EUA: Renda e gastos dos consumidores avançam em setembro

A renda pessoal do trabalhador americano encerrou setembro com leve alta de 0,1%, enquanto os gastos dos consumidores tiveram valorização de 0,6%. Os números foram divulgados a pouco pelo Departamento de Comércio dos Estados Unidos.
Apesar da alta, o resultado da renda pessoal veio abaixo do esperado pelo mercado. Os especialistas estimavam crescimento de 0,3% na renda pessoal e 0,3% para os gastos dos consumidores.
A taxa de poupança caiu para 3,6% ante 4,1% em agosto. Esta foi o menor nível em quase quatro anos.  Enquanto isso, o núcleo PCE teve variação nula em setembro.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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28/10/2011 10:40:38

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Falta de água é o maior entrave para alimentar população crescente, diz Graziano

O futuro diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), José Graziano da Silva, disse que a necessidade de aumentar a produção agrícola para alimentar a crescente população mundial pressionará a busca por recursos naturais, principalmente pela água. Graziano assume o posto no primeiro semestre de 2012.
“A água se tornou o maior entrave à expansão da produção [de comida], especialmente em algumas áreas como a região andina, na América do Sul, e os países da África Subsaariana”, disse Graziano, que atualmente é diretor da FAO para a América Latina e foi ministro de Segurança Alimentar e Combate à Fome no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, responsável pela implementação do Programa Fome Zero.
Segundo Graziano, apesar da pressão sobre os recursos naturais, é possível pôr fim à fome no mundo por meio de quatro ações principais: a aplicação de tecnologias modernas na lavoura (muitas já disponíveis), a criação de uma rede de proteção social para populações mais vulneráveis, a recuperação de produtos locais e mudanças nos padrões de consumo em países ricos.
“Se pudéssemos mudar o padrão de consumo em países desenvolvidos, haveria comida para todos”, disse o futuro diretor-geral da FAO. “Desperdiçamos muita comida hoje não só na produção, mas também no transporte e no consumo”. Segundo Graziano, enquanto a comida é mal aproveitada em nações ricas, cerca de 1 bilhão de pessoas passam fome em países emergentes.
“Precisamos assegurar que esse 1 bilhão de pessoas sejam alimentadas, que tenham bons empregos, bons salários e, se não pudermos dar-lhes empregos, encontrar uma forma de proteção social para eles.”
Graziano ressaltou ainda que que programas de transferência de renda, como o Bolsa Família no Brasil, atendem cerca de 120 milhões de pessoas na América Latina, ajudando a combater os índices de fome na região. Para ele, o ideal é ampliar essas ações para outros países afetados pela falta de alimentos, especialmente na África.
O futuro diretor-geral da FAO disse também que o estímulo à produção de alimentos tradicionais ajuda a diversificar a fonte de alimentos. “Hoje caminhamos para ter poucos produtos responsáveis pela alimentação de quase 7 bilhões de pessoas. Precisamos diversificar essa fonte, criar maior variabilidade.”
Segundo ele, a prioridade dada a alimentos cotados em mercados internacionais tem feito com que a América Latina, por exemplo, venha perdendo a capacidade de produzir feijão – um alimento tradicional altamente nutritivo, produzido a um custo baixo.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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28/10/2011 08:47:58

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Apesar do adiamento, IPI para carros importados ajudou indústria nacional, diz Mantega

(Ag. Brasil) – Apesar de adiado para dezembro, o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os veículos importados ajudou a indústria nacional, disse hoje (25) o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo ele, embora o reajuste não tenha entrado em vigor, a medida interrompeu o crescimento da venda de importados e provocou a antecipação de investimentos de montadoras estrangeiras no país.

