Rei Juan Carlos anuncia que vai deixar o trono espanhol


São Paulo, 02/06 (Enfoque) –

(Agência Brasil) – O rei Juan Carlos anunciou a intenção de renunciar ao trono e abrir o processo de sucessão, informou hoje o presidente do Governo espanhol, Mariano Rajoy. “Sua majestade, o rei, acaba de comunicar-me a sua vontade de renunciar ao trono e abrir o processo sucessório. Os motivos que levaram o rei a tomar esta decisão é algo que sua majestade quer comunicar pessoalmente a todos os espanhóis ainda hoje de manhã”, acrescentou Rajoy.


 


O chefe do governo espanhol disse que encontrou o rei “convencido de que este é o melhor momento para produzir esta mudança (.) e ceder a coroa ao príncipe das Astúrias”.


 


Numa declaração institucional inesperada, anunciada hoje de manhã, Mariano Rajoy disse ter sido contactado pelo monarca espanhol, que o informou que quer abdicar para o seu filho, Felipe de Borbón, que reinará como Felipe VI.


 


“Este processo vai desenvolver-se com plena normalidade, num contexto de estabilidade institucional e como mais uma expressão da maturidade da nossa democracia”, afirmou Rajoy.


 


O chefe de Governo anunciou a realização de um encontro, nesta terça-feira (3), de um Conselho de Ministros extraordinário para cumprir os trâmites da Constituição, esperando que em breve as Cortes possam proceder à proclamação de Felipe de Borbon como rei de Espanha.


 


“Estou convencido de que os espanhóis saberão escrever esta nova fase da nossa história com maturidade e agradecimento à figura de sua majestada, o rei”, afirmou.


 


Rajoy disse querer “render homenagem a quem durante estes anos encarnou o ponto de encontro de todos os espanhóis e o melhor símbolo da convivência em paz e em liberdade”, tendo sido “o principal impulsionador da democracia, tão rapidamente quanto chegou ao trono que agora abandona”.


 


“Foi o melhor porta-voz e a melhor imagem do reino de Espanha por todos os cantos do mundo e um defensor incansável em defesa dos nossos interesses. Renuncia ao trono uma figura histórica, tão estreitamente vinculada à democracia espanhola que não se pode entender uma sem a outra”, declarou.


 


Para Rajoy, todos os espanhóis ficam com uma “grande dívida de gratidão” ao monarca.


 


O Twitter da Casa Real espanhola publicou às 10h41 (5h41 em Brasília) a informação da abdicação do Rei Juan Carlos, um tweet que uma hora mais tarde, já somava mais de 21 mil retweets e 3,5 mil marcações como favorito.


 


No tweet está também a carta do palácio da Zarzuela (residência real) ao chefe do governo espanhol, Mariano Rajoy, em que se pode ler: “De acordo com os efeitos constitucionais, juntamente com o escrito que leio, assino e entrego ao senhor Presidente do governo neste momento, comunico a minha decisão de abdicar da Coroa de Espanha”.


 


Ainda no tweet podem ver-se fotografias do ato, em que se vê a entrega da carta por parte do monarca, e um aperto de mão entre Juan Carlos e Mariano Rajoy.


(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Recebido em: 02/06/2014 09:03:01

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Jornalistas fazem paralisação por 24 horas na Grécia

(Ag. Brasil) – A Grécia amanheceu hoje (28) sem noticiários. Em meio à severa crise econômica e política, a Grécia enfrenta uma greve promovida pelos jornalistas de todo país. Por 24 horas, os profissionais de imprensa prometem suspender suas atividades em protesto contra a demissão de cerca de 30% dos jornalistas do país nos últimos meses e exigem melhorias nas condições de trabalho.

A maioria das emissoras de televisão e rádio da Grécia está sem noticiários. A principal agência de notícias do país, a ANA, parou de divulgar reportagens e a maioria dos grandes sites informativos está sem atualização. A paralisação conta com o apoio de todas as entidades sindicais do país.
As entidades sindicais defendem novos acordos coletivos e medidas que protejam os empregos dos profissionais de imprensa. De acordo com dados das entidades, desde 2010 mais de 4 mil profissionais foram demitidos e os que mantiveram seus empregos sofreram cortes até 30% dos salários.
Nos últimos dois anos, três jornais deixaram de circular. Alguns veículos deixaram de ser diários e se tornaram semanais, como o maior jornal de esquerda, To Vima, que agora só sai aos domingos, assim como o Eleftherotypia.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
28/05/2012 08:37:35

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Em 2015, China será o maior mercado mundial de consumo, diz ministro

(Ag. Brasil) – Em três anos, a China deve se tornar o maior mercado mundial de consumo, segundo avaliação do ministro do Comércio chinês, Chen Deming, feita na abertura da 1ª Feira Internacional de Comércio e Serviços de Pequim (cuja sigla em inglês é Ciftis). De acordo com ele, essa tendência ocorre devido ao “acelerado processo de urbanização” e ao “aumento do nível de vida da população”.

