Conselho da União Europeia se reúne hoje para discutir crise econômica e falta de emprego

(Ag. Brasil) – Na primeira reunião do ano, o Conselho Europeu da União Europeia (UE) – formado pelos líderes políticos da região – vão concentrar hoje (30) os debates nos impactos da crise econômica internacional e em medidas para a geração de emprego e renda. A expectativa, de acordo com os negociadores, é que seja firmada uma espécie de pacto para disciplinar as contas públicas.

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, disse estar “particularmente preocupado” com o desemprego entre os jovens. Segundo ele, a expectativa é que essa reunião leve à aprovação de uma proposta para criar programas de emprego, assim como redirecionar fundos europeus para domínios que promovam o crescimento e a criação de postos de trabalho.
As discussões começam nesta tarde. Para vários dos líderes políticos da Europa, a confiança só pode ser restaurada na região se forem adotadas medidas que levem à disciplina nas contas públicas. O principal apelo vem da chanceler alemã, Angela Merkel.
Em dezembro do ano passado, o Conselho Europeu tentou fechar um pacto, mas não houve unanimidade. A ideia é que hoje sejam negociados os termos para o pacto que deve ser votado em março e entrar em vigor 1º de janeiro de 2013 – ratificado por pelo menos 12 países da zona euro.
Os termos dos pactos devem limitar o déficit estrutural em 5% e a dívida pública em 60% do Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com o texto preliminar, aquele que não cumprir essas disposições sofrerá sanções automáticas.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
30/01/2012 08:37:02

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

CVC - Caribe - Finance One
CVC - Hoteis - Finance One

FMI prevê crescimento de 3% para economia brasileira em 2012

O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu as projeções do crescimento da economia mundial em 2012 e 2013, de acordo com o relatório Perspectivas da Economia Mundial, na tradução livre de World Economic Outlook. O documento foi divulgado hoje (24), na capital norte-americana, Washington.
Para o Brasil, o FMI prevê um crescimento de 3% da economia neste ano, abaixo da média global de 3,3%. Em 2010, a projeção de crescimento da economia brasileira foi de 7,5%, acima da média global de 5,2%.
A redução da perspectiva de crescimento mundial foi motivada principalmente pela deterioração econômica na zona do euro. “A principal razão é o recrudescimento da crise na zona do euro, que interage com fragilidades financeiras em outros lugares”, diz o relatório.
Para o FMI, a crise na Europa também repercute de forma negativa nas economias emergentes. “O crescimento em economias emergentes também deve desacelerar por causa do pior ambiente externo e um enfraquecimento da demanda interna”, ressalta o documento.
A previsão anterior para a economia mundial foi divulgada no ano passado e previa uma expansão de 4%. Para 2013, a perspectiva é de uma expansão de 3,9%, o que representa um corte de 0,6 ponto percentual. Para a zona do euro, o relatório prevê uma retração de 0,5% em 2012. A previsão anterior era de uma expansão de 1,1%. Para 2013, o relatório prevê uma recuperação lenta, com expansão de 0,8%.
O relatório expressa ainda forte preocupação com a saúde financeira das instituições bancárias e também com a falta de medidas eficazes na busca do equilíbrio fiscal dos países europeus. “Especificamente, preocupações com perdas no setor bancário e com a sustentabilidade fiscal levaram a uma ampliação nos juros de títulos soberanos para muitos países europeus”, destaca o FMI.
Para a China, o relatório prevê uma expansão, em 2012, de 8,2%, uma diferença de 0,8 ponto percentual em relação à previsão anterior. Já em relação aos Estados Unidos, apesar dos riscos para a economia considerados pelo FMI, o relatório manteve a estimativa de crescimento de 1,8% em 2012. De acordo com o relatório, “o impacto desses eventos no crescimento será compensado pela forte demanda doméstica subjacente em 2012”.
“No médio prazo, Estados Unidos e Japão devem formular e implementar um plano de consolidação factível, pois nenhum dos países pode confiar em sua condição de refúgio seguro”, sugere o organismo internacional no relatório.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
24/01/2012 16:22:45

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

MercadoPago-01-300x250_cheio-Finance-One
LATAM - Destinos Nacionais - Finance One

UE chega a acordo sobre derivativos

A reunião dos ministros das Finanças da União Européia, em Bruxelas, terminou com um acordo no que diz respeito aos poderes dos reguladores sobre os derivativos de balcão.