“Depois que anunciamos a medida, observamos dois efeitos. As empresas já instaladas no Brasil passaram a anunciar novos investimentos e empregos. Além disso, empresas que estão importando também manifestaram o desejo de instalar fábricas no país”, declarou o ministro após reunião com o presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini.
Segundo Mantega, o reajuste em 30 pontos percentuais do IPI de veículos de fora do Mercosul e do México também ajudou a conter o crescimento da importação. “Antes da medida, eram 70 mil [veículos] importados ao mês vendidos no Brasil. O crescimento ia ocupar todo o aumento de demanda previsto para este ano. As empresas iam parar de investir aqui e migrariam para outro lugar”, declarou.
Embora alguns países tenham reclamado da elevação do IPI na Organização Mundial do Comércio (OMC), o ministro descartou o risco de problemas diplomáticos para o Brasil. “Alguns países apenas pediram informações, o que não significa ação aberta contra Brasil”, alegou Mantega. Ele disse ainda que diversos países têm tomado medidas semelhantes sem serem questionados na OMC. “Os Estados Unidos, a China, a Índia e vários países têm recorrido a medidas protecionistas”, ressaltou.
O presidente da Anfavea anunciou o investimento de US$ 21 bilhões na indústria automotiva brasileira até 2014. Ele, no entanto, não informou quanto desse valor efetivamente decorreu do aumento do IPI. “É difícil quantificar, mas poderia ter ocorrido anúncios de desinvestimentos se o governo não tivesse tomado essa medida”, disse Belini.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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25/10/2011 18:13:02

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Setores beneficiados pelo Plano Brasil Maior têm excesso de estoques

(Ag. Brasil) – Um dos indicadores de que está havendo redução da produção industrial é o excesso de estoque de bens produzidos e ainda não vendidos no mercado, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo a Sondagem Industrial divulgada na manhã de hoje (25), 19 dos 27 setores acompanhados apresentam nível de estoque maior do que o planejado pelo setor.

Entre os oito setores com maior excesso de estoque, conforme os empresários entrevistados durante a pesquisa, estão a indústria têxtil (2º lugar), a indústria de veículos automotores (3º lugar), a indústria de calçados (6º lugar) e a indústria moveleira (8º lugar). Os quatro setores foram beneficiados com desoneração de tributos pelo pacote de medidas do Plano Brasil Maior, lançado pela presidenta Dilma Rousseff no começo de agosto.
A indústria automobilística com instalações no país foi beneficiada, entre outras medidas, pelo aumento do imposto de importação sobre os carros estrangeiros (a decisão do governo foi suspensa pela Justiça) e as indústrias de confecções, calçados e móveis tiveram reduzido a zero a alíquota de 20% do INSS. A justificativa do governo é que esses setores são mais sensíveis ao real valorizado e à concorrência internacional, ou geram mais empregos, pois são intensivos em mão de obra. No caso da indústria automobilística, o negócio é estratégico por causa da cadeia produtiva que mobiliza.
A iniciativa, no entanto, ainda não encontrou ressonância nas expectativas dos empresários, como mostra a Sondagem Industrial. “O Brasil Maior ainda não deslanchou”, avalia o gerente-executivo de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca. Para ele, a recente desvalorização do real e a diminuição dos juros também não surtiram efeito nas projeções dos empresários.
Segundo ele, a expectativa dos empresários é influenciada pelo aumento de concorrência nos mercados doméstico e internacional. “A demanda dos países desenvolvidos já está baixa e os países emergentes [como o Brasil] estão brigando por isso”. Além disso, há o temor que a crise econômica internacional se agrave, os mercados estrangeiros restrinjam as compras, os preços caiam e aumente a pressão por importação no Brasil.
O aumento de importação é um mecanismo utilizado para diminuir a pressão inflacionária. A boa notícia é que a existência de grandes estoques na indústria “provavelmente”, segundo Fonseca, vá ajudar na diminuição de preços dos produtos nacionais e reduzir a pressão inflacionária.
A manutenção do nível de estoque impede aumento da utilização da capacidade instalada da indústria que se mantém em 76% desde agosto. Desde dezembro do ano passado, a avaliação dos empresários é de “a indústria opera com utilização da capacidade abaixo do usual”, conforme documento divulgado pela CNI.
Segundo a Sondagem Industrial, os industriais das regiões Norte e Nordeste estão mais otimistas que os colegas das outras grandes regiões. Numa escala que varia de 0 a 100 e os valores superiores a 50 pontos indicam a utilização da capacidade instalada acima do usual, o Nordeste teve 57,3 pontos e o Norte, 50,5 pontos, contra 47,1 pontos do Sudeste, 47,4 pontos do Sul e 49,4 pontos do Centro-Oeste.
Para o economista da CNI, Marcelo Azevedo, o bom resultado é relativo. “O Norte e o Nordeste não estão bombando, estão melhores do que os outros”, disse, salientando que há áreas da indústria também nessas regiões com expectativa muito negativa.
Na opinião dos empresários de 1.731 empresas entrevistados, os principais problemas enfrentados pela indústria brasileira no terceiro trimestre foram a elevada carga tributária, a competição acirrada no mercado, a

