Pauta do Dia: Mercado de Trabalho dos EUA guia mercados nesta sexta-feira


São Paulo, 02/10 (Enfoque) –

Ásia

Os mercados acionários da Ásia encerra a jornada desta sexta-feira, em sua maioria, com alta. No entanto, o resultado mostrou um ritmo menor do que nos últimos dias, com os investidores preferindo adotar certa cautela com a expectativa da divulgação dos número do mercado de trabalho dos Estados Unidos. Um resultado melhor do que o esperado pode sinalizar para a elevação da taxa de juros do Federal Reserve já na próxima reunião.

Europa

As bolsas europeias também operam no azul nesta sexta-feira, seguindo o fechamento das asiáticas com as atenções voltadas para os números do mercado de trabalho americano. No entanto, analistas alertam para uma série de incertezas sobre o crescimento econômico chinês, bem como um iminente aumento da taxa dos juros americanos, o que pode causar problemas à frente para os mercados.

EUA

Os índices futuros das bolsas americanas sinalizam para um início de pregão positivo, com os investidores na expectativa dos números do mercado de trabalho do país. A aposta dos analistas é para a criação de 203 mil novos empregos, ante 173 mil em agosto, com a taxa de desemprego se mantendo em 5,1%. A importância do indicador aumentou após o Fed sinalizar que iria esperar a melhora de indicadores econômicos para decidir pelo aumento dos juros.

Brasil

As quedas registradas na última semana e nos primeiros dias a atual fizeram com os investidores voltassem às compras no Ibovespa, chegando até mesmo a ignorar questões da política interna. Além disso, um cenário externo atraído pelo risco contribui para a volta dos investidores, que aguardam a divulgação de dados da economia americana com ansiedade. Por aqui, o cenário político deve mais uma vez ter papel importante para os negócios.

Dólar

A moeda americana encerrou a jornada de quinta-feira com valorização, voltando a fecha acima do patamar de R$ 4,00. A volatilidade na cotação da divisa mostra um cenário especulativo e de certa cautela por uma parte dos investidores. O cenário externo é favorável, o que deixa a situação ainda mais imprevisível.

O Banco Central agendou para esta sexta-feira (2), uma sessão de leilão de rolagem de swap cambial. Ele está marcado para as 11h30, com duração de 10 minutos, vai ofertar aos mercados até 10,275 mil contratos de novembro de 2015 para dezembro de 2015 e março de 2016.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 02/10/2015 07:38:31

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Produção industrial recua 1,2% em agosto


São Paulo, 02/10 (Enfoque) –

Agosto 2015 / Julho 2015
-1,2%
Agosto 2015 / Agosto 2014
-9,0%
Acumulado 2015
-6,9%
Acumulado 12 meses
-5,7%
Média móvel trimestral
-1,2%

Em agosto de 2015, a produção industrial nacional recuou 1,2% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, terceiro resultado negativo consecutivo, acumulando nesse período perda de 3,4%. Na série sem ajuste sazonal, no confronto com igual mês do ano anterior, a indústria apontou queda de 9,0% em agosto de 2015, 18ª taxa negativa consecutiva.Assim, o setor industrial acumulou redução de 6,9% nos oito meses de 2015. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos 12 meses, com o recuo de 5,7% em agosto de 2015, assinalou perda mais intensa do que a verificada em julho último (-5,4%) e manteve a trajetória descendente iniciada em março de 2014 (2,1%).

A publicação completa da pesquisa pode ser acessada aqui.

Indicadores da Produção Industrial por Grandes Categorias Econômicas
Brasil – Agosto de 2015
Grandes Categorias
Econômicas
Variação (%)
Agosto 2015/
Julho 2015*
Agosto 2015/
Agosto 2014
Acumulado
Janeiro-Agosto
Acumulado nos
Últimos 12 Meses
Bens de Capital
-7,6
-33,2
-22,4
-18,4
Bens Intermediários
0,2
 
-5,5
 
-3,7
 
-3,4
 
Bens de Consumo
-0,9
 
-9,1
 
-8,8
 
-6,5
 
   Duráveis
-4,0
 
-14,6
 
-14,2
 
-12,0
 
   Semiduráveis e não Duráveis
-0,3
 
-7,6
 
-7,2
 
-4,8
 
Indústria Geral
-1,2
 
-9,0
 
-6,9
 
-5,7
 
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Indústria
*Série com ajuste sazonal