Os ministros firmaram um pacto sobre quando os supervisores da região podem se sobrepor a decisões nacionais para autorizar a criação de empresas de clearing. A proposta é endurecer as regras.
 
O Reino Unido tinha a preocupação de limitar os poderes da região sobre os países, temendo que as empresas de clearing britânicas migrassem parte dos negócios para a zona do euro. Porém, pelo acordo a decisão não será um precedente para as leis financeiras futuras da UE.

A partir de agora, os reguladores terão poderes para bloquear uma decisão nacional para autorizar uma empresa de clearing se eles obtiverem maioria de dois terços dos votos entre reguladores relevantes.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
24/01/2012 11:57:03

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

CVC - Caribe - Finance One
LATAM - Destinos Nacionais - Finance One

Alemanha rejeita proposta de ampliar fundo de resgate europeu para 500 bi de euros

A chanceler alemã, Angela Merkel, recusou hoje a proposta para aumentar o capital do Mecanismo de Estabilidade Europeu (MEE), afirmando que a prioridade deve ir para a sua rápida introdução, e para o pagamento das contribuições dos países do euro.
 
A chefe do governo alemão reagiu a u proposta do primeiro-ministro italiano, Mario Monti, para o aumento do MEE para o dobro, de 500 bilhões de euros para um bilhão de euros, para proteger os países da moeda única mais endividados dos altos juros cobrados pelos mercados de capitais.
 
Merkel não excluiu, no entanto, um aumento no prazo do MEE, quando os líderes europeus procederem, em março, à reavaliação do futuro mecanismo, que deverá ser introduzido no próximo verão na Europa.
 
“A Alemanha sempre disse que fará tudo o que for necessário para salvar o euro”, destacou Merkel, após uma reunião, em Berlim com o primeiro-ministro da Bélgica, Elio di Rupo, para preparar o Conselho Europeu de 30 de janeiro.
 
O chefe do governo belga propôs também que se apliquem primeiro as decisões já tomadas quanto ao MEE, e só depois se discuta a necessidade de reforçar o Mecanismo Permanente, que substituirá o atual fundo de resgate (FEEF).

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
23/01/2012 11:50:20

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

Mercado-Pago-02-300x250_parcelado-Finance-One
LATAM - Destinos Nacionais - Finance One

Lagarde alerta para risco de recessão global

A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI) e antiga ministra das Finanças de Nicolas Sarkozy, Christine Lagarde, voltou hoje a alertar que, na ausência de políticas fortes, em particular da Europa para conter a crise do euro, o mundo tem grande probabilidade de enfrentar uma crise de grandes proporções, semelhante à Grande Depressão, iniciada em 1929.
 
Lagarde voltou a declarar que a Europa precisa de “defesas mais fortes para travar o contágio do euro” em países como Itália ou Espanha, com políticas que promovam o crescimento e de uma integração mais profunda, numa alusão à criação de “eurobonds”.
 
