Principais bolsas de valores da Europa e da Ásia operam em baixa

(Ag. Brasil) – As incertezas causadas pelos impactos da crise econômica internacional, principalmente na zona do euro, geraram hoje (23) quedas nas principais bolsas de valores da Europa e da Ásia. Há ainda expectativas dos investidores em torno da reunião informal dos chefes de Estado e de Governo da União Europeia nesta quarta-feira, em Bruxelas, na Bélgica.  

Ao longo do dia (há diferenças de fusos horários entre o Brasil, a Europa e a Ásia), houve registros de perdas na Bolsa de Milão (Itália), de 1,38%, e na Bolsa de Madri (Espanha), de 1,11%. Na Bolsa de Londres (Reino Unido), caiu 1,15%, na de Frankfurt (Alemanha), 1,29%, e na de Paris (França), 1,11%. A Bolsa de Lisboa (Portugal) caiu 0,97%.
De acordo com analistas econômicos, há receios também sobre a ausência de otimismo em relação à Grécia. Paralelamente, os líderes da União Europeia, reunidos hoje em Bruxelas, discutem medidas para estimular o crescimento econômico e a criação de uma taxa sobre as transações financeiras.
As principais bolsas da Ásia também passaram o dia hoje negociando em baixa. A Bolsa de Tóquio (Japão) registrou queda de 1,2 %, a de Hong Kong caiu 1,4 % e também estão em baixa os principais indicadores da Coreia do Sul e da Austrália, assim como de Cingapura e da Indonésia.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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23/05/2012 09:33:43

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Principais bolsas de valores da Europa e da Ásia operam em baixa

(Ag. Brasil) – As incertezas causadas pelos impactos da crise econômica internacional, principalmente na zona do euro, geraram hoje (23) quedas nas principais bolsas de valores da Europa e da Ásia. Há ainda expectativas dos investidores em torno da reunião informal dos chefes de Estado e de Governo da União Europeia nesta quarta-feira, em Bruxelas, na Bélgica.  

Ao longo do dia (há diferenças de fusos horários entre o Brasil, a Europa e a Ásia), houve registros de perdas na Bolsa de Milão (Itália), de 1,38%, e na Bolsa de Madri (Espanha), de 1,11%. Na Bolsa de Londres (Reino Unido), caiu 1,15%, na de Frankfurt (Alemanha), 1,29%, e na de Paris (França), 1,11%. A Bolsa de Lisboa (Portugal) caiu 0,97%.
De acordo com analistas econômicos, há receios também sobre a ausência de otimismo em relação à Grécia. Paralelamente, os líderes da União Europeia, reunidos hoje em Bruxelas, discutem medidas para estimular o crescimento econômico e a criação de uma taxa sobre as transações financeiras.
As principais bolsas da Ásia também passaram o dia hoje negociando em baixa. A Bolsa de Tóquio (Japão) registrou queda de 1,2 %, a de Hong Kong caiu 1,4 % e também estão em baixa os principais indicadores da Coreia do Sul e da Austrália, assim como de Cingapura e da Indonésia.

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Mercados financeiros da Europa reagem à vitória de Hollande e às eleições na Grécia

(Ag. Brasil) – As eleições na França e na Grécia provocaram hoje (7) baixas nos principais mercados financeiros da Europa. Na abertura da Bolsa de Paris (França), houve perda de 1,38%, e a de Atenas também abriu em baixa. A mesma tendência se repetiu nas bolsas de Londres (na Grã-Bretanha), que registrou queda de 1,93%,  de Frankfurt (Alemanha), com baixa de 2,16% , de Madrid (Espanha), 1,92% e de Milão (Itália), 1,86%.

