Bolsas mantém tendência de alta na terceira semana do mês; dólar segue em queda


São Paulo, 20/02 (Enfoque) –

As bolsas de valores do Brasil e dos Estados Unidos fecharam a terceira semana de fevereiro acumulando ganhos importantes. Lá fora, os índices acionários atingiram mais uma vez níveis recordes, enquanto por aqui a bolsa mantém o rali positivo mesmo em um cenário ainda bastante incerto.

Nos EUA, a semana foi marcada pela divulgação de importantes indicadores, mas principalmente pela fala da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, no Congresso. A titular da autoridade monetária deu indícios que a trajetória de queda dos juros irá continuar.

No cenário interno, um dos destaques da semana foi a volta do Banco Central ao mercado de câmbio, realizando leilões de rolagem de contrato de swap cambial, o que serviu para manter a tendência de queda do dólar comercial.

Mercado Externo

O primeiro indicador de destaque da semana foi o de índice de preços ao produtor, que teve alta de 0,6% em janeiro, sendo que o mercado estimava avanço de 0,3% e resultado anterior de 0,2%. O núcleo do indicador registrou avanço de 0,4%.

Na quarta-feira foi a vez o índice de preços ao consumidor, que variou em janeiro 0,6%, sendo que a aposta do mercado era de 0,3% e resultado de dezembro também de 0,3%. O núcleo do indicador teve avanço 0,3%.

Ainda na quarta-feira, o Departamento de Comércio relatou que as vendas do varejo americano tiveram alta em janeiro de 0,4%, sendo que a estimativa do mercado era de 0,1%. Os números de dezembro foram revistos para alta de 1,0%.

O índice de atividade manufatureira na região de Nova York registrou no levantamento de fevereiro um total de 18,7 pontos, sendo que o mercado tinha a expectativa de um total de 7,5 pontos e resultado anterior de 6,5 pontos.

Pouco mais tarde, o Federal Reserve relatou que a produção industrial nos EUA teve queda de 0,3% em janeiro, sendo que a aposta do mercado para o indicador era de estabilidade. Os números de dezembro foram revistos de 0,8% para 0,6%.

Na quinta-feira, último dia de indicadores da semana, foi divulgado o resultado da pesquisa sobre as casas iniciadas em janeiro, com a leitura registrando um total de 1,246 milhão de unidades, ante aposta de 1,232 milhão.

Já os pedidos de auxílio desemprego registraram um total de 239 mil solicitações do benefício, sendo que o mercado estimava um total de 246 mil pedidos após registrar 234 mil na pesquisa anterior. Na média de quatro semanas, o resultado foi de 245,25 mil solicitações.

Finalmente, foi divulgado também o resultado do índice do Fed da Filadélfia, que em fevereiro teve variação de 23,6 pontos para 43,3 pontos.  A aposta do mercado para o indicador era de 19,3 pontos.

Diante deste cenário, o Dow Jones encerrou a semana acumulando alta de 1,8% aos 20.624,1 pontos, enquanto o S&P 500 somou, no mesmo período, 1,5% aos 2.351,16 pontos.

Mercado Interno

O Banco Central divulgou mais uma edição do Relatório Focus nesta segunda-feira, a primeira edição elaborada em 2017 e com dados também de 2018. O documento , mais uma vez, a projeção do IPCA no ano de 2017 de 4,64% para 4,47%, ficando assim dentro da meta do BC. Já a projeção para o final de 2018 foi de 4,50%.

As apostas do BC para a cotação do dólar apresentaram queda para 2017 de R$ 3,40 para R$ 3,36. Para o próximo ano, a estimativa foi de R$ 3,50 para R$ 3,49. Depois da surpreendente queda da Selic na última reunião do Copom, o mercado estima agora que a taxa deve fechar o ano a 9,50%. No caso de 2018, a projeção é de juros a 9,00%.

Em relação ao Produto Interno Bruto de 2017, o mercado reduziu a projeção em 0,49% para 0,48%, sendo que também houve elevação da taxa de crescimento de 2018, de 2,25% para 2,30%.

Na segunda semana de fevereiro de 2017, a balança comercial registrou superávit de US$ 956 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,847 bilhões e importações de US$ 2,891 bilhões.

No mês, as exportações somam US$ 6,110 bilhões e as importações, US$ 4,943 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,167 bilhão. No ano, as exportações totalizam US$ 21,022 bilhões e as importações, US$ 17,129 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,892 bilhões.

