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uperávit comercial na primeira semana de outubro foi de US$ 499 milhões


São Paulo, 10/10 (Enfoque) –

Na primeira semana de outubro, com cinco dias úteis, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 499 milhões. O resultado reflete exportações de US$ 3,374 bilhões e importações de US$ 2,875 bilhões. No ano, as exportações somam US$ 142,740 bilhões e as importações, US$ 106,061 bilhões, com saldo positivo de US$ 36,680 bilhões. Os dados foram divulgados hoje pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Indústria, Comércio exterior e Serviços (MDIC).

Na semana, a média diária das exportações foi de US$ 674,8 milhões. Por esse critério, o desempenho foi 11,7% menor que o registrado em outubro de 2015 (média de US$ 764,2 milhões). Nessa comparação, caíram as vendas de básicos (-25,1%) – por conta de milho em grão; algodão em bruto; farelo de soja; soja em grão; carne bovina e de frango; e fumo em folhas – e de manufaturados (-6,2%)  –  devido a aviões; autopeças; motores para veículos automóveis; motores e geradores elétricos; automóveis de passageiros e veículos de carga. Por outro lado, cresceram as exportações de semimanufaturados (+15,5%) – puxadas por ferro fundido; alumínio em bruto; açúcar em bruto; couros e peles; e ouro em formas semimanufaturadas.

Em relação a setembro deste ano, quando a média diária foi de US$ 752,5 milhões, houve retração de 10,3%, em virtude do desempenho das exportações de produtos das três categorias: básicos (-16,4%), manufaturados (-7,8%) e semimanufaturados (-0,3%).

Nas importações, a média diária da primeira semana de outubro foi de US$ 575 milhões, valor 14,1% abaixo da média verificada em outubro de 2015 (US$ 669,2 milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (-62,1%); adubos e fertilizantes (-36,6%); veículos automóveis e partes (-23,4%); equipamentos mecânicos (-18,5%) e produtos químicos orgânicos e inorgânicos (-12,5%).

Já em relação a setembro deste ano, cuja média foi de US$ 570,8 milhões, percebeu-se um leve crescimento de 0,7%, devido ao aumento nas compras de farmacêuticos (35,7%); cereais e produtos da indústria de moagem (18,3%); siderúrgicos (18,2%); equipamentos elétricos e eletrônicos (9,7%); equipamentos mecânicos (9,3%); e produtos plásticos (9%).

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 10/10/2016 15:04:07

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