Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: +0,2% + 120 pontos aos 62.620 pontos


São Paulo, 10/01 (Enfoque) –

Var.%: 0,2
Var. Ptos: 120
Valor: 62.620

Nossa previsão acima foi baseada na oscilação do Mini S&P futuro com critérios de análise técnica:

– Variação do Mini S&P Futuro desde o fechamento da sessão anterior:

Var.%: 0,0
Var. Ptos:
0,5
Valor: 2.266,00

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico intraday de 15 minutos:

 

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico diário:

 

 

Analista de Valores Mobiliários responsável:

Fausto de Arruda Botelho CFTe; CNPI

Em conformidade com as disposições da Instrução CVM nº 388, eu Fausto de Arruda Botelho, analista de investimento responsável pela elaboração deste relatório declaro que:

1.       As análises e recomendações refletem única e exclusivamente minhas opiniões pessoais, às quais foram realizadas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à (Enfoque).

2.       Não mantenho vínculo com qualquer pessoa natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliiários foram alvo de análise neste Relatório.

3.       A Enfoque não administra fundos, carteiras e clubes de investimentos

4.       A Enfoque não possui participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise neste relatório.

5.       A Enfoque não está envolvida  na aquisição , alienação ou intermediação de valores mobiliários das objeto de análise neste relatório.

6.       Não sou titular, direta ou indiretamente, de valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto da análise neste Relatório, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de meu patrimônio pessoal, e não estou envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado.

7.       Nem eu nem a Enfoque recebemos remuneração por serviços prestados e não temos relações comerciais com qualquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo da análise neste relatório, ou pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse desta(s) companhia(s).

8.       Minha remuneração não está, atrelada à precificação de quaisquer dos valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto de análise neste Relatório, nem às eventuais receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Enfoque com esta(s) companhia(s).

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 10/01/2017 08:48:34

Ricardo Eletro - Finance One
CVC - Hoteis - Finance One

Pauta do Dia – Bolsas operam sem definição de rumos em dia de agenda fraca


São Paulo, 10/01 (Enfoque) –

Ásia

As bolsas de valores da Ásia encerram a terça-feira com perdas, depois de um resultado que foi favorável no início da semana. A queda do dólar, que fortaleceu moedas por todo o mundo, como é o caso o iene, fez com que o índice Nikkei, de Tóquio, fechasse novamente em queda. Desta vez, a desvalorização foi de 0,79%.   

Europa

Os mercados acionários da Europa oscilam entre altas e baixas a após um início de sessão negativo. Pela manhã, a preocupação com a saúde dos bancos italianos voltou a preocupar os investidores europeus. No entanto, aos poucos, os índices de ações mostram alguma recuperação.

EUA

Com uma agenda fraca nesta terça-feira, o mercado está com as atenções voltadas para indicadores que serão anunciados no decorrer da semana, bem como para pronunciamentos de presidentes regionais do Federal Reserve. Por exemplo, William Dudley, de Nova York, fala na quarta-feira, enquanto Dennis Lockhart, de Atlanta, se pronuncia na quinta-feira.

Brasil

O noticiário político local segue em segundo plano, com as atenções ainda voltadas para as negociações dos deputados e senadores para a eleição para a presidência da Câmara e do Senado. Mas, o mercado aguarda para amanhã os números do IPCA de 2016 e também a decisão do Copom

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 10/01/2017 08:40:41

Ricardo Eletro - Finance One
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Reserva Cambial – Posição consolidada em 6/1: US$ 372,692 bilhões


São Paulo, 10/01 (Enfoque) –

As reservas cambiais do Brasil registraram na sexta-feira (6) posição consolidada de US$ 372,692 bilhões, sendo que quinta-feira (5) a posição era de US$ 372,765 bilhões. A variação foi negativa em US$ 73 milhões.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 10/01/2017 08:29:35

Ricardo Eletro - Finance One
LATAM - Ofertas Brasil - Finance One

Câmbio – Após nova queda, dólar deve sofrer ajustes antes do Copom


São Paulo, 10/01 (Enfoque) –

O dólar comercial voltou a ter uma importante queda na jornada de segunda-feira, perdendo quase 1% e encerrando assim a R$ 3,1950, o que representa o menor valor desde a vitória de Donald Trump. O resultado foi consequência de uma desvalorização na cotação da moeda americana no mercado global.  

A terça-feira será mais um dia sem grandes indicadores de destaque na agenda econômica, com os investidores ficando atentos a outros fatores e também a dados vindos da Europa e da China. Destaque para o início da reunião do Copom, que deve amanhã anunciar um corte dos juros. O mercado espera pela redução de 0,5 ponto percentual.

