BC: Dívida externa é estimada em US$218 bilhões

Em maio, a dívida externa total foi estimada em US$218 bilhões, elevando-se US$6,8 bilhões em relação à posição apurada do primeiro trimestre do ano. No mesmo período, a dívida de longo prazo, US$181 bilhões, aumentou US$5,1 bilhões, enquanto a de curto prazo, US$37,4 bilhões, cresceu US$1,7 bilhão.

No período, os principais fluxos que afetaram o estoque da dívida externa de longo prazo foram os ingressos líquidos de Notes, US$4,4 bilhões; e de empréstimos em moeda, US$1,5 bilhão. A variação por paridade reduziu em US$560 milhões o estoque.

Quanto à dívida externa de curto prazo, os acréscimos observados de US$1,7 bilhão se devem, em sua maioria, à ampliação do estoque de linhas de crédito comerciais devidas por bancos residentes no Brasil.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

Recebido em:
22/06/2010 10:44:59

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

Americanas - semana_consumidor
OQVestir - 20170214_oqvestir-le-lis-v2_300x250

BC: Reservas internacionais fecham maio em US$ 250 bilhões

Em maio, a liquidação do saldo remanescente das operações de empréstimo em moedas estrangeiras, US$24 milhões, propiciou a convergência dos estoques de reservas internacionais, conceitos caixa e liquidez, os quais atingiram US$250 bilhões. Em relação a abril, houve elevação no estoque de US$2,5 bilhões, no conceito liquidez, e de US$2,6 bilhões, no conceito caixa.

Ainda em maio, a autoridade monetária adquiriu US$4,2 bilhões no mercado de câmbio à vista. A remuneração das reservas gerou receitas de US$290 milhões, enquanto as demais operações externas, que incluem principalmente as variações de preços e de paridades, reduziram o estoque de reservas internacionais em US$1,9 bilhão.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

Recebido em:
22/06/2010 10:43:19

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

Americanas - semana_consumidor
OQVestir - 300x250-lastcall_summersale

BC: Balanço de pagamentos registrou superávit de US$4,6 bilhões em maio

O balanço de pagamentos registrou superávit de US$4,6 bilhões em maio. As transações correntes foram deficitárias em US$2 bilhões, acumulando déficit de US$36,4 bilhões nos últimos doze meses, equivalentes a -1,94% do PIB. A conta financeira apresentou ingressos líquidos de US$6,6 bilhões no mês. Destacaram-se os ingressos líquidos de investimentos estrangeiros diretos e em carteira, US$3,5 bilhões em cada modalidade.

A conta de serviços apresentou déficit de US$2,6 bilhões no mês, 48% superior ao registrado em maio de 2009. As despesas líquidas com transportes somaram US$530 milhões, aumento de 49% na mesma base de comparação. A conta de viagens internacionais registrou despesas líquidas de US$748 milhões, ante déficit de US$426 milhões em maio do ano anterior, com aumento de 48,3% nos gastos efetuados por brasileiros no exterior e de 15,4% nas despesas de turistas estrangeiros no País. Dentre os demais itens da conta de serviços, no mesmo período comparativo, destacaram-se as elevações nas despesas líquidas de aluguel de equipamentos, 51,4%, royalties e licenças, 21,2%, e computação e informações, 4,3%. Houve declínio nas despesas líquidas com seguros, 56,9%. Os outros serviços registraram ingresso líquido de US$583 milhões, acréscimo de 49,5% na comparação com o ocorrido em maio de 2009.

As remessas líquidas de renda para o exterior totalizaram US$3,2 bilhões em maio, elevação de 12,5% em relação ao mesmo mês do ano anterior. As saídas líquidas de renda de investimento direto somaram US$1,7 bilhão, ante US$1,9 bilhão no mesmo período comparativo. As remessas líquidas de renda de investimentos em carteira atingiram US$1,4 bilhão, ante US$604 milhões em maio de 2009. No mês, a despesa líquida de renda de outros investimentos somou US$248 milhões, ante US$474 milhões verificados no mesmo período do ano anterior. As despesas líquidas totais de lucros e dividendos atingiram US$2,9 bilhões, crescimento de 12,6% no período comparativo, enquanto aquelas relacionadas a juros somaram US$413 milhões, acréscimo de 8,9%.

