Câmbio – Dólar busca definição de rumos com agenda fraca


São Paulo, 17/02 (Enfoque) –

O dólar comercial encerrou a jornada de quinta-feira com alta de 0,4% a R$ 3,0810, passando assim por um leve ajuste após seguidas quedas e se de aproximar do patamar de R$ 3,05. Dados da economia dos EUA e a expectativa dos próximos passos do Copom e do Fomc marcaram o dia.

Sem indicadores de destaque nos EUA, a sexta-feira terá como grande destaque a prévia do IPCA de fevereiro, que deve confirmar a tendência de desaceleração da inflação e também pode influenciar a decisão do Copom, que terá reunião na próxima semana.

Mercado Externo

A agenda desta sexta-feira não traz indicadores de destaque da economia americana. Com o feriado de segunda-feira, quando os mercados estarão fechados, os investidores devem ficar atentos ao cenário externo e o cenário político local.

Mercado Interno

A sexta-feira traz como grande destaque da agenda a divulgação da prévia do Índice de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, dos 15 primeiros dias de fevereiro de 2017. A expectativa do mercado é que o indicador confirme a desaceleração dos preços, o que pode levar a um novo corte dos juros já na próxima quarta-feira, dia da reunião do Copom.  

Swap

O Banco Central anunciou que vai realizar nesta sexta-feira leilão para a rolagem dos contratos de swap cambial com vencimento em março. A operação vai acontecer entre 11h30 e 11h40 e serão negociados até seis mil contratos, com vencimentos rolados para junho ou julho de 2017.

Reserva Cambial                 

As reservas cambiais do Brasil registraram na quarta-feira (15) posição consolidada de US$ 374,084 bilhões, sendo que terça-feira (14) a posição era de US$ 374,446 bilhões. A variação foi negativa em US$ 362 milhões.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 17/02/2017 08:02:04

CVC - Hoteis - Finance One

Bolsas fecham segunda semana do mês com alta e dólar recua para R$ 3,1110


São Paulo, 10/02 (Enfoque) –

Os mercados de ações do Brasil e dos Estados Unidos chegaram ao final da segunda semana de fevereiro acumulando ganhos. Os resultados foram semelhantes em meio a uma semana sem muitos indicadores de destaque e também sem muitas novidades no cenário político e econômico.

Na cena interna, com a retomada dos trabalhos no poder legislativo, destaque a aprovação no Senado do projeto de reforma do Ensino Médio. A vitória do governo serve de mostrar força no Congresso para a aprovação das reformas da Previdência e Trabalhista, que devem ser apresentadas ainda neste semestre.

Lá fora, após muita agitação nos primeiros dias de governo Donald Trump, o mercado passa a se acostumar com a ideia do republicano no poder. Além disso, o presidente americano diminuiu o ritmo de polemicas, mas foi seguidas vezes derrotado na justiça com seu plano contra imigração.

Mercado Externo

Com uma agenda bastante fraca, o primeiro indicador de destaque na agenda econômica americana veio somente na terça-feira. Ocasião em que foi divulgado que a balança comercial do país teve déficit de US$ 44,3 bilhões, diante de resultado anterior de US$ 45,7 bilhões.

Na quinta-feira, foi a vez da divulgação do índice dos pedidos de auxílio-desemprego no país. Na semana do levantamento foram registradas 234 mil novas solicitações do benefício, diante de resultado anterior de 246 mil pedidos e estimativa de 250 mil.

Na sexta-feira, foi a vez da divulgação do índice que mede os preços dos produtos importados e exportados pelo país em janeiro. Os produtos enviados para os EUA tiveram alta de 0,4%, diante de um resultado anterior de 0,5% e uma aposta do mercado de 0,2%. Já para os embarcados a variação foi de 0,1%, ficando dentro do esperado pelo mercado e mostrando uma tendência de queda em relação aos 0,4% de dezembro.

Pouco mais tarde, a Universidade de Michigan relatou que a confiança do consumidor americano variou de 98,5 pontos para 95,7 pontos, resultado que mostra uma queda considerável, uma vez que a aposta do mercado era na repetição da taxa de 98,5 pontos.

Mercado Interno

O Banco Central divulgou mais uma edição do Relatório Focus nesta segunda-feira, a primeira edição elaborada em 2017 e com dados também de 2018. O documento reduziu a projeção do IPCA no ano de 2017 de 4,70% para 4,64%, ficando assim dentro do teto da meta do BC. Já a projeção para o final de 2018 foi de 4,50%.

