Sondagem do consumidor avança 1,9% em junho, para 118,5 pontos

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas – composto por cinco quesitos contidos na Sondagem de Expectativas do Consumidor – elevou-se em 1,9% entre maio e junho de 2010, ao passar de 116,3 para 118,5 pontos, considerando-se dados com ajuste sazonal.

 

Em junho, tanto as avaliações sobre o momento quanto as expectativas em relação aos meses seguintes tornaram-se mais favoráveis. O Índice da Situação

Atual (ISA) subiu 1,6%, ao passar de 128,5, em maio, para 130,6 pontos, atingindo nível recorde histórico pelo terceiro mês consecutivo. Após cair 0,4% em maio, o Índice de Expectativas (IE) recuperou-se, ao elevar-se em 2,1%, de 109,8 para 112,1 pontos, o melhor resultado desde maio de 2009.

 

Assim como no mês anterior, o quesito que mede o grau de satisfação com a situação econômica local foi o que mais contribuiu para a evolução do ICC. A proporção de consumidores que avaliam a situação econômica atual como boa aumentou de 22,3% para 23,6% do total entre maio e junho; a parcela dos que a consideram ruim reduziu-se de 27,7% para 25,4%.

 

A expectativa em relação à situação econômica nos seis meses seguintes também melhorou: a proporção de consumidores prevendo melhora aumentou de 27,5% de 28,8%; já a dos que prevêem piora diminuiu de 12,1% para 10,6%.

 

A Sondagem de Expectativas do Consumidor é realizada com base numa amostra de mais de 2000 domicílios em sete das principais capitais brasileiras. A coleta de dados para a edição de junho de 2010 foi realizada entre os dias 31 de maio e 18 de junho de 2010.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

Recebido em:
23/06/2010 08:54:56

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Investimento estrangeiro na economia em maio foi o melhor para o mês desde 1947

O investimento estrangeiro direto, que vai para o setor produtivo da economia, de US$ 3,534 bilhões, em maio deste ano foi o melhor para o período na série histórica do Banco Central (BC) iniciada em 1947. O resultado superou a projeção do BC, que era de US$ 1,6 bilhão.

Segundo o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, havia a expectativa de um investimento da indústria química para junho, mas os recursos entraram no final de maio. Isso explica o fato de a estimativa para maio ter ficado tão distante do resultado.

Neste mês, a entrada desses investimentos não será tão forte. Em junho, até hoje (22), o investimento direto soma US$ 900 milhões e a expectativa para o mês todo é de US$ 1,5 bilhão. De janeiro a maio, o investimento estrangeiro direto somou US$ 11,414 bilhões.

A projeção do BC para o ano foi revisada de US$ 45 bilhões para US$ 38 bilhões. De acordo com Altamir Lopes, a redução deve-se à mudança na expectativa de crescimento mundial.

“Tínhamos uma expectativa bastante positiva quando projetamos as contas para 2010 e estamos revisando para baixo, por força de uma retomada menos intensa do que imaginávamos no final do ano passado para a economia mundial”.

Pelo mesmo motivo, também mudou a projeção para investimento brasileiro no exterior, de US$ 12 bilhões para US$ 15 bilhões.

No caso dos investimentos estrangeiros em ações negociadas no Brasil, o total ficou em US$ 5,224 bilhões, de janeiro a maio. A aplicação em títulos de renda fixa no país somou US$ 7,890 bilhões. Segundo dados do BC, esses resultados mostram retomada a patamares registrados em 2008, quando no período de janeiro a maio, houve ingresso de US$ 5,443 bilhões em ações negociadas no  país e de US$ 9,263 bilhões direcionadas para a renda fixa.

Nos dados preliminares neste mês, até hoje (22), o investimento estrangeiro em ações negociadas no país somou US$ 1,419 bilhão e em renda fixa ficou em US$ 1,064 bilhão.

O investimento estrangeiro direto e em carteira (ações e renda fixa) foi suficiente para cobrir o déficit em conta corrente de US$ 18,748 bilhões registrado de janeiro a maio deste ano.

“Temos fontes de financiamento bastante seguras como o investimento estrangeiro direto e em portfólio [ações e renda fixa] que vem se comportando de maneira bastante forte e com taxas de rolagem [de empréstimos] bastante elevadas dando sustentação ao resultado deficitário em transações correntes”.

Lopes acrescentou que o déficit em transações correntes é “puxado” pelas resultado negativo da conta de viagens internacionais (saldo de despesas de brasileiros no exterior e receitas de estrangeiros no Brasil), gastos com aluguel de equipamentos e com transportes.

