Fórum Ásia-Pacífico se reúne para analisar impactos da crise econômica internacional

(Ag. Brasil) – Reunidos no Havaí (nos Estados Unidos), os 21 vice-ministros das Finanças dos países que integram o Fórum Ásia-Pacífico (Apec) discutem os impactos da crise econômica internacional. As autoridades se dizem preocupadas com as ameaças de deterioração causadas pela crise na zona do euro.

O objetivo do grupo é buscar mecanismos para estimular a economia mundial e conter os riscos de recessão.Os vice-ministros estão reunidos em Honolulu (capital do Havaí) e avaliam os acontecimentos recentes ocorridos na Grécia e na Itália.
Na Grécia, o primeiro-ministro, George Papandreou, oficializou sua renúncia e o governo se prepara para formar uma gestão de coalizão. Em fevereiro, ocorrerá a formação do novo governo. Mas ainda hoje (10) deve ser escolhido o substituto de Papandreou.
Na Itália, o primeiro-ministro, Silvio Berlusconi, que perdeu a maioria no Parlamento, anunciou que deixará o cargo. Mas avisou que aguarda que o Congresso italiano aprove o pacote de austeridade das contas públicas exigido pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e a União Europeia.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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10/11/2011 08:44:04

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Comissão Europeia anuncia previsões econômicas para a Europa

(Ag. Brasil)  – Os efeitos da crise econômica internacional ocupam hoje (10) os debates da Comissão Europeia em Bruxelas, na Bélgica. A comissão apresenta nesta quinta-feira as próximas previsões econômicas. Em setembro, as previsões foram revistas para baixo. Paralelamente, os governos da Alemanha e da França debatem a possibilidade de uma reforma na estrutura da União Europeia.

Franceses e alemães examinam a hipótese de criar uma zona do euro mais integrada e reduzida. A iniciativa vai impor a necessidade de retirada de alguns dos 17 países que integram a zona do euro e adotam a moeda única.
As discussões ocorrem no quarto dia de negociações na Grécia, na tentativa de definir um nome para ocupar o cargo de primeiro-ministro e organizar o governo de transição. O presidente grego, Carolos Papoulias, reúne-se com os líderes dos partidos políticos para tentar um acordo.
Ontem (9), o primeiro-ministro grego, George Papandreou, formalizou seu pedido de demissão, mas não adiantou quem o substituirá. O futuro primeiro-ministro terá de garantir a execução do novo  pacote de austeridade definido pela União Europeia e garantir as eleições de 19 de fevereiro.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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10/11/2011 08:37:31

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Câmara Federal da Itália aprova contas públicas e Berlusconi consegue manter-se no cargo

O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, conseguiu hoje (8) aprovar as contas públicas, em um voto de confiança da Câmara Federal que ajuda a definir seu futuro político à frente da chefia de governo. O texto foi aprovado por 308 votos favoráveis, apesar de a oposição ter promovido um movimento integral de abstenção. As informações são da Câmara Federal italiana. A proposta foi aprovada pelo Senado.
Caso a proposta fosse rejeitada, analistas italianos apontavam como certa a queda de Berlusconi. A aprovação da proposta orçamentária tem relação direta com a necessidade de o governo da Itália adotar medidas internas de contenção de despesas e austeridade nos gastos.
Apesar de ter um déficit público relativamente baixo, de 3,7% do Produto Interno Bruto (PIB), a Itália preocupa os investidores, com uma combinação de baixo índice de crescimento e uma dívida de 1,9 trilhão de euros.
Desde ontem (7), o clima de incerteza predomina na zona do euro, sendo que, agora, a Itália é o país que mais desperta preocupações, tendo sido precedida pela Grécia. O fundador do Movimento da Liga Norte da Itália, Umberto Bossi, um dos principais aliados do primeiro-ministro italiano, chegou a pedir a renúncia do amigo. A Liga do Norte é um dos partidos da coalizão de governo de Berlusconi.
Os ministros das Finanças dos 27 países da União Europeia vão se reunir ainda hoje para discutir o problema. No fim do mês passado, líderes europeus haviam concordado, em princípio, a elevar o montante do Fundo Europeu de Investimento dos atuais 440 bilhões de euros para 1 trilhão de euros para ajudar a conter os problemas com as dívidas dos países em dificuldades, incluindo a Itália e a Espanha.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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08/11/2011 15:09:30

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Mantega nega que Brasil tenha oferecido recursos ao FMI para ajudar países europeus

