Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: +0,4% +260 pontos aos 64.500 pontos


São Paulo, 07/02 (Enfoque) –

Var.%: 0,4
Var. Ptos: 265
Valor: 64.500

Nossa previsão acima foi baseada na oscilação do Mini S&P futuro com critérios de análise técnica:

– Variação do Mini S&P Futuro desde o fechamento da sessão anterior:

Var.%: 0,2
Var. Ptos: 4,0

Valor: 2.289,75

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico intraday de 15 minutos:

 

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico diário:

 

 

Analista de Valores Mobiliários responsável:

Fausto de Arruda Botelho CFTe; CNPI

Em conformidade com as disposições da Instrução CVM nº 388, eu Fausto de Arruda Botelho, analista de investimento responsável pela elaboração deste relatório declaro que:

1.       As análises e recomendações refletem única e exclusivamente minhas opiniões pessoais, às quais foram realizadas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à (Enfoque).

2.       Não mantenho vínculo com qualquer pessoa natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliiários foram alvo de análise neste Relatório.

3.       A Enfoque não administra fundos, carteiras e clubes de investimentos

4.       A Enfoque não possui participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise neste relatório.

5.       A Enfoque não está envolvida  na aquisição , alienação ou intermediação de valores mobiliários das objeto de análise neste relatório.

6.       Não sou titular, direta ou indiretamente, de valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto da análise neste Relatório, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de meu patrimônio pessoal, e não estou envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado.

7.       Nem eu nem a Enfoque recebemos remuneração por serviços prestados e não temos relações comerciais com qualquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo da análise neste relatório, ou pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse desta(s) companhia(s).

8.       Minha remuneração não está, atrelada à precificação de quaisquer dos valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto de análise neste Relatório, nem às eventuais receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Enfoque com esta(s) companhia(s).

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 07/02/2017 08:48:49

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LATAM - Destinos Nacionais - Finance One

Pauta do Dia – Com agenda fraca, política e balanços puxam bolsas


São Paulo, 07/02 (Enfoque) –

Ásia

As bolsas de valores da Ásia encerram a terça-feira acumulando perdas, em um cenário em que a política internacional segue incerta, principalmente com as medidas adotadas pelo presidente americano Donald Trump e também com o avanço de diversos países conservadores de extrema direita em alguns outros países.

Europa

Os mercados acionários da Europa operam com ganhos no fim da manhã da jornada desta terça-feira, mesmo em um cenário de incertezas políticas. São os resultados positivos de importantes empresas da região que puxam a valorização dos índices de ações  

EUA

A agenda desta terça-feira traz como destaque os números da balança comercial de dezembro. A média dos analistas de mercado estima que o resultado do indicador do último mês do ano passado será de déficit de US$ 45 bilhões, sendo que na pesquisa anterior o resultado havia ficado em –US$ 45,2 bilhões.

Brasil

A semana no cenário político teve início com a indicação do ministro da Justiça Alexandre de Moraes para o cargo de Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal. A medida tem sido bastante criticada principalmente entre juristas e políticos da oposição de Michel Temer. Na cena econômica, o mercado aguarda os resultados trimestrais de importantes empresas e também oos números do IPCA de janeiro.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 07/02/2017 08:39:36

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Reserva Cambial – Posição consolidada em 3/2: US$ 375,000 bilhões


São Paulo, 07/02 (Enfoque) –

As reservas cambiais do Brasil registraram na sexta-feira (3) posição consolidada de US$ 375,000 bilhões, sendo que quinta-feira (2) a posição era de US$ 375,129 bilhões. A variação foi negativa em US$ 129 milhões.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 07/02/2017 08:32:24

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IGP-DI desacelera em janeiro


São Paulo, 07/02 (Enfoque) –

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) variou 0,43%, em janeiro. A variação registrada em dezembro foi de 0,83%. Em janeiro de 2016, a variação foi de 1,53%. Em 12 meses, o IGP-DI acumula alta de 6,02%. O IGP-DI de janeirofoicalculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 31 do mês de referência.
 
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou variação de 0,34%, em janeiro. Em dezembro, a taxa foi de 1,10%. O índice relativo a Bens Finais apresentou variação de -0,61%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,24%. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de -1,91% para -7,35%. O índice de Bens Finais (ex), que resulta da exclusão de alimentos in natura e combustíveis para o consumo, registrou variação de -0,08%, ante 0,18%, no mês anterior.
 
O índice do grupo Bens Intermediários apresentou taxa de variação de 1,47%, ante 1,11%, no mês anterior. O principal responsável por este avanço foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa de variação passou de 3,94% para 6,76%. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão de combustíveis e lubrificantes para a produção, apresentou variação de 0,67%. No mês anterior, a variação foi de 0,69%.
 