Quanto às “linhas de defesa”, Lagarde insistiu na antecipação da entrada em vigor do Mecanismo Europeu de Estabilidade e com mais recursos do que os 500 bilhões de euros previstos – algo que tem sucessivamente esbarrado com na oposição da Alemanha.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
23/01/2012 11:41:48

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

MercadoPago-01-300x250_cheio-Finance-One
LATAM - Destinos Nacionais - Finance One

FMI poderá negociar novos empréstimos com a Grécia

A Grécia irá negociar um novo empréstimo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) como parte do plano de ajuda concedido pela zona euro a Atenas no final de outubro. O país passa por uma grave crise financeira e enfrenta problemas para equilibrar a dívida pública. Medidas de austeridade fiscal têm levado a manifestações e a greves no país.
No final do ano passado, a Grécia chegou a dizer que poderia sair da zona euro caso não recebesse ajuda financeira.
O ministro das Finanças grego, Evangelos Venizelos, disse que a decisão saiu ontem (18) de uma reunião informal com a administração do FMI em Washington, nos Estados Unidos.  
“Houve ‘luz verde’ ontem, durante uma reunião informal do conselho de administração do FMI em Washington. Foi dada autorização para os quadros do FMI iniciarem negociações com a Grécia para o novo programa de ajuda, que se junta a um primeiro plano UE-FMI de apoio à Grécia decidido em maio de 2010”, disse Venizelos no parlamento.
Até agora, o FMI não estava envolvido no segundo plano de ajuda de 130 bilhões de euros decidido em outubro, durante uma conferência extraordinária da União Europeia em Bruxelas.
A decisão do FMI pode indicar um acordo da Grécia com os credores privados para um perdão da dívida. As negociações pretendem obter o perdão voluntário de 100 bilhões dos cerca de 350 bilhões da dívida grega.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
19/01/2012 11:53:46

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

Mercado-Pago-02-300x250_parcelado-Finance-One
LATAM - Ofertas Brasil - Finance One

Países ricos deverão sofrer mais redução na sua economia, diz estudo do Banco Mundial

(Ag. Brasil) –  A crise econômica internacional gerou impactos negativos em todos os países, sem exceção. Essa é a conclusão do estudo, divulgado hoje (18), pelo Banco Mundial. Para os países ricos, a previsão é de queda no crescimento econômico – a exemplo do que deve ocorrer com a América Latina e o Caribe. A projeção para 2012 é que a queda varie de 1,4% a -0,3% – o menor percentual se refere aos países da zona do euro que enfrentam os efeitos da crise de forma mais intensa.

Porém, o estudo mostra como aspecto positivo um crescimento no comércio mundial. O setor cresceu cerca de 6,6% em 2011 deve aumentar 4,7% em 2012. A recuperação, segundo o relatório, ocorrerá em 2013 quando o comércio mundial deve registrar crescimento de 6,8%.
Os efeitos da Primavera Árabe atingiram de maneira intensa a economia no Oriente Médio e Norte da África, segundo o Banco Mundial. A economia nesses países caiu aproximadamente 1,7% em 2011 e a previsão é que o crescimento permaneça em baixa ao longo deste ano, no patamar de 2,3%, subindo para 3,2%, em 2013.
O Leste da Ásia e do Pacífico tiveram suas economias afetadas pelas inúmeras inundações na Tailândia e também pelos impactos da crise econômica internacional. O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) regional caiu para 8,2% em 2011 e deverá chegar a 7,8% em 2012 e 2013. O crescimento da China foi estimado em 9,1% em 2011 e 8,4% até dezembro.
No entanto, na Europa e Ásia Central a economia cresceu em torno de 5,3% no ano passado. Mas nem por isso a região sofreu menos com as pressões inflacionárias e a redução nos fluxos de capital. A previsão é que a economia na região também sofra uma desaceleração ao longo de 2012 chegando a 3,3%, embora com previsão de recuperação em 2013, quando pode atingir 4,3%.
Ao contrário da tendência mundial, a África Subsaariana registrou crescimento econômico intenso em 2011 com um percentual de 4,9%. Com exceção da África do Sul, a taxa do restante da região atingiu 5,9% no ano passado. A estimativa é de que haverá crescimento de 5,3% em 2012 e 5,6% em 2013.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
18/01/2012 10:36:02

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

CVC - Caribe - Finance One
LATAM - Ofertas Brasil - Finance One

Banco Mundial prevê queda em crescimento econômico da América Latina e Caribe em 2012

(Ag. Brasil) – A América Latina e o Caribe deverão sofrer os impactos da crise econômica mundial em 2012. A região deverá reduzir o crescimento para 3,6% este ano, enquanto em 2011 registrou 4,2%. Porém, a previsão para 2013 é a de que o crescimento econômico retorne aos 4,2%. A conclusão faz parte de um estudo do Banco Mundial (Bird) divulgado hoje (18).