(Ag. Brasil) – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou que o Brasil tenha oferecido US$ 10 bilhões para o Fundo Monetário Internacional (FMI) ajudar os países da zona do euro em crise conforme publicado hoje (8) na imprensa nacional. “Não. Não está correto. O Brasil estava disposto a fortalecer o FMI, juntamente com outros países, inclusive com o Brics, mas depende da forma como os europeus têm se posicionado diante da crise”, disse. O grupo conhecido como Brics é formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – países emergentes que se destacam pela forma como têm conseguido enfrentar a crise internacional.
Segundo Mantega, os europeus precisam cumprir “certas tarefas” como organizar o Fundo Europeu (Feef – Fundo Europeu de Estabilidade Financeira) e utilizar mais os recursos do Banco Europeu. Outro impasse, disse o ministro, se refere ao problema da Grécia que ainda não está totalmente solucionado. “Tudo isso não foi concretizado e em função disso não foi feita nenhuma proposta concreta”, destacou.
O ministro não descartou que algum tipo de contribuição do Brasil possa ser discutida no futuro. Os recursos, entretanto, teriam que ser destinados a qualquer integrante do FMI que encontre dificuldade por causa da crise e não apenas para os países da Europa.
“Hoje, nós estamos vendo que há saída de capitais dos países emergentes por causa dessa situação e os emergentes poderão precisar de recursos inclusive do FMI. Mas nenhuma cifra foi definida de nenhuma parte, ninguém definiu cifras. Nem chineses, nem americanos e tampouco o Brasil.”

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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08/11/2011 11:50:33

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Berlusconi enfrenta hoje votação no Parlamento que definirá seu futuro político

(Ag. Brasil) – O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, enfrenta hoje (8) no Parlamento uma votação-chave sobre o Orçamento. A votação ocorre em meio ao temor de que o país possa ser a próxima vítima da crise das dívidas dos países na zona do euro. A decisão indicará se Berlusconi, que já sobreviveu a mais de 50 votos de confiança, mantém o apoio da maioria do Parlamento.
Ontem (7) Berlusconi negou que pretenda renunciar. Analistas italianos avaliam que o governo está enfraquecido para impor os cortes de gastos necessários para conter o déficit público e o aumento da dívida. Apesar de ter um déficit público relativamente baixo, de 3,7% do PIB, a Itália causa preocupações entre os investidores, com uma combinação de baixo índice de crescimento e uma dívida de 1,9 trilhão de euros.
As preocupações com a Itália dominaram o debate substituindo as discussões sobre a Grécia, onde líderes políticos locais ainda discutem a formação de um novo governo de coalizão e a escolha de um novo primeiro-ministro para implementar medidas de austeridade em troca de ajuda internacional.
Na semana passada, sob pressão, o governo italiano anunciou que se submeterá a inspeções trimestrais do Fundo Monetário Internacional (FMI) para verificar o cumprimento de suas políticas para contenção da dívida. Ontem (7), as principais bolsas europeias subiram em meio à expectativa de uma saída de Berlusconi, mas voltaram para o vermelho após ele negar a renúncia em sua página no Facebook.
Os mercados forçam a Itália a pagar taxas de juros altas, que podem eventualmente levar o país à bancarrota, o que significa que a pressão sobre Berlusconi para deixar o cargo é alta. O Comissário da União Europeia para Assuntos Econômicos, Olli Rehn, disse que espera respostas da Itália até o fim da semana.
“É essencial agora que a Itália cumpra suas metas fiscais, assegure a sua implementação e intensifique as reformas estruturais que podem promover o crescimento”, disse Rehn. Hoje os ministros das Finanças de todos os 27 países da União Europeia se reunirão para discutir o problema.
No fim de outubro, líderes europeus haviam concordado em princípio a elevar o montante do fundo dos atuais 440 bilhões de euros para 1 trilhão de euros para ajudar a conter os problemas com as dívidas dos países em dificuldades, incluindo Itália e Espanha.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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08/11/2011 10:51:31

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Para diretora-gerente do FMI, líderes devem agir rápido para evitar nova década perdida

(Ag. Brasil) – Em visita à Rússia, a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, disse hoje (7) que o mundo sofre “de uma crise coletiva de confiança”, referindo-se aos impactos da crise econômica internacional. Segundo ela, os líderes políticos devem agir rapidamente para evitar mais incerteza, instabilidade e um colapso global. A iniciativa deve partir da comunidade internacional como um todo, e não de ações isoladas, destacou Lagarde.

“Se não agirmos em conjunto, poderemos entrar em uma espiral de incerteza, de instabilidade financeira e de colapso na demanda global. Em última análise, poderemos enfrentar uma década perdida de baixo crescimento e alto desemprego”, disse Lagarde.
A diretora-gerente elogiou a decisão dos líderes da União Europeia de socorrer os países da zona do euro que enfrentam dificuldades para rolar as dívidas. Citando a ajuda à Grécia, Lagarde disse que foi um “passo importante” para restaurar a confiança e a ordem na região. “A nossa economia global moderna é incrivelmente complexa e interdependente. A Rússia e os demais países emergentes têm atuado bem na tentativa de enfrentar a crise econômica internacional. Mas agora vemos nuvens escuras”, disse Lagarde.
Para a diretora-gerente, os riscos da crise econômica internacional são graves. “Todos devemos estar vigilantes”, alertou. De acordo com Lagarde, é preciso reagir e afastar a tristeza para restaurar o crescimento global. Ela advertiu que a tendência de o desemprego aumentar é percebida em vários locais do mundo.
Lagarde ressaltou a liderança da Rússia entre os emergentes. “É o maior produtor mundial de petróleo e, ao lado de outros importantes mercados emergentes, ajuda a elevar o crescimento, inclusive em países de baixa renda, por intermédio do comércio, dos investimentos e dos financiamento”, disse.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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07/11/2011 15:27:53

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Alemanha defende permanência da Grécia na zona do euro

A Alemanha não quer que a Grécia seja excluída da zona do euro, e espera que as reformas estruturais que foram acordadas sejam postas em prática, para evitar o colapso da economia helênica.
 
