Inflação pelo IPC-S cresce em cinco das sete capitais pesquisadas


São Paulo, 10/01 (Enfoque) –

O IPC-S de 07 de janeiro de 2017 registrou variação de 0,50%, 0,17 ponto percentual (p.p.) acima da taxa divulgada na última apuração. Cinco das sete capitais pesquisadas registraram acréscimo em suas taxas de variação.
 
A tabela a seguir, apresenta as variações percentuais dos municípios das sete capitais componentes do índice, nesta e na apuração anterior.
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(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 10/01/2017 08:12:41

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IGP-M acelera na primeira prévia de janeiro


São Paulo, 10/01 (Enfoque) –

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou taxa de variação de 0,86%, na apuração referente ao primeiro decêndio de janeiro. No mesmo período de apuração do mês anterior, este índice registrou taxa de 0,20%. A apuração referente ao primeiro decêndio do IGP-M de janeiro compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 31 do mês de dezembro.
 
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou variação de 1,13%, no primeiro decêndio de janeiro. No mesmo período do mês de dezembro, o índice variou 0,30%. A taxa de variação do índice referente a Bens Finais passou de -0,40% para 0,64%. Contribuiu para este movimento o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de    -4,97% para 1,96%. O índice correspondente aos Bens Intermediários variou 0,90%, ante -0,01%, no mês anterior. A principal contribuição para este avanço partiu do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção,que passou de -3,70% para 3,11%.
 
O índice referente a Matérias-Primas Brutas registrou variação de 1,92%. No mês anterior, a taxa foi de 1,44%. Entre os itens com taxas em trajetória crescente, destacam-se: minério de ferro (12,60% para 16,23%), milho (em grão) (-4,99% para -1,52%) e leite in natura (-6,93% para -4,14%). Em sentido oposto, vale mencionar: soja (em grão) (0,39% para -2,50%), café (em grão) (1,69% para -4,76%)e laranja (3,84% para -1,43%).
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou taxa de variação de 0,40%, no primeiro decêndio de janeiro. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de -0,02%. Sete das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Alimentação (-0,11% para 0,52%). Nesta classe de despesa, vale destacar o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de -4,90% para -0,28%.
 
Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Transportes (0,17% para 0,86%), Habitação  (-0,32% para 0,00%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,32% para 0,72%), Vestuário (-0,74% para 0,24%), Despesas Diversas (0,09% para 0,55%) e Comunicação (-0,10% para 0,17%). Nestas classes de despesa, destacam-se os itens: gasolina (-0,96% para 3,03%), tarifa de eletricidade residencial (-3,02% para -1,27%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,11% para 1,17%), roupas (-0,74% para 0,51%), cigarros (0,00% para 1,07%) e pacotes de telefonia fixa e internet (-0,72% para 0,43%), respectivamente.
 
Em contrapartida, apenas o grupo Educação, Leitura e Recreação (0,73% para -0,05%) apresentou decréscimo em sua taxa de variação. Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item passagem aérea, cuja taxa passou de 13,71% para -12,29%.
 

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou variação de 0,22%, no primeiro decêndio de janeiro. No mês anterior, esse índice apresentou taxa de variação de 0,12%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de -0,08%. No mês anterior, este índice variou -0,01%. O índice que representa o custo da Mão de Obra apresentou variação de 0,47%. No mês anterior, este índice variou 0,22%.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 10/01/2017 08:12:13

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Primeira semana do ano registra superávit de US$ 222 milhões


São Paulo, 09/01 (Enfoque) –

 A balança comercial brasileira registrou na primeira semana de janeiro de 2017, com cinco dias úteis, superávit de US$ 222 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,021 bilhões e importações de US$ 2,799 bilhões.

Acesse os dados completos da balança comercial

Nas exportações, comparadas as médias da primeira semana de janeiro de 2017 (US$ 604,2 milhões) com a de janeiro de 2016 (US$ 561,9 milhões), houve crescimento de 7,5%, em razão do aumento nas vendas de produtos semimanufaturados (51,4%), de US$ 92,6 milhões para US$ 140,2 milhões, por conta de açúcar em bruto, semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, óleo de soja em bruto, ouro em formas semimanufaturadas.

As vendas de manufaturados cresceram 1,4%, de US$ 216,8 milhões para US$ 219,9 milhões, por conta de suco de laranja não-congelado, veículos de carga, chassis com motor, laminados planos de ferro e aço, açúcar refinado e hidrocarbonetos.

Por outro lado, caíram as vendas de produtos básicos (-3,0%), de US$ 237,4 milhões para US$ 230,4 milhões, por conta, principalmente, de milho em grãos, petróleo em bruto, soja, café em grãos, carne bovina e de frango.