Mercado Externo

Com uma agenda fraca nesta terça-feira, o mercado está com as atenções voltadas para indicadores que serão anunciados no decorrer da semana, bem como para pronunciamentos de presidentes regionais do Federal Reserve. Por exemplo, William Dudley, de Nova York, fala na quarta-feira, enquanto Dennis Lockhart, de Atlanta, se pronuncia na quinta-feira.

Mercado Interno

O noticiário político local segue em segundo plano, com as atenções ainda voltadas para as negociações dos deputados e senadores para a eleição para a presidência da Câmara e do Senado. Mas, o mercado aguarda para amanhã os números do IPCA de 2016 e também a decisão do Copom

Swap

O Banco Central não programou para a terça-feira nenhuma espécie de intervenção no mercado de câmbio por meio de leilões de contratos de dólar comercial.

Reserva Cambial                 

As reservas cambiais do Brasil registraram na sexta-feira (6) posição consolidada de US$ 372,692 bilhões, sendo que quinta-feira (5) a posição era de US$ 372,765 bilhões. A variação foi negativa em US$ 73 milhões.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 10/01/2017 08:28:15

Ricardo Eletro - Finance One
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Inflação pelo IPC-S cresce em cinco das sete capitais pesquisadas


São Paulo, 10/01 (Enfoque) –

O IPC-S de 07 de janeiro de 2017 registrou variação de 0,50%, 0,17 ponto percentual (p.p.) acima da taxa divulgada na última apuração. Cinco das sete capitais pesquisadas registraram acréscimo em suas taxas de variação.
 
A tabela a seguir, apresenta as variações percentuais dos municípios das sete capitais componentes do índice, nesta e na apuração anterior.
0701

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 10/01/2017 08:12:41

Ricardo Eletro - Finance One
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IGP-M acelera na primeira prévia de janeiro


São Paulo, 10/01 (Enfoque) –

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou taxa de variação de 0,86%, na apuração referente ao primeiro decêndio de janeiro. No mesmo período de apuração do mês anterior, este índice registrou taxa de 0,20%. A apuração referente ao primeiro decêndio do IGP-M de janeiro compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 31 do mês de dezembro.
 
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou variação de 1,13%, no primeiro decêndio de janeiro. No mesmo período do mês de dezembro, o índice variou 0,30%. A taxa de variação do índice referente a Bens Finais passou de -0,40% para 0,64%. Contribuiu para este movimento o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de    -4,97% para 1,96%. O índice correspondente aos Bens Intermediários variou 0,90%, ante -0,01%, no mês anterior. A principal contribuição para este avanço partiu do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção,que passou de -3,70% para 3,11%.
 
O índice referente a Matérias-Primas Brutas registrou variação de 1,92%. No mês anterior, a taxa foi de 1,44%. Entre os itens com taxas em trajetória crescente, destacam-se: minério de ferro (12,60% para 16,23%), milho (em grão) (-4,99% para -1,52%) e leite in natura (-6,93% para -4,14%). Em sentido oposto, vale mencionar: soja (em grão) (0,39% para -2,50%), café (em grão) (1,69% para -4,76%)e laranja (3,84% para -1,43%).
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou taxa de variação de 0,40%, no primeiro decêndio de janeiro. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de -0,02%. Sete das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Alimentação (-0,11% para 0,52%). Nesta classe de despesa, vale destacar o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de -4,90% para -0,28%.
 
Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Transportes (0,17% para 0,86%), Habitação  (-0,32% para 0,00%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,32% para 0,72%), Vestuário (-0,74% para 0,24%), Despesas Diversas (0,09% para 0,55%) e Comunicação (-0,10% para 0,17%). Nestas classes de despesa, destacam-se os itens: gasolina (-0,96% para 3,03%), tarifa de eletricidade residencial (-3,02% para -1,27%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,11% para 1,17%), roupas (-0,74% para 0,51%), cigarros (0,00% para 1,07%) e pacotes de telefonia fixa e internet (-0,72% para 0,43%), respectivamente.
 
Em contrapartida, apenas o grupo Educação, Leitura e Recreação (0,73% para -0,05%) apresentou decréscimo em sua taxa de variação. Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item passagem aérea, cuja taxa passou de 13,71% para -12,29%.
 

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou variação de 0,22%, no primeiro decêndio de janeiro. No mês anterior, esse índice apresentou taxa de variação de 0,12%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de -0,08%. No mês anterior, este índice variou -0,01%. O índice que representa o custo da Mão de Obra apresentou variação de 0,47%. No mês anterior, este índice variou 0,22%.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 10/01/2017 08:12:13

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Primeira semana do ano registra superávit de US$ 222 milhões


São Paulo, 09/01 (Enfoque) –

 A balança comercial brasileira registrou na primeira semana de janeiro de 2017, com cinco dias úteis, superávit de US$ 222 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,021 bilhões e importações de US$ 2,799 bilhões.