A garantia foi dada pelo porta-voz do governo alemão, Steffen Seibert, na manhã desta segunda-feira, em Berlim. O mesmo desejo foi manifestado por Wolfgang Schaeuble, ministro das finanças alemão, que reiterou a necessidade de a Grécia se comprometer com as medidas de austeridade, independentemente do governo que liderar o parlamento.

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07/11/2011 11:06:40

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Vendas no varejo da zona do euro caem 0,7% em setembro

As vendas no varejo da zona do euro recuaram 0,7% em setembro, informou nesta segunda-feira a Eurostat. O resultado, o primeiro declínio desde maio, veio bem pior que a previsão dos analistas, de queda de 0,1%. Em agosto as vendas haviam subido 0,1%.
Na comparação anual, houve desaceleração de 1,5%, também muito pior do que o recuo de 0,5% esperado.
Na comparação mensal, os maiores declínios do varejo foram registrados em Portugal (-3,7%) e Espanha (-1,7%). Na França, o varejo encolheu 0,6%; na Alemanha, ao contrário, houve expansão de 0,4%.

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07/11/2011 08:39:41

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Cúpula do G20 teve sucesso relativo, diz Dilma

Após dois dias de discussões na Cúpula do G20 (grupo das 20 maiores economias do mundo), na cidade francesa de Cannes, a presidenta Dilma Rousseff disse que a reunião teve “sucesso relativo”. Segundo Dilma, a preocupação central do encontro foi a estabilidade global, e ficou claro que tal situação não será alcançada sem a busca do crescimento.
“Foi uma reunião que teve o mérito de colocar na ordem do dia, mais uma vez, a força do G20 no que se refere ao apoio, ao auxílio e à sustentação de políticas anticrise imediatas, de políticas que se dispõem a dar sustentação ao conjunto do sistema. É um sucesso relativo, na medida em que os países da zona do euro deram um passo à frente na forma de enfrentar a crise”, ressaltou Dilma, em entrevista coletiva concedida hoje (4), ao final do encontro.
Dilma fez um breve relato sobre os encontros bilaterais que teve ao longo dos dois dias da cúpula. Com a primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel, a presidenta falou sobre as relações comerciais com o país e se comprometeu a visitá-lo em março do ano que vem. As duas chefes de governo decidiram também enfatizar a importância ds pequena e média empresas no Ano Brasil-Alemanha, que ocorrerá no período 2013-2014.
No encontro com os líderes japoneses, um dos temas em pauta foi o trem-bala. Com representantes de movimentos sindicais, a presidenta conversou sobre o desemprego e a piora das condições de trabalho.
A crise financeira mundial, a dívida dos países europeus e o resgate da Grécia, cuja economia enfrenta um período de dificuldades, foram os assuntos dominantes nas discussões da cúpula, em Cannes.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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04/11/2011 15:10:22

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Ministro das Finanças diz que Grécia não fará mais referendo

O ministro das Finanças grego, Evangelos Venizelos, disse hoje (4) que a Grécia não vai promover o referendo sobre o plano europeu para a saída da crise. O anúncio foi feito hoje aos líderes da zona euro.
A decisão de fazer um referendo foi feita pelo primeiro-ministro grego, Georges Papandreu, no início deste mês e causou polêmica entre os líderes europeus, principalmente a chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy.
Em um comunicado, Venizelos confirmou a decisão do primeiro-ministro. Ele também diz que o governo vai lutar hoje à noite pela aprovação da moção de confiança à gestão de Papandreu “para obter o maior consenso possível”.
“O objetivo é garantir a aplicação do acordo de redução da dívida da Grécia concluído pela zona euro em Bruxelas na semana passada. O acordo garante que a Grécia permaneça na zona do euro, respeita os sacrifícios do povo grego e abre a perspetiva de um regresso da economia à normalidade, explica Venizelos.
O ministro fez os contatos telefônicos com os responsáveis da zona euro para informar a decisão, enquanto aguarda o discurso que deverá ser feito hoje à noite pelo primeiro-ministro grego, antes da votação da moção de confiança, no Parlamento. O resultado da votação poderá definir o futuro de Papandreu no cargo. Um resultado negativo pode enfraquecê-lo politicamente.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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04/11/2011 14:34:44

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