Confiança do empresário do comércio na economia registra alta em abril

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) registrou alta de 0,4% em abril, na comparação com março, ficando em 127,6 pontos, de acordo com os dados divulgados hoje (8) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Na comparação com abril do ano passado, no entanto, houve queda de 1,4%.
A pesquisa da CNC mostra que o Índice de Expectativas do Empresário do Comércio, um dos indicadores que compõem o Icec, apresentou alta de 3,4% em relação a 2011 e de 1,3% na comparação com março. Para o economista João Felipe Santoro Araújo, da CNC, “esse resultado já reflete uma expectativa de melhora nas vendas para o segundo semestre deste ano, em função da queda dos juros”.
Já o Índice de Condições Atuais do Empresário  do Comércio, que também entra na composição do Icec, registrou quedas de 1,3% em abril, em relação a março, e de 7,8%, no comparação anual.  “O empresário hoje não vê a situação dele tão favorável, no entanto, ele espera que essa situação melhore daqui para a frente”, analisa o economista.    
Na avaliação da CNC, o setor do comércio deverá começar a sentir, no segundo semestre, os efeitos dos estímulos monetários anunciados pelo governo. “É complicado estabelecer uma causalidade entre queda de juros e resultado de vendas, mas a gente espera que um menor comprometimento da renda com os juros do crédito abra espaço para que as pessoas consumam mais”, diz Araújo.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
08/05/2012 12:08:27

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

MercadoPago-01-300x250_cheio-Finance-One
LATAM - Destinos Nacionais - Finance One

Receita libera da malha fina lote residual de restituições do Imposto de Renda

(Ag. Brasil) – A Receita Federal liberou da malha fina um lote residual de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física 2011. A consulta ao lote poderá ser feita hoje (8), a partir das 9h, no site da Receita. O contribuinte poderá ligar também para o telefone 146 (Receitafone). No lote, foram incluídas ainda declarações dos exercícios 2010, 2009 e 2008. O dinheiro será depositado na conta do contribuinte no próximo dia 15.

Do exercício 2011, serão creditadas restituições para um total de 38.653 contribuintes, com correção de 11,75 %. No caso de 2010, as restituições irão para 12.167 pessoas, corrigidas em 21,9%. Referentes ao exercício de 2009, serão creditadas restituições para 7.427 contribuintes, com correção de 30,36 %. Para o exercício de 2008, o dinheiro será pago a 3.689 contribuintes, corrigido em 42,43 %.
A Receita lembra que a restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate no prazo, deverá requerê-la pela internet, mediante o formulário eletrônico disponível no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC).
Caso o valor não seja creditado, o contribuinte deverá procurar qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento do BB nos telefones 4004-0001 (capitais),             0800-729-0001       (demais localidades) e             0800-729-0088       (pessoas com deficiência auditiva), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
08/05/2012 06:44:51

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

Mercado-Pago-02-300x250_parcelado-Finance-One
LATAM - Ofertas Brasil - Finance One

Queda das vendas não preocupa indústria automobilística, que aposta na redução dos juros