Chen Deming disse que um dos principais indicadores internos na China mostra que o consumo no país deve chegar a mais de US$ 5 bilhões em 2015. Pelos dados oficiais, o setor de serviços representa 75,7% da economia de Pequim.
Em sua primeira edição, a feira de Pequim atraiu mais de 20 mil empresários, de 82 países e regiões que mantêm vínculos diretos com a China, como Macau. A feira dura cinco dias e abrange 12 grandes setores da indústria de serviços, além das áreas de educação e turismo.
Em 2009, a China superou os Estados Unidos tornando-se o principal parceiro comercial do Brasil. Em 2011, o comércio bilateral cresceu 35,2% ao alcançar US$ 84,5 bilhões, com um saldo de US$ 20,79 bilhões favorável ao Brasil.
No começo deste mês, a presidenta Dilma Rousseff conversou com o primeiro-ministro da China, Wen Jiabao, quando ouviu que os chineses querem “ampliar e aprofundar as relações com a América Latina”.
Além disso, Jiabao aceitou convite de Dilma para participar da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), cujas reuniões ocorrem no período de 20 a 22 de junho, no Rio de Janeiro.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
28/05/2012 07:36:24

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Em meio às eleições no Egito, ex-assessor de Mubarak é condenado por corrupção

(Ag. Brasil) – Suhaib Salem Zakaria Azmi, ex-chefe de gabinete do ex-presidente egípcio Hosni Mubarak,  foi condenado ontem (27) a sete anos de prisão por corrupção. A sentença pronunciada por um tribunal penal do Cairo, capital do Egito, impõe ainda ao ex-assessor de Mubarak multa de US$ 6,2 milhões. A condenação ocorre no momento em que o Egito promove suas primeiras eleições presidenciais dos últimos 60 anos.

Zakaria Azmi, assessor de Mubarak desde 1989, foi impedido de deixar o Egito graças a uma proibição de saída do território decretada pela Justiça em março de 2011, um mês após a queda do ex-presidente. O ex-chefe de gabinete foi colocado em regime de prisão preventiva, assim como outros colaboradores do governo Mubarak, e passou a ser julgado em outubro por corrupção.
Nos próximos dias 16 e 17, há o segundo turno das eleições no Egito. Os eleitores escolherão entre  o candidato da Irmandade Muçulmana, Mohamed Mursi, e o general da reserva Ahmed Chafiq (que foi primeiro-ministro de Mubarak). As eleições estão polarizadas, segundo analistas políticos. Hamdeen Sabahy, terceiro colocado, levanta dúvidas sobre os resultados e suspeita de irregularidades.
O primeiro turno dividiu os egípcios entre aqueles que desejam evitar a eleição de um político religioso e os que temem a volta de políticos ligados ao regime deposto. A ascensão de Chafiq, ex-colaborador de Mubarak, reflete a preocupação de muitos egípcios com a desordem e com a violência política que há no país.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
28/05/2012 06:50:03

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EUA: Pedidos de auxílio-desemprego ficam estáveis em 370 mil na semana passada

O número de americanos que solicitou o seguro-desemprego nos Estados Unidos permaneceu praticamente inalterado na última semana, em 370 mil. Os dados foram divulgados a pouco pelo Departamento de Trabalho do país. A leitura da semana anterior foi revista, já que antes era de 370 mil, e passou ara 372 mil. A aposta do mercado para os números de hoje era de 371 mil novos pedidos.
A média das quatro últimas semanas caiu em 5,5 mil para um total de 370 mil. Já os pedidos contínuos recuaram em 29 mil para uma base com ajuste sazonal de 3,26 milhões na semana.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
24/05/2012 09:41:06

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Expectativa – Índice de preços de imóveis FHFA: +0,3% em março

O índice que mede a atividade do setor imobiliário medido pela FHFA (Agência Federal de Financiamento de imóveis) deverá avançar 0,3% em março, de acordo com a expectativa de analistas de mercado financeiro.
Em fevereiro, o indicador também subiu 0,3%. O resultado será divulgado em breve.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
23/05/2012 10:44:26

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No Egito, eleitores vão às urnas escolher futuro presidente entre 12 candidatos

(Ag. Brasil) – Pela primeira vez nos Egito, desde a renúncia do ex-presidente egípcio Hosni Mubarak há 15 meses, 51 milhões de eleitores vão às urnas hoje (23) e amanhã (24) para escolher o futuro presidente. As eleições devem ocorrer em dois turnos, e os primeiros resultados vão ser anunciados no domingo (27). O segundo turno ocorrerão nos dias 16 e 17 de junho. No total, 12 candidatos disputam as eleições.