“No que diz respeito a rendas, a piora deve-se a menores receitas relacionadas a juros. Com a redução das taxas de juros internacionais, as receitas relativas a aplicações das reservas [internacionais] e também de empréstimos do setor privado brasileiro ao exterior são remuneradas a taxa mais baixa e isso gera receitas mais baixas”, explicou.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

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22/06/2010 14:28:07

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CMN fixa em 4,5% meta de inflação para 2012

O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu hoje (22) fixar em 4,5% a meta de inflação para 2012, com variação de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. A meta tem sido mantida desde 2005.

A meta de inflação definida pelo CMN tem de ser cumprida pelo Banco Central. Quando isso não acontece, a autoridade monetária precisa informar, por carta, ao Ministério da Fazenda, os motivos do não cumprimento.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

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22/06/2010 14:27:22

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Para petrobras, campos do pós-sal vão sustentar expansão da produção até 2014

A meta da Petrobras de chegar a 2014 com uma produção de 3,9 milhões de barris de petróleo equivalente (petróleo e gás natural) por dia, contra os atuais 2,7 milhões, será sustentada básicamente pelo desenvolvimento das áreas do pós-sal, por meio da instalação de grandes projetos nas áreas de atuação da empresa.

A informação consta do Plano de Negócios 2010-2014 da companhia, que prevê investimentos de US$ 224 bilhões nos próximos cinco anos. Segundo a Petrobras, embora o novo plano contemple investimentos de US$ 33 bilhões para a área do pré-sal, os blocos já concedidos na região devem ter maior participação na curva de produção após 2014.

Nesse contexto, avalia a estatal, está planejada a entrada em operação de aproximadamente três sistemas de produção por ano, em média, no pós-sal, além da realização de três testes de longa duração por ano nas áreas do pré-sal.

Para a estatal, em 2014 a área do pré-sal deverá estar agregando diariamente à produção nacional cerca de 150 mil barris de petróleo equivalente por dia, enquanto a produção nacional estará em torno de 3,9 milhões. Em 2020, quando a produção saltará para 5,4 milhões de barris de óleo equivalente por dia, a contribuição do pré-sal terá saltado para 1,18 milhão de barris por dia.

A Petrobras esclarece que as metas atuais levam em consideração apenas os atuais projetos da carteira e não consideram o potencial de produção proveniente da cessão onerosa, nem de outros projetos do novo marco regulatório.

Para viabilizar essa expansão, a empresa estará investindo US$ 12,3 bilhões na infra-estrutura necessária ao crescimento da produção. A estatal espera ter maior disponibilidade de sondas de perfuração para águas profundas no mercado internacional, totalizando 26 sondas até 2014 e 53 até 2020. Serão 504 barcos de apoio até 2020, contra os 254 existentes até o ano passado.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

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22/06/2010 12:17:16

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EUA: Vendas de casas existentes recuam para 5,66 milhões

As vendas de casas existentes nos Estados Unidos avançaram em maio para 5,66 milhões, de acordo com a National Association of Realtors (NAR). Em abril, as vendas ficaram em 5,77 milhões.

Os analistas de mercados estimavam o indicador em 6,2 milhões.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

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22/06/2010 11:04:29

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CVC - Hoteis - Finance One

BC: Dívida externa é estimada em US$218 bilhões

Em maio, a dívida externa total foi estimada em US$218 bilhões, elevando-se US$6,8 bilhões em relação à posição apurada do primeiro trimestre do ano. No mesmo período, a dívida de longo prazo, US$181 bilhões, aumentou US$5,1 bilhões, enquanto a de curto prazo, US$37,4 bilhões, cresceu US$1,7 bilhão.

No período, os principais fluxos que afetaram o estoque da dívida externa de longo prazo foram os ingressos líquidos de Notes, US$4,4 bilhões; e de empréstimos em moeda, US$1,5 bilhão. A variação por paridade reduziu em US$560 milhões o estoque.

Quanto à dívida externa de curto prazo, os acréscimos observados de US$1,7 bilhão se devem, em sua maioria, à ampliação do estoque de linhas de crédito comerciais devidas por bancos residentes no Brasil.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

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22/06/2010 10:44:59

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CVC - Hoteis - Finance One

BC: Reservas internacionais fecham maio em US$ 250 bilhões

Em maio, a liquidação do saldo remanescente das operações de empréstimo em moedas estrangeiras, US$24 milhões, propiciou a convergência dos estoques de reservas internacionais, conceitos caixa e liquidez, os quais atingiram US$250 bilhões. Em relação a abril, houve elevação no estoque de US$2,5 bilhões, no conceito liquidez, e de US$2,6 bilhões, no conceito caixa.