Em maio, as transferências unilaterais acumularam ingressos líquidos de US$361 milhões, 54,1% superiores ao resultado de maio de 2009.

Os investimentos brasileiros diretos no exterior registraram aplicações líquidas de US$2,4 bilhões, compreendendo US$3,5 bilhões em saídas de investimentos líquidos em participação no capital e US$1,1 bilhão de retornos líquidos de empréstimos intercompanhias concedidos ao exterior.

Os investimentos estrangeiros diretos somaram ingressos líquidos de US$3,5 bilhões. Os ingressos líquidos em participação no capital de empresas no País, incluídas as conversões em investimentos, atingiram US$3,2 bilhões, enquanto os desembolsos líquidos de empréstimos intercompanhias totalizaram US$296 milhões.

Os investimentos estrangeiros em carteira apresentaram ingressos líquidos de US$3,5 bilhões no mês. Os investimentos em títulos de renda fixa negociados no País e em ações negociadas no País e no exterior registraram ingressos líquidos de US$1,7 bilhão, comparados a ingressos líquidos de US$4,6 bilhões no mês anterior. Os bônus negociados no exterior tiveram remessas líquidas de US$156 milhões, decorrentes de amortizações de US$137 milhões e ágios de US$19 milhões. Os investimentos em notes e commercial papers apresentaram ingressos líquidos de US$1,9 bilhão no mês, com captações de US$2,1 bilhões e amortizações de US$153 milhões. Os ingressos líquidos em títulos de curto prazo somaram US$102 milhões em maio, comparados a US$78 milhões no mês anterior.

Os outros investimentos brasileiros no exterior resultaram em aplicações líquidas de US$2,3 bilhões em maio, compreendendo concessão líquida de empréstimos de curto prazo, US$5,2 bilhões, e redução de depósitos de bancos brasileiros no exterior, US$2,8 bilhões.

Os outros investimentos estrangeiros no País registraram ingressos líquidos de US$4 bilhões em maio. O crédito comercial de fornecedores registrou desembolsos líquidos de US$2,1 bilhões, fundamentalmente constituídos por operações de curto prazo, US$2,3 bilhões. Os empréstimos aos demais setores apresentaram ingressos líquidos de US$1,9 bilhão, compostos por desembolsos líquidos de empréstimos diretos, US$742 milhões; organismos, US$331 milhões; créditos de compradores, US$280 milhões; e agências, US$77 milhões. Os empréstimos de curto prazo somaram ingressos líquidos de US$490 milhões.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

Recebido em:
22/06/2010 10:41:17

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

Polishop - 300x250-trio-de-panelas-goumet-plus-flavorstone-1-tampa-12jul
Drogasil-repelentes-300x250-mind

IBGE: IPCA-15 tem variação de 0,19%; IPCA-E fecha o semestre em 1,30%

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) teve variação de 0,19% em junho, taxa inferior à de maio (0,63%). Com esse resultado, a variação do IPCA-E (acumulado do IPCA-15) ficou em 1,30% no segundo trimestre deste ano, pouco abaixo do segundo trimestre de 2009 (1,33%), e fechou o primeiro semestre de 2010 com 3,35%, resultado superior ao de igual período do ano anterior (2,49%). Considerando os últimos 12 meses, o índice ficou em 5,06%, abaixo dos 12 meses imediatamente anteriores (5,26%). Em junho de 2009, o IPCA-15 havia sido 0,38 %.


Vindo da alta de 1,00%, registrada no mês de maio, para uma queda de 0,42% em junho, o grupo alimentação e bebidas constituiu-se no responsável pela forte desaceleração do IPCA-15 de um mês para o outro. Excetuando-se apenas as regiões metropolitanas de Recife e Belém, onde os alimentos mostraram relativa estabilidade (0,04% e 0,01%, respectivamente), nas demais áreas os preços estiveram em queda, chegando a -0,87% em Belo Horizonte.

