PIB da União Europeia registrou queda de 4,5% em 2011

No ano passado, auge da crise econômica internacional, os europeus registraram queda no Produto Interno Bruto (PIB). Em 2011, a União Europeia acumulou uma retração média de 4,5%, sendo que na zona do euro houve queda de 4,1%. A dívida pública na região subiu para 82,5% do PIB em comparação com os 80% registrados em 2010. Os dados são do instituto de estatística do bloco, o Eurostat.
Pelos dados, as maiores quedas no PIB foram registradas na Irlanda (13,1%), Grécia (9,1%), Espanha (8,5%) e Grã-Bretanha (8,3%). As menores retrações ocorreram na Finlândia (0,5%), em Luxemburgo (0,6%) e na Alemanha (1%). Houve crescimento na Hungria (4,3%), Estônia (1%) e Suécia (0,3%).
De acordo com o Eurostat, 24 países europeus melhoraram sua dívida pública em 2011 em relação ao ano anterior. Mas houve piora no Chipre e na Eslovênia, enquanto na Suécia o resultado ficou estável. Os níveis mais baixos de dívida pública foram registrados na Estônia (6% do PIB), Bulgária (16,3%), em Luxemburgo (18,2%), na Romênia (33,3%) e Suécia (38,4%).
Em quatro países, os percentuais da dívida pública foram considerados elevadíssimos: Grécia (165,3% do PIB), Itália (120,1%), Irlanda (108,2%) e Portugal (107,8 %). Os governos desses países adotaram medidas de contenção interna de gastos e enfrentaram momentos de turbulência devido à reação negativa da população.
A União Europeia como um todo reduziu os níveis de despesa pública e aumento da receita em relação ao PIB em 2011, na comparação com 2010. No total de 27 países, os gastos atingiram 49,1% do PIB e as receitas chegaram a 44,6%.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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23/04/2012 10:18:24

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Economia espanhola recua 0,4% no 1º trimestre

O Produto Interno Bruto (PIB) da Espanha registrou contração de 0,4% no 1º trimestre de 2012, na comparação com o quarto trimestre do ano passado, e queda de 0,5% ante os primeiros três meses de 2011.
As informações são do Banco Central do país, que disse que a economia da Espanha, a quarta maior da zona do euro, está diante de uma série de incertezas, inclusive, com riscos relacionados à crise da dívida na região.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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23/04/2012 07:59:34

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Mantega defenderá que Alemanha gaste mais para conter crise global

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, deve defender hoje (20), em Washington, que a Alemanha adote medidas de estímulo para evitar mais um estancamento da economia mundial. Segundo o texto do discurso, antecipado à imprensa, Mantega levará o assunto ao Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC, na sigla em inglês).
Nas declarações que fará no FMI (Fundo Monetário Internacional), o ministro deve dizer que as medidas de austeridade tomadas pelas economias avançadas estão reduzindo o crescimento nas economias emergentes. Segundo o texto distribuído à imprensa, Mantega dirá que o Brasil “fará o que julgar necessário” para exercer controle sobre o fluxo excessivo e desestabilizador de capitais para o país.
“A consolidação fiscal está pesando no crescimento de muitas economias avançadas. Concordamos com o fundo que essas economias, com espaço suficiente [para expansão de gastos], deveriam reduzir o passo do ajuste fiscal e deixar os estabilizadores automáticos operarem”, diz o texto do discurso.
Para o ministro, “algumas delas podem inclusive introduzir estímulos fiscais”. “A Alemanha e alguns países do Norte da Europa, por exemplo, podem estar aptos a adotar políticas fiscais mais flexíveis. Isso não só ajudaria a demanda global, como facilitaria o reequilíbrio dentro da zona do euro.”
Mantega deve usar o mesmo tom ao falar das políticas de expansão monetária adotadas pelos países desenvolvidos para conter os efeitos da crise, fazendo ressalvas ao FMI por não apoiar os países emergentes que tentam se defender. “Algumas economias estão pagando um alto preço pelas políticas monetárias ultrafrouxas das economias avançadas. O aumento na liquidez global rapidamente encontra sua direção para as economias emergentes, especialmente aquelas com fundamentos econômicos mais fortes, como o Brasil”, diz o discurso distribuído à imprensa.
“O governo brasileiro permanece comprometido a fazer o que julgar necessário para conter os fluxos excessivos e voláteis de capital, por meio de uma combinação de intervenção nos mercados de câmbio à vista e futuros, medidas macroprudenciais e controles de capital.”
O ministro deve manifestar ainda preocupação com o ritmo lento de implementação das mudanças de cota e governança decididas pelo fundo em 2010. Essas reformas precisam ser adotadas até outubro deste ano. Segundo ele, os países do fundo têm apenas seis meses para aprovar as reformas nos respectivos parlamentos. Uma nova fórmula para a distribuição de poder no FMI começou a ser estudada. O modelo deve ser aprovado no ano que vem e posto em prática em 2014.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
20/04/2012 14:35:19