As apostas do BC para a cotação do dólar apresentaram estabilidade para 2017 em R$ 3,40. Para o próximo ano, a estimativa é de R$ 3,50. Depois da surpreendente queda da Selic na última reunião do Copom, o mercado estima agora que a taxa deve fechar o ano a 9,50%. No caso de 2018, a projeção é de juros a 9,00%.

Em relação ao Produto Interno Bruto de 2017, o mercado reduziu a projeção em 0,50% para0,49%, sendo que também houve elevação da taxa de crescimento de 2018, de 2,20% para 2,25%.

O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) do mês de janeiro apresentou variação de 0,54%, taxa 0,35 ponto percentual (p.p.) acima da apurada em dezembro, quando o índice registrou variação de      0,19%. Com este resultado, o indicador acumula alta de 4,80% nos últimos 12 meses. Em janeiro, o IPC-BR registrou variação de 0,69%. A taxa do indicador nos últimos 12 meses ficou em 5,04%, nível acima do registrado pelo IPC-C1.

Com três dias úteis, a balança comercial da primeira semana de fevereiro registrou superávit de US$ 212 milhões, resultado de exportações de US$ 2,264 bilhões e importações de US$ 2,052 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pelo MDIC. A média diária das exportações da primeira semana do mês (US$ 754,5 milhões) cresceu 7,4% em relação ao mesmo período de 2016, quando registrou-se uma taxa de US$ 702,3 milhões.

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) variou 0,43%, em janeiro. A variação registrada em dezembro foi de 0,83%. Em janeiro de 2016, a variação foi de 1,53%. Em 12 meses, o IGP-DI acumula alta de 6,02%. O IGP-DI de janeiro foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 31 do mês de referência.

 O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou variação de 0,34%, em janeiro. Em dezembro, a taxa foi de 1,10%. O índice relativo a Bens Finais apresentou variação de -0,61%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,24%. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de -1,91% para -7,35%. O índice de Bens Finais (ex), que resulta da exclusão de alimentos in natura e combustíveis para o consumo, registrou variação de -0,08%, ante 0,18%, no mês anterior.

O aumento no ritmo da produção industrial nacional na passagem de novembro para dezembro de 2016, série com ajuste sazonal, foi acompanhado por dez dos 14 locais pesquisados, com destaque para o avanço de 12,4% registrado pelo Ceará, eliminando, assim, a perda de 8,4% acumulada entre os meses de agosto e novembro. Rio Grande do Sul (6,3%), Espírito Santo (5,1%), Região Nordeste (4,9%) e Santa Catarina (3,6%) também assinalaram crescimento acima da média da indústria (2,3%), enquanto Minas Gerais (2,3%), Goiás (1,4%), Bahia (1,4%), Paraná (0,8%) e Pernambuco (0,6%) completaram o conjunto de locais com taxas positivas nesse mês. Por outro lado, Amazonas (-2,0%) e São Paulo (-1,5%) apontaram os resultados negativos mais acentuados nesse mês, com ambos revertendo o crescimento verificado em novembro: 4,1% e 1,4%, respectivamente. As demais taxas negativas foram assinaladas por Rio de Janeiro (-0,9%) e Pará (-0,7%).

O paulistano começou o ano gastando mais. O Índice do Custo de Vida (ICV) de São Paulo, capital, variou 1,04%, entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017, segundo cálculo divulgado hoje (7) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). No acumulado de 12 meses, entre fevereiro de 2016 e janeiro de 2017, a variação foi de 5,37%.

A maior alta foi observada no grupo educação e leitura (6,61%), puxada pela venda de material escolar e reajuste das mensalidades escolares com aumento de 8,02%. Em seguida, aparecem transporte (1,04%), habitação (0,90%) e alimentação (0,26%), que contribuíram com 0,97 ponto percentual na taxa de janeiro.

O IPC-S de 07 de fevereiro de 2017 apresentou variação de 0,61%, 0,08 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada na última divulgação.