Para analistas econômicos, a vitória do socialista François Hollande na França causa incerteza nos mercados financeiros da Europa, considerando que a economia francesa é a segunda maior da região. Também é motivo de incerteza o fato de a União Europeia reunir 27 países, dos quais 22 são comandados por líderes conservadores ou de centro.
O desafio de Hollande, segundo analistas, é mostrar para a Europa e o mundo que sua eleição não é uma ameaça à estabilidade, mas a busca pelo fim do agravamento da crise econômica internacional. Ele assume o poder no próximo dia 14.
Os mercados financeiros também reagiram em relação aos resultados das eleições legislativas na Grécia. Os resultados mostraram a resposta da população ao plano de austeridade imposto pelos principais partidos do país e também à contenção contra os protestos que dominaram as grandes cidades gregas.
Nas eleições gregas venceram os pequenos partidos políticos, colocando as atuais forças políticas em minoria – o Pasok (socialista) e a Nova Democracia (direita). Os dois partidos garantiram apenas 149 dos 300 lugares, dificultando a formação de um novo governo de coalizão.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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07/05/2012 08:42:47

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Com Japão e China fechadas, Ásia fecha em alta; Europa opera no azul

Com praças mais importantes da Ásia fechadas, caso de Tóquio e Xangai, fechadas, os mercados acionários do continente tiveram uma jornada positiva nesta segunda-feira. A expectativa de que o Federal Reserve poderá agir para estimular o crescimento da economia americana deu ânimo aos investidores.

Com isso, a bolsa de Hong Kong, o Hang Seng, teve ganhos de 1,70% na jornada, encerrando com 21.094,2 pontos. Confira o gráfico:

Na Europa, o clima é de cautela dos investidores. A corta da nota da Espanha na semana passada e a consequência natural do rebaixamento do rating dos bancos do país preocupam os investidores. Com isso, o DAX tem leve alta de 0,18% aos 6.813,55 pontos. Já em Londres, a alta é de 0,15% aos 5.757,48 pontos. Confira os gráficos:



Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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30/04/2012 08:11:58

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Bolsas da Ásia e da Europa sobem em dia de agenda cheia; Japão é exceção e fecha em queda

Os principais índices financeiros da Europa e da Ásia registraram ganhos na manhã desta quarta-feira, dia de agenda cheia e otimismo global. A exceção foi a Bolsa do Japão, que terminou no vermelho.
No pregão de hoje, destaque para alguns dados da economia norte-americana. Entre eles, investidores conhecerão os preços dos produtos importados e exportados. Em seguida, serão divulgados os estoques de petróleo do país e, mais tarde, o Livro Bege e o Orçamento do Tesouro.
Desta forma, o ftse, de Londres, avança 0,65%,aos 5631 pontos, ao passo que o Dax, de Frankfurt, tem +1,34%, aos 6695 pontos.
Na Ásia, o Shena, da China, fechou com ganhos de 0,33%, aos 969 pontos, enquanto que o japonês Nikkei teve queda de 0,83%, aos 9458 pontos. Veja gráficos abaixo:





Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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11/04/2012 08:33:17

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Ásia fecha com rumos opostos; Europa opera em queda

As bolsas de valores da Ásia encerraram a sessão desta terça-feira com rumos opostos. Os investidores ainda estão cautelosos com a China, já que dados do comércio no país sinalizam para uma diminuição no ritmo do crescimento. Um dos dados mais sensíveis foi a queda do crescimento das importações.

Apesar disso, a bolsa de Xangai conseguiu encerrar em alta de 0,94% aos 966,53 pontos, enquanto Tóquio perdeu 0,09% aos 9.538,0 pontos. No caso de Honk Kong, por ter ficado fechada ontem, a queda foi de 1,15% aos 20.356,2 pontos. Confira os gráficos:

Na Europa, os mercados seguem operando em queda, com a preocupação voltada para problemas no ritmo da recuperação do crescimento dos Estados Unidos e também com a crise da dívida na zona do euro. Com isso, o DAX perde 1,14% aos 6.698,09 pontos, enquanto o FTSE perde 1,02% aos 5.665,12 pontos. Confira os gráficos:



Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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10/04/2012 09:00:06

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Bolsas da Ásia fecham em queda; Europa opera no vermelho

Os mercados asiáticos encerraram a jornada desta quinta-feira com perdas, seguindo a tendência das bolsas americanas e européias na sessão anterior. O fracasso na venda de títulos da dívida da Espanha e o pessimismo em relação à economia americana contribuíram para um dia de perdas nos principais mercados do continente.