Desde a renúncia de Mubarak, em fevereiro de 2011, uma Junta Militar governa o Egito. Manifestantes, no entanto, queixam-se do governo informando que há privilégios aos militares e dificuldades para pôr em prática medidas democráticas. Autoridades brasileiras acompanham o processo eleitoral no país e devem se manifestar oficialmente depois do segundo turno.
Há, ainda, dúvidas sobre o processo de transição política no país. O marechal Hussein Tantawi, chefe da Junta Militar, disse que pretende fazer a transmissão do cargo ao presidente eleito em junho.
País mais populoso do chamado mundo árabe, o Egito tem 82 milhões de habitantes, que escolherão um entre 12 candidatos, depois de dez nomes terem sido rejeitados e uma pessoa ter desistido de concorrer às urnas. No país, situado no Norte da África, a votação termina por volta das 20 horas (15 horas em Brasília). As eleições ocorrem no momento em que o clima de tensão e revolta ainda persiste na região.
Os principais candidatos que estão na disputa são o secretário-geral da Liga Árabe e ex-ministro dos Negócios Estrangeiros de Mubarak Amr Moussa, o último primeiro-ministro de Mubarak, Ahmad Chafiq, um religioso muçulmano, mas que se apresenta como independente, Abdel Moneim Abul Foutouh, e o candidato da Irmandade Muçulmana, Mohammed Morsi.
Também concorrem à Presidência da República no Egito Hamdine Sabbahi (do partido Nnacionalista Árabe), o religioso muçulmano Selim Al Awa e o ativista de direitos humanos Khaled Ali. De acordo com analistas políticos, o resultado das eleições está nas mãos dos eleitores indecisos.
Na última pesquisa de opinião, elaborada pelo instituto Baseera, em 16 de maio, 2,2 mil pessoas foram ouvidas. Shafiq aparece na frente com 19,3%, seguido por Mussa, com 14,6%, e Abul Fotouh com 12,4%. Mas 33% dos entrevistados se disseram indecisos.


Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
23/05/2012 08:31:45

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Brasil defenderá políticas sociais em reunião da ONU

(Ag. Brasil) – Na próxima sexta-feira (25), o país vai defender suas políticas de combate à pobreza, como o Brasil sem Miséria e o Bolsa Família, durante a apresentação de relatório à Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra (Suíça), sobre a situação dos direitos humanos. De acordo com a ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos, as políticas sociais têm feito do Brasil um país mais igualitário.

“Um dos nossos objetivos [em Genebra] é mostrar para o mundo que as políticas de combate à pobreza no Brasil são de direitos humanos. Milhões de brasileiros superaram uma das principais violações de direitos humanos da contemporaneidade, que é viver em condições de pobreza e extrema pobreza”, disse a ministra à Agência Brasil.
O documento, elaborado pelas autoridades brasileiras e encaminhado ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, avalia as políticas implementadas na área e reúne as ações promovidas pelo governo em 26 áreas. Há referências à inclusão social, à proteção à livre orientação sexual e religiosa, ao combate ao trabalho escravo e infantil, ao estímulo à reforma agrária e à garantia dos direitos dos povos indígenas.  
No relatório, o governo apresenta os resultados do esforço de cumprir as 15 recomendações da ONU e dois compromissos voluntários que garantem a proteção dos direitos humanos. Todos os 193 países-membros das Nações Unidas são submetidos ao mecanismo a cada quatro anos e meio, o que representa uma inovação do sistema internacional de proteção dos direitos humanos. O relatório faz um balanço das medidas tomadas entre abril de 2008 e dezembro de 2011.
Outro ponto que será destacado é o fortalecimento dos instrumentos democráticos no país, como a implementação da Lei de Acesso à Informação e a instalação da Comissão da Verdade. “Sem democracia, não existem direitos humanos. Na apresentação do relatório, vou destacar que a Comissão da Verdade não terá intervenção do governo. A presidenta Dilma considera a Comissão da Verdade uma comissão de Estado, que está em um patamar diferenciado e tem autonomia”.
Os desafios do Brasil na área de direitos humanos também serão relatados à ONU. Para Maria do Rosário, os problemas que envolvem o sistema penitenciário brasileiro, como a superlotação e as torturas, ainda são os que mais desafiam o governo. Atualmente, o país tem 306 mil vagas para uma população carcerária de 514,5 mil presos, sendo que desses, 173 mil são provisórios. “Temos metas a serem alcançadas até 2014. A primeira delas é eliminar o déficit de vagas no sistema carcerário. A segunda é reduzir consideravelmente a quantidade de presos em delegacias e distritos policiais”, disse.
A federalização de crimes de direitos humanos também está entre os assuntos desafiadores, pois, segundo a ministra, as investigações e os processos nessa área têm sido lentos. Apenas o caso do assassinato do defensor de direitos humanos Manoel Matos, na Paraíba, foi federalizado. “Gostaríamos de ter uma resposta mais efetiva, mas dependemos das investigações”.
Para ela, existe uma cultura policial que ainda trata esses crimes de forma inadequada. “As polícias estaduais ainda são o nosso grande desafio. A Polícia Federal tem um núcleo de direitos humanos e a Polícia Rodoviária Federal está atenta à questão da exploração sexual de crianças e adolescentes nas estradas”.
O documento, denominado 2º Relatório Nacional do Estado Brasileiro, apresentado no Mecanismo de Revisão Periódico Universal do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas – 2012, pode ser lido na íntegra no site da Secretaria de Direitos Humanos. “O mecanismo é importante não apenas porque nos dirigimos ao conselho de direitos humanos das Nações Unidas, mas ao nosso próprio país. É um processo que nos fortalece para fazermos o que deve ser feito dentro do Brasil”, acrescentou a ministra.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
23/05/2012 06:59:05

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