 Nesta apuração, três das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Alimentação (0,39% para 0,20%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item carnes bovinas, cuja taxa passou de 0,28% para -0,73%.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de janeiro variou 0,38%, superando os 0,30% de dezembro em 0,08 ponto percentual (p.p.). Este foi o IPCA mais baixo para os meses de janeiro desde 1994, quando foi criado o Plano Real. No acumulado dos últimos 12 meses, o índice desceu para 5,35%, ficando abaixo dos 6,29% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em janeiro de 2016 a taxa foi 1,27%.

As tarifas dos ônibus urbanos, que subiram 2,84%, lideraram o ranking dos principais impactos individuais, com 0,07 p.p.. Importante na despesa do consumidor, os ônibus urbanos têm expressiva participação de 2,61% na formação do IPCA. Com isto, o grupo transportes apresentou a mais elevada variação de grupo.

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo IBGE, variou 0,38% em janeiro, ficando 0,11 ponto percentual abaixo da taxa de dezembro de 2016 (0,49%). O acumulado nos últimos doze meses foram para 6,46%, resultado pouco abaixo dos 6,64% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. Em janeiro de 2016, o índice foi 0,55%.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em dezembro fechou em R$ 1.027,30, em janeiro subiu para R$ 1.031,21, sendo R$ 531,93 relativos aos materiais e R$ 499,28 à mão de obra.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou taxa de variação de 0,10%, na apuração referente ao primeiro decêndio de fevereiro. No mesmo período de apuração do mês anterior, este índice registrou taxa de 0,86%. A apuração referente ao primeiro decêndio do IGP-M de fevereiro compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 31 do mês de janeiro.

 O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou variação de 0,01%, no primeiro decêndio de fevereiro. No mesmo período do mês de janeiro, o índice variou 1,13%. A taxa de variação do índice referente a Bens Finais passou de 0,64% para -1,02%. Contribuiu para este movimento o subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 0,80% para -2,43%. O índice correspondente aos Bens Intermediários variou 1,32%, ante 0,90%, no mês anterior. A principal contribuição para este avanço partiu do subgrupo materiais e componentes para a manufatura, que passou de 0,75% para 1,19%.

Diante disso, depois de cinco dias, o Ibovespa fechou a semana acumulando alta, até pouco antes das 18 horas, de 2,0% aos 66.247 pontos. Confira o gráfico:

Mercado Cambial

A semana foi marcada por pouca oscilação na cotação dólar comercial, que encerrou a semana com queda de 0,6%, resultado construído na sexta-feira, e sem a atuação do Banco Central no mercado de câmbio. A divisa foi negociada, no final da sexta-feira a R$ 3,1110. Confira o gráfico:

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 10/02/2017 17:56:51

CVC - Hoteis - Finance One

Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: -0,2% -130 pontos aos 66.060 pontos


São Paulo, 08/02 (Enfoque) –

Var.%: -0,2
Var. Ptos: -130
Valor: 64.060

Nossa previsão acima foi baseada na oscilação do Mini S&P futuro com critérios de análise técnica:

– Variação do Mini S&P Futuro desde o fechamento da sessão anterior:

Var.%: -0,0
Var. Ptos:
-0,0
Valor: 2.289.25

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico intraday de 15 minutos:

 

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico diário:

 

 

Analista de Valores Mobiliários responsável:

Fausto de Arruda Botelho CFTe; CNPI

Em conformidade com as disposições da Instrução CVM nº 388, eu Fausto de Arruda Botelho, analista de investimento responsável pela elaboração deste relatório declaro que:

1.       As análises e recomendações refletem única e exclusivamente minhas opiniões pessoais, às quais foram realizadas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à (Enfoque).

2.       Não mantenho vínculo com qualquer pessoa natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliiários foram alvo de análise neste Relatório.

3.       A Enfoque não administra fundos, carteiras e clubes de investimentos

4.       A Enfoque não possui participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise neste relatório.

5.       A Enfoque não está envolvida  na aquisição , alienação ou intermediação de valores mobiliários das objeto de análise neste relatório.

6.       Não sou titular, direta ou indiretamente, de valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto da análise neste Relatório, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de meu patrimônio pessoal, e não estou envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado.

7.       Nem eu nem a Enfoque recebemos remuneração por serviços prestados e não temos relações comerciais com qualquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo da análise neste relatório, ou pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse desta(s) companhia(s).

8.       Minha remuneração não está, atrelada à precificação de quaisquer dos valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto de análise neste Relatório, nem às eventuais receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Enfoque com esta(s) companhia(s).

