Reserva Cambial – Posição consolidada em 11/2: US$ 374,547 bilhões


São Paulo, 15/02 (Enfoque) –

As reservas cambiais do Brasil registraram na sexta-feira (11) posição consolidada de US$ 374,547 bilhões, sendo que quinta-feira (10) a posição era de US$ 374,702 bilhões. A variação foi negativa em US$ 155 milhões.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 15/02/2017 08:14:21

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Câmbio – Agenda cheia, Yellen e atuação do BC determinam rumos do dólar


São Paulo, 15/02 (Enfoque) –

A jornada de terça-feira foi mais uma vez marcada pela queda da cotação do dólar comercial, que fechou o dia negociado a R$ 3,0970, o que representa queda de 0,5%. No decorrer do dia, a divisa chegou a iniciar uma trajetória de alta com a sinalização de alta dos juros por parte do Fed. No entanto, a situação se inverteu em seguida a moeda americana voltou a cair.

A quarta-feira será um dia de importantes indicadores econômicos na agenda, como é o caso dos dados das vendas do varejo e da produção industrial americana. Além disso, o mercado aguarda a fala da titular do Federal Reserve, Janet Yellen, desta vez na Câmara dos Deputados.

Mercado Externo

A terça-feira será marcada pela divulgação das vendas do varejo e da produção industrial no cenário americano, além da fala de Janet Yellen, presidente do Federal Reserve, na Câmara dos Deputados. O posicionamento da titular da pasta poderá dar sinais aos investidores do próximo passo da autoridade monetária.

Mercado Interno

A agenda desta quarta-feira no cenário local traz como destaque a divulgação do IPC-10 de fevereiro. No entanto, a cena política e a necessidade de aprovação de medidas de ajuste no Congresso seguem dominando as atenções. O início da temporada de balanços, que se aproxima, também está no radar do mercado.

Swap

O Banco Central anunciou que vai realizar nesta quarta-feira leilão para a rolagem dos contratos de swap cambial com vencimento em março. A operação vai acontecer entre 11h30 e 11h40 e serão negociados até seis mil contratos, com vencimentos rolados para junho ou julho de 2017.

Reserva Cambial                 

As reservas cambiais do Brasil registraram na sexta-feira (11) posição consolidada de US$ 374,547 bilhões, sendo que quinta-feira (10) a posição era de US$ 374,702 bilhões. A variação foi negativa em US$ 155 milhões.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 15/02/2017 08:13:55

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Comércio varejista recua 2% em dezembro e fecha 2016 com queda de 6,2%


São Paulo, 14/02 (Enfoque) – Com o recuo de 2% no volume de vendas de novembro para dezembro do ano passado, o comércio varejista do país fechou 2016 com queda acumulada de 6,2%. Este é o pior resultado do comércio varejista do país desde o início da série histórica, em 2001. No ano passado, o setor teve resultado negativo de 4,3%. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) que foram divulgados hoje (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com os números do fechamento do ano passado. A queda de 2% no volume de vendas do comércio varejista, na série livre de influências sazonais, ocorreu após o setor ter fechado novembro com alta de 1%. Em relação a dezembro de 2015, as vendas do setor fecharam com queda de 4,9%. A variação da receita nominal do comércio varejista também fechou dezembro com queda de 2,1%, embora tenha fechado positivo tanto no resultado acumulado do ano (4,5%), como na comparação com dezembro do ano passado, que foi de 2%. No comércio varejista ampliado, que agrega também atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, os resultados foram negativos: -0,1% em relação a novembro; -6,7% comparativamente a dezembro de 2015; e -8,7% no acumulado dos doze meses de 2016. Do ponto de vista das receitas nominais do setor, o varejo ampliado fechou com queda de receita de 0,3% de novembro para dezembro; de 1,2% comparativamente a dezembro de 2015 e de 0,7% no acumulado dos 12 meses de 2016.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 14/02/2017 10:19:16

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Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: -0,3% -180 pontos aos 66.740 pontos


São Paulo, 14/02 (Enfoque) –

Var.%: -0,3
Var. Ptos: -180
Valor: 66;740

Nossa previsão acima foi baseada na oscilação do Mini S&P futuro com critérios de análise técnica:

– Variação do Mini S&P Futuro desde o fechamento da sessão anterior:

Var.%: -0,1
Var. Ptos:
-2,5
Valor: 2.324,00

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico intraday de 15 minutos:

 

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico diário:

 

Analista de Valores Mobiliários responsável:

Fausto de Arruda Botelho CFTe; CNPI

Em conformidade com as disposições da Instrução CVM nº 388, eu Fausto de Arruda Botelho, analista de investimento responsável pela elaboração deste relatório declaro que:

1.       As análises e recomendações refletem única e exclusivamente minhas opiniões pessoais, às quais foram realizadas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à (Enfoque).