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25/10/2011 15:49:28

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Vendas nos supermercados caem de agosto para setembro


As vendas dos supermercados aumentaram 3,7% em setembro em relação a setembro do ano passado, de acordo com o Índice Nacional de Vendas (INV), divulgado hoje (25) pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Porém, em comparação com agosto, houve queda de 0,75%. No acumulado deste ano, a alta atinge 4,21% na comparação com os primeiros nove meses de 2010.
“Em setembro, as vendas mantêm a trajetória de crescimento, reflexo da estabilidade econômica que vive o país, com baixo desemprego e melhores níveis salariais. Nossa expectativa é que essa tendência se estenda até o final do ano”, disse o presidente da Abras, Sussumu Honda.
Em setembro, a cesta de 35 produtos de largo consumo da Abras apresentou alta de 1,36% em relação a agosto. Na comparação com setembro de 2010, a cesta aumentou 10,71% – de R$ 276,77 para R$ 306,42.
Os produtos cujas vendas mais cresceram em setembro, na comparação com agosto, foram leite longa vida (4,9%), queijo prato (3,13%) e café torrado e moído (3,11%). Os produtos com maiores quedas foram tomate (-7,47%), cebola (-6,13%) e batata (-2,5%).
De acordo com a Abras, o setor supermercadista brasileiro espera um aumento, em faturamento, de 15,6% nas vendas de fim de ano, em relação ao mesmo período do ano passado. “Contamos com um momento de estabilidade econômica e perspectivas de crescimento da renda do brasileiro em 2012, com aumento do salário mínimo. Com isso, é natural concluir que a mesa será mais farta nas festas natalinas”, avaliou Sussumu Honda.
Os supermercados brasileiros aumentaram as encomendas de praticamente todos os produtos típicos do Natal, em relação ao mesmo período do ano anterior. Os destaques são cerveja, com aumento de 16,8% nas encomendas, frutas nacionais da época (16,3%) e refrigerante (16,1%).


Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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25/10/2011 14:28:53

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Nota BC: Balanço de pagamentos registrou superávit de US$808 milhões em setembro

O balanço de pagamentos registrou superávit de US$808 milhões em setembro. As transações correntes apresentaram déficit de US$2,2 bilhões no mês e de US$48 bilhões nos últimos 12 meses, equivalentes a 2,05% do PIB. No mês, a balança comercial foi superavitária em US$3,1 bilhões. A conta financeira registrou ingressos líquidos de US$2,9 bilhões. Destacaram-se os ingressos líquidos de investimentos estrangeiros diretos, US$6,3 bilhões, e de empréstimos de longo prazo, US$2 bilhões, bem como as amortizações líquidas de empréstimos de curto prazo, US$2,4 bilhões.

A conta de serviços registrou déficit de US$3,1 bilhões no mês, diminuição de 5,1% frente ao registrado em igual período de 2010. As despesas líquidas com viagens internacionais totalizaram US$1,3 bilhão, com elevações de 12,4% nos gastos de brasileiros no exterior e de 14,6% nos gastos de estrangeiros no País. As despesas líquidas com transportes, US$753 milhões, apresentaram crescimento de 11,9%, enquanto os gastos líquidos com aluguel de equipamentos, US$1,4 bilhão, aumentaram 2,8%, na mesma base de comparação.

As remessas líquidas de renda para o exterior somaram US$2,4 bilhões, 20,7% acima do resultado de setembro de 2010. As remessas líquidas de renda de investimento direto, incluindo lucros e dividendos, atingiram US$1,7 bilhão, elevação de 23,8%. As remessas líquidas de renda de investimentos em carteira totalizaram US$491 milhões, crescimento de 6,3% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Houve elevação de 39,4% nas remessas líquidas de renda de outros investimentos, que totalizaram US$338 milhões. As remessas líquidas de lucros e dividendos atingiram US$2 bilhões no mês, crescimento de 20,5% ante mesmo período de 2010.