 

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 08/02/2017 08:44:28

CVC - Hoteis - Finance One

Câmbio – Dólar busca definição de rumos com agenda fraca


São Paulo, 07/02 (Enfoque) –

O dólar comercial encerrou a jornada de segunda-feira acumulando leve alta de 0,2%, encerrando assim negociado a R$ 3,1250. O resulto foi consequência de um dia de agenda fraca, com os investidores marcando posição na espera de balanços e outros indicadores econômicos.

A terça-feira é um novo dia sem muita agitação nos mercados, mas dados importantes, como a balança comercial americana, serão divulgados. Por aqui, a cena política segue ditando o rumo dos negócios, mas com as atenções também voltadas para os balanços.

Mercado Externo

A agenda desta terça-feira traz como destaque os números da balança comercial de dezembro. A média dos analistas de mercado estima que o resultado do indicador do último mês do ano passado será de déficit de US$ 45 bilhões, sendo que na pesquisa anterior o resultado havia ficado em –US$ 45,2 bilhões.

Mercado Interno

A semana no cenário político teve início com a indicação do ministro da Justiça Alexandre de Moraes para o cargo de Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal. A medida tem sido bastante criticada principalmente entre juristas e políticos da oposição de Michel Temer. Na cena econômica, o mercado aguarda os resultados trimestrais de importantes empresas e também oos números do IPCA de janeiro.

Swap

O Banco Central, depois de realizar uma série de leilões de rolagem de contrato de swap cambial nos últimos dias de janeiro, além de dois leilões de linha no dia 31, não programou nenhuma operação com a divisa para a terça-feira.

Reserva Cambial                 

As reservas cambiais do Brasil registraram na sexta-feira (3) posição consolidada de US$ 375,000 bilhões, sendo que quinta-feira (2) a posição era de US$ 375,129 bilhões. A variação foi negativa em US$ 129 milhões.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 07/02/2017 08:31:41

CVC - Hoteis - Finance One

Câmbio – Após Fomc, mercado aguarda dados do mercado de trabalho americano


São Paulo, 02/02 (Enfoque) –

O dólar comercial fechou de quarta-feira com leve queda de 0,1% a R$ 3,1510, depois de ter passado o dia todo com ganhos refletindo os dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos e na expectativa do Fomc, que oficializou a manutenção dos juros na primeira reunião do ano.

Para a quinta-feira, o mercado deve seguir atento a dados do mercado global, com o balanço de empresas influenciando o rumo dos negócios. Além disso, por aqui, destaque para a votação do presidente da Câmara dos Deputados, que tem Rodrigo Maia como favorito.

Mercado Externo

A agenda de quinta-feira traz como principais destaques os números dos pedidos de auxílio-desemprego no país, bem como outro importante indiciador, o de produtividade e custos, No entanto, os analistas aguardam os dados oficiais do mercado de trabalho, que serão divulgados na sexta-feira.

Mercado Interno

A cena política, como de costume, domina o noticiário por aqui. Ontem, o senador Eunicio Oliveira foi confirmado como presidente do Senado. Para a manhã de hoje, todas as atenções voltadas para o pleito da Câmara. Rodrigo Maia, candidato do governo, é favorito. Uma eventual derrota do deputado do DEM pode trazer incertezas para os investidores.

Swap

O Banco Central, depois de realizar uma série de leilões de rolagem de contrato de swap cambial nos últimos dias de janeiro, além de dois leilões de linha no dia 31, não programou nenhuma operação com a divisa para a quinta-feira.

Reserva Cambial                 

As reservas cambiais do Brasil registraram na terça-feira (31) posição consolidada de US$ 374,908 bilhões, sendo que segunda-feira (30) a posição era de US$ 374,033 bilhões. A variação foi positiva em US$ 875 milhões.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 02/02/2017 08:13:23

CVC - Hoteis - Finance One

Câmbio – Dólar segue pressionado com efeito Trump e expectativa por Fomc


São Paulo, 31/01 (Enfoque) –

O dólar comercial fechou a segunda-feira com uma nova queda, desta vez de quase 1%, encerrando assim negociado a R$ 3,1240. O resultado veio mesmo com uma queda expressiva do Ibovespa em meio a um cenário de incertezas com as políticas adotadas pelo presidente americano Donald Trump.