O indicador Ifo/FGV de Clima Econômico da América Latina (ICE) – elaborado em parceria entre o Instituto alemão Ifo e a FGV tendo como fonte de dados a Ifo World Economic Survey (WES) – recuou de 70 pontos, em outubro de 2016, para 69 pontos, em janeiro de 2017, mantendo a trajetória de suave queda iniciada em julho de 2016.

O resultado reflete a combinação do aumento de 5 pontos no Indicador da Situação Atual (ISA) e queda de 11 pontos do Indicador de Expectativas (IE). Ressalve-se se que o ISA (36 pontos) mantém-se muito distante da média histórica dos últimos 10 anos (89 pontos) e numa zona onde predominam avaliações desfavoráveis. Já o IE recuou 11 pontos, para 111 pontos), mantendo-se numa zona favorável e acima da média histórica (98 pontos).

O ICE Mundial manteve a trajetória ascendente ao avançar 5 pontos e alcançar a zona favorável do ciclo econômico. O resultado é explicado pela melhora na avaliação da situação atual (6 pontos), com expectativas mantendo-se estáveis. Nos países desenvolvidos foi registrada melhora no clima econômico: alta nos EUA (5 pontos); na União Europeia (9 pontos) e no Japão (17 pontos), puxados pelo aumento no indicador da avaliação atual e das expectativas. 2017. Na segunda maior economia mundial, a China, o comportamento foi similar: aumento de 25 pontos no ISA, 5 pontos no IE e 16 pontos no ICE. Nos países em desenvolvimento, os resultados do ICE foram menos favoráveis, com uma calibragem para baixo de expectativas bastante disseminada.

Com o recuo de 2% no volume de vendas de novembro para dezembro do ano passado, o comércio varejista do país fechou 2016 com queda acumulada de 6,2%. Este é o pior resultado do comércio varejista do país desde o início da série histórica, em 2001.

No ano passado, o setor teve resultado negativo de 4,3%. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) que foram divulgados hoje (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com os números do fechamento do ano passado.

O volume do setor de serviços apresentou, no mês de dezembro, crescimento de 0,6% frente a novembro, na série com ajuste sazonal, após ter registrado alta de 0,2% em novembro e recuo de 2,3% em outubro. No confronto com igual mês do ano anterior, o setor registrou queda de 5,7%, a maior para o mês de dezembro nessa comparação desde o início da série em 2012. A taxa acumulada no ano de 2016 ficou em -5,0%. A receita nominal registrou variação de 0,5%, em dezembro frente a novembro, na série com ajuste sazonal, e na comparação com o mesmo mês do ano anterior, houve queda de 1,5%. A taxa acumulada da receita no ano de 2016 ficou em -0,1%.

O IPC-S de 15 de fevereiro de 2017 apresentou variação de 0,49%, 0,12 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada na última divulgação.

Nesta apuração, cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação (3,34% para 2,50%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item cursos formais, cuja taxa passou de 7,01% para 4,21%.

O Monitor do PIB-FGV de fevereiro, mostra retração de 3,6% da economia em 2016. A economia brasileira chegou, em 2016, ao terceiro ano da mais grave e duradoura recessão jamais experimentada pelo Brasil nos últimos 100 anos. Em termos monetários, o PIB em valores correntes alcançou a cifra aproximada de 6 trilhões, 209 bilhões de Reais. Este valor equivale a um produto per capita de R$ 30.128,00, inferior ao de 2010, na comparação a preços de 2016 ”, afirma Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV.

Neste número, o Monitor do PIB-FGV, além dos resultados usuais, passa a divulgar informações de valores correntes e a preços de 1995. Na página 4 deste relatório, encontra-se uma análise mais detalhada sobre os dados anuais, em valores correntes e a preços de 2016, da produtividade e do PIB per capita.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou, no segundo decêndio de fevereiro, variação de 0,02%. No mês anterior, para o mesmo período de coleta, a variação foi de 0,76%. O segundo decêndio do IGP-M compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.

 O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou variação de -0,15%, no segundo decêndio de fevereiro. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 0,91%. A taxa de variação dos Bens Finais passou de 0,56% para -0,73%. A maior contribuição para este movimento teve origem no subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 0,90% para -1,75%.

O Indicador Antecedente Composto da Economia(IACE) para o Brasil, divulgado pelo FGV/IBRE e pelo The Conference Board (TCB), subiu 2,8% entre dezembro e janeiro atingindo 104,6 pontos (2010 = 100). Das oito séries componentes, sete contribuíram para a alta do indicador.  O Índice de Produção Industrial de Bens de Consumo Duráveis foi o único destaque negativo.