Em agosto, 14 dos 24 ramos investigados tiveram queda na produção

A redução de 1,2% da atividade industrial, na passagem de julho para agosto, alcançou três das quatro grandes categorias econômicas e 14 dos 24 ramos pesquisados. Entre os setores, a principal influência negativa foi registrada por veículos automotores, reboques e carrocerias, que recuou 9,4%, eliminando, assim, a expansão de 1,9% observada no mês anterior, quando interrompeu nove meses consecutivos de queda na produção, período em que acumulou perda de 27,0%. Outras contribuições negativas importantes sobre o total da indústria vieram das atividades de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-1,6%), de produtos de metal (-3,0%), de metalurgia (-1,3%), de artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (-3,6%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos
(-2,5%), de outros equipamentos de transporte (-3,4%) e de produtos de minerais não-metálicos (-1,5%).

Por outro lado, entre os nove ramos que ampliaram a produção nesse mês, o desempenho de maior importância para a média global foi assinalado por produtos alimentícios, que avançou 2,4%, recuperando, dessa forma, parte da queda de 5,4% verificada em julho. Outros impactos positivos importantes foram observados nos setores de bebidas (4,3%), de indústrias extrativas (0,6%) e de produtos de madeira (5,1%), com o primeiro eliminando parte do recuo de 6,1% registrado no mês anterior; o segundo interrompendo três meses de taxas negativas consecutivas, período em que acumulou perda de 2,6%; e o último devolvendo parte da queda de 7,3% de julho.

Entre as grandes categorias econômicas, ainda na comparação com o mês imediatamente anterior, bens de capital, ao recuar 7,6%, e bens de consumo duráveis (-4,0%) mostraram as reduções mais acentuadas em agosto de 2015, influenciadas, em grande parte, pela menor produção de caminhões, na primeira, e de automóveis e eletrodomésticos, na segunda, ainda afetadas pela concessão de férias coletivas em várias unidades produtivas. Com os resultados de agosto, o primeiro segmento apontou a queda mais intensa desde dezembro de 2014 (-15,4%) e acumulou perda de 25,3% nos últimos sete meses de taxas negativas consecutivas; e o segundo eliminou parte do avanço de 9,4% assinalado no mês anterior, quando interrompeu nove meses seguidos de queda na produção, período em que acumulou redução de 26,0%. O setor produtor de bens de consumo semi e não-duráveis (-0,3%) também registrou taxa negativa, em agosto de 2015, após recuar 3,4% no mês anterior. Por outro lado, o segmento de bens intermediários, ao avançar 0,2%, mostrou o único resultado positivo nesse mês, interrompendo seis meses consecutivos de queda, período em que acumulou perda de 4,0%.

Média móvel recua 1,2% no trimestre encerrado em agosto

Ainda na série com ajuste sazonal, a evolução do índice de média móvel trimestral para o total da indústria apontou recuo de 1,2% no trimestre encerrado em agosto de 2015, frente ao nível do mês anterior, e manteve a trajetória descendente iniciada em setembro de 2014. Entre as grandes categorias econômicas, ainda em relação ao movimento deste índice na margem, bens de capital (-4,8%) e bens de consumo duráveis (-1,9%) mostraram as reduções mais acentuadas nesse mês, com o primeiro acumulando perda de 17,0% nos últimos cinco meses; e o segundo prosseguindo com o comportamento negativo presente desde dezembro de 2014. Os setores produtores de bens intermediários (-0,6%) e de bens de consumo semi e não-duráveis (-0,5%) também registraram taxas negativas nesse mês, com o primeiro mantendo a trajetória descendente iniciada em setembro do ano passado; e o segundo intensificando a magnitude de queda frente ao resultado de julho último (-0,1%).