Em relação a dezembro de 2016, houve retração de 16,6% em virtude da queda nas vendas de produtos manufaturados (-30,7%), de US$ 317,5 milhões para US$ 219,9 milhões; e de básicos (-14,2%), de US$ 268,5 milhões para US$ 230,4 milhões. Por outro lado, cresceram as vendas de produtos semimanufaturados (16,2%), de US$ 120,6 milhões para US$ 140,2 milhões.

Nas importações, a média diária da primeira semana de janeiro de 2017, de US$ 559,8 milhões, ficou 8,5% acima da média de janeiro de 2016 (US$ 516,1 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (219,7%), cereais e produtos da indústria de moagem (121,5%), aeronaves e peças (115,0%), combustíveis e lubrificantes (64,8%), equipamentos eletroeletrônicos (26,1%) e instrumentos de ótica e precisão (17,1%).

Ante dezembro de 2016, houve expansão nas importações de 6,8%, pelos crescimentos em aeronaves e peças (95,7%), adubos e fertilizantes (62,3%), combustíveis e lubrificantes (19,1%), químicos orgânicos e inorgânicos (14,9%), equipamentos eletroeletrônicos (13%) e plásticos e obras (7,1%).

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 09/01/2017 15:05:05

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Custo de vida na cidade de São Paulo sobe 6,15% em 2016, diz Dieese


São Paulo, 09/01 (Enfoque) – O Índice de Custo de Vida (ICV) na cidade de São Paulo teve alta de 6,15% em 2016. A inflação medida pelo indicador do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), foi, no ano passado, 5,31 pontos percentuais menor do que a verificada ao longo de 2015.

As despesas diversas foram o item com maior variação ao longo de 2016, com elevação de 12,76%. Na composição, influenciaram a alta dos gastos com comunicação (12,6%) e com animais domésticos (12,7%).

As despesas pessoais registraram elevação de 11,03% no resultado final do ano passado, com alta de 21% dos gastos com fumo e assessórios. Os produtos e serviços ligados à higiene e beleza tiveram aumento de 1,07%.

O grupo educação e leitura teve alta inflacionária de 8,72%, com aumento de 11,47% nos gastos com leitura e 8,56% em educação. Os livros tiveram os preços com alta de 9,07%, os cursos formais tiveram aumento de 8,89% e as revistas, de 15,69%.

A alimentação fechou o ano com alta de 8,03%, puxada por itens como alimentação fora do domicílio (9,43%) e alimentos industrializados (11,39%).

Os gastos com saúde aumentaram 6,26%, segundo o índice, com destaque para as despesas com internações hospitalares (8,56%) e medicamentos (11,56%). Consultas médicas registraram alta de 5,29% e os convênios médicos, de 5,09%.

Habitação teve aumento de despesas abaixo da inflação geral (2,65%), enquanto o grupo equipamentos domésticos teve queda nos gastos de 0,69%, com retração dos preços de móveis (-4,16%) e utensílios (-3,56%).

Dezembro

Em dezembro, o custo de vida na capital paulista teve alta de 0,12%. Sob influência do reajuste da ração de animais (1,68%), as despesas diversas tiveram elevação de 1,42%. As despesas pessoais apresentaram aumento de 1,31%, com a alta de 2,67% no subgrupo fumo e assessórios.

Os gastos com transporte variaram 0,92%, devido à alta nos itens compra de veículos (8,5%) e combustíveis (0,94%). Habitação também subiu acima da inflação geral, com um crescimento de 0,34% nas despesas.

Os preços da alimentação tiveram queda significativa de 0,51% em dezembro. Os produtos in natura e semielaborados tiveram retração de 1,46%. A batata registrou queda de 18,81% nos preços, o feijão-carioquinha, de 13,6% e o tomate, de 5,7%.


(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 09/01/2017 13:19:49

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Investimentos voltam a cair em novembro, diz Ipea


São Paulo, 09/01 (Enfoque) – O Indicador de Formação Bruta de Capital Fixo, divulgado hoje (9) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), caiu 1,1% em novembro de 2016 na comparação com outubro. Em relação a novembro de 2015 a queda foi maior: 11,4%. Os números contêm ajuste sazonal, ou seja, já levam em conta as especificidades e a conjuntura do período de medição.

O indicador considera os investimentos em construção civil e em máquinas e equipamentos. O Ipea destacou que, apesar do recuo em novembro, é a menor queda mensal desde julho.

Os dois componentes do índice comportaram-se de forma diferente em novembro. O consumo aparente de máquinas e equipamentos recuou 4,3%, enquanto o indicador da construção civil cresceu 1,8% sobre outubro, interrompendo sequência de três quedas.