 

O Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE) do Brasil, também elaborado pelo FGV/IBRE e pelo TCB, que mensura as condições econômicas atuais, subiu 0,4% entre dezembro e janeiro, alcançando 98,4 pontos (2010 = 100).

“Apesar da volatilidade que ainda deve marcar a evolução dos diferentes indicadores ligados ao nível de atividade neste início do ano, o resultado do ICCE em janeiro caracteriza um quadro de recuperação no futuro visível “, afirma Paulo Picchetti. “Após um longo período marcado por quedas, a taxa anualizada do indicador caminha consistentemente para o terreno positivo, corroborando a evolução anterior do IACE” afirma Picchetti.

Diante disso, o Ibovespa somou valorização de 2,5% aos 67.748 pontos em cinco dias.

Mercado Cambial

A volta do Banco Central ao mercado de câmbio marcou a semana de negócios com o dólar comercial, o que favoreceu a tendência de queda da divisa no acumulado da semana, apesar da alta dos últimos dois dias do período. Ao final da sexta-feira, a alta acumulada foi de 0,5% a R$ 3,0940.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 20/02/2017 07:45:10

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Aplicações no Tesouro Direto em janeiro batem recorde e chegam a R$ 2,4 bilhões


São Paulo, 17/02 (Enfoque) –

As aplicações no Tesouro Direto chegaram ao recorde de R$ 2,47 bilhões em janeiro. Segundo dados da Secretaria do Tesouro Nacional divulgados hoje (17), o número de operações de investimento (221.316) e de novos investidores ativos (21.632) também foi recorde no período.

O total de investidores ativos alcançou a marca de 423.431, o que representa um crescimento de 70,9% nos últimos 12 meses.

Os resgates totalizaram R$ 2,21 bilhões em janeiro, sendo R$ 1,49 bilhão relativo aos vencimentos de títulos e R$ 720 milhões às recompras.

Os títulos mais comprados pelos investidores foram os indexados ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – Tesouro IPCA+ e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais -, cuja participação no volume total de investimentos atingiu 49,8%. Os títulos indexados à taxa Selic (Tesouro Selic) corresponderam a 25,7% do total e os prefixados (Tesouro Prefixado e Tesouro Prefixado com Juros Semestrais), a 24,5%.

Em relação ao prazo, 10,3% dos investimentos ocorreram em títulos com vencimentos acima de 10 anos. As aplicações em títulos com prazo entre 5 e 10 anos representaram 36,8% e as com prazo entre 1 e 5 anos, 52,9% do total.

O valor médio por operação de investimento chegou a R$ 11.180,81. A maior parte dessas operações (71,3%) é relativa a aplicações de até R$ 5 mil, o que reforça a utilização do Tesouro Direto por pequenos investidores.

Estoque

O estoque do Tesouro Direto, por sua vez, alcançou o montante de R$ 41,7 bilhões, crescimento de 1,6% em relação ao mês anterior (R$ 41,1 bilhões) e de 55,9% sobre janeiro de 2016 (R$ 26,8 bilhões). Os títulos remunerados por índices de preços respondem pelo maior volume no estoque, alcançando 64,1%. Na sequência aparecem os títulos indexados à taxa Selic, com participação de 20,6%, e os títulos prefixados, com 15,3%.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 17/02/2017 12:28:20

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Gastos de brasileiros no exterior crescem 87,9% em janeiro


São Paulo, 17/02 (Enfoque) –

Os gastos de brasileiros no exterior ficaram em US$ 1,578 bilhão em janeiro deste ano, informou hoje (17) o Banco Central (BC). O resultado é 87,95% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando os brasileiros gastaram US$ 840 milhões.

O chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, destacou que o dólar mais barato foi o principal fator que estimulou os gastos dos brasileiros no exterior. Ele lembrou que a taxa de câmbio ficou em cerca de R$ 3,20, em janeiro deste ano. Em janeiro de 2016, essa média era de R$ 4,05. “Uma variação significativa de mais de 20% na taxa de câmbio de um período para o outro”, disse.

Maciel disse ainda que a melhora nos indicadores de confiança dos consumidores também estimulou as viagens ao exterior. “Se olhar indicadores de confiança de consumidores a gente vê uma reação desde metade do ano passado. Há um sentimento evidenciado nesses indicadores mais otimista hoje do que tínhamos no passado. Confiança é uma variável na decisão de gastar com viagens”, destacou.

Turistas estrangeiros

Já as receitas de estrangeiros em viagem no Brasil não variaram tanto do ano passado pra cá. Em janeiro deste ano, as receitas ficaram em US$ 664 milhões, contra US$ 650 milhões registrados em janeiro de 2016.