Indústria recua 9,0% em relação a agosto de 2014

Na comparação com agosto de 2014, o setor industrial mostrou queda de 9,0%, em agosto de 2015, com perfil disseminado de resultados negativos, alcançando as quatro grandes categorias econômicas, 23 dos 26 ramos, 63 dos 79 grupos e 71,9% dos 805 produtos pesquisados. Entre as atividades, a de veículos automotores, reboques e carrocerias, que recuou 26,2%, exerceu a maior influência negativa na formação da média da indústria, pressionada, em grande parte, pela redução na produção de caminhões, automóveis, caminhão-trator para reboques e semirreboques, veículos para transporte de mercadorias, reboques e semirreboques, carrocerias e chassis com motor para ônibus e caminhões e autopeças. Outras contribuições negativas relevantes sobre o total nacional vieram de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-8,7%), de máquinas e equipamentos (-15,3%), de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-30,3%), de produtos de metal (-15,7%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-18,7%), de produtos alimentícios (-2,7%), de outros produtos químicos (-7,4%), de metalurgia (-7,3%), de produtos de borracha e de material plástico (-10,1%), de produtos de minerais não-metálicos (-9,2%), de produtos têxteis (-20,7%), de impressão e reprodução de gravações (-26,2%) e de móveis (-19,6%).

Por outro lado, ainda na comparação com agosto de 2014, entre as três atividades que aumentaram a produção, o principal impacto foi observado em indústrias extrativas (2,9%), impulsionado, em grande parte, pelos avanços nos itens minérios de ferro pelotizados e óleos brutos de petróleo.

Ainda no confronto com igual mês do ano anterior, bens de capital (-33,2%) e bens de consumo duráveis (-14,6%) assinalaram, em agosto de 2015, as reduções mais acentuadas entre as grandes categorias econômicas. Os setores produtores de bens de consumo semi e não-duráveis (-7,6%) e de bens intermediários (-5,5%) também mostraram resultados negativos nesse mês, mas ambos com recuos abaixo da média nacional (-9,0%).

O setor bens de capital, ao recuar 33,2% no índice mensal de agosto de 2015, assinalou a décima oitava taxa negativa consecutiva e a mais intensa desde o ínicio da série histórica nesse tipo de comparação. Na formação do índice de agosto, o segmento foi influenciado pelo recuo observado em todos os seus grupamentos, com claro destaque para a redução de 39,1% de bens de capital para equipamentos de transporte, pressionado, principalmente, pela menor fabricação de caminhões, caminhão-trator para reboques e semirreboques, veículos para transporte de mercadorias, reboques e semirreboques, embarcações, ônibus e vagões para transporte de mercadorias. As demais taxas negativas foram registradas por bens de capital de uso misto (-35,1%), para construção (-56,8%), agrícola (-32,4%), para energia elétrica (-19,7%) e para fins industriais (-2,3%).

O segmento de bens de consumo duráveis recuou 14,6% no índice mensal de agosto de 2015, décimo oitavo resultado negativo consecutivo nesse tipo de confronto e mais intenso do que o verificado em julho último (-13,7%). Nesse mês, o setor foi particularmente pressionado pela menor fabricação de automóveis (-12,0%), de eletrodomésticos da “linha branca” (-21,7%) e da “linha marrom” (-17,7%), influenciados, em grande parte, por reduções de jornadas de trabalho e pela concessão de férias coletivas em várias unidades produtivas. Outros impactos negativos importantes vieram de motocicletas (-12,7%), de móveis (-18,2%) e do grupamento de outros eletrodomésticos (-8,1%).

A redução na produção de bens de consumo semi e não-duráveis (-7,6%), em agosto de 2015, foi o décimo resultado negativo consecutivo na comparação com igual mês do ano anterior, mas diminuiu a intensidade de queda frente ao verificado em julho último (-9,2%). O desempenho nesse mês foi explicado pelos recuos observados em todos os seus grupamentos: semiduráveis (-11,7%), carburantes (-11,8%), alimentos e bebidas elaborados para consumo doméstico (-4,4%) e não-duráveis (-7,0%). Nesses subsetores, os principais impactos negativos foram assinalados pelos itens telefones celulares, calças compridas, calçados de couro feminino, cds, dvds, tênis de material sintético montado, camisas, blusas e semelhantes de uso feminino e roupas de cama (colchas, cobertores, lençóis e etc.), no primeiro; de gasolina automotiva e álcool etílico, no segundo; de sucos concentrados de laranja, açúcar refinado de cana, carnes de bovinos frescas ou refrigeradas, bombons e chocolates em barras, refrigerantes, café torrado e moído e achocolatados em pó, no terceiro; e de medicamentos, livros, brochuras ou impressos sob encomenda e revistas periódicas (impressas sob encomendas), no último.