Em Tóquio, o índice Nikkei caiu 0,53% para 9.767,6 pontos, o que representa o menor valor em quatro semanas. Em Hong Kong, o Hang Seng fechou com perdas de 0,95% aos 20.593 pontos. Já a bolsa de Xangai, que havia passado toda a semana fechada, ganhou 3,10% aos 961,17 pontos. Confira os gráficos:

Na Europa, os investidores seguem preocupados com a situação da Espanha e sua capacidade de cumprir as metas orçamentárias. Com isso, o DAX de Frankfurt perde 0,99% aos 6.716,63 pontos, enquanto em Londres cai 0,41% os 5.680,56 pontos. Confira os gráficos:



Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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05/04/2012 08:17:53

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Bolsa de Tóquio fecha em queda com ata do Fomc; China segue fechada

O mercado acionário da Ásia encerrou a jornada desta quarta-feira com perdas, principalmente com os dados da ata da reunião do Fomc, divulgada na tarde de ontem nos Estados Unidos.

Entre os principais mercados, destaque para o Japão que perdeu 2,29% aos 9.820,0 pontos. Já os mercados da China e de Honk Kong não operaram, devido a um feriado local. Confira o gráfico:



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04/04/2012 08:23:06

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Bolsas do Brasil e EUA fecham semana com rumos opostos

Os mercados acionários do Brasil e dos Estados Unidos encerraram a última semana de março com rumos opostos, em uma semana marcada pela divulgação de dados da economia americana e também uma importante reunião dos ministros das Finanças da zona do euro.

Por aqui, as incertezas com as políticas internas para desonerar a indústria puxaram a bolsa de valores para o território negativo. Já a procura pela moeda americana seguiu aquecida, mas o Banco Central voltou a intervir sempre que a divisa ensaiasse uma desvalorização.

Nos EUA, os dados divulgados no decorrer da semana contribuíram para o bom desempenho dos mercados acionários. O crescimento do PIB dentro do previsto, e um avanço maior do que o esperado na confiança do consumidor, marcou a semana.

Mercado Externo

A semana começou com a divulgação do índice nacional de atividade do Federal Reserve de Chicago, que registrou em fevereiro -0,09 pontos, sendo que em janeiro o resultado havia sido de 0,22 pontos. Com isso, a média móvel dos últimos três meses do indicador foi a 0,30 pontos.
 
Já as vendas de casas pendentes registraram queda de 0,5% em fevereiro, de acordo com informações da Associação Nacional dos Corretores de Imóveis.  O resultado, porém, segue acima do de fevereiro do ano passado. 
 
No caso do índice que mede a atividade econômica na região de Dallas, de acordo com o escritório local do Federal Reserve, caiu para 10,8 pontos em março, enquanto o mercado apostava em 15,5 pontos.

Na terça-feira destaque para os preços de casas, que caíram pelo quinto mês consecutivo em janeiro, para o nível mais baixo desde o início de 2003. De acordo com o levantamento, os preços ficaram estáveis na série com ajuste sazonal e queda de 0,8% sem o ajuste e na base mensal. Já na anual, e sem o ajuste, a queda foi de 3,8%.
 
Já a confiança do consumidor norte-americano registrou em março queda, puxada pela baixa expectativa em relação à situação do emprego no país. No período, foram registrados 70,2 pontos, abaixo do esperado, de alta moderada para 70,9 pontos.
 
Destaque ainda para o Federal Reserve de Richmond, que divulgou que o Manufacturing Index registrou uma grande queda no mês de março, para 7 pontos, ante uma previsão de 18 pontos.

O Departamento de Comércio dos EUA divulgou, na quarta-feira, que os pedidos de bens duráveis subiram 2,2% em fevereiro em meio a uma forte demanda por uma ampla variedade de produtos comerciais e militares. Os analistas de mercado esperavam alta de 2,9%.


Na quinta-feira, o indicador mais importante da semana. O Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA fechou o quarto trimestre de 2011 com crescimento de 3,0%, o que representa o mesmo valor da prévia do indicador.
 
O mercado estimava que o indicador se mantivesse em 3,0%. No período, os dados da exportação foram revistos para baixo e o resultado do crescimento econômico foi compensado pelo forte investimento empresarial com softwares.
 