Para o Banco Mundial, a região foi afetada pelo enfraquecimento da economia global, pela incerteza gerada pela crise da dívida dos países da zona do euro, pela desaceleração da economia da China e a lentidão de líderes internacionais na execução de políticas para conter os impactos da crise global.
O Banco Mundial recomenda ainda que os líderes dos países em desenvolvimento se preparem para o enfrentamento de mais problemas, avaliando vulnerabilidades e adotando medidas de contingenciamento.
A sugestão é que sejam definida medidas que busquem o financiamento para o déficit orçamentário, priorizando gastos em redes de segurança social e infraestrutura para garantir crescimento de longo prazo e impedir que as instituições bancárias entrem em crise.
Em relação ao cenário mundial, a instituição avalia que a economia global deverá crescer apenas 2,5% em 2012. A crise na zona do euro se agravou em agosto de 2011 coincidindo com o abrandamento do crescimento em vários grandes países em desenvolvimento (Brasil, Índia e, em menor medida, Rússia, África do Sul e Turquia), diz o estudo.
De acordo com o levantamento, os mercados de ações dos países em desenvolvimento perderam 8,5% de seu valor desde o final de julho de 2011. Essa queda combinada com a redução de 4,2% em mercados de alta renda de capital resultaram em perda de US$ 6,5 bilhões dólares – o equivalente a 9,5% do Produto Interno Bruto (PIB) global.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
18/01/2012 09:46:41

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

Mercado-Pago-02-300x250_parcelado-Finance-One
LATAM - Ofertas Brasil - Finance One

Tesouro não pretende ampliar fatia do câmbio na dívida pública

(Ag. Brasil) – Apesar de obter baixas taxas de juros no lançamento de títulos da dívida externa, com custos menores em relação à dívida interna, o Tesouro Nacional não pretende ampliar a participação do câmbio na dívida pública. Segundo o coordenador-geral de Planejamento Estratégico da Dívida Pública, Otávio Ladeira, o volume de operações atreladas ao câmbio não pode ser expressivo porque a correção pelo dólar representa um risco para a administração do passivo do Tesouro.