A produção de bens intermediários, com redução de 5,5% em agosto de 2015, assinalou a décima sétima taxa negativa consecutiva e com ritmo de queda próximo ao verificado no mês anterior (-5,6%). O resultado desse mês foi explicado principalmente pelos recuos nos produtos associados às atividades de veículos automotores, reboques e carrocerias (-20,0%), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-7,2%), de produtos de metal (-17,9%), de outros produtos químicos (-7,5%), de metalurgia (-7,3%), de produtos de borracha e de material plástico (-10,0%), de produtos de minerais não-metálicos (-9,0%), de produtos têxteis (-20,1%) e de produtos alimentícios (-0,2%), enquanto as pressões positivas foram registradas por indústrias extrativas (2,9%), máquinas e equipamentos (10,3%) e celulose, papel e produtos de papel (1,9%). Ainda nessa categoria, vale citar também os recuos observados nos grupamentos de insumos típicos para construção civil (-15,2%), que marcou a décima oitava taxa negativa consecutiva e a mais intensa desde o ínicio da série histórica, e de embalagens (-6,2%), que acentuou a queda de 3,4% assinalada no mês anterior.

Produção Industrial recua 6,9% no acumulado no ano

No índice acumulado para o período janeiro-agosto de 2015, frente a igual período do ano anterior, o setor industrial mostrou queda de 6,9%, com perfil disseminado de taxas negativas, já que as quatro grandes categorias econômicas, 24 dos 26 ramos, 68 dos 79 grupos e 72,4% dos 805 produtos pesquisados apontaram recuo na produção. Entre os setores, o principal impacto negativo foi observado em veículos automotores, reboques e carrocerias (-21,0%), pressionado, em grande parte, pela redução na produção de aproximadamente 92% dos produtos investigados na atividade, com destaque para os recuos registrados por automóveis, caminhões, caminhão-trator para reboques e semirreboques, autopeças, reboques e semirreboques, veículos para transporte de mercadorias e carrocerias para caminhões e ônibus.

Outras contribuições negativas relevantes sobre o total nacional vieram dos setores de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-29,6%), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-6,5%), de máquinas e equipamentos (-11,8%), de produtos alimentícios (-3,7%), de metalurgia (-7,5%), de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-14,4%), de produtos de metal (-9,6%), de produtos de borracha e de material plástico (-7,0%), de outros produtos químicos (-4,1%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-8,6%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-9,8%), de bebidas (-6,7%) e de produtos de minerais não-metálicos (-5,8%).

Por outro lado, entre as duas atividades que ampliaram a produção, a principal influência foi observada em indústrias extrativas (7,7%), impulsionada, em grande parte, pelos itens minérios de ferro pelotizados e em bruto e óleos brutos de petróleo.

Entre as grandes categorias econômicas, o perfil dos resultados para os oito meses de 2015 mostrou menor dinamismo para bens de capital (-22,4%) e bens de consumo duráveis (-14,2%), pressionadas especialmente pela redução na fabricação de bens de capital para equipamentos de transporte (-28,2%), na primeira, e de automóveis (-12,9%) e eletrodomésticos (-22,2%), na segunda. Os segmentos de bens de consumo semi e não-duráveis (-7,2%) e de bens intermediários (-3,7%) também assinalaram taxas negativas no índice acumulado no ano, com o primeiro prosseguindo com recuo acima da magnitude observada na média nacional (-6,9%), e o segundo apontando a queda mais moderada entre as grandes categorias econômicas.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 02/10/2015 09:02:36

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Expectativa – Vagas de Trabalho e Taxa de Desemprego: 203 mil e 5,1% em setembro


São Paulo, 02/10 (Enfoque) –

O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos informa dentro de instantes os números do mercado laboral americano em setembro. Analistas apontam para a criação de 203 mil postos de trabalho, com a taxa de desemprego permanecendo em 5,1%. Na pesquisa de agosto, foram abertas 173 mil novas vagas.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 02/10/2015 08:40:15