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, não está preocupado com a queda nas vendas verificada no primeiro quadrimestre, em relação ao desempenho do primeiro quadrimestre de 2011. Segundo ele, a queda foi pequena e esse movimento poderá ser invertido com as mudanças esperadas para a economia brasileira com a redução dos juros ao consumidor.
“Nós estamos muito confiantes de que, com a redução dos juros, a tendência é a de melhorar o mercado daqui para frente. Neste momento, continuamos acreditando que o ano vai ser bom”, disse após divulgação dos dados mensais da indústria automobilística, hoje (7), na capital paulista.
Segundo os dados da Anfavea, a produção de veículos automotores caiu 15,5% em abril 9260.285 unidades) em relação a março (308.494). Na comparação com abril de 2011, houve queda de 7,5%. No acumulado de janeiro a abril, a retração atingiu 10,1%.
Com relação às vendas, foram 257.885 unidades rm abril contra 300.574 em março (-14,2%). Na comparação com abril do ano passado, as vendas caíram 10,8% e, no acumulado do ano, 3,4%.
As exportações somaram 48.692 unidades, 15,3% a mais que em março. Ante abril do ano passado, os embarques de veículos para o mercado externo cairam 0,5%. No primeiro quadrimestre, foi registrada queda de 4,9% na comparação com o mesmo período de 2011. Em valores, as exportações registraram queda de 4,3%, de US$ 1,442 milhão em março para US$ 1,379 milhão em abril. Com relação ao mesmo mês do ano passado, porém, houve elevação de 5,7% e, no acumulado do ano, alta de 13,9%.
Belini disse que o ciclo de queda dos juros pode influenciar o mercado consumidor e ajudar a indústria a elevar as vendas de carros. “O setor está preparado, temos estoques e temos condição de atender ao mercado de forma altamente positiva. Nós vemos muito bem a mudança do sistema [de remuneração da caderneta] de poupança, que vai fazer com que o Brasil possa crescer a curto prazo”. Ele destacou que a economia está demonstrando vigor com pleno emprego, aumento da renda e conjuntura favorável com juros em queda, fatores que ajudam a estimular as vendas.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
07/05/2012 15:33:21

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

CVC - Caribe - Finance One
CVC - Hoteis - Finance One

Receita abre amanhã consulta a lote residual do Imposto de Renda

A Receita Federal liberou da malha fina um lote residual de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física 2011. A consulta ao lote poderá ser feita amanhã (8) a partir das às 9h no site da Receita Federal. O contribuinte poderá ligar também para o telefone 146 (Receitafone). No lote, foram incluídas ainda declarações dos exercícios de 2010, 2009 e 2008. O dinheiro será depositado na conta do contribuinte no próximo dia 15.
Do exercício de 2011, serão creditadas restituições para um total de 38.653 contribuintes, com correção de 11,75 %. No caso de 2010, as restituições irão para 12.167 pessoas, corrigidas em 21,9%. Referentes ao exercício de 2009, serão creditadas restituições para 7.427 contribuintes, com correção de 30,36 %. Para o exercício de 2008, o dinheiro será pago a 3.689 contribuintes, corrigido em 42,43 %.
A Receita lembra que a restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate no prazo, deverá requerê-la pela internet, mediante o formulário eletrônico disponível no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC).
Caso o valor não seja creditado, o contribuinte deverá procurar qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento do BB por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (pessoas com deficiência auditiva), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
07/05/2012 14:18:55

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

Mercado-Pago-02-300x250_parcelado-Finance-One
LATAM - Ofertas Brasil - Finance One

Poupança tem melhor resultado para abril desde 2007

Os depósitos em caderneta de poupança superaram as retiradas em R$ 1,977 bilhão, em abril, segundo os dados divulgados hoje (7) pelo Banco Central (BC). Esse foi o segundo mês seguido de captação líquida (mais depósitos do que retiradas). Em março, o resultado positivo chegou a R$ 2,544 bilhões.
No mesmo mês do ano passado, o resultado havia sido negativo, ou seja, houve mais retiradas do que depósitos, em R$ 1,762 bilhão. Segundo a série histórica do BC, o resultado de abril deste ano é o melhor para o período desde 2007, quando a captação líquida ficou em R$ 2,046 bilhões.
No mês passado, os depósitos ficaram em R$ 96,198 bilhões e as retiradas chegaram a R$ 94,22 bilhões. Os rendimentos creditados somaram R$ 2,345 bilhões e o saldo ficou em R$ 433,321 bilhões.
O relatório do BC se baseia em dados do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) – que destina 65% dos recursos para financiamento imobiliário – e da poupança rural. No caso do SBPE, houve captação líquida de R$ 1,542 bilhão, em abril. A poupança rural registrou R$ 435,518 milhões.
Atualmente, os valores depositados em poupança são remunerados pela taxa referencial (TR), acrescida de juros de 0,5% ao mês. O dinheiro depositado por menos de um mês não recebe remuneração.
Na última quinta-feira (3), o governo anunciou mudanças na forma de remuneração dos depósitos de poupança, mas a nova regra só será válida quando a taxa básica de juros, a Selic, estiver em 8,5% ao ano ou menor do que esse patamar.
Analistas do mercado financeiro consultados pelo BC esperam que a Selic caia para esse patamar (8,5% ao ano) ainda este mês, no 30 de maio, quando haverá reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. A expectativa é que o comitê reduza a Selic, atualmente em 9% ao ano, em 0,5 ponto percentual.
Se a projeção dos analistas do mercado financeiro se confirmar, a poupança terá rendimento de 70% da Selic mais a TR, a partir do dia 31 de maio, quando passa a valer a nova taxa.
O governo temia a migração de investidores dos fundos de renda fixa para a poupança, com uma Selic menor. Esses fundos são formados por títulos públicos utilizados pelo governo na rolagem da dívida.
Com a queda da Selic, um fundo de investimento, a depender da taxa de administração cobrada pela instituição financeira, pode pagar menos do que a caderneta. Assim, para que o BC tivesse mais espaço para cortar a Selic, sem reduzir a demanda por títulos públicos, foi necessário fazer mudanças na remuneração da poupança.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
07/05/2012 11:22:12