As transferências unilaterais correntes acumularam ingressos líquidos de US$225 milhões no mês, aumento de 2,7% em relação a setembro de 2010. Os ingressos para manutenção de residentes somaram US$175 milhões, aumento de 8,6%, e os envios de recursos ao exterior com a mesma finalidade alcançaram US$60 milhões, redução de 19,6%, sempre nas mesmas bases de comparação.

Os investimentos brasileiros diretos no exterior registraram aplicações líquidas de US$10 milhões em setembro. As saídas de recursos destinados a aumento da participação no capital de empresas estrangeiras somaram US$417 milhões, enquanto as amortizações líquidas recebidas de empréstimos intercompanhias atingiram US$407 milhões.

Os investimentos estrangeiros diretos somaram ingressos líquidos de US$6,3 bilhões no mês, ante US$5,6 bilhões em agosto, e acumularam US$50,5 bilhões no ano, até setembro. No mês, os ingressos líquidos para aumento da participação no capital de empresas no País atingiram US$5,4 bilhões, e os desembolsos líquidos de empréstimos intercompanhia somaram US$959 milhões.

Os investimentos estrangeiros em carteira totalizaram saídas líquidas de US$933 milhões em setembro, ante ingressos líquidos de US$77 milhões em agosto. Os investimentos em ações negociadas no País registraram ingressos líquidos de US$419 milhões. Os investimentos em títulos de renda fixa negociados no País apresentaram saídas líquidas de US$425 milhões. As amortizações líquidas de bônus públicos somaram US$93 milhões, incluindo US$15 milhões de ágios pagos em operações de recompra. As amortizações líquidas de notes e commercial papers e de bônus privados somaram US$441 milhões em setembro, ante captações líquidas de US$856 milhões em agosto. Os títulos de curto prazo registraram amortizações líquidas de US$383 milhões.

Os outros investimentos brasileiros no exterior somaram aplicações líquidas de US$5,8 bilhões em setembro, compreendendo a concessão líquida de empréstimos de curto prazo, US$2,2 bilhões, e constituição de ativos no exterior, tanto de bancos, US$3,6 bilhões, como de demais setores, US$573 milhões.

Os outros investimentos estrangeiros no País somaram ingressos líquidos de US$2,7 bilhões em setembro. O crédito comercial de fornecedores totalizou desembolsos líquidos de US$3,3 bilhões. Os empréstimos de longo prazo registraram ingressos líquidos de US$2 bilhões, incluindo de desembolsos líquidos de US$968 milhões de empréstimos diretos e de US$717 milhões referentes a financiamento provido por compradores. Os empréstimos de curto prazo atingiram amortizações líquidas de US$2,4 bilhões em setembro.


Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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25/10/2011 10:48:28

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Mantega nega que Brasil pretenda aumentar IPI para outros tipos de produtos


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou hoje (18) que o Brasil pretenda estender as medidas protecionistas, como o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre automóveis, a outros tipos de produtos. Mantega fez a afirmação em reunião com o ministro de Finanças da Coreia do Sul, Jaewan Bahk, no Ministério da Fazenda.
Segundo o secretário de Relações Internacionais da Fazenda, Carlos Cozendey, que acompanhou o encontro, Mantega assegurou ao colega coreano que o aumento do IPI sobre automóveis de fora do Mercosul e do México é temporário e vigorará até dezembro de 2012. Um eventual aumento do prazo de transição para as montadoras que desejem instalar fábricas no Brasil, declarou Cozendey, não foi discutido.
“O ministro coreano abordou a questão e Mantega disse que a medida [o reajuste do IPI] não é contra um país ou outro. A empresa que cumprir os requisitos [de 65% de componentes nacionais e se instalar no Mercosul] tem o mesmo tratamento que os produtos nacionais”, explicou Cozendey.
Durante a reunião, informou o secretário, Mantega manifestou preocupação com as barreiras fitossanitárias que os sul-coreanos têm levantado sobre a carne brasileira. Segundo Cozendey, essas barreiras contribuem para o déficit comercial do Brasil com o país asiático, que aumentou dez vezes nos últimos cinco anos, enquanto o comércio bilateral cresceu três vezes.
Os dois ministros também discutiram o reforço ao Fundo Monetário Internacional (FMI), assunto que dominou as discussões da reunião dos ministros das Finanças do G20, na semana passada em Paris. Mantega pediu apoio ao colega coreano para que o repasse de recursos seja feito por meio de acordos bilaterais. Bahk, informou Cozendey, não se comprometeu a aderir a proposta brasileira. Apenas declarou que pode acompanhar o Brasil se houver consenso.
No encontro dos ministros do G20, os países concordaram sobre a necessidade de reforçar o FMI para enfrentar um eventual agravamento da crise econômica atual. Os membros do grupo, que reúne as 20 maiores economias do mundo, divergiram sobre a forma que o aporte ocorrerá.
O Brasil e países emergentes sugerem que o repasse de recursos seja feito por meio de acordos entre o FMI e cada país. Diversos países europeus, no entanto, defendem que o Brasil e outros países que emprestaram recursos para o Fundo em 2009 adiem a incorporação desse dinheiro às cotas do fundo, que ocorreria em 2012. Isso obrigaria o Brasil, Japão, a Rússia, Índia, China, União Europeia, e os Estados Unidos a fazer novos aportes.


Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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18/10/2011 17:21:52

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BC quer incentivar operações de compra e venda de reais entre bancos estrangeiros

(Ag. Brasil) – O Banco Central (BC) quer estimular o processo de compra e venda de reais em espécie entre bancos estrangeiros e brasileiros. De acordo com o gerente executivo de Normatização de Câmbio e Capitais Estrangeiros do BC, Geraldo Magela Siqueira, representantes da instituição e de outros bancos devem se reunir, em São Paulo, na próxima semana para discutir, entre outros assuntos, procedimentos para incrementar essas operações.

Segundo Siqueira, que participou hoje (14), no Rio de Janeiro, de um seminário sobre prevenção a crimes econômicos, a intensificação do uso da moeda nacional em trocas entre instituições financeiras nacionais e estrangeiras é fundamental para facilitar a vida do turista que vem ao Brasil, que poderá comprar reais em seu país de origem, e ainda tornar mais simples as ordens de pagamentos em reais no exterior.
“Vamos conversar com [representantes de instituições do] sistema [financeiro] para avaliar como eles estão vendo isso e como podem proceder. São medidas para facilitar a vida do turista que vem ao Brasil, que poderá comprar reais lá fora, e também a de brasileiros que fazem pagamentos no exterior. Vamos ter que nos responsabilizar por prover o mercado de câmbio com notas novas, seriadas, e com possibilidade de troco.”
O representante do BC destacou que essas operações já são realizadas em alguns bancos, mas ainda em pequeno volume.
Ainda durante o evento, o gerente executivo do BC reiterou que a instituição também trabalha para aumentar o número de correspondentes cambiais – instituições autorizadas a efetuar troca de moeda estrangeira pela nacional – no país com o objetivo de suprir a demanda por operações de câmbio com a realização de grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
De acordo com Siqueira, há atualmente 877 correspondentes cambiais em todo o país, entre eles 98 em São Paulo, 22 em Brasília e 52 no Rio de Janeiro.
“Esse número pode melhorar para dar maior capilaridade a essa rede. Entendemos que esse é um caminho para atender o cidadão de maneira direta, por meio de um braço da instituição [Banco Central], e barata. Esse é um caminho que se deve buscar”, ressaltou.
Ele destacou que o aumento das transações envolvendo moeda estrangeira no Brasil tem ocorrido não apenas por causa da realização dos eventos esportivos, mas também pela melhora da renda do brasileiro, que tem viajado mais para fora, e pela visibilidade que o Brasil tem conquistado no exterior, atraindo turistas e investimentos de outros países.
De acordo com o representante do Banco Central, entre 2001 e 2010, a entrada de capitais no país por meio de turistas aumentou 242% e as remessas cresceram 413%.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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14/10/2011 13:58:39

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Saldo da movimentação cambial no ano supera US$ 71 bilhões