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Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: +0,5% +225 pontos aos 45.950 pontos


São Paulo, 02/10 (Enfoque) –

Índice Futuro do Ibovespa:

Var.%: 0,5
Var. Ptos :225
Valor: 45.950

Nossa previsão acima foi baseada na oscilação do Mini S&P futuro com critérios de análise técnica:

 – Variação do Mini S&P Futuro desde o fechamento da sessão anterior:


Var.%: +0,3
Var. Ptos: +6,00
Valor: 1.923,50

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico intraday de 15 minutos:

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico diário:   

Analista de Valores Mobiliários responsável:

Fausto de Arruda Botelho CFTeCNPI

Em conformidade com as disposições da Instrução CVM nº 388, eu Fausto de Arruda Botelho, analista de investimento responsável pela elaboração deste relatório declaro que:

1.       As análises e recomendações refletem única e exclusivamente minhas opiniões pessoais, às quais foram realizadas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à (Enfoque).
2.       Não mantenho vínculo com qualquer pessoa natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliiários foram alvo de análise neste Relatório.
3.       A Enfoque não administra fundos, carteiras e clubes de investimentos
4.       A Enfoque não possui participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise neste relatório.
5.       A Enfoque não está envolvida  na aquisição , alienação ou intermediação de valores mobiliários das objeto de análise neste relatório.
6.       Não sou titular, direta ou indiretamente, de valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto da análise neste Relatório, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de meu patrimônio pessoal, e não estou envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado.
7.       Nem eu nem a Enfoque recebemos remuneração por serviços prestados e não temos relações comerciais com qualquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo da análise neste relatório, ou pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse desta(s) companhia(s).

8.       Minha remuneração não está, atrelada à precificação de quaisquer dos valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto de análise neste Relatório, nem às eventuais receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Enfoque com esta(s) companhia(s).

 

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 02/10/2015 08:39:12

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Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: +0,9% +425 pontos aos 47.775 pontos


São Paulo, 05/10 (Enfoque) –

Índice Futuro do Ibovespa:

Var.%:0.9
Var. Ptos :425
Valor: 47.775


Nossa previsão acima foi baseada na oscilação do Mini S&P futuro com critérios de análise técnica:


 – Variação do Mini S&P Futuro desde o fechamento da sessão anterior:


Var.%: 0,7
Var. Ptos 13,75
Valor: 1.955,75

 Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico intraday de 15 minutos:

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico diário:   

 

Analista de Valores Mobiliários responsável:

Fausto de Arruda Botelho CFTeCNPI

 


Em conformidade com as disposições da Instrução CVM nº 388, eu Fausto de Arruda Botelho, analista de investimento responsável pela elaboração deste relatório declaro que:

 

1.       As análises e recomendações refletem única e exclusivamente minhas opiniões pessoais, às quais foram realizadas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à (Enfoque).

2.       Não mantenho vínculo com qualquer pessoa natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliiários foram alvo de análise neste Relatório.

3.       A Enfoque não administra fundos, carteiras e clubes de investimentos

4.       A Enfoque não possui participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise neste relatório.

5.       A Enfoque não está envolvida  na aquisição , alienação ou intermediação de valores mobiliários das objeto de análise neste relatório.

6.       Não sou titular, direta ou indiretamente, de valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto da análise neste Relatório, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de meu patrimônio pessoal, e não estou envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado.

7.       Nem eu nem a Enfoque recebemos remuneração por serviços prestados e não temos relações comerciais com qualquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo da análise neste relatório, ou pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse desta(s) companhia(s).

8.       Minha remuneração não está, atrelada à precificação de quaisquer dos valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto de análise neste Relatório, nem às eventuais receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Enfoque com esta(s) companhia(s).

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 05/10/2015 08:41:39

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Focus: Mercados elevam projeção do IPCA e voltam a cortar do PIB em 2015


São Paulo, 05/10 (Enfoque) –

O Banco Central divulgou na manhã de segunda-feira mais uma edição do relatório Focus. O documento apontou para uma elevação do IPCA, que deve encerrar o ano em 9,53% e não mais em 9,46% estimado anteriormente. Já para o próximo ano, o mercado elevou a aposta de 5,87% a 5,94%.