Alguns alimentos ficaram bem mais baratos, como tomate (de -11,08% em maio para -16,30% em junho), batata inglesa (de 17,83% para -11,06%), açúcar cristal (de -2,71% para -11,76%) e refinado (de -0,22% para -9,49%). Além disso, o feijão carioca (de 31,75% em maio para 6,66% em junho) e outros feijões subiram bem menos. Entretanto, mesmo com os alimentos em queda, o item refeição fora teve aumento de 0,95% em junho, repetindo a variação registrada em maio, e ficou com a maior contribuição no mês: 0,04 ponto percentual.

Conforme mostra a tabela a seguir, não só o grupo dos alimentos desacelerou de um maio para junho.

Apenas os artigos de residência (de 0,03% em maio para 0,73% em junho), com destaque para eletrodomésticos (de 0,73% para 0,98%) e mobiliário (de -0,23% para 0,91%), e o grupo das despesas pessoais (de 0,58% para 0,61%) apresentaram resultados superiores aos de maio. O item cigarro, com variação de 1,88%, em razão de reajuste de preços nas marcas de um dos fabricantes, foi destaque nas despesas pessoais.

Com isso, o agrupamento dos não alimentícios teve variação de 0,37% em junho, abaixo dos 0,52% de maio.

O litro do etanol (de -2,87% para -7,59%) ficou ainda mais barato, influenciando os preços da gasolina (de 0,45% para -0,69%). Outros produtos e serviços também apresentaram menor ritmo de crescimento de maio para junho, a exemplo dos remédios (de 2,14% para 0,84%) e dos salários dos empregados domésticos (de 1,12% para 0,58%).

Dentre os índices regionais, os maiores foram os de Brasília e Salvador, ambas com 0,41%. Em Brasília, sobressaíram as passagens aéreas, cuja alta de 13,44% levou à contribuição de 0,16 ponto percentual na área. Em Salvador, aumentos na energia elétrica (2,38%) e na taxa de água e esgoto (3,83%), com 0,06 ponto percentual cada, geraram contribuição de 0,12 ponto percentual. O menor índice regional foi registrado na região metropolitana de Porto Alegre (-0,04%), destacando-se a queda de 0,72% nos preços dos alimentos.

Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 14 de maio a 14 de junho e comparados com aqueles vigentes de 14 de abril a 13 de maio. O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA; a diferença está no período de coleta dos preços.

 



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

Recebido em:
22/06/2010 09:17:26

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

Connect Parts 2 - consumidor_300x250
Drogasil-Loreal-300x250w-min

Confiança do empresário da Alemanha tem melhor resultado em dois anos

O instituto Ifo informou nesta terça-feira que a confiança do empresário da Alemanha avançou em junho para o nível mais elevado desde maio de 2008. O índice, que leva em consideração sete mil empresas do país, subiu para 101,8, contra 101,5 de maio. A expectativa do mercado era de 101,2 pontos.

O componente de condições foi para 101,1 em junho, ante 99,4 em maio. O de expectativas, por outro lado, caiu para 102,4, contra 103,7 no mês passado.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

Recebido em:
22/06/2010 07:56:25

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

Casas Bahia - banner_300x250_telefone_celulares_cb
OQVestir - 20170214_oqvestir-le-lis-v2_300x250

Juros, Crédito e Investimentos já afetam expectativa dos empresários, mostra Serasa Experian C´r

A Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial mostra que o empresário brasileiro está otimista em relação ao faturamento do seu negócio no 3º trimestre do ano. A maior parte não pensa em ampliar a contratação de mão de obra, aproveitando mais os recursos presentes. Do lado dos investimentos, a parcela mais representativa opta por manter os recursos planejados.

Mesmo otimista em relação ao seu negócio, o empresariado nacional está mais cauteloso sobre os demais aspectos. O atual aperto monetário, com elevação da Selic e perspectiva de novas correções, com impactos diretos nos juros e na redução do nível da atividade econômica, deixa o empresário brasileiro mais atento às questões de investimento, crédito e geração de empregos.