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

CVC - Promo Verão - Finance One
LATAM - Ofertas Brasil - Finance One

Atividade do comércio inicia o segundo trimestre em alta, revela Serasa

De acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, o movimento dos consumidores nas lojas em todo o país avançou 0,7% em abril/12, já descontadas as influências sazonais, engatando a segunda alta mensal consecutiva nesta abertura de segundo trimestre.
Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve crescimento de 6,0% do movimento do varejo em abril deste ano. No acumulado do primeiro quadrimestre de 2012, a atividade varejista cresceu 6,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, o recuo gradativo dos níveis de inadimplência do consumidor, os ganhos reais de renda das pessoas ocupadas e as medidas de estímulo ao crescimento econômico que vem sendo tomadas pelo governo aos poucos começam a produzir efeitos positivos sobre a atividade varejista. Além disto, o Dia das Mães deverá também dar um impulso extra ao movimento dos consumidores nas lojas neste segundo trimestre.
Na abertura setorial do indicador, apenas o segmento de veículos, motos e peças registrou queda de movimento dos consumidores em suas lojas no mês de abril (-1,9% frente ao mês de março/12). O fato de a inadimplência ter subido muito neste segmento e o maior rigor na concessão de crédito devem impedir uma trajetória mais acelerada de crescimento das vendas deste segmento em 2012. Por outro lado, o segmento de material de construção reagiu e avançou 1,9% em abril, recuperando-se de duas quedas sucessivas dos meses anteriores (-0,5% em fevereiro/12 e -0,1% em março/12). Também os segmentos de tecido, vestuário, calçados e acessórios (alta de 1,3%) e de móveis, eletroeletrônicos e informática (crescimento de 1,2%) foram destaques da atividade varejista nacional no mês passado.
 

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
07/05/2012 09:27:00

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

CVC - Caribe - Finance One
LATAM - Ofertas Brasil - Finance One

Mercados financeiros da Europa reagem à vitória de Hollande e às eleições na Grécia

