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Bolsas abrem maio acumulando perdas


São Paulo, 06/05 (Enfoque) –

A primeira semana do mês de maio foi marcada por perdas nos mercados de ações do Brasil e dos Estados Unidos devido a uma cena externa negativa, com dados negativos vindo da Ásia e prejudicando assim o desempenho das commodities.

Em Wall Street, o destaque da semana ficou para dados do mercado de trabalho americano, que começa a dar sinais de desaceleração, com a geração de emprego perdendo força. Com isso, aumentam as especulações de que os juros não devem subir em junho.

Por aqui, o cenário político mereceu destaque, mas foram os fatores externos que penalizaram as bolsas. Destaque para o afastamento do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, do mandato e também para o corte do rating brasileiro por parte da Fitch.

Mercado Externo

A semana teve início com a divulgação do ISM Manufacturing referente a abril, que registrou 50,8 pontos, ficando assim abaixo da estimativa que era de 51,5 pontos e do resultado do levantamento de março, que foi de 51,8 pontos.

Já os gastos com construção, referentes a março, tiveram alta de 0,3%, mas ainda assim ficou abaixo dos 0,5% esperados por analistas. Por outro lado, os números de fevereiro foram revistos de -0,5% para +1,0%.

Na quarta-feira, a consultoria ADP informou que o setor privado dos EUA gerou durante o mês de abril um total de 156 mil postos de trabalho, resultado que ficou abaixo dos 193 mil esperados e também do 194 mil de fevereiro.

No caso dos pedidos às fábricas, houve alta de 1,1% em março, superando assim as estimativas de avanço de 0,6%. Por outro lado, os dados do mês anterior foram revistos de -1,7% para -1,9%.

Já o ISM do Setor de Serviços, referente ao mês de abril, teve leve melhora, indo de 54,5 pontos para 55,7 pontos. O mercado apostava que o indicador iria registrar 54,7 pontos.

Na quinta-feira, destaque apenas para os pedidos de auxílio-desemprego, que variaram 257 mil para 274 mil em uma semana, sendo que a aposta do mercado era de 262 mil. Na média de quatro semanas, a variação foi de 256 mil para 258 mil novos pedidos do benefício.

Finalmente, na sexta-feira, o Departamento de Trabalho dos relatou) que o mercado laboral do país gerou, em abril, um total de 160 mil novas vagas de emprego, fazendo com que o a taxa de desemprego americana fique em 5,0%.

O resultado divulgado é inferior as apostas dos analistas, que acreditavam na geração de 200 mil postos de trabalho e queda da taxa de desemprego para 4,9%. Além disso, a criação de empregos em março foi revista de 215 mil para 208 mil.

Sendo assim, em cinco dias o Dow Jones teve queda de -0,15 % aos 17.740,5 pontos, enquanto o S&P 500 caiu 0,4% aos 2.057,14 pontos. Confira os gráficos:

Mercado Interno

O Banco Central divulgou na manhã de segunda-feira mais uma edição do relatório Focus de 2016. O documento apontou para uma nova redução do IPCA, indo de 6,98% para 6,94%, neste ano, enquanto a projeção para o final de 2017 foi de 5,80% para 5,72%.

O cenário segue incerto, com isso, os economistas ouvidos pelo BC reduziram a aposta do dólar de R$ 3,80 para R$ 3,72. Para o próximo ano foi cortada em R$ 4,00 para R$ 3,91. No caso da Selic, a expectativa de 2016 ficou com 13,25%, enquanto a de 2017 foi de 12,00% para 11,75%.

O mercado reduziu a aposta do PIB de 2016 de -3,88% par a -3,89%. Para o ano que vem, a projeção foi de 0,30% para 0,40%

O IPC-S de 30 de abril de 2016 apresentou variação de 0,49%, 0,11 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada na última divulgação. Com este resultado, o indicador acumula alta de 3,57%, no ano e, 9,24%, nos últimos 12 meses.

 Nesta apuração, cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Saúde e Cuidados Pessoais (1,46% para 2,41%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item medicamentos em geral, cuja taxa passou de 3,50% para 7,01%.

A balança comercial brasileira teve superávit (exportações maiores que importações) de US$ 4,861 bilhões em abril. É o melhor resultado para meses de abril desde o início da série histórica em 1989. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. No primeiro quadrimestre, a balança acumula saldo positivo de US$ 13,249 bilhões.

Em março de 2016, a produção industrial nacional avançou 1,4% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, após recuar 2,7% em fevereiro. Na série sem ajuste sazonal, no confronto com igual mês do ano anterior, o total da indústria apontou queda de 11,4%, em março de 2016, vigésima quinta taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação e mais elevada do que a observada em fevereiro (-9,8%). Assim, no índice acumulado para os três primeiros meses de 2016, o setor industrial assinalou redução de 11,7%. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, com a queda de 9,7% em março de 2016, mostrou a perda mais intensa desde outubro de 2009 (-10,3%) e manteve a trajetória descendente iniciada em março de 2014 (2,1%).

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp), da Fundação Getulio Vargas, avançou 3,7% em abril de 2016, alcançando 76,5 pontos, maior nível desde maio de 2014 (79,3 pontos). Com o resultado, o indicador de médias móveis trimestrais apresentou a sexta alta consecutiva (1,5%, em abril), sinalizando uma acomodação no ritmo de queda do pessoal ocupado na economia brasileira ao longo dos próximos meses.

O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) apresentou queda em abril, ao variar -1,9%, atingindo 95,6 pontos. Este é o quarto recuo consecutivo do indicador, que alcançou o menor nível desde setembro de 2015 (92,6 pontos). A tendência do ICD sinaliza um arrefecimento da evolução negativa da taxa de desemprego.

O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) do mês de abril apresentou variação de 0,69%, taxa 0,25 ponto percentual (p.p.) acima da apurada em março, quando o índice registrou variação de 0,44%. Com este resultado, o indicador acumula alta de 3,82%, no ano e, 9,94%, nos últimos 12 meses.

Em abril, o IPC-BR registrou variação de 0,49%. A taxa do indicador nos últimos 12 meses ficou em 9,24%, nível abaixo do registrado pelo IPC-C1

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) variou 0,36%, em abril. A variação registrada em março foi de 0,43%. Em abril de 2015, a variação foi de 0,92%. A taxa acumulada em 2016, até abril, é de 3,15%. Em 12 meses, o IGP-DI acumulou alta de 10,46%. O IGP-DI de abril foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 30 do mês de referência.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de abril variou 0,61%, ficando acima da taxa de 0,43% de março em 0,18 ponto percentual (p.p.). Considerando os quatro primeiros meses do ano, o índice situa-se em 3,25%, percentual inferior aos 4,56% registrados em igual período de 2015. Na ótica dos últimos 12 meses, a taxa foi para 9,28%, abaixo dos 9,39% relativos aos 12 meses imediatamente anteriores. Em abril de 2015 o IPCA situou-se em 0,71%.

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo IBGE em parceria com a CAIXA, apresentou variação de 0,46% em abril, ficando 0,36 ponto percentual abaixo da taxa de março (0,82%). Nos últimos doze meses, a taxa ficou em 7,14%, resultado próximo dos 7,18% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. Em abril de 2015 o índice foi 0,50%.

Sendo assim, depois de cinco dias, o Ibovespa acumulou queda de 4,0% aos 51.719 pontos. Confira o gráfico, as maiores altas, baixas e as ações mais negociadas da semana:

Maiores Altas

Ativo

Código

Último

Variação

SUZANO PAPEL

SUZB5

14,12

7,54%

LOCALIZA

RENT3

34,74

5,29%

RUMO LOG

RUMO3

4,50

5,14%

ECORODOVIAS

ECOR3

7,67

2,27%

CIELO

CIEL3

34,19

2,06%


Maiores Baixas

Ativo

Código

Último

Variação

SID NACIONAL

CSNA3

11,17

-14,99%

VALE

VALE3

16,88

-14,27%

VALE

VALE5

13,53

-14,04%

LOJAS AMERIC

LAME4

14,30

-10,79%

BRADESPAR

BRAP4

7,74

-8,62%

 

Mais Negociadas

Ativo

Código

Último

Volume

Segmento

VALE

VALE5

R$ 13,52

2.437.139.616,00

Minerais Metálicos

PETROBRAS

PETR4

R$ 10,03

2.023.908.768,00

Exploração e/ou Refino

ITAUUNIBANCO

ITUB4

R$ 30,40

1.824.379.424,00

Bancos

BRADESCO

BBDC4

R$ 25,37

1.234.762.592,00

Bancos

AMBEV S/A

ABEV3

R$ 18,84

1.081.660.416,00

Cervejas e Refrigerantes

Mercado Cambial

Em uma semana marcada pela menor presença do Banco Central no mercado de câmbio e pela elevação do IOF para a compra da divisa em espécie, a cotação do dólar comercial esteve bastante volátil. No entanto, no final da semana