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Soros diz que crise da zona do euro está menos volátil e mais letal

O mega-investidor George Soros acredita que a crise europeia chegou a um momento de mudança para pior. Segundo ele, o programa de compra de ativos por parte do Banco Central Europeu (BCE), escondeu a deterioração dos fundamentos econômicos. Com isso, os desequilíbrios continuam piorando na zona do euro.
 
“A crise entrou numa fase que pode ser menos volátil, só que mais letal”, disse o investidor, que em 1992 apostou que a libra esterlina iria sair do mecanismo que dava entrada na moeda única. O programa de compra de ativos do BCE permite aos bancos espanhóis comprar dívida pública, contendo a volatilidade no mercado secundário.
 
Só que, entretanto os desequilíbrios persistem, enquanto os países e instituições voltaram a se concentrar em limitar o seu risco às fronteiras internas da zona do euro, argumenta o presidente do Soros Fund Management.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
12/04/2012 08:32:10

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S&P diz que Europa não sairá da recessão antes do fim do ano

A Standard & Poor’s afirmou que a economia da zona do euro deverá reforçar o movimento de contração no terceiro trimestre, só devendo inverter a tendência no final do ano ou início de 2013.
 
Em um relatório intitulado “Não há uma via rápida de saída da recessão na Europa”, a agência de “rating” sublinha que “a Alemanha e outros países  do norte da zona do euro deverão registrar um fraco crescimento do PIB este ano, ao passo que os seus vizinhos do sul -Itália, Espanha e Portugal – deverão viver uma genuína recessão”.
 
Segundo Jean-Michel Six, economista-chefe da S&P para a EMEA (Europa, Médio Oriente e África), o fortalecimento gradual da procura por parte dos mercados emergentes deverá trazer algum tipo de apoio, “atendendo à flexibilização em curso das políticas monetárias na maioria destes mercados”.
 
Além disso, de acordo com o mesmo responsável, é possível que as famílias recorram às suas poupanças, o que deverá reforçar o consumo nos países da união econômica e monetária: Alemanha, Bélgica, Holanda, Luxemburgo e França.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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04/04/2012 08:13:56

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Preços no atacado desaceleram na zona do euro em fevereiro

A inflação no atacado na zona do euro encerrou fevereiro com alta de 0,6%, na comparação com o mês anterior, que já havia registrado avanço de 0,7%. O mercado estimava uma elevação dos preços ao produtor de 0,5% no segundo mês do ano. Os dados foram divulgados na manhã desta terça-feira pelo Gabinete de Estatística da União Europeia, o Eurostat.

Já nos últimos 12 meses, a inflação acumulada no bloco ficou em 3,6%, superando a aposta de 3,4%, mas ficando abaixo dos 3,8% anunciados mês passado.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
03/04/2012 07:59:56

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Desemprego volta a subir na zona do eur e atinge recorde

O número de trabalhadores desempregados na zona do euro voltou a subir em fevereiro, chegando a um novo recorde. De acordo com a Eurostat, o total de desempregados na região avançou em 162 mil para um total de 17,134 milhões. Este é o maior nível desde os início da medição, em janeiro de 1995.