No caso dos investimentos, os resultados apurados no 3º trimestre de 2010 quando comparados com os do 2º, mostram que houve uma ligeira migração para as expectativas mais negativas. Os 33% que pretendiam aumentar seus investimentos no 2º trimestre, permanecem no 3º, não houve crescimento. Os que iriam manter seus investimentos no 2º período, que eram 59% dos entrevistados, caíram para 54% no 3º. Na opinião de promover cortes, era 1% no 2º e evoluiu para 3% no 3º trimestre. Para os que vão postergar os investimentos, passaram de 7% do empresariado, no 2º trimestre, para 10% no período seguinte, que é o motivo de avaliação desta pesquisa.

No que diz respeito às condições de crédito (prazos, encargos e limites), no 2º trimestre do ano 31% dos empresários achavam que iriam melhorar. Para o 3º, são 29%. Os que achavam que iam continuar as mesmas no crédito, eram 54%, no trimestre anterior e no 3º são 52%. Essas mudanças promoveram aumento na parcela dos empresários que acham que as condições de crédito vão piorar. Eram 15% no 2º trimestre e passam para 19% nos próximos três meses.

Considerando o quadro de funcionários, no 2º trimestre eram 38% dos entrevistados que pretendiam ampliá-lo e 56% mantê-lo como tinham. Para o 3º, caiu para 32% os que vão aumentar a oferta de empregos e subiu para 62% os que vão permanecer com o quadro de funcionários que têm. Desta forma, são reduzidas as expectativas de novas contratações.

Connect Parts 2 - consumidor_300x250
Empório.com-Clube-Desbravadores-300x250

Fitch rebaixa rating do BNP Paribas

A agência de classificação de risco Fitch rebaixou o rating de probabilidade de inadimplência do banco BNP Paribas de AA para AA-, com perspectiva estável. A agência citou questões estruturais ligadas ao conjunto de negócios da instituição francesa.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

Recebido em:
21/06/2010 16:43:36

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

HU-Semana-Consumidor-300x250
OQVestir - 20170214_oqvestir-le-lis-v2_300x250

Divisão dos royalties do pré-sal será discutida em lei geral no próximo ano, diz Padilha

Dois projetos relativos ao pré-sal são considerados prioridade para o governo nesta semana: o que trata do sistema de partilha – que depende de aprovação na Câmara dos Deputados – e o que cria o Fundo Social – em votação no Senado.

A emenda do senador Pedro Simon (PMDB-RS) que distribui os royalties do petróleo para estados e municípios produtores e não produtores, com base no Fundo de Participação dos Municípios, será retirada da proposta na Câmara e analisado ano que vem, durante a discussão de uma lei geral dos royalties.

“Os royalties nunca estiveram no projeto original pré-sal”, disse o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), depois de reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Vamos discutir ano que vem, não só os royalties do pré-sal, mas de minérios de modo geral”, completou.

Outra proposta que deverá entrar na agenda de votações desta semana na Câmara é a que trata das alterações na Lei Pelé, aprovada semana passada pelo Senado.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

Recebido em:
21/06/2010 15:47:32

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

Polishop - 300x250-shinetherapy-12jul
Localiza-Reserva-300x250

Exercício de opções sobre ações movimenta R$3,96 bi na BM&FBOVESPA

 A BM&FBOVESPA informa que o exercício de contratos de opções sobre ações movimentou hoje, no segmento Bovespa, R$3,96 bilhões, sendo R$2,67 bilhões em opções de compra e R$1,28 bilhão em opções de venda. A seguir, as opções que registraram o maior volume financeiro no exercício de hoje:

Vale PNA a R$36,00 por ação movimentou R$394,9 milhões em opções de compra;

Vale PNA a R$41,64 por ação movimentou R$378,9 milhões em opções de compra;

Net PN a R$24,50 por ação movimentou R$345,8 milhões em opções de venda;

Net PN a R$23,50 por ação movimentou R$320,5 milhões em opções de venda; e

Vale PNA a R$39,64 por ação movimentou R$289,9 milhões em opções de compra.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

Recebido em:
21/06/2010 14:29:26

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

Polishop - banner-nutri-ninja-afiliados-300x250-12jul
Empório.com-Clube-Desbravadores-300x250