Os gastos dos consumidores cresceram 2,1% no quarto trimestre, mesmo valor das estimativas anteriores. Um dos principais índices de inflação, o núcleo do índice de consumo pessoal, também se manteve em 1,3%.
 
Os novos pedidos de auxílio-desemprego registraram caíram em 5 mil na semana passada, para total de 359 mil, de acordo o Departamento de Trabalho dos EUA. Na semana anterior, o resultado foi revisado para cima, em 364 mil, contra 348 mil estimados anteriormente.
 
Já na sexta-feira, o Departamento de Comércio informou que os gastos dos consumidores no país aumentaram 0,8% em fevereiro, embora o rendimento tenha apresentado uma subida bem mais modesta, apenas 0,2%. Os analistas de mercado esperavam que o rendimento crescesse 0,3% e os gastos 0,6%.
 
O Chicago PMI desacelerou em março, mas mesmo assim marcou seu quinto mês consecutivo acima dos 60 pontos. O PMI caiu para 62,2% pontos neste mês ante 64,0 pontos em fevereiro.
 
O índice de confiança do consumidor encerrou março com elevação para 76,2 pontos, sendo que na leitura anterior o resultado havia sido de 74,3 pontos. Este é o melhor resultado em mais de um ano.

Com isso, o Dow Jones encerrou a semana acumulando ganhos de 1,3% aos 13.212 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 0,8% aos 1.408,41 pontos. Confira os gráficos:

Mercado Interno

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas – composto por cinco quesitos contidos na Sondagem de Expectativas do Consumidor – avançou 2,8% entre fevereiro e março de 2012, ao passar de 119,4 para 122,7 pontos1, o maior nível desde julho de 2011 (124,4 pontos).
 
Houve melhora tanto nas avaliações sobre o momento atual quanto nas expectativas em relação aos próximos meses. O Índice da Situação Atual (ISA) subiu 1,6%, ao passar de 140,5 para 142,7 pontos, enquanto o Índice de Expectativas cresceu 3,6%, de 108,3 para 112,2 pontos.
 
A projeção de analistas do mercado financeiro para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apresentou leve alta e passou de 5,27% para 5,28%, segundo o boletim Focus, divulgado hoje (26) pelo Banco Central (BC). Para 2013, a estimativa permanece em 5,5%.
 
Essas projeções estão acima do centro da meta de inflação de 4,5%, mas abaixo do limite superior de 6,5%.Cabe ao BC perseguir essa meta, estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional. Um dos instrumentos para controlar os preços é a alteração na taxa básica de juros, a Selic. Na previsão dos analistas, a Selic deve encerrar 2012 em 9% ao ano e 2013 em 10% ao ano.

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou, em março, taxa de variação de 0,37%, abaixo do resultado do mês anterior, de 0,42%. No ano, o índice acumula variação de 1,46% e nos últimos 12 meses, a taxa registrada é de 7,85%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,40%.
 
Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), subiu de 0,01% para 0,1% na terceira prévia de março. Essa alta foi puxada, principalmente, pelo grupo transportes com variação de 0,21% ante 0,12%. Os alimentos também pressionaram a inflação com aumento de 0,15% ante (-0,25%), interrompendo a sequência de quedas que vinham sendo registradas desde a primeira prévia de fevereiro.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 0,43%, em março. Em fevereiro, o índice variou -0,06%. Em 12 meses, o IGP-M elevou-se 3,23%. A taxa acumulada no ano é de 0,62%.
 
O Banco Central reduziu a projeção para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), este ano. Segundo o Relatório de Inflação divulgado hoje, a estimativa ficou em 4,4%, 0,3 ponto percentual menor do que o projetado no documento anterior, em dezembro.
 
A presidenta Dilma Rousseff apelou para que a comunidade internacional passe a respeitar e a valorizar mais os países que integram o Brics – grupo que reúne o Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul. Ela lembrou que apenas o bloco será responsável por 56% da economia do mundo, de acordo com previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI).
 
A Previdência Social apresentou um déficit de R$ 5,1 bilhões em fevereiro. O valor é 70,5% superior ao de janeiro e 47,1% maior do que o registrado em fevereiro de 2011.
 