No estágio das Matérias-Primas Brutas, a taxa de variação passou de 2,08%, em dezembro, para 0,24%, em janeiro. Os destaques no sentido descendente foram: minério de ferro (18,78% para 7,27%), soja (em grão) (-0,27% para -4,30%) e aves (-1,06% para -6,78%).Em sentido ascendente, vale mencionar: leite in natura (-5,33% para -0,22%), café (em grão) (-7,30% para 0,52%) e mandioca (aipim) (2,00%para 6,74%).
 
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,69%, em janeiro, ante 0,33%, no mês anterior. Quatro das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. A contribuição de maior magnitude para o avanço da taxa do IPC partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação (0,95% para 4,15%). Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item cursos formais, cuja taxa passou de 0,00% para 9,80%.
 
Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Habitação (-0,67% para 0,29%), Transportes (0,78% para 0,82%) e Comunicação (0,25% para 0,47%). Nestas classes de despesa, vale citar o comportamento dos itens: tarifa de eletricidade residencial (-5,87% para -0,54%), tarifa de ônibus urbano (0,04% para 2,69%) e tarifa de telefone móvel (0,03% para 1,18%), respectivamente.
 
Em contrapartida, os grupos: Saúde e Cuidados Pessoais (0,71% para 0,35%), Vestuário (0,73% para -0,27%), Despesas Diversas (1,50% para 0,39%) e Alimentação (0,44% para 0,39%) apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, valem mencionar o comportamento dos itens: artigos de higiene e cuidado pessoal (0,94% para -0,53%),roupas (0,95% para -0,64%), cigarros (3,31% para 0,00%) e frutas (4,06% para 2,59%), respectivamente.
 
O núcleo do IPC registrou taxa de 0,32%, ante 0,46%, apurada no mês anterior. Dos 85 itens componentes do IPC, 38 foram excluídos do cálculo do núcleo. Destes, 20 apresentaram taxas abaixo de -0,25%, linha de corte inferior, e 18 registraram variações acima de 0,81%, linha de corte superior. Em janeiro, o índice de difusão, que mede a proporção de itens com taxa de variação positiva, foi de 58,88%, 5,32 (p.p.) abaixo do registrado no mês de dezembro, quando o índice foi de 64,20%.

 

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em janeiro, taxa de variação de 0,41%, acima do resultado do mês anterior, de 0,35%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou taxa de 0,57%. No mês anterior, este índice variou 0,12%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou variação de 0,28%. No mês anterior, este índice variou 0,54%.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 07/02/2017 08:13:17

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Primeira semana de fevereiro registra superávit de US$ 212 milhões


São Paulo, 06/02 (Enfoque) –

Com três dias úteis, a balança comercial da primeira semana de fevereiro registrou superávit de US$ 212 milhões, resultado de exportações de US$ 2,264 bilhões e importações de US$ 2,052 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pelo MDIC.

A média diária das exportações da primeira semana do mês (US$ 754,5 milhões) cresceu 7,4% em relação ao mesmo período de 2016, quando registrou-se uma taxa de US$ 702,3 milhões. 

Houve aumento de 10% nas vendas externas de produtos básicos (de US$ 275,9 milhões para US$ 303,4 milhões, devido, principalmente, as exportações de minério de cobre, carnes suína e de frango, petróleo em bruto e minério de ferro), 8,9% de manufaturados (de US$ 291,6 milhões para US$ 317,6 milhões, por conta de óleos combustíveis, óxidos e hidróxidos de alumínio e veículos de carga) e 1,3% de semimanufaturados (de US$ 120,2 milhões para US$ 121,7 milhões, devido as vendas de ferro fundido, semimanufaturados de ferro/aço, ouro em formas semimanufaturadas e ferro-ligas).

Já a média diária das importações na primeira semana de fevereiro de 2017 ficou 26,2% acima da taxa registrada em fevereiro de 2016 (de US$ 542,2 milhões para US$ 684 milhões). Aumentaram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (+137,5%), cereais e produtos da indústria de moagem (+32%), equipamentos eletroeletrônicos (+22,6%), veículos automóveis e partes (+21,4%), plásticos e obras (+20,4%) e siderúrgicos (+19,9%).

Na comparação com janeiro deste ano, a média diária das exportações cresceu 11,3%, em virtude do aumento nas vendas de produtos manufaturados (+36,4%, de US$ 232,9 milhões para US$ 317,6 milhões) e de semimanufaturados (+3,1%, de US$ 118,1 milhões para US$ 121,7 milhões). As vendas de produtos básicos registraram queda de 1,6% (de US$ 308,5 milhões para US$ 303,4 milhões).