A taxa de desemprego atingiu 10,8%, em comparação com 10,7% em janeiro – a maior desde junho de 1997 e em linha com a previsão.
 
O levantamento mostrou também que há grandes diferenças entre os mercados de trabalho dos países que integram a zona do euro, com os que enfrentam problemas de dívida e implementam programas de austeridade sofrendo o crescimento mais rápido na taxa de desemprego. Na Alemanha a taxa de desemprego ficou estável em 5,7%, na Espanha subiu de 23,3% para 23,6% e na Grécia permaneceu em 21,0%.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
02/04/2012 09:35:41

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Ministros da zona do euro aumentam recursos para garantir apoio aos países em crise

Os ministros da área econômica de 17 países da zona do euro fecharam hoje (30) um acordo para aumentar os fundos de emergência. A ideia é garantir mais recursos para empréstimos de emergência a países da Europa.
A decisão foi tomada durante reunião pela manhã, em Copenhague, na Dinamarca. Os ministros concordaram em aumentar o fundo de resgate para 800 bilhões de euros – mais do que o dobro do valor atual.
O novo total aprovado inclui a ajuda financeira já prometida para a Grécia e Portugal. De acordo com especialistas, a preocupação das autoridades europeias é se o fundo será suficiente para dar apoio à Espanha e à Itália, caso os dois países precisem de ajuda.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
30/03/2012 13:21:43

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Wall Street se aproxima da estabilidade nesta sexta-feira

Os principais índices do mercado acionário norte-americano operam próximos da estabilidade no final da manhã desta sexta-feira marcada pela divulgação de importantes indicadores da economia dos EUA.
 
A taxa de inflação na zona do euro fechou março em 2,6%, de acordo com o levantamento divulgado pela Eurostat nesta sexta-feira. Os dados ficaram dentro das estimativas inicias do mercado.
As autoridades da Coreia do Norte confirmaram que foram feitos ontem testes com dois mísseis de curto alcance  na Região Noroeste, na área do Mar Amarelo. Os testes agravam as tensões com países vizinhos, como a Coreia do Sul e o Japão.
Nos EUA, o Departamento de Comércio disse que os gastos dos consumidores no país aumentaram 0,8% em fevereiro, embora o rendimento tenha apresentado uma subida bem mais modesta, apenas 0,2%.

 

Os analistas de mercado esperavam que o rendimento crescesse 0,3% e os gastos 0,6%.

 

O Chicago PMI desacelerou em março, mas mesmo assim marcou seu quinto mês consecutivo acima dos 60 pontos.

 

O PMI caiu para 62,2% pontos neste mês ante 64,0 pontos em fevereiro.

 

O índice de confiança do consumidor dos Estados Unidos encerrou março com elevação para 76,2 pontos, sendo que na leitura anterior o resultado havia sido de 74,3 pontos. Este é o melhor resultado em mais de um ano.

No final desta manhã, o índice Dow Jones avançava 0,07% com 13.155 pontos, ao passo que o SP500 recuava 0,05% aos 1.402,54 pontos.

 

Confira os gráficos:



Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
30/03/2012 11:46:41

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Ministra austríaca diz que zona do euro definiu proteção de 800 bi de euros

Os ministros das Finanças da zona do euro decidiram pela ampliação da barreira de proteção monetária do bloco para um total de 800 bilhões de euros. A informação foi divulgada pela ministra das Finanças da Áustria, Maria Fekter e publicada pelas agências de notícias.
O novo volume abrangeria 500 bilhões de euros em dinheiro novo através do fundo de resgate permanente, o Mecanismo Europeu de Estabilidade Financeira (ESM, na sigla em inglês), 200 bilhões já comprometidos sob o atual Fundo Europeu de Estabilização Financeira (EFSF, na sigla em inglês), 53 bilhões de euros em empréstimos bilaterais e 49 bilhões de euros em ajuda remanescente da primeira resposta do bloco à crise (EFSM).

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
30/03/2012 07:49:51

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