Em um cenário cada vez mais incerto, os economistas ouvidos pelo BC elevaram a aposta da moeda norte-americana de R$ 3,95 para R$ 4,00. Para o próximo ano, a projeção se manteve R$ 4,00 . No caso da Selic, a expectativa foi reduzida mantida em 14,25% neste ano. Em 2016, a estimativa ficou em 12,50%.

O mercado reduziu a aposta do PIB de 2015, que agora foi de -2,80% para -2,85%. Para o ano que vem, a projeção se manteve em -1,00%.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 05/10/2015 08:28:11

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Pauta do Dia: Cautela deve ser palavra de ordem após sequência de altas


São Paulo, 06/10 (Enfoque) –

Ásia

Os mercados asiáticos encerram a jornada desta terça-feira, em sua maioria, com ganhos, acompanhando o resultado positivo de Wall Street da véspera. Os investidores seguem na expectativa dos próximos passos do Federal Reserve, em mais um dia em que as bolsas da China estão fechadas por conta do feriado do Dia Nacional do país.

Europa

As bolsas de valores da Europa operam na manhã desta terça-feira oscilando entre ganhos e perdas, após o resultado positivo de ontem. Porém, os índices não acompanham os ganhos da véspera nos EUA e o de hoje na Ásia. A cautela é a  palavra de ordem dos investidores, principalmente após a divulgação de dados negativos da economia da Alemanha.

EUA

Os índices futuros de Wall Street operam na manhã desta terça-feira no vermelho, indicando que o início de jornada nas bolsas americanas deve ser negativo. Na véspera,  resultado foi bastante positivo com a expectativa dos próximos passos do Fed no que diz respeito às taxas de juros. A cautela nesta terça-feira é em relação a um a possível realização de lucros depois de dias positivos. A preocupação é com a temporada de balanços, que não promete resultados animadores.

Brasil

O mercado local de ações teve ontem o quinto dia consecutivo de alta, em um cenário puxado pelo otimismo dos investidores com o exterior, principalmente devido à expectativa de que o Fed não deve elevar os juros neste ano. O Ibovespa chegou a ser negociado acima dos 48 mil pontos. Hoje o cenário local deve voltar a ter força, com indicadores importantes e também a prometida sessão para manter ou derrubar os vetos da presidente Dilma.

Câmbio

O cenário favorável no exterior fez com que a procura pela moeda americana fosse menor, principalmente com a sinalização de que o Fed pode demorar a elevar as taxas de juros. No entanto, a situação está longe de ser tranquila e de estabilidade, já que indicadores internos podem pressionar novamente a divisa.

O Banco Central agendou para esta terça-feira (6), uma sessão de leilão de rolagem de swap cambial. Ele está marcado para as 11h30, com duração de 10 minutos, vai ofertar aos mercados até 10.275 contratos de novembro de 2015 para dezembro de 2015 e março de 2016.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 06/10/2015 08:02:49

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Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF:-0,5% -240 pontos aos 47.420 pontos


São Paulo, 06/10 (Enfoque) –

Índice Futuro do Ibovespa:

Var.%: -0,5%
Var. Ptos :240

Valor: 47.420

Nossa previsão acima foi baseada na oscilação do Mini S&P futuro com critérios de análise técnica:

 – Variação do Mini S&P Futuro desde o fechamento da sessão anterior:

 Var.%: -0,3
Var. Ptos -6,25
Valor: 1.968,50

 Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico intraday de 15 minutos:

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico diário:   

Analista de Valores Mobiliários responsável:

Fausto de Arruda Botelho CFTeCNPI

 


Em conformidade com as disposições da Instrução CVM nº 388, eu Fausto de Arruda Botelho, analista de investimento responsável pela elaboração deste relatório declaro que:

 

1.       As análises e recomendações refletem única e exclusivamente minhas opiniões pessoais, às quais foram realizadas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à (Enfoque).

2.       Não mantenho vínculo com qualquer pessoa natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliiários foram alvo de análise neste Relatório.