Com esses resultados das despesas de brasileiros no exterior e as receitas de estrangeiros no Brasil, a conta de viagens internacionais ficou negativa em US$ 914 milhões, no mês passado.

Nos dados preliminares deste mês até o dia 15, as despesas de brasileiros no exterior ficaram em US$ 796 milhões e as receitas de estrangeiros no Brasil, em US$ 309 milhões.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 17/02/2017 11:59:48

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Horário de verão no Brasil termina neste final de semana


São Paulo, 17/02 (Enfoque) –

Com o fim do Horário de Verão no Brasil neste final de semana, quando os relógios devem ser atrasados em uma hora. A diferença de fuso horário para o horário de Brasília passa de três para duas horas. Com isso, os indicadores econômicos americanos passam a ser divulgado uma hora mais cedo que no atual horário e a abertura e fechamento de Wall Street acontecendo as 11h30 e 18 horas, respectivamente.

Confira outras mudanças dos horários de negociação no site da B&MFBovespa

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 17/02/2017 09:02:25

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Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: -0,4% – 240 pontos aos 68.590 pontos


São Paulo, 17/02 (Enfoque) –

Var.%: -0,4
Var. Ptos: -250
Valor: 68.590

Nossa previsão acima foi baseada na oscilação do Mini S&P futuro com critérios de análise técnica:

– Variação do Mini S&P Futuro desde o fechamento da sessão anterior:

Var.%: -0,2
Var. Ptos:
-5,0
Valor: 2.33900

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico intraday de 15 minutos:

 

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico diário:

 

 

Analista de Valores Mobiliários responsável:

Fausto de Arruda Botelho CFTe; CNPI

Em conformidade com as disposições da Instrução CVM nº 388, eu Fausto de Arruda Botelho, analista de investimento responsável pela elaboração deste relatório declaro que:

1.       As análises e recomendações refletem única e exclusivamente minhas opiniões pessoais, às quais foram realizadas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à (Enfoque).

2.       Não mantenho vínculo com qualquer pessoa natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliiários foram alvo de análise neste Relatório.

3.       A Enfoque não administra fundos, carteiras e clubes de investimentos

4.       A Enfoque não possui participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise neste relatório.

5.       A Enfoque não está envolvida  na aquisição , alienação ou intermediação de valores mobiliários das objeto de análise neste relatório.

6.       Não sou titular, direta ou indiretamente, de valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto da análise neste Relatório, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de meu patrimônio pessoal, e não estou envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado.

7.       Nem eu nem a Enfoque recebemos remuneração por serviços prestados e não temos relações comerciais com qualquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo da análise neste relatório, ou pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse desta(s) companhia(s).

8.       Minha remuneração não está, atrelada à precificação de quaisquer dos valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto de análise neste Relatório, nem às eventuais receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Enfoque com esta(s) companhia(s).

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 17/02/2017 08:25:12

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Indicador Antecedente Composto da Economia sobe em janeiro


São Paulo, 17/02 (Enfoque) –

O Indicador Antecedente Composto da Economia(IACE) para o Brasil, divulgado pelo FGV/IBRE e pelo The Conference Board (TCB), subiu 2,8% entre dezembro e janeiro atingindo 104,6 pontos (2010 = 100). Das oito séries componentes, sete contribuíram para a alta do indicador.  O Índice de Produção Industrial de Bens de Consumo Duráveis foi o único destaque negativo.
 
O Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE) do Brasil, também elaborado pelo FGV/IBRE e pelo TCB, que mensura as condições econômicas atuais, subiu 0,4% entre dezembro e janeiro, alcançando 98,4 pontos (2010 = 100).
“Apesar da volatilidade que ainda deve marcar a evolução dos diferentes indicadores ligados ao nível de atividade neste início do ano, o resultado do ICCE em janeiro caracteriza um quadro de recuperação no futuro visível “, afirma Paulo Picchetti. “Após um longo período marcado por quedas, a taxa anualizada do indicador caminha consistentemente para o terreno positivo, corroborando a evolução anterior do IACE” afirma Picchetti.
 
O Indicador Antecedente Composto da Economia agrega oito componentes econômicos que medem a atividade econômica no Brasil. Cada um deles vem se mostrando individualmente eficiente em antecipar tendências econômicas. A agregação dos indicadores individuais em um índice composto filtra os chamados “ruídos”, colaborando para que a tendência econômica efetiva seja revelada.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 17/02/2017 08:13:22

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Inflação pelo IPC-S cai em cinco das sete capitais pesquisadas


São Paulo, 17/02 (Enfoque) –

O IPC-S de 15 de fevereiro de 2017 registrou variação de 0,49%, 0,12 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa divulgada na última apuração. Cinco das sete capitais pesquisadas registraram decréscimo em suas taxas de variação.
 