A movimentação de dólares no país, o chamado fluxo cambial, teve saldo de US$ 3,458 bilhões nos cinco dias úteis de outubro, até a última sexta-feira (7), de acordo com boletim divulgado hoje (13) pelo Banco Central (BC). A movimentação comercial registrou saldo de US$ 1,833 bilhão e o fluxo financeiro foi superavitário em US$ 1,625 bilhão.
Com esse resultado, o acumulado do saldo cambial no ano sobe para US$ 71,756 bilhões, contra US$ 19,584 bilhões em igual período de 2010 e US$ 24,354 bilhões em todo o ano passado. A entrada recorde de dólares é resultado de saldos de US$ 39,705 bilhões nas transações comerciais e de US$ 32,051 bilhões no fluxo financeiro.
A entrada de dólares tem sido acentuada acentuada durante todo o ano, com exceção do mês de junho, quando foi contabilizado o único déficit mensal do ano, de US$ 2,556 bilhões, em resposta ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre empréstimos externos, com vistas a conter a desvalorização da moeda norte-americana.
Passado o impacto inicial da medida, os investidores estrangeiros voltaram ao Brasil com apetite redobrado pelas nossas altas taxas de juros e promoveram, já no mês seguinte, ingresso líquido de US$ 15,825 bilhões – o maior saldo mensal do ano. A tendência de internalização de dólares se manteve nos meses seguintes, mas em menor ritmo.


Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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13/10/2011 16:30:40

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Serasa: Agravamento do quadro externo reduz a demanda por crédito em setembro


De acordo com Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, a quantidade de pessoas que procurou crédito caiu 10,7% em setembro na comparação com o mês imediatamente anterior (agosto/11). Na comparação com o mesmo mês do ano passado (setembro/10) a demanda do consumidor por crédito aumentou apenas 1,6%, registrando a menor taxa de expansão anual dos últimos 23 meses. No acumulado do ano, a busca do consumidor por crédito totalizou crescimento de 11,8% em relação ao observado no período de janeiro a setembro de 2010.
Segundo os economistas da Serasa Experian, o agravamento da crise financeira internacional, gerando mais turbulências nos mercados, e os alertas das autoridades governamentais brasileiras de que o país não está imune ao quadro externo, afetou o apetite do brasileiro por crédito. Além disto, a menor quantidade de dias úteis no mês de setembro também contribuiu para retração na casa dos dois dígitos da demanda do consumidor por crédito em relação a agosto/11.
Análise por classe de renda pessoal mensal

A retração em setembro/11 da procura dos consumidores por crédito ocorreu em todas as faixas de rendimento mensal sendo que os consumidores de menores rendimentos apresentaram recuos mais intensos na busca por crédito. Enquanto os consumidores de baixa renda (que ganham até R$ 500 por mês) registraram queda de 12,7% na busca por crédito em setembro/11, os da alta renda (ganhos acima de R$ 10.000 por mês) acusaram variação negativa de 7,2%. Este comportamento é natural pois quanto menor é a renda, menor é a probabilidade de existência de reservas financeiras para enfrentar períodos de turbulências. Assim, os consumidores menos favorecidos tendem a se retrair mais intensamente em termos de busca por crédito.
Apesar de terem registrado o maior recuo em setembro/11, no acumulado dos primeiros nove meses do ano, os consumidores que ganham até R$ 500 por mês ainda lideram a busca por crédito: a expansão registrada por esta classe de renda é de 26,5% frente ao período de janeiro a setembro de 2010. Em segundo lugar, aparecem os consumidores que ganham entre R$ 5.000 e R$ 10.000 por mês, com alta de 15,5%. Já o menor ritmo de crescimento acumulado da demanda por crédito foi registrado pelos consumidores cuja renda mensal situa-se entre R$ 1.000 e R$ 2.000: alta de apenas 6,7% em relação ao período de janeiro a setembro de 2010.
Análise por região
Também as regiões de renda média mais baixa acusaram as maiores retrações na busca por crédito em setembro. No Nordeste a queda foi de 20,9%, no Norte de 16,1% e no Centro-Oeste de 12,8% perante o mês de agosto/11.
Entretanto, no acumulado do ano, isto é, comparativamente ao período compreendido entre janeiro de setembro de 2010, os consumidores do Nordeste ainda lideram a busca por crédito (alta de 17,0%). Em segundo lugar vem a região Centro-Oeste com crescimento de 12,8% na demanda dos seus consumidores por crédito. A última colocação fica com os consumidores da região Sul com alta de 9,0% na busca por crédito em relação aos primeiros nove meses do ano passado.


Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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10/10/2011 09:40:55

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