“De fato, os custos da dívida externa estão baixos, mas deixarão de ser menores se houver uma venda maciça de dólares e a cotação [da moeda norte-americana] disparar”, explicou Ladeira. Segundo ele, a indexação excessiva da dívida pública ao câmbio aumenta a vulnerabilidade do país a crises internacionais. “Por isso, reduzimos significativamente a participação do dólar na dívida pública, que estava entre 50% e 60% no fim da década de 1990”.
Atualmente, 4% da Dívida Pública Federal (DPF) são corrigidos pelo dólar, o equivalente à soma da dívida externa e dos títulos da dívida interna atrelados ao câmbio. Ladeira, no entanto, admitiu que o percentual atual está abaixo da meta de longo prazo de 5% a 10% estabelecida no Plano Anual de Financiamento (PAF). É o PAF que determina os parâmetros para a administração da dívida pública.
Apesar de a participação do câmbio estar abaixo da meta, o coordenador de Operações da Dívida Pública, José Franco de Morais, descartou a possibilidade de o governo mudar a estratégia neste ano. Segundo ele, o Tesouro continuará a fazer pequenas emissões no exterior, como a realizada na semana passada, e a recomprar parte da dívida externa até 1,5 mil dias antes do vencimento.
Os dois coordenadores também comentaram a captação de US$ 825 milhões no exterior nos últimos dias 3 e 4, quando o Tesouro obteve juros de 3,499% ao ano, a menor taxa da história. Segundo Ladeira, o governo não pretende usar essas emissões para se financiar com dinheiro dos investidores internacionais, mas obter taxas menores que reduzem os juros da dívida externa e servem de referência para as empresas que pegam dinheiro emprestado no estrangeiro.
Nos dias seguintes à operação do Tesouro, a mineradora Vale captou US$ 1 bilhão no exterior e o banco Bradesco obteve US$ 750 milhões em emissões internacionais. “Os juros conseguidos por essas empresas ficaram em níveis parecidos com a taxa registrada pelo Tesouro, que foi a menor da história”, destacou Morais.
Apesar de pretender retomar as emissões em reais neste ano, os técnicos do Tesouro descartaram a possibilidade de o governo brasileiro emitir títulos em outras moedas além do dólar e do real, como o euro e o yuan – moeda da China. “O mercado em dólar atende à maioria dos compradores internacionais, que trocam a moeda norte-americana por dinheiro de seus países. Então, não vemos necessidade de fazer lançamentos em outras moedas”, explicou Morais.
Ladeira apresentou um gráfico com a queda dos juros das captações internacionais. Um título da dívida externa de dez anos, que pagava 14,6% ao ano em 1999 e 12,6% ao ano em 2002, agora paga menos de 4%. “Essa queda é reflexo dos fundamentos econômicos dos últimos anos. A dívida pública está em queda, as reservas internacionais bateram recorde, a inflação está sob controle, e o crescimento permanece estável, robusto e constante. Isso influenciou a melhora da nota do Brasil pelas agências de classificação de risco”, ressaltou.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
11/01/2012 08:44:15

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

CVC - Caribe - Finance One
CVC - Hoteis - Finance One

Merkel e Sarkozy se reúnem pela 1ª vez este ano para tratar da crise da dívida europeia

A chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, se reúnem hoje (9), em Berlim, na Alemanha, para preparar a reunião do Conselho Europeu, marcada para 30 de janeiro, na qual voltará a ser discutida a crise da dívida na zona euro.
Esta é a primeira reunião dos dois dirigentes neste ano, na qual será tratada a aprovação, no Conselho Europeu, do novo acordo intergovernamental para reforçar a disciplina orçamentária da zona euro.
O acordo deverá instituir sanções automáticas para quem exceder os limites do endividamento e de déficit fixados no Tratado de Maastricht, que constituiu a União Europeia (UE).
A versão final do novo acordo ainda está em negociações, mas terá de ser aprovada até 30 de janeiro, para que possa ser sancionado pelos parlamentos nacionais e entrar em vigor em março.
Na agenda de Merkel e Sarkozy está também, segundo o porta-voz do governo alemão, Steffen Seibert, a situação na Hungria, país da UE que não faz parte da zona euro, mas passa por uma grave crise financeira.
A crise financeira na Grécia, que dá sinais de se agravar, também deve entrar na pauta da reunião. Na semana passada, o governo grego admitiu, pela primeira vez, a possibilidade de o país deixar o Euro, caso não receba apoios financeiros da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Outro país que será alvo especial das atenções dos dois mandatários é a Itália, terceira maior economia europeia, cujo colapso teria consequências dramáticas para a moeda única. No final do ano passado, Silvio Berlusconi teve que deixar o cargo de primeiro ministro por não conseguir encontrar medidas para tirar o país da crise. Mario Monti assumiu seu lugar.
O encontro também deverá tratar a criação de um novo imposto sobre transações financeiras. O presidente francês, Nicolas Sarkozy, anunciou na sexta-feira (6) que a França pretende criar rapidamente o imposto, mas Berlim voltou a afirmar que prefere que esta medida seja estendida a todos os países da UE para que tenha a devida eficácia.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
09/01/2012 10:58:05

HeadLines Enfoque
Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

MercadoPago-01-300x250_cheio-Finance-One
CVC - Hoteis - Finance One