A terça-feira deve ser de novos desdobramentos da crise diplomática gerada pelo governo americano. Na agenda econômica, destaque indicadores como o índice do custo do emprego, além do Chicago PMI e o início da reunião do Fomc. Por aqui, destaque para as eleições que vão definir os presidentes da Câmara e do Senado.

Mercado Externo

A agenda de terça-feira marca o início da primeira reunião do Comitê de Mercado Aberto do Federal Reserve, o Fomc. Além disso, os analistas estão atentos à balanços das empresas e também a dados econômicos como o índice do custo do emprego e o Chicago PMI.

Mercado Interno

A terça-feira marca o último dia do recesso do legislativo. Na quarta-feira, a votação será para a escolha do presidente do Senado, com Eunicio de Oliveira sendo o candidato único. A disputa será mais acirrada na Câmara, com o favorito (e preferido de Michel Temer) Rodrigo Maia, ainda sem a certeza se poderá ou não ser candidato à presidência da casa.

Swap

O Banco Central não irá realizar leilão para rolagem de contratos de swap cambial. Por outro lado, a autoridade monetária anunciou a realização de leilões de venda conjugados com leilões de compra do dólar. Serão duas operações, com a primeira entre 15h15 e 15h20 e o segundo das 15h35 às 15h40. Ao todo, serão ofertados até US$ 1 bilhão. O primeiro leilão terá 4 abril como data de liquidação e do segundo em 3 maio.

Reserva Cambial                 

As reservas cambiais do Brasil registraram na sexta-feira (27) posição consolidada de US$ 373,989 bilhões, sendo que quinta-feira (26) a posição era de US$ 373,900 bilhões. A variação foi positiva em US$ 89 milhões. Confira o gráfico:

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 31/01/2017 08:36:13

LATAM - Ofertas Brasil - Finance One

Pauta do Dia – Mercados repercutem política imigratória de Trump


São Paulo, 30/01 (Enfoque) –

Ásia

As bolsas de valores da Ásia fecharam, em sua maioria, em queda como reflexo da reação global à política imigratória dos Estados Unidos, o que aumentou a pressão sobre o dólar comercial. A decisão de Donald Trump gerou uma enxurrada de críticas de líderes de países por todo o mundo.

Europa

Os mercados acionários da Europa operam no vermelho nesta segunda-feira com os investidores digerindo os resultados corporativos das empresas, bem como a decisão do Trump de vetar a entrada de refugiados de sete países, todos de origem muçulmana

EUA

Os índices futuros das bolsas de valores americanas indicam que o dia deve começar no vermelho em Wall Street. A agenda semanal trará importantes dados da economia americana que devem servir de base para os próximos passos do novo presidente Donald Trump. Entre eles está a reunião do Fomc, que decidirá o futuro da política monetária do país. Merece atenção dos investidores também os números do mercado de trabalho, que podem servir como base para a reunião seguinte do comitê.

Brasil

A semana tem indicadores importantes na agenda econômica, mas é a cena política que deve centrar as atenções com as voltas ao trabalhos no Congresso Nacional. Ainda na quinta-feira deve acontecer a votação para a presidência da Câmara, evento considerado fundamental para o sucesso do governo em aprovar as medidas que considera necessárias para o ajuste fiscal.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 30/01/2017 08:47:36

CVC - Hoteis - Finance One

EUA: Medidas de Trump seguem mantendo dólar abaixo do patamar de R$ 3,20


São Paulo, 26/01 (Enfoque) –

O dólar comercial encerrou a jornada de quarta-feira com leve desvalorização de 0,09% a R$ 3,1680 em dia marcado pelo menor volume de negócios por conta do feriado em São Paulo e também pelo recorde positivo do índice Dow Jones, que superou a casa dos 20 mil pontos.

Alguns indicadores econômicos chamam a atenção nesta quinta-feira, mas são os passos que o presidente americano Donald Trump tem dado a cada dia que centra as atenções dos mercados por todo o mundo.

Mercado Externo

A agenda econômica de quinta-feira tem como destaque principal indicadores como o de pedidos de auxílio-desemprego e também o de vendas de casas novas. No entanto, além dos aspectos políticos, o mercado está de olho nos números do PIB, que serão divulgados na sexta-feira.