As eleições na França e na Grécia provocaram hoje (7) baixas nos principais mercados financeiros da Europa. Na abertura da Bolsa de Paris (França), houve perda de 1,38%, e a de Atenas também abriu em baixa. A mesma tendência se repetiu nas bolsas de Londres (na Grã-Bretanha), que registrou queda de 1,93%,  de Frankfurt (Alemanha), com baixa de 2,16% , de Madrid (Espanha), 1,92% e de Milão (Itália), 1,86%.
Para analistas econômicos, a vitória do socialista François Hollande na França causa incerteza nos mercados financeiros da Europa, considerando que a economia francesa é a segunda maior da região. Também é motivo de incerteza o fato de a União Europeia reunir 27 países, dos quais 22 são comandados por líderes conservadores ou de centro.
O desafio de Hollande, segundo analistas, é mostrar para a Europa e o mundo que sua eleição não é uma ameaça à estabilidade, mas a busca pelo fim do agravamento da crise econômica internacional. Ele assume o poder no próximo dia 14.
Os mercados financeiros também reagiram em relação aos resultados das eleições legislativas na Grécia. Os resultados mostraram a resposta da população ao plano de austeridade imposto pelos principais partidos do país e também à contenção contra os protestos que dominaram as grandes cidades gregas.
Nas eleições gregas venceram os pequenos partidos políticos, colocando as atuais forças políticas em minoria – o Pasok (socialista) e a Nova Democracia (direita). Os dois partidos garantiram apenas 149 dos 300 lugares, dificultando a formação de um novo governo de coalizão.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
07/05/2012 09:12:12

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

MercadoPago-01-300x250_cheio-Finance-One
CVC - Hoteis - Finance One

Após redução de juros, participação do BB no financiamento de carros quase dobra

A participação do Banco do Brasil (BB) no mercado de financiamento de automóveis leves quase dobrou depois que o banco anunciou redução dos juros para o setor. Dados apresentados hoje (4) pelo banco, baseados em informações da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), mostram que a cota de mercado do BB cresceu de 4%, em março, para 7%, no final de abril, quando o banco começou a reduzir os juros.
A carteira Crédito Veículo do banco era R$ 10,8 bilhões no dia 2 de abril e passou para R$ 38,2 bilhões no dia 30 do mesmo mês. A primeira redução de juros do BB foi anunciada no dia 8.
As taxas antigas variavam entre 1,24% e 2,3% por mês. Hoje, são oscilam entre 0,95% e 1,99%. Segundo a direção do banco, a redução dos juros, além de aumentar a carteiras de crédito, ainda atrai clientes menos inadimplentes.
“Nós entendemos que na hora que a taxa de juros cai, trazemos para tomar crédito um cliente prudente. Creio que o aumento no financiamento de veículos fala por si só. O cliente não tomava antes o empréstimo porque a taxa de juros era alta. Quando ele entra na nossa massa de clientes, a tendência da inadimplência é cair”, disse o vice-presidente de Negócios do Varejo, Alexandre Abreu.
O BB também anunciou hoje novas reduções nas taxas de juros para pessoa física e reformulou linhas de crédito que têm como garantia imóveis ou veículos. É o terceiro anúncio de corte desde o início de abril.
Os clientes que tiverem conta-salário no BB e aderirem ao programa Bom pra Todos [programa de redução de juros nas principais linhas de crédito do banco] não pagarão mais que 3,94% ao mês em nenhuma modalidade de crédito pessoal, segundo o banco. Para esses clientes, os juros do cheque especial foram reduzidos de 8,31% para 3,94% ao mês, à taxa única. Essa nova tarifa vale a partir do dia 10 de maio.
Outra redução no âmbito do programa Bom pra Todos se refere aos juros de linhas de crédito pessoal (CDC automático e CDC renovação), que tinham taxa máxima de 5,79% e passarão a ser 3,94% ao mês.
Para clientes que não recebem salário pelo banco e, portanto, não podem aderir ao pacote, a instituição anunciou uma linha de crédito para pessoas físicas com garantia de imóvel próprio, com juros reduzidos [entre 1,52% e 1,6% ao mês] e prazo de pagamento de até 180 meses.
Essa linha de crédito estará disponível apenas para quem tem renda acima de R$ 6 mil. Os clientes podem financiar até 50% do valor do imóvel que está em seu nome.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
04/05/2012 16:11:55

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

Mercado-Pago-02-300x250_parcelado-Finance-One
LATAM - Ofertas Brasil - Finance One