Produção de bens de capital tem alta de 3,6%

O Ipea informou que, dentro do consumo de máquinas e equipamentos, houve alta de 3,6% na produção de bens de capital na comparação com outubro. No entanto, a alta na produção foi anulada pela elevação das exportações desse tipo de bem. A alta nas vendas externas foi puxada, principalmente, pela exportação de uma plataforma de petróleo no período.

O indicador da compra de máquinas e equipamentos ajuda a medir as compras de meios de produção pela indústria e, consequentemente, sua intenção de produzir. O índice corresponde à produção industrial doméstica somada das exportações e diminuída das exportações do setor.


(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 09/01/2017 12:21:09

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Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: -0,4% – 240 pontos aos 60.260 pontos


São Paulo, 09/01 (Enfoque) –

Var.%: -0,4
Var. Ptos: -240
Valor: 62.260

Nossa previsão acima foi baseada na oscilação do Mini S&P futuro com critérios de análise técnica:

– Variação do Mini S&P Futuro desde o fechamento da sessão anterior:

Var.%: -0,2
Var. Ptos:
-3,75
Valor: 2.270,50

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico intraday de 15 minutos:

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico diário:

 

 

Analista de Valores Mobiliários responsável:

Fausto de Arruda Botelho CFTe; CNPI

Em conformidade com as disposições da Instrução CVM nº 388, eu Fausto de Arruda Botelho, analista de investimento responsável pela elaboração deste relatório declaro que:

1.       As análises e recomendações refletem única e exclusivamente minhas opiniões pessoais, às quais foram realizadas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à (Enfoque).

2.       Não mantenho vínculo com qualquer pessoa natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliiários foram alvo de análise neste Relatório.

3.       A Enfoque não administra fundos, carteiras e clubes de investimentos

4.       A Enfoque não possui participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise neste relatório.

5.       A Enfoque não está envolvida  na aquisição , alienação ou intermediação de valores mobiliários das objeto de análise neste relatório.

6.       Não sou titular, direta ou indiretamente, de valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto da análise neste Relatório, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de meu patrimônio pessoal, e não estou envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado.

7.       Nem eu nem a Enfoque recebemos remuneração por serviços prestados e não temos relações comerciais com qualquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo da análise neste relatório, ou pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse desta(s) companhia(s).

8.       Minha remuneração não está, atrelada à precificação de quaisquer dos valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto de análise neste Relatório, nem às eventuais receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Enfoque com esta(s) companhia(s).

 

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 09/01/2017 08:47:34

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Focus: Mercado reajuste projeção do IPCA de 2016 para 6,35%


São Paulo, 09/01 (Enfoque) –

O Banco Central divulgou mais uma edição do Relatório Focus nesta segunda-feira, a primeira edição elaborada em 2017. O documento reduziu a projeção do IPCA no ano de 2016 de 6,38% para 6,35%, ficando assim dentro do teto da meta do BC. Já a projeção para o final de 2017 recuou de 4,87% para 4,81%

As apostas do BC para a cotação do dólar apresentaram estabilidade para 2017recuaram de R$ 3,47 para R$ 3,45, sendo que não foi feito ainda uma estimativa para o final de 2018. O mesmo acontece que com a Selic, com apenas a projeção de 2017, que ficou mantida em 10,25% para o final do ano.

O mercado manteve a aposta do PIB em 3,49%. Para 2017, a projeção ficou em 0,50%.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 09/01/2017 08:42:42

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Pauta do Dia – Semana inicia com cautela nos mercados internacionais


São Paulo, 09/01 (Enfoque) –

Ásia

As bolsas de valores da Ásia encerram a segunda-feira com ganhos, na maior parte das praças do continente. Os investidores repercutiram na sessão o bom pregão de sexta-feira em Wall Street, quando mais uma vez o Dow Jones chegou a operar acima dos 20 mil pontos. No final do dia, o Nikkei, de Tóquio, foi uma das exceções, fechando no vermelho.  

Europa

Os mercados acionários da Europa operam com cautela nesta segunda-feira, oscilando entre altas e baixas. O resultado de momento é resultado da divulgação de novos dados da economia europeia, bem como da volatilidade do mercado de commodities, especialmente do petróleo.

EUA

A segunda semana do ano ainda não traz grandes movimentações na agenda apesar de alguns indicadores merecerem grande atenção dos investidores. É o caso, por exemplo, do índice de preços ao produtor e também das vendas do varejo. Esses indicadores servem de termômetro para que o mercado tente antecipar os próximos passos do Federal Reserve.

Brasil

Com a cena política ainda em segundo plano, a agenda econômica merece maior destaque na semana. Será conhecido, na quarta-feira, o resultado final do IPCA de 2016. Além disso, no mesmo dia, o Copom divulga o resultado de sua primeira reunião do ano.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 09/01/2017 08:38:09

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