A média diária das importações neste comparativo cresceu 23,5%. Houve aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes (+186,6%), químicos orgânicos e inorgânicos (+28,0%), plásticos e obras (+21,3%) e veículos automóveis (+17,2%), instrumentos de ótica e precisão (+12,8%).

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 06/02/2017 15:07:42

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Preços de frutas e legumes caem 4,57% em São Paulo


São Paulo, 06/02 (Enfoque) –

Os hortifrutigranjeiros comercializados na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) ficaram em média 4,57% mais baratos do que em dezembro, segundo o Índice Ceagesp. No acumulado dos últimos 12 meses, a taxa indica retração de 3,92%.No entanto, a previsão da companhia é de alta em fevereiro, já que as chuvas mais concentradas no fim de janeiro afetaram as plantações de verduras e legumes.

Na análise do economista da Ceagep Flávio Godas, essa “ elevação prevista é uma situação absolutamente normal para o verão, que se caracteriza pelo excesso de chuvas e altas temperaturas, conjunto extremamente prejudicial para a produção de hortaliças”. Ele observou, por meio de nota, “que a busca por alimentos mais leves e saudáveis se intensifica no verão”.

O levantamento mostra que, no início de janeiro, as cotações de diversos produtos recuaram abaixo do custo de produção e, diante da queda, vários produtores rurais optaram pelo descarte ainda na lavoura. Entre os itens estão o tomate, batata e verduras.

Frutas custam menos 8,15%

O índice de janeiro foi influenciado, principalmente, pelo setor de frutas, com recuo de 8,15%. Segundo observa a Ceagesp, as cotações em queda destes produtos são normais em janeiro na comparação com dezembro quando a demanda maior por conta das festas de fim de ano pressiona os preços. Apesar disso, a companhia alerta que os valores já começaram a cair mesmo em dezembro.

Os produtos que mais tiveram redução de preço foram: limão taiti (-57,1%), abacate (-50,2%), carambola (-36,8%), mamão formosa (-33,7%) e uva niagara (-26,8%). Em sentido oposto, houve alta do coco verde (47,3%), abacaxi pérola (17,6%) e maracujá azedo (13,6%).

No setor de legumes, os valores tiveram diminuição de 4,43% com destaque para o pimentão amarelo (-46%), pimentão vermelho (-38,7%), mandioquinha (-27,4%), tomate (-21,2%) e batata doce rosada (-15,8%). No mesmo período, subiram, principalmente, os seguintes itens: chuchu (60,3%), berinjela (38,8%), pepino comum (31,1%), abobrinha brasileira (22,2%) e abobrinha italiana (16,5%).

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 06/02/2017 12:07:48

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Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: +0,2% + 135 pontos aos 65.410 pontos


São Paulo, 06/02 (Enfoque) –

Var.%: +0,2%
Var. Ptos: -135
Valor: 56.240

Nossa previsão acima foi baseada na oscilação do Mini S&P futuro com critérios de análise técnica:

– Variação do Mini S&P Futuro desde o fechamento da sessão anterior:

Var.%: 0,0
Var. Ptos:
0,25
Valor: 2.293,50

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico intraday de 15 minutos:

 

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico diário:

 

 

Analista de Valores Mobiliários responsável:

Fausto de Arruda Botelho CFTe; CNPI

Em conformidade com as disposições da Instrução CVM nº 388, eu Fausto de Arruda Botelho, analista de investimento responsável pela elaboração deste relatório declaro que:

1.       As análises e recomendações refletem única e exclusivamente minhas opiniões pessoais, às quais foram realizadas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à (Enfoque).

2.       Não mantenho vínculo com qualquer pessoa natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliiários foram alvo de análise neste Relatório.

3.       A Enfoque não administra fundos, carteiras e clubes de investimentos

4.       A Enfoque não possui participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise neste relatório.

5.       A Enfoque não está envolvida  na aquisição , alienação ou intermediação de valores mobiliários das objeto de análise neste relatório.

6.       Não sou titular, direta ou indiretamente, de valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto da análise neste Relatório, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de meu patrimônio pessoal, e não estou envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado.

7.       Nem eu nem a Enfoque recebemos remuneração por serviços prestados e não temos relações comerciais com qualquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo da análise neste relatório, ou pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse desta(s) companhia(s).

8.       Minha remuneração não está, atrelada à precificação de quaisquer dos valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto de análise neste Relatório, nem às eventuais receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Enfoque com esta(s) companhia(s).