A economia de recursos para pagar os juros da dívida pública somou R$ 5,375 bilhões em fevereiro, o melhor resultado da história para o mês.
 
No acumulado de 2012, o superávit primário soma R$ 26,299 bilhões, montante 57% maior que os R$ 16,737 bilhões registrados em janeiro e fevereiro do ano passado.

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas avançou 0,5% em março de 2012 em relação ao mês anterior, ao passar de 102,5 para 103,0 pontos. Apesar de registrar o quarto mês consecutivo de alta do ICI, o resultado mostra que essa reação perdeu fôlego nos dois últimos meses, quando acumulou apenas 0,7% de expansão, ante um acréscimo de 1,6% nos dois primeiros meses. Com isso, o índice atual se mantém inferior à média dos últimos cinco anos, de 106,3 pontos.
 
O Indicador Serasa Experian de Perspectiva da Atividade Econômica cresceu 0,4% em janeiro de 2012 frente ao mês imediatamente anterior, atingindo o valor de 98,5. Foi a sexta variação mensal positiva consecutiva do indicador que, por sua metodologia de construção, possui a propriedade de antever os movimentos cíclicos da atividade econômica com seis meses de antecedência.
 
No penúltimo dia em Nova Delhi, na Índia, a presidenta Dilma Rousseff reiterou que os países do Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – mostrarão que as perspectivas econômicas no mundo podem ser positivas. Mas ela condiciona esse quadro positivo ao fato de os emergentes passarem a ser mais respeitados e a ocupar espaços adequados nas instituições internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e o Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Com isso, o Ibovespa teve em cinco dias perdas de 2,0% aos 64.449 pontos. Confira o gráfico de longo prazo, além das maiores altas, baixas e as ações mais negociadas da semana:


Maiores Altas

Ativo

Código

Último

Variação
MARFRIG

MRFG3

11,50

7,78%
DURATEX

DTEX3

11,52

5,69%
CEMIG

CMIG4

43,43

4,58%
CIELO

CIEL3

61,61

4,42%
BR MALLS PAR

BRML3

23,60

3,74%

Maiores Baixas

Ativo

Código

Último

Variação
BRASIL TELEC

BRTO4

9,68

-23,96%
GAFISA

GFSA3

4,32

-10,00%
B2W VAREJO

BTOW3

8,24

-8,75%
USIMINAS

USIM5

12,01

-8,32%
LLX LOG

LLXL3

3,41

-8,09%

Mais Negociadas

Ativo

Código

Último

Volume

Segmento
VALE

VALE5

R$ 41,30

2.068.916.896,00

Minerais Metálicos
PETROBRAS

PETR4

R$ 23,25

1.855.329.344,00

Exploração e/ou Refino
OGX PETROLEO

OGXP3

R$ 15,12

1.278.952.480,00

Exploração e/ou Refino
ITAUUNIBANCO

ITUB4

R$ 34,90

998.186.000,00

Bancos
PDG REALT

PDGR3

R$ 6,29

813.028.944,00

Construção Civil



Mercado Cambial


O dólar comercial teve durante a semana um período marcados por altas e baixas, como Banco Central sempre entrando no mercado para impedir que a moeda se aproximasse do patamar de R$ 1,80. Com isso, a divisa acabou acumulando ganhos de 0,7% no período, transacionada a R$ 1,8230. Confira o gráfico:





Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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30/03/2012 17:14:36

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Bovespa abre mais cedo a partir desta segunda-feira com começo do horário de verão nos EUA

A Bolsa de Valores de São Paulo sofrerá alterações no horário de negociação à partir do pregão desta segunda-feira, dia 12 de março, em função do início do horário de verão nos EUA.
No segmento Bovespa, o mercado de ações funcionará em sessão contínua das 10h às 17h. O leilão de pré-abertura ocorrerá entre 9h45 e 10h e o “after-market”, das 17h30 às 19h.
Já na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), não haverá alterações.
Nos Estados Unidos, as bolsas passarão a funcionar das 10h30 às 17h, pelo horário de Brasília.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
12/03/2012 08:26:35

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