Mercado Interno

A medida que vai chegando ao fim o mês de janeiro, aproximasse a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional. Na próxima semana deve acontecer a votação mais esperada até agora, a que definirá o novo presidenta da Câmara dos deputados. O atual presidente, e candidato apoiado pelo governo, Rodrigo Maia (DEM-RJ) aguara parecer do STF sobre sua candidatura.

Swap

O Banco Central irá realizar sessão de swap cambial para rolagem dos contratos que têm vencimento em 1º de fevereiro. A operação está marcada para as 11h30 e terá duração de dez minutos. Ao todo, serão rolados até 15 mil contratos, com opções de vencimento em maio e julho de 2017.

Reserva Cambial                 

As reservas cambiais do Brasil registraram na terça-feira (24) posição consolidada de US$ 374,330 bilhões, sendo que segunda-feira (23) a posição era de US$ 373,990 bilhões. A variação foi positiva em US$ 340 milhões. Confira o gráfico:

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 26/01/2017 07:48:30

LATAM - Ofertas Brasil - Finance One

Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: +0,4% +260 pontos aos 66.690 pontos


São Paulo, 24/01 (Enfoque) –

Var.%: 0,4
Var. Ptos: 260
Valor: 66.690

Nossa previsão acima foi baseada na oscilação do Mini S&P futuro com critérios de análise técnica:

– Variação do Mini S&P Futuro desde o fechamento da sessão anterior:

Var.%: 0,2
Var. Ptos:
5,0
Valor: 2.263,00

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico intraday de 15 minutos:

 

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico diário:

 

 

Analista de Valores Mobiliários responsável:

Fausto de Arruda Botelho CFTe; CNPI

Em conformidade com as disposições da Instrução CVM nº 388, eu Fausto de Arruda Botelho, analista de investimento responsável pela elaboração deste relatório declaro que:

1.       As análises e recomendações refletem única e exclusivamente minhas opiniões pessoais, às quais foram realizadas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à (Enfoque).

2.       Não mantenho vínculo com qualquer pessoa natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliiários foram alvo de análise neste Relatório.

3.       A Enfoque não administra fundos, carteiras e clubes de investimentos

4.       A Enfoque não possui participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise neste relatório.

5.       A Enfoque não está envolvida  na aquisição , alienação ou intermediação de valores mobiliários das objeto de análise neste relatório.

6.       Não sou titular, direta ou indiretamente, de valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto da análise neste Relatório, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de meu patrimônio pessoal, e não estou envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado.

7.       Nem eu nem a Enfoque recebemos remuneração por serviços prestados e não temos relações comerciais com qualquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo da análise neste relatório, ou pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse desta(s) companhia(s).

8.       Minha remuneração não está, atrelada à precificação de quaisquer dos valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto de análise neste Relatório, nem às eventuais receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Enfoque com esta(s) companhia(s).

 

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 24/01/2017 08:38:45

CVC - Hoteis - Finance One

Pauta do Dia – BCE e posse de Trump fazem com que bolsas operem com cautela


São Paulo, 19/01 (Enfoque) –

Ásia

As bolsas de valores da Ásia tiveram rumos distintos nesta quinta-feira, em meio as expectativas da posse de Donald Trump. O destaque positivo da jornada ficou para as ações da Toshiba, que tiveram grande valorização e puxaram o índice Nikkei. Notícias dão conta que a empresa japonesa estuda a venda de sua divisão de semicondutores.  

Europa

Os mercados acionários da Europa operam no vermelho nesta quinta-feira com o clima de cautela dominando as atenções dos investidores. As preocupações estão voltadas para a fala do presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, que deve se pronunciar após a reunião da autoridade monetária.   

EUA

Os índices futuros das bolsas de valores americanas indicam que o dia deve começar no vermelho em Wall Street. A quarta-feira reserva três importantes indicadores da economia americana, como é o caso dos pedidos de auxílio-desemprego, dos dados sobre o número de construções de casas iniciadas no país, bem como o indicador que mede a atividade econômica no distrito da Filadélfia. Apesar disso, o maior foco de atenções segue sendo a posse de Trump.

Brasil

O recesso parlamentar e judiciário, que aparentemente deu uma diminuída no ritmo da Operação Lava Jato, a cena interna fica em segundo plano. No contexto local, a grande preocupação do mercado é com a eleição para a presidência da Câmara e do Senado. No entanto, é a cena externa que determina o rumo dos negócios.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 19/01/2017 08:33:47

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