 

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 06/02/2017 08:33:15

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Focus: Mercado reduz projeção do IPCA e do PIB em 2017


São Paulo, 06/02 (Enfoque) –

O Banco Central divulgou mais uma edição do Relatório Focus nesta segunda-feira, a primeira edição elaborada em 2017 e com dados também de 2018. O documento reduziu a projeção do IPCA no ano de 2017 de 4,70% para 4,64%, ficando assim dentro do teto da meta do BC. Já a projeção para o final de 2018 foi de 4,50%.

As apostas do BC para a cotação do dólar apresentaram estabilidade para 2017 em R$ 3,40. Para o próximo ano, a estimativa é de R$ 3,50. Depois da surpreendente queda da Selic na última reunião do Copom, o mercado estima agora que a taxa deve fechar o ano a 9,50%. No caso de 2018, a projeção é de juros a 9,00%.

Em relação ao Produto Interno Bruto de 2017, o mercado reduziu a projeção em 0,50% para0,49%, sendo que também houve elevação da taxa de crescimento de 2018, de 2,20% para 2,25%.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 06/02/2017 08:28:58

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Inflação para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos avança em janeiro


São Paulo, 06/02 (Enfoque) –

O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) do mês de janeiro apresentou variação de 0,54%, taxa 0,35 ponto percentual (p.p.) acima da apurada em dezembro, quando o índice registrou variação de      0,19%. Com este resultado, o indicador acumula alta de 4,80% nos últimos 12 meses.
 
Em janeiro, o IPC-BR registrou variação de 0,69%. A taxa do indicador nos últimos 12 meses ficou em 5,04%, nível acima do registrado pelo IPC-C1, conforme ilustra a tabela a seguir.
 
Cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação: Habitação (-0,69% para 0,06%), Transportes (0,59% para 2,07%), Educação, Leitura e Recreação (0,86% para 2,74%), Alimentação (0,26% para 0,34%) e Comunicação (0,07% para 0,42%). Nestes grupos, os destaques partiram dos itens: tarifa de eletricidade residencial (-5,13% para -0,62%), tarifa de ônibus urbano (0,06% para 3,42%), cursos formais (0,00% para 10,70%), hortaliças e legumes (-3,87% para 0,53%) e tarifa de telefone móvel (0,03% para 1,12%), respectivamente.
 
Em contrapartida, os grupos: Vestuário (0,81% para -0,14%), Despesas Diversas (1,86% para 0,49%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,52% para 0,23%) apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, destacam-se os itens: roupas (0,92% para -0,40%), cigarros (3,31% para 0,00%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (0,72% para -0,27%), respectivamente.
 

A próxima divulgação do IPC-C1 acontecerá no dia 06/03/2017.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 06/02/2017 08:17:18

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Retorno do otimismo melhora resultados do mercado de trabalho


São Paulo, 06/02 (Enfoque) –

Após recuar 3,1 pontos em dezembro, o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) da Fundação Getulio Vargas subiu 5,6 pontos em janeiro, alcançando 95,6 pontos, o maior nível desde maio de 2010 (98,7 pontos). Na métrica de média móveis trimestrais, o indicador avançou 0,9 ponto.
 
Com uma evolução também favorável no mês, o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) recuou 1,0 ponto em janeiro, para 103,6 pontos. A queda interrompeu a sequência de quatro altas consecutivas, mas foi insuficiente para alterar a tendência de alta do indicador em médias móveis trimestrais.
 
“Os resultados do IAEmp foram puxados por um retorno do otimismo na indústria quanto ao futuro. Devem estar relacionados ao ciclo de redução da taxa de juros iniciado no ano passado pelo BACEN e que ganhou força neste início de ano, devendo contribuir para uma aceleração cíclica da economia mais adiante, ao longo do ano. A queda observada no ICD representa uma estabilidade em um nível ainda elevado, enfatizando a situação difícil do mercado de trabalho atual. A possível melhora da economia no futuro ainda não parece influenciar a percepção de dificuldade atualmente presente no mercado de trabalho brasileiro”, afirma Fernando de Holanda Barbosa Filho, Economista da FGV/IBRE.
Destaques do IAEmp e ICD
Os componentes que mais contribuíram para a alta do IAEmp foram os indicadores que medem a expectativa com situação dos negócios para os próximos seis meses e o ímpeto de contratações nos próximos três meses, ambos da Sondagem da Indústria, com variações de 11,1 e 10,9 pontos, respectivamente.
 
Em relação ao ICD, a classe do consumidor que mais contribuiu para a queda do indicador foi o grupo dos consumidores que auferem renda mensal familiar entre R$ 4.800,00 e R$ 9.600,00, cujo Indicador de percepção de facilidade de se conseguir emprego (invertido) recuou 4,6 pontos.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 06/02/2017 08:15:56

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