2.       Não mantenho vínculo com qualquer pessoa natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliiários foram alvo de análise neste Relatório.

3.       A Enfoque não administra fundos, carteiras e clubes de investimentos

4.       A Enfoque não possui participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise neste relatório.

5.       A Enfoque não está envolvida  na aquisição , alienação ou intermediação de valores mobiliários das objeto de análise neste relatório.

6.       Não sou titular, direta ou indiretamente, de valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto da análise neste Relatório, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de meu patrimônio pessoal, e não estou envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado.

7.       Nem eu nem a Enfoque recebemos remuneração por serviços prestados e não temos relações comerciais com qualquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo da análise neste relatório, ou pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse desta(s) companhia(s).

8.       Minha remuneração não está, atrelada à precificação de quaisquer dos valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto de análise neste Relatório, nem às eventuais receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Enfoque com esta(s) companhia(s).

 

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 14/02/2017 08:40:20

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Clima Econômico piora nas três principais economias da região


São Paulo, 14/02 (Enfoque) –

O indicador Ifo/FGV de Clima Econômico da América Latina (ICE) – elaborado em parceria entre o Instituto alemão Ifo e a FGV tendo como fonte de dados a Ifo World Economic Survey (WES) – recuou de 70 pontos, em outubro de 2016, para 69 pontos, em janeiro de 2017, mantendo a trajetória de suave queda iniciada em julho de 2016.
 
O resultado reflete a combinação do aumento de 5 pontos no Indicador da Situação Atual (ISA) e queda de 11 pontos do Indicador de Expectativas (IE). Ressalve-se se que o ISA (36 pontos) mantém-se muito distante da média histórica dos últimos 10 anos (89 pontos) e numa zona onde predominam avaliações desfavoráveis. Já o IE recuou 11 pontos, para 111 pontos), mantendo-se numa zona favorável e acima da média histórica (98 pontos).
O ICE Mundial manteve a trajetória ascendente ao avançar 5 pontos e alcançar a zona favorável do ciclo econômico. O resultado é explicado pela melhora na avaliação da situação atual (6 pontos), com expectativas mantendo-se estáveis. Nos países desenvolvidos foi registrada melhora no clima econômico: alta nos EUA (5 pontos); na União Europeia (9 pontos) e no Japão (17 pontos), puxados pelo aumento no indicador da avaliação atual e das expectativas. 2017. Na segunda maior economia mundial, a China, o comportamento foi similar: aumento de 25 pontos no ISA, 5 pontos no IE e 16 pontos no ICE. Nos países em desenvolvimento, os resultados do ICE foram menos favoráveis, com uma calibragem para baixo de expectativas bastante disseminada. 
 
A queda do ICE na América Latina foi influenciada pela piora do clima econômico nas três principais economias da região: Brasil (-4 pontos); México (-5 pontos); e Argentina (-8 pontos). A avaliação da situação atual piorou na Argentina (-6 pontos), mas melhorou no México (+13 pontos) e no Brasil (+4 pontos). Nos três países, no entanto, os indicadores mantiveram-se abaixo da média histórica e na região desfavorável do ciclo. As expectativas tornaram-se menos favoráveis em todos os países: Argentina (-9 pontos); Brasil (-21 pontos); e México (-24 pontos). Neste último, a eleição de Trump ajuda a explicar a deterioração das expectativas de curto e médio prazo. No Brasil e na Argentina, os indicadores de expectativas continuaram acima da média histórica, o que não ocorre no México. A piora nas expectativas pode estar refletindo uma calibragem do cenário muito otimista que se seguiu à mudança de governos tanto na Argentina como no Brasil.
A piora nas expectativas das três grandes economias e melhora na situação atual das duas maiores, explicam boa parte dos resultados destes indicadores agregados na América Latina.
 