A tabela a seguir, apresenta as variações percentuais dos municípios das sete capitais componentes do índice, nesta e na apuração anterior.

1502


A próxima divulgação dos resultados regionais do IPC-S será no dia 24.02.2017.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 17/02/2017 08:12:40

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IGP-M desacelera na segunda prévia de fevereiro


São Paulo, 17/02 (Enfoque) –

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou, no segundo decêndio de fevereiro, variação de 0,02%. No mês anterior, para o mesmo período de coleta, a variação foi de 0,76%. O segundo decêndio do IGP-M compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.
 
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou variação de -0,15%, no segundo decêndio de fevereiro. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 0,91%. A taxa de variação dos Bens Finais passou de 0,56% para -0,73%. A maior contribuição para este movimento teve origem no subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 0,90% para -1,75%.
 
A taxa de variação do grupo Bens Intermediários passou de 0,81%, em janeiro, para 1,10%, em fevereiro. O destaque coube ao subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 0,08% para 1,34%.
 
O índice referente a Matérias-Primas Brutas registrou variação de -0,80%. No mês anterior, a taxa foi de 1,40%. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram: minério de ferro (14,60% para -1,38%), aves (-1,43% para -7,52%) e milho (em grão) (-2,31% para -5,55%). Em sentido oposto, destacam-se:mandioca (aipim) (-0,47% para 11,01%), laranja (-1,40% para 14,88%) e café (em grão) (-5,36% para 2,63%).
 
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,36%, no segundo decêndio de fevereiro, ante 0,57%, no mesmo período do mês anterior. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Alimentação (0,69% para -0,27%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o item carnes bovinas, cuja taxa passou de 1,44% para -2,07%.
 
Também apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Transportes (0,92% para 0,51%), Despesas Diversas (0,66% para 0,25%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,56% para 0,47%) e Comunicação (0,33% para 0,27%). Nestas classes de despesa, destacam-se os itens: gasolina (2,72% para -0,61%), cigarros (1,07% para 0,00%), salão de beleza (1,04% para 0,30%) e pacotes de telefonia fixa e internet (0,43% para 0,00%), respectivamente.
 
Em contrapartida, apresentaram acréscimo em suas taxas de variaçãoos grupos: Habitação (0,09% para 0,31%), Educação, Leitura e Recreação (1,62% para 2,27%) e Vestuário (-0,27% para 0,22%). Nestas classes de despesa, vale mencionar o comportamento dos itens: tarifa de eletricidade residencial (-1,52% para -0,03%), passagem aérea (-7,13% para 9,07%) e roupas (-0,35% para -0,09%), respectivamente.
 

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou, no segundo decêndio de fevereiro, variação de 0,35%. No mês anterior, a taxa foi de 0,24%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,58%, acima do resultado de janeiro, de 0,16%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou taxa de variação de 0,16%. No mês anterior, este índice variou 0,31%.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 17/02/2017 08:11:55

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Pauta do Dia – Mercados indicam dia negativo em jornada de agenda fraca


São Paulo, 17/02 (Enfoque) –

Ásia

As bolsas de valores da Ásia fecharam a sexta-feira acumulando perdas, com destaque negativo para o desempenho das ações na China, onde a queda se aproximou de 1%. O noticiário do dia teve como principal fato a prisão do presidente da Samsung, acusado de envolvimento no escândalo que derrubou a presidente da Coreia do Sul.

Europa

Os mercados acionários da Europa operam com perdas na parte da manhã desta sexta-feira, depois de passar a maior parte do dia perto da estabilidade. Os investidores mostram clara preocupação com a economia global e aguardam a divulgação de importantes indicadores econômicos e de balanços de empresas da região.

EUA

A agenda desta sexta-feira não traz indicadores de destaque da economia americana. Com o feriado de segunda-feira, quando os mercados estarão fechados, os investidores devem ficar atentos ao cenário externo e o cenário político local.

Brasil

A sexta-feira traz como grande destaque da agenda a divulgação da prévia do Índice de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, dos 15 primeiros dias de fevereiro de 2017. A expectativa do mercado é que o indicador confirme a desaceleração dos preços, o que pode levar a um novo corte dos juros já na próxima quarta-feira, dia da reunião do Copom. 

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 17/02/2017 08:10:47

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