Poupança continua sendo o melhor investimento financeiro no Brasil, diz Mantega

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje (4) que as cadernetas de poupança serão mantidas como “o melhor investimento financeiro” no país para a grande maioria da população. Segundo ele, a certeza vale inclusive neste momento em que passam a vigorar as regras anunciadas ontem, que podem implicar perda de rentabilidade em comparação ao modelo anterior. “O novo [investidor] também deve investir porque vale a pena”, sugeriu.
Mantega informou que existem cerca de 100 milhões de cadernetas de poupança no país. De acordo com ele, os poupadores atuais “não devem fazer nada”, lembrando que há vantagens nesse tipo de aplicação, como a isenção no pagamento do Imposto de Renda e a possibilidade de saque do dinheiro a qualquer momento, além de “boa rentabilidade”.
O ministro acrescentou que o rendimento tende a ser igual ou até maior do que o obtido por meio dos fundos de renda fixa. Mantega faz palestra no seminário O Brasil 2020: Rumos da Economia, na capital paulista. Participam do encontro enconomistas como o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Porchmann, e o professor da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC) Luiz Gonzaga Belluzzo.
Ontem, ao anunciar as novas regras para a poupança, Mantega ressaltou que o correntista que aplicou até agora não será afetado pelas novas medidas de remuneração da caderneta. A alteração valerá apenas para os depósitos feitos e para as contas abertas a partir de hoje.
Até ontem, o critério de remuneração da poupança – 6,17% ao ano mais variação da Taxa Referencial (TR) – será substituído pela variação da TR mais 70% da Selic, quando a taxa básica de juros chegar a 8,5% ao ano ou menos. A Selic está fixada em 9% ao ano.
Pelas novas regras, quem tem uma caderneta de poupança terá o saldo corrigido de duas formas: pelo rendimento tradicional, para o dinheiro guardado até hoje e pela nova regra, para os futuros depósitos. Como a Selic ainda não está abaixo de 8,5% ao ano, por enquanto não haverá mudança alguma para os aplicadores.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
04/05/2012 14:09:38

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

Mercado-Pago-02-300x250_parcelado-Finance-One
LATAM - Ofertas Brasil - Finance One

BB anuncia nova redução de juros para pessoa física

(Ag. Brasil) – O Banco do Brasil (BB) anunciou na manhã de hoje (4), na capital paulista, uma nova redução nas taxas de juros para pessoa física, e reformulou linhas de crédito que contam com garantia de imóveis ou veículos. É o terceiro anúncio de corte desde o início de abril.

Os clientes que tiverem conta-salário no BB e aderirem ao programa Bom pra Todos não pagarão mais do que 3,94% ao mês em nenhuma modalidade de crédito pessoal, segundo o banco. Para esses clientes, os juros do cheque especial foram reduzidos de 8,31% para 3,94% ao mês, em taxa única. Essa nova taxa vale a partir do dia 10 de maio.
Outra redução no programa Bom pra Todos se refere aos juros de linhas de crédito pessoal (CDC automático e CDC renovação), que tinham taxa máxima de 5,79% e passarão a ter de 3,94% ao mês.
Para clientes que não recebem salário pelo banco e, portanto, não podem aderir ao pacote, a instituição anunciou uma linha de crédito para pessoas físicas com garantia de imóvel próprio, com juros reduzidos de 1,52% a 1,6% ao mês e prazo de pagamento até 180 meses. Essa linha de crédito será disponível, no entanto, apenas para quem tem renda acima de R$ 6 mil. Os clientes podem financiar até 50% do valor do imóvel que está em seu nome.
No caso do cliente que não tem imóvel próprio e com renda inferior a R$ 6 mil, o banco oferece um empréstimo com o veículo usado (com até cinco anos de fabricação) como garantia. Para essa linha, o BB reduziu os juros de 3,2% para 1,58% ao mês (taxa média). Neste caso, o limite financiável será até 70% do valor do veículo, com prazo de até 58 meses e liberação imediata do crédito após aprovada a operação, de acordo com o banco. Essas duas linhas entram em vigor no dia 27 de maio.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
04/05/2012 12:59:56

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

CVC - Caribe - Finance One
LATAM - Destinos Nacionais - Finance One