3.       A Enfoque não administra fundos, carteiras e clubes de investimentos

4.       A Enfoque não possui participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise neste relatório.

5.       A Enfoque não está envolvida  na aquisição , alienação ou intermediação de valores mobiliários das objeto de análise neste relatório.

6.       Não sou titular, direta ou indiretamente, de valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto da análise neste Relatório, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de meu patrimônio pessoal, e não estou envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado.

7.       Nem eu nem a Enfoque recebemos remuneração por serviços prestados e não temos relações comerciais com qualquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo da análise neste relatório, ou pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse desta(s) companhia(s).

8.       Minha remuneração não está, atrelada à precificação de quaisquer dos valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto de análise neste Relatório, nem às eventuais receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Enfoque com esta(s) companhia(s).

 

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 06/10/2015 08:42:01

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Pauta do Dia: Cenário político segue pressionando e BC amplia presença no câmbio


São Paulo, 29/09 (Enfoque) –

Ásia

As bolsas de valores da Ásia encerram a jornada desta terça-feira com perdas, com os mercados acompanhado o resultado de Wall Street da véspera, que foi negativo por conta de indicadores da economia chinesa. Somente o Nikkei, de Tóquio, perdeu mais de 4%.

Europa

Os mercados de ações europeus operam nesta terça-feira sem a definição de um rumo, com o foco os investidores voltados para o setor automotivo em meio ao escândalo de emissões da Volkswagen e também nos preços de commodities.

EUA

Os índices futuros de Wall Street sinalizam para um inicio de jornada com ganhos, em um mercado ainda cauteloso com os dados da economia da China, futuro da taxa de juros dos Estados Unidos e também o desempenho de empresas ligadas às commodities. Apesar do cenário cauteloso, o dia deve ser de correção após a queda da véspera.

 

Brasil

Por aqui, o dia deve mais uma vez de tensão no cenário político, com desdobramento nas bolsas. Além de todo o cenário incerto no exterior, as questões econômicas internas e as dificuldades de o governo aprovar medidas e impedir a criação de novos gastos preocupam os investidores. A questão do impeachment da presidente Dilma e um possível rebaixamento do rating brasileiro contribuem para agravar o cenário.

 

Câmbio

Após a forte alta na jornada de ontem, o dólar comercial deve seguir pressionado nos negócios desta terça-feira devido ao cenário bastante incerto nos mercados interno e externo. Agora, os investidores esperam saber qual será o momento de uma ação mais rigorosa do Banco Central no mercado cambial.

O Banco Central agendou para esta terça-feira (29), uma sessão de leilão de swap cambial. Ele está marcado para as 9h30, com duração de 10 minutos, vai ofertar aos mercados até 20  mil contratos de setembro de 2015, com vencimento para março de 2016.

Além disso, haverá também uma sessão de leilão de rolagem swap cambial. Ele está marcado para as 11h30, com duração de 10 minutos, vai ofertar aos mercados até 9,45 mil contratos de rolagem dos contratos de outubro de 2015, com opções janeiro e abril de 2017.

Ainda nesse sentido, haverá também leilões de venda conjugados com leilões de compra de dólar comercial. Serão duas operações, a A e a B, sendo aceitos até US$ 2 bilhões. O primeiro será das 10h20 às 10h25 e o segundo da 10h40 às 10h45. A data de liquidação do leilão A é 2 de dezembro de 2015, enquanto o B m janeiro de 2016. 

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 29/09/2015 08:23:26

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Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: +0,6% +270 pontos aos 44.400 pontos


São Paulo, 29/09 (Enfoque) –

Índice Futuro do Ibovespa:

Var.%: 0,6

Var. Ptos :270

Valor: 44.400


Nossa previsão acima foi baseada na oscilação do Mini S&P futuro com critérios de análise técnica:

– Variação do Mini S&P Futuro desde o fechamento da sessão anterior:

Var.%: +0,4
Var. Ptos
: +7,5
Valor: 1.879,50

 

Analista de Valores Mobiliários responsável:

Fausto de Arruda Botelho CFTe; CNPI


Em conformidade com as disposições da Instrução CVM nº 388, eu Fausto de Arruda Botelho, analista de investimento responsável pela elaboração deste relatório declaro que:

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(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 29/09/2015 08:40:59

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