Acesse os dados completos da balança comercial

Nas exportações, comparadas as médias da primeira semana de janeiro de 2017 (US$ 604,2 milhões) com a de janeiro de 2016 (US$ 561,9 milhões), houve crescimento de 7,5%, em razão do aumento nas vendas de produtos semimanufaturados (51,4%), de US$ 92,6 milhões para US$ 140,2 milhões, por conta de açúcar em bruto, semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, óleo de soja em bruto, ouro em formas semimanufaturadas.

As vendas de manufaturados cresceram 1,4%, de US$ 216,8 milhões para US$ 219,9 milhões, por conta de suco de laranja não-congelado, veículos de carga, chassis com motor, laminados planos de ferro e aço, açúcar refinado e hidrocarbonetos.

Por outro lado, caíram as vendas de produtos básicos (-3,0%), de US$ 237,4 milhões para US$ 230,4 milhões, por conta, principalmente, de milho em grãos, petróleo em bruto, soja, café em grãos, carne bovina e de frango.

Em relação a dezembro de 2016, houve retração de 16,6% em virtude da queda nas vendas de produtos manufaturados (-30,7%), de US$ 317,5 milhões para US$ 219,9 milhões; e de básicos (-14,2%), de US$ 268,5 milhões para US$ 230,4 milhões. Por outro lado, cresceram as vendas de produtos semimanufaturados (16,2%), de US$ 120,6 milhões para US$ 140,2 milhões.

Nas importações, a média diária da primeira semana de janeiro de 2017, de US$ 559,8 milhões, ficou 8,5% acima da média de janeiro de 2016 (US$ 516,1 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (219,7%), cereais e produtos da indústria de moagem (121,5%), aeronaves e peças (115,0%), combustíveis e lubrificantes (64,8%), equipamentos eletroeletrônicos (26,1%) e instrumentos de ótica e precisão (17,1%).

Ante dezembro de 2016, houve expansão nas importações de 6,8%, pelos crescimentos em aeronaves e peças (95,7%), adubos e fertilizantes (62,3%), combustíveis e lubrificantes (19,1%), químicos orgânicos e inorgânicos (14,9%), equipamentos eletroeletrônicos (13%) e plásticos e obras (7,1%).

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 09/01/2017 15:05:05

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Custo de vida na cidade de São Paulo sobe 6,15% em 2016, diz Dieese


São Paulo, 09/01 (Enfoque) – O Índice de Custo de Vida (ICV) na cidade de São Paulo teve alta de 6,15% em 2016. A inflação medida pelo indicador do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), foi, no ano passado, 5,31 pontos percentuais menor do que a verificada ao longo de 2015.

As despesas diversas foram o item com maior variação ao longo de 2016, com elevação de 12,76%. Na composição, influenciaram a alta dos gastos com comunicação (12,6%) e com animais domésticos (12,7%).

As despesas pessoais registraram elevação de 11,03% no resultado final do ano passado, com alta de 21% dos gastos com fumo e assessórios. Os produtos e serviços ligados à higiene e beleza tiveram aumento de 1,07%.

O grupo educação e leitura teve alta inflacionária de 8,72%, com aumento de 11,47% nos gastos com leitura e 8,56% em educação. Os livros tiveram os preços com alta de 9,07%, os cursos formais tiveram aumento de 8,89% e as revistas, de 15,69%.

A alimentação fechou o ano com alta de 8,03%, puxada por itens como alimentação fora do domicílio (9,43%) e alimentos industrializados (11,39%).

Os gastos com saúde aumentaram 6,26%, segundo o índice, com destaque para as despesas com internações hospitalares (8,56%) e medicamentos (11,56%). Consultas médicas registraram alta de 5,29% e os convênios médicos, de 5,09%.

Habitação teve aumento de despesas abaixo da inflação geral (2,65%), enquanto o grupo equipamentos domésticos teve queda nos gastos de 0,69%, com retração dos preços de móveis (-4,16%) e utensílios (-3,56%).

Dezembro

Em dezembro, o custo de vida na capital paulista teve alta de 0,12%. Sob influência do reajuste da ração de animais (1,68%), as despesas diversas tiveram elevação de 1,42%. As despesas pessoais apresentaram aumento de 1,31%, com a alta de 2,67% no subgrupo fumo e assessórios.

Os gastos com transporte variaram 0,92%, devido à alta nos itens compra de veículos (8,5%) e combustíveis (0,94%). Habitação também subiu acima da inflação geral, com um crescimento de 0,34% nas despesas.

Os preços da alimentação tiveram queda significativa de 0,51% em dezembro. Os produtos in natura e semielaborados tiveram retração de 1,46%. A batata registrou queda de 18,81% nos preços, o feijão-carioquinha, de 13,6% e o tomate, de 5,7%.


(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 09/01/2017 13:19:49

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