes a fevereiro. “[Nesse mês] há maior concentração de pagamentos entre impostos e matrículas escolares, o que acaba se refletindo em algumas modalidades de crédito à pessoa física”, disse Maciel
Ele acrescentou que o crédito rotativo também reflete a sazonalidade do início do ano. “O crédito rotativo cai bastante em dezembro, com o pagamento do décimo terceiro salário mas, no início do ano, há um retorno sazonal nessas modalidades, e isso está associado à maior concentração de gastos e à falta de planejamento”.
Maciel explicou que, a partir de agora, a inadimplência tende a cair. “Após essa estabilidade, a perspectiva é que ocorra uma reversão a médio prazo, já que o emprego cresce de maneira robusta, com indicadores muito positivos em termos de ocupação e de rendimento real”, disse o economista. “Com isso, o segundo semestre deverá apresentar taxas de inadimplência mais baixas”.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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27/03/2012 13:57:21

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Base governista dá prazo para Fazenda se posicionar sobre ICMS de importados

(Ag. Brasil) – A base do governo no Senado estabeleceu um prazo até as 14h para que o Ministério da Fazenda se posicione sobre compensações aos estados que perderão recursos a partir da aprovação do Projeto de Resolução 72. A medida padroniza a alíquota interestadual do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de produtos importados.

Se até esse horário não houver contato, a apreciação da matéria ocorrerá semana que vem, garantiu o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM) disse os parlamentares esperavam um pronunciamento do ministro da Fazenda, Guido Mantega, ontem (26), mas isso não ocorreu. “O acordo foi feito na semana passada, mas não andou, infelizmente, por questões pessoais. Não conseguimos contato com Guido Mantega ontem.”
Os estados que mais perderão recursos são Santa Catarina e Espírito Santo.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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27/03/2012 11:14:38

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Nova desoneração da folha de pagamento terá alíquota menor que a do Plano Brasil Maior

(Ag. Brasil) – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje (26) que a nova desoneração da folha de pagamento deverá ser ainda maior do que a do Plano Brasil Maior, que beneficiou setores como o de Tecnologia da Informação. Segundo o ministro, os ramos industriais incluídos no novo programa deverão ser isentos de pagar a contribuição patronal do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), de 20%. Eles passarão a pagar uma alíquota sobre a receita bruta que ainda não foi definida, mas será menor que 1,5%.

De acordo com Mantega, serão beneficiadas principalmente atividades que têm uso intensivo de mão de obra. “Temos escolhido os setores, ou os setores que perderam dinamismo, que perderam vendas e, ao mesmo tempo, têm um impacto positivo na produção e no emprego”, ressaltou ao citar as indústrias naval, de aviação, de autopeças, têxtil, de confecção e calçados.
Esses mesmos critérios foram usados, segundo Mantega, nas reduções do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) anunciados hoje. O ministro disse ainda que o pacote já está quase pronto, faltando apenas o acordo com alguns setores. “Faltam dois ou três setores que eu vou me reunir esta semana com eles, e depois já estaremos prontos”.
Além disso, Mantega declarou que o governo vai trabalhar para reduzir o spread bancário e, consequentemente, o custo dos empréstimos. “Vai haver uma redução no custo de financiamento de modo geral. Nós vamos trabalhar para reduzir o spread bancário e o financiamento de modo geral”, destacou.
Com essas medidas, o ministro da Fazenda garantiu que a indústria terá, em 2012, um desempenho melhor em relação ao ano passado. Para Mantega, a indústria é uma das prioridades do governo na luta contra a crise. “Nós não abrimos mão da indústria. Não será esta crise que vai derrubar a indústria brasileira. Isso significa que o governo fará tudo o que tiver que ser feito para a indústria brasileira sobreviver”.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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27/03/2012 07:24:59

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IOF ajudou a conter entrada de aplicadores estrangeiros no país, avalia Tesouro Nacional

(Ag. Brasil) – A taxação de investimentos de estrangeiros em renda fixa, em vigor desde 2009, está ajudando a conter a entrada de aplicadores internacionais no país, avaliam técnicos do Tesouro Nacional. De acordo com o órgão, o número de não residentes que compram títulos da dívida interna brasileira está estável depois das medidas destinadas a restringir o ingresso de capital externo de curto prazo.

