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Ata do Copom: BC vê avanços na aprovação do ajuste fiscal


São Paulo, 25/10 (Enfoque) –

O Banco Central (BC) informou na ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) — que na semana passada reduziu em 0,25 ponto percentual para 14% ao ano os juros básicos da economia (Selic), pela primeira vez em quatro anos — que o início de um novo ciclo se deve aos esforços do governo para aprovar as medidas de ajuste fiscal e ao recuo da inflação.

“Todos os membros do Comitê reconheceram os avanços e os esforços para aprovação e implementação dos ajustes na economia, notadamente no que diz respeito a reformas fiscais. Os membros do Comitê enfatizaram que esses esforços são fundamentais para a estabilização e o e o desenvolvimento da economia brasileira”, diz a ata do Copom.

Mas o Banco Central deixou claro que a velocidade e a intensidade da queda da Selic dependem de uma série de fatores que permitam o alcance das metas de inflação, tendo como foco os anos-calendário de 2017 e 2018. O BC destaca, entre outros, o ritmo de aprovação e a implementação de ajustes e a consolidação de uma trajetória de desinflação do IPCA.

“O Comitê entende que a convergência da inflação para a meta para 2017 e 2018 é compatível com uma flexibilização moderada e gradual das condições monetárias. O Comitê avaliará o ritmo e a magnitude da flexibilização monetária ao longo do tempo, de modo a garantir a convergência da inflação para a meta de 4,5%”, diz um trecho da ata, que deixa claro que, para o Banco Central não há, pelo menos por enquanto, clareza sobre como o Copom vai se comportar na próxima reunião.

O BC ressalta que vai acompanhar “atentamente esses esforços” porque as medidas terão reflexo no processo de desinflação.

“Há consenso no Comitê que a velocidade no processo de apreciação das propostas de ajustes tem excedido as expectativas. Entretanto, a natureza longa e incerta do processo sugere que há, ao mesmo tempo, risco e oportunidade.”

Na ata, o BC reafirma o compromisso de conduzir a política monetária visando atingir meta para a inflação no horizonte relevante, que abrange os anos-calendário de 2017 e 2018, de 4,5%.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 25/10/2016 09:03:08







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