Ainda em maio, a autoridade monetária adquiriu US$4,2 bilhões no mercado de câmbio à vista. A remuneração das reservas gerou receitas de US$290 milhões, enquanto as demais operações externas, que incluem principalmente as variações de preços e de paridades, reduziram o estoque de reservas internacionais em US$1,9 bilhão.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

Recebido em:
22/06/2010 10:43:19

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BC: Balanço de pagamentos registrou superávit de US$4,6 bilhões em maio

O balanço de pagamentos registrou superávit de US$4,6 bilhões em maio. As transações correntes foram deficitárias em US$2 bilhões, acumulando déficit de US$36,4 bilhões nos últimos doze meses, equivalentes a -1,94% do PIB. A conta financeira apresentou ingressos líquidos de US$6,6 bilhões no mês. Destacaram-se os ingressos líquidos de investimentos estrangeiros diretos e em carteira, US$3,5 bilhões em cada modalidade.

A conta de serviços apresentou déficit de US$2,6 bilhões no mês, 48% superior ao registrado em maio de 2009. As despesas líquidas com transportes somaram US$530 milhões, aumento de 49% na mesma base de comparação. A conta de viagens internacionais registrou despesas líquidas de US$748 milhões, ante déficit de US$426 milhões em maio do ano anterior, com aumento de 48,3% nos gastos efetuados por brasileiros no exterior e de 15,4% nas despesas de turistas estrangeiros no País. Dentre os demais itens da conta de serviços, no mesmo período comparativo, destacaram-se as elevações nas despesas líquidas de aluguel de equipamentos, 51,4%, royalties e licenças, 21,2%, e computação e informações, 4,3%. Houve declínio nas despesas líquidas com seguros, 56,9%. Os outros serviços registraram ingresso líquido de US$583 milhões, acréscimo de 49,5% na comparação com o ocorrido em maio de 2009.

As remessas líquidas de renda para o exterior totalizaram US$3,2 bilhões em maio, elevação de 12,5% em relação ao mesmo mês do ano anterior. As saídas líquidas de renda de investimento direto somaram US$1,7 bilhão, ante US$1,9 bilhão no mesmo período comparativo. As remessas líquidas de renda de investimentos em carteira atingiram US$1,4 bilhão, ante US$604 milhões em maio de 2009. No mês, a despesa líquida de renda de outros investimentos somou US$248 milhões, ante US$474 milhões verificados no mesmo período do ano anterior. As despesas líquidas totais de lucros e dividendos atingiram US$2,9 bilhões, crescimento de 12,6% no período comparativo, enquanto aquelas relacionadas a juros somaram US$413 milhões, acréscimo de 8,9%.

Em maio, as transferências unilaterais acumularam ingressos líquidos de US$361 milhões, 54,1% superiores ao resultado de maio de 2009.

Os investimentos brasileiros diretos no exterior registraram aplicações líquidas de US$2,4 bilhões, compreendendo US$3,5 bilhões em saídas de investimentos líquidos em participação no capital e US$1,1 bilhão de retornos líquidos de empréstimos intercompanhias concedidos ao exterior.

Os investimentos estrangeiros diretos somaram ingressos líquidos de US$3,5 bilhões. Os ingressos líquidos em participação no capital de empresas no País, incluídas as conversões em investimentos, atingiram US$3,2 bilhões, enquanto os desembolsos líquidos de empréstimos intercompanhias totalizaram US$296 milhões.

Os investimentos estrangeiros em carteira apresentaram ingressos líquidos de US$3,5 bilhões no mês. Os investimentos em títulos de renda fixa negociados no País e em ações negociadas no País e no exterior registraram ingressos líquidos de US$1,7 bilhão, comparados a ingressos líquidos de US$4,6 bilhões no mês anterior. Os bônus negociados no exterior tiveram remessas líquidas de US$156 milhões, decorrentes de amortizações de US$137 milhões e ágios de US$19 milhões. Os investimentos em notes e commercial papers apresentaram ingressos líquidos de US$1,9 bilhão no mês, com captações de US$2,1 bilhões e amortizações de US$153 milhões. Os ingressos líquidos em títulos de curto prazo somaram US$102 milhões em maio, comparados a US$78 milhões no mês anterior.

Os outros investimentos brasileiros no exterior resultaram em aplicações líquidas de US$2,3 bilhões em maio, compreendendo concessão líquida de empréstimos de curto prazo, US$5,2 bilhões, e redução de depósitos de bancos brasileiros no exterior, US$2,8 bilhões.