Além da Argentina, Brasil e México, o ICE recua no Peru (-16 pontos), mas está numa zona favorável e é o maior indicador da Sondagem de janeiro (130 pontos). Com exceção da Venezuela, que permanece com o pior ICE, o clima econômico melhorou nos outros países da região. No mesmo grupo do Peru, onde predominam avaliações favoráveis, estão o Paraguai e o Uruguai.
A alta no preço das commodities e perspectivas de maior crescimento do comércio mundial em 2017 compõem o cenário que explica a melhora nas expectativas em quase todos os países da região. À exceção da Bolívia e da Venezuela, todos os IE estão acima da média histórica. O inverso ocorre com o ISA que está abaixo da média histórica em todos os países, exceto Bolívia.
A análise do ISA mostra que houve piora na percepção sobre a situação atual no Paraguai, Peru, além da Argentina. Paraguai, Peru e Bolívia são os únicos países na zona favorável de avaliação da situação atual.
 
Fatores domésticos políticos e econômicos influenciam negativamente os resultados das grandes economias latinas num quadro que não ocorre na maioria dos outros países da região. 

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 14/02/2017 08:00:13

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Pauta do Dia – Fala de Yellen centram as atenções dos investidores


São Paulo, 14/02 (Enfoque) –

Ásia

As bolsas de valores da Ásia fecharam a terça-feira acumulando perdas em sua maioria, com a exceção ficando para a bolsa de Xangai, que teve leve valorização, mas praticamente estável. O mercado está cauteloso com o testemunho da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, no Senado americano.

Europa

Os mercados acionários da Europa operam perto da estabilidade na parte da manhã desta terça-feira, com as ações das empresas reagindo a indicadores econômicos da região e também pela divulgação dos balanços das empresas. Os investidores aguaram também a fala de Yellen, já na parte final do pregão.

EUA

A terça-feira será marcada pela divulgação do índice de preços ao produtos no cenário americano, além da fala de Janet Yellen, presidente do Federal Reserve, no Senado. O posicionamento da titular da pasta poderá dar sinais aos investidores do próximo passo da autoridade monetária.

Brasil

A agenda desta terça-feira no cenário local traz como destaque a divulgação do IPC-10 de fevereiro. No entanto, a cena política e a necessidade de aprovação de medidas de ajuste no Congresso seguem dominando as atenções. O início da temporada de balanços, que se aproxima, também está no radar do mercado.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 14/02/2017 07:56:12

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Reserva Cambial – Posição consolidada em 10/2: US$ 374,702 bilhões


São Paulo, 14/02 (Enfoque) –

As reservas cambiais do Brasil registraram na quinta-feira (10) posição consolidada de US$ 374,702 bilhões, sendo que quarta-feira (9) a posição era de US$ 374,970 bilhões. A variação foi negativa em US$ 268 milhões

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 14/02/2017 07:49:47

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Câmbio – Volta do BC ao mercado e fala de Yellen marcam os negócios nesta terça-feira


São Paulo, 14/02 (Enfoque) –

A jornada de segunda-feira foi marcada por uma leve valorização da moeda americana, que encerrou o dia praticamente estável, negociada ao final do dia a R$ 3,1130. O dia foi marcado por uma agenda fraca, sem indicadores de destaque na agenda econômica.

A terça-feira tende a ser um dia de queda o dólar comercial, principalmente pelo anúncio do Banco Central da volta dos leilões de rolagem dos contratos de swap cambial. Por outro lado, a presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, irá ao Senado americano participar de uma audiência semianual de política monetária.

Mercado Externo

A terça-feira será marcada pela divulgação do índice de preços ao produtos no cenário americano, além da fala de Janet Yellen, presidente do Federal Reserve, no Senado. O posicionamento da titular da pasta poderá dar sinais aos investidores do próximo passo da autoridade monetária.

Mercado Interno

A agenda desta terça-feira no cenário local traz como destaque a divulgação do IPC-10 de fevereiro. No entanto, a cena política e a necessidade de aprovação de medidas de ajuste no Congresso seguem dominando as atenções. O início da temporada de balanços, que se aproxima, também está no radar do mercado.

Swap

O Banco Central anunciou que vai realizar nesta terça-feira leilão para a rolagem dos contratos de swap cambial com vencimento em março. A operação vai acontecer entre 11h30 e 11h40 e serão negociados até seis mil contratos, com vencimentos rolados para junho ou julho de 2017.

Reserva Cambial                 

As reservas cambiais do Brasil registraram na quinta-feira (10) posição consolidada de US$ 374,702 bilhões, sendo que quarta-feira (9) a posição era de US$ 374,970 bilhões. A variação foi negativa em US$ 268 milhões.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 14/02/2017 07:47:41

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