De acordo com o coordenador-geral de Operações da Dívida Pública, Fernando Garrido, a cobrança de 6% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para estrangeiros que aplicam em renda fixa neutralizou o fluxo de investidores internacionais. Segundo ele, o total de aplicadores praticamente não tem se alterado nos últimos meses.
Apesar da estabilização no número de investidores, em valores absolutos, a fatia dos não residentes na dívida interna continua subindo e bate recordes mês a mês. Em fevereiro, os não residentes detinham R$ 209,1 bilhões em títulos públicos, contra R$ 205,6 bilhões em janeiro e R$ 202,3 bilhões em dezembro do ano passado.
Embora a quantia tenha aumentado em valores, Garrido explica que esse movimento não decorreu do ingresso de estrangeiros. “O volume aumenta porque o estoque dos papéis em poder dos estrangeiros está rendendo, não porque há mais investidores externos entrando no país”, alega o coordenador.
Outro sinal de que o IOF conseguiu conter a entrada de estrangeiros consiste na manutenção da fatia desse público na dívida interna, quando o volume absoluto é comparado com o endividamento total. Desde o ano passado, a participação dos estrangeiros na dívida interna oscila em torno de 11%.
Segundo Garrido, muitos desses investidores têm trocado títulos de curto prazo por papéis de prazo maior, mas a fatia dos estrangeiros pouco se altera. “Em fevereiro, observamos um fenômeno que tem ocorrido em diversos meses. O valor em reais dos estrangeiros na dívida interna aumenta, mas o percentual diminui por causa de mudanças no próprio estoque da dívida”, diz. No mês passado, a fatia dos não residentes atingiu 11,88%, contra 11,92% registrados em janeiro.
Desde 2009, a equipe econômica tem instituído a taxação da entrada de capitais estrangeiros para conter o ingresso de dólares no país e impedir a queda da cotação da moeda norte-americana, que prejudica as exportações brasileiras. Inicialmente, o governo passou a cobrar 2% de IOF, mas a alíquota subiu para 4% e está em 6% desde outubro de 2010.
Não apenas os investimentos em renda fixa tiveram a alíquota aumentada. O governo também reajustou ou passou a cobrar IOF de outros tipos de transações financeiras feitas por estrangeiros, como os depósitos de margem no mercado futuro e os empréstimos de empresas no exterior. As compras com cartão de crédito no exterior também passaram a pagar mais imposto. Somente os investimentos estrangeiros diretos, que geram emprego e aumentam a produção no Brasil, e os empréstimos para exportadores que querem se proteger da variação do câmbio não foram afetados.
 

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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26/03/2012 07:30:50

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Brasil registra déficit em transações correntes de US$ 1,766 bilhão em fevereiro

(Ag. Brasil)  – O déficit em transações correntes do Brasil, um dos principais indicadores das contas externas, ficou em US$ 1,766 bilhão em fevereiro, segundo dados divulgados hoje (23) pelo Banco Central (BC). No mesmo período de 2011, houve resultado negativo de US$ 3,482 bilhões.

A conta de transações correntes registra as compras e vendas de mercadorias e serviços. Nesse cálculo, estão as exportações e importações, que formam a balança comercial, com saldo positivo de US$ 1,715 bilhão, em fevereiro. Por outro lado, a balança de serviços (viagens internacionais, transportes, aluguel de equipamentos e outros) ficou negativa, em US$ 2,769 bilhões.
Na conta de rendas (remessas de lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários), o resultado negativo ficou em US$ 875 milhões. As transferências unilaterais correntes (doações e remessas de dólares que o país faz para o exterior ou recebe de outros países, sem contrapartida de serviços ou bens) registraram ingresso líquido de US$ 163 milhões.
Quando o país tem déficit em conta-corrente, ou seja, gasta além da sua renda, é preciso financiar esse resultado com investimentos estrangeiros ou tomar dinheiro emprestado do exterior.
Em janeiro, o investimento estrangeiro direto, que vai para o setor produtivo da economia, ficou em US$ 3,648 bilhões. Outra forma de financiar o déficit em transações correntes, os investimentos estrangeiros em carteira (ações e títulos de renda fixa) somaram US$ 1,147 bilhão.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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23/03/2012 11:56:46

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Entrada de dólares supera saída em US$ 5,6 bilhões até 16 de março

(Ag. Brasil) – A entrada de dólares superou a saída em US$ 5,622 bilhões, em março, até o dia 16, de acordo com dados divulgados hoje (21) pelo Banco Central (BC). De janeiro até o dia 16, o saldo está positivo em US$ 18,609 bilhões, depois de janeiro registrar US$ 7,283 bilhões e fevereiro US$ 5,705 bilhões. No ano passado, no mesmo período, o saldo foi bem maior, chegando a US$ 34,660 bilhões. Ou seja, este ano, até o dia 16, houve uma queda de 46,31% no saldo em comparação a período idêntico de 2011.

Neste mês, o segmento financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) registra saldo positivo de US$ 561 milhões. O fluxo comercial (operações relacionadas a exportações e importações) também tem saldo positivo de US$ 5,061 bilhões.
A forte entrada de dólares no país tem obrigado o governo a adotar medidas para proteger o real. Alterações no prazo da cobrança de 6% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nos empréstimos externos, por exemplo, elevaram o dólar para cerca de R$ 1,80. O prazo de vigência da medida que, no início de março, passou de dois para três anos, foi elevado novamente este mês para cinco anos.
Na prática, isso significa que o dinheiro terá de ficar mais tempo no país para evitar essa taxação, desestimulando os recursos de curto prazo que não são destinados à produção. Após adotar a medida, o dólar tem permanecido em torno de R$ 1,80. O governo não divulga um teto ideal para a moeda norte-americana, mas o ministro da Fazenda, Guido Mantega, tem avisado que o governo vai adotar, quando for necessário, novas medidas para defender o real.
 

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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21/03/2012 14:22:03

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Centrais sindicais apresentam proposta de desoneração a Mantega

(Ag. Brasil)  – As centrais sindicais vão entregar hoje (21) ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, propostas de defesa do setor produtivo e de incentivo ao consumo. Entre as sugestões está a desoneração dos abonos e da Participação de Lucros e Resultados (PLR), hoje tributado pelo Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF).

“[Em São Paulo], só nas categorias dos bancários, metalúrgicos, químicos e petroleiros, é R$ 1,6 bilhão [que deixariam de ser recolhidos pelo IRPF caso não houvesse tributação sobre os PLR] . É bastante recurso que você injeta de uma vez na economia. No país, é muito mais. Quando você desonera o salário, o dinheiro imediatamente vai para economia”, destacou o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Sérgio Nobre.
Bancários, químicos, metalúrgicos e petroleiros anunciaram hoje (20) uma série de manifestações para chamar a atenção e pressionar parlamentares e governo a isentar os trabalhadores do pagamento do Imposto de Renda na Participação nos Lucros e Resultados. As mobilizações começam amanhã 21, às 7h, com uma passeata de metalúrgicos na Via Anchieta. De acordo com o sindicato, devem participar cerca de 20 mil trabalhadores. À tarde, em Brasília, representantes das centrais sindicais vão se reunir com o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
“[Com a desoneração], os trabalhadores vão ficar com mais renda líquida no bolso. Mais dinheiro no bolso, e vai consumir. A nossa categoria vai trocar televisão, vai trocar o carro, trocar geladeira. Você vai fazer com que a economia aumente a demanda, portanto, aumente o emprego”, disse a presidenta do Sindicato dos Bancários, Osasco e Região, Juvandia Moreira. Na próxima quinta-feira (22), os bancários vão atrasar a abertura das agências bancárias da região da Avenida Paulista. A paralisação terá inicio às 7 horas.
A isenção de imposto de renda na PLR está prevista em duas emendas de autoria dos deputados federais Vicentinho (PT-SP) e Paulo Pereira (PDT-SP) à Medida Provisória (MP) 556. De acordo com o sindicato, a MP pode ser votada a partir de 25 de março. “Se for aprovado no Congresso, só vale a partir do exercício seguinte. Agora, o Ministério da Fazenda, o governo pode adotar uma MP que faça essa desoneração valer já a partir deste ano”, disse Moreira.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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21/03/2012 07:34:38

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Índice de Intenção de Consumo das famílias tem queda em março

(Ag. Brasil) – O Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), pesquisa mensal da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgada hoje (20), registrou em março queda de 3,8%, situando-se em 135,6 pontos, na comparação com o mês anterior. Na comparação anual, no entanto, o ICF apresentou variação positiva de 0,9%, o que, segundo a pesquisa, mostra uma visão otimista em relação ao futuro da economia.

De acordo com o economista Bruno Fernandes, da CNC, o recuo observado em março, em comparação a fevereiro, indica que as famílias mantêm sua disposição ao consumo, “mas estão mais cautelosas, evitando  euforia”. Para ele, essa cautela reflete a preocupação com os gastos. “O ponto principal é o próprio nível de endividamento das famílias. Isso faz com que elas tenham mais cautela em relação ao consumo. A taxa de inadimplência vem crescendo desde o segundo semestre de 2011, mas a gente percebe que as famílias ainda têm condições de continuar gastando”.
Para Fernandes, a segurança no emprego é fator primordial para que, em uma perspectiva futura, as famílias continuem mantendo a intenção de consumo, principalmente em relação aos próximos meses. “A alta do salário mínimo também contribuiu para esse otimismo”, complementa Bruno Fernandes.
A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias  é um indicador concebido pela CNC com a finalidade de medir a avaliação que os consumidores fazem dos aspectos importantes da condição de vida de suas famílias, como a capacidade de consumo atual e a curto prazo, o nível de renda doméstico, a segurança no emprego e a qualidade de consumo.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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20/03/2012 11:41:21

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