Os outros investimentos estrangeiros no País registraram ingressos líquidos de US$4 bilhões em maio. O crédito comercial de fornecedores registrou desembolsos líquidos de US$2,1 bilhões, fundamentalmente constituídos por operações de curto prazo, US$2,3 bilhões. Os empréstimos aos demais setores apresentaram ingressos líquidos de US$1,9 bilhão, compostos por desembolsos líquidos de empréstimos diretos, US$742 milhões; organismos, US$331 milhões; créditos de compradores, US$280 milhões; e agências, US$77 milhões. Os empréstimos de curto prazo somaram ingressos líquidos de US$490 milhões.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

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22/06/2010 10:41:17

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IBGE: IPCA-15 tem variação de 0,19%; IPCA-E fecha o semestre em 1,30%

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) teve variação de 0,19% em junho, taxa inferior à de maio (0,63%). Com esse resultado, a variação do IPCA-E (acumulado do IPCA-15) ficou em 1,30% no segundo trimestre deste ano, pouco abaixo do segundo trimestre de 2009 (1,33%), e fechou o primeiro semestre de 2010 com 3,35%, resultado superior ao de igual período do ano anterior (2,49%). Considerando os últimos 12 meses, o índice ficou em 5,06%, abaixo dos 12 meses imediatamente anteriores (5,26%). Em junho de 2009, o IPCA-15 havia sido 0,38 %.


Vindo da alta de 1,00%, registrada no mês de maio, para uma queda de 0,42% em junho, o grupo alimentação e bebidas constituiu-se no responsável pela forte desaceleração do IPCA-15 de um mês para o outro. Excetuando-se apenas as regiões metropolitanas de Recife e Belém, onde os alimentos mostraram relativa estabilidade (0,04% e 0,01%, respectivamente), nas demais áreas os preços estiveram em queda, chegando a -0,87% em Belo Horizonte.

Alguns alimentos ficaram bem mais baratos, como tomate (de -11,08% em maio para -16,30% em junho), batata inglesa (de 17,83% para -11,06%), açúcar cristal (de -2,71% para -11,76%) e refinado (de -0,22% para -9,49%). Além disso, o feijão carioca (de 31,75% em maio para 6,66% em junho) e outros feijões subiram bem menos. Entretanto, mesmo com os alimentos em queda, o item refeição fora teve aumento de 0,95% em junho, repetindo a variação registrada em maio, e ficou com a maior contribuição no mês: 0,04 ponto percentual.

Conforme mostra a tabela a seguir, não só o grupo dos alimentos desacelerou de um maio para junho.

Apenas os artigos de residência (de 0,03% em maio para 0,73% em junho), com destaque para eletrodomésticos (de 0,73% para 0,98%) e mobiliário (de -0,23% para 0,91%), e o grupo das despesas pessoais (de 0,58% para 0,61%) apresentaram resultados superiores aos de maio. O item cigarro, com variação de 1,88%, em razão de reajuste de preços nas marcas de um dos fabricantes, foi destaque nas despesas pessoais.

Com isso, o agrupamento dos não alimentícios teve variação de 0,37% em junho, abaixo dos 0,52% de maio.

O litro do etanol (de -2,87% para -7,59%) ficou ainda mais barato, influenciando os preços da gasolina (de 0,45% para -0,69%). Outros produtos e serviços também apresentaram menor ritmo de crescimento de maio para junho, a exemplo dos remédios (de 2,14% para 0,84%) e dos salários dos empregados domésticos (de 1,12% para 0,58%).

Dentre os índices regionais, os maiores foram os de Brasília e Salvador, ambas com 0,41%. Em Brasília, sobressaíram as passagens aéreas, cuja alta de 13,44% levou à contribuição de 0,16 ponto percentual na área. Em Salvador, aumentos na energia elétrica (2,38%) e na taxa de água e esgoto (3,83%), com 0,06 ponto percentual cada, geraram contribuição de 0,12 ponto percentual. O menor índice regional foi registrado na região metropolitana de Porto Alegre (-0,04%), destacando-se a queda de 0,72% nos preços dos alimentos.

Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 14 de maio a 14 de junho e comparados com aqueles vigentes de 14 de abril a 13 de maio. O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA; a diferença está no período de coleta dos preços.

 



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

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22/06/2010 09:17:26

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Confiança do empresário da Alemanha tem melhor resultado em dois anos

O instituto Ifo informou nesta terça-feira que a confiança do empresário da Alemanha avançou em junho para o nível mais elevado desde maio de 2008. O índice, que leva em consideração sete mil empresas do país, subiu para 101,8, contra 101,5 de maio. A expectativa do mercado era de 101,2 pontos.

O componente de condições foi para 101,1 em junho, ante 99,4 em maio. O de expectativas, por outro lado, caiu para 102,4, contra 103,7 no mês passado.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

Recebido em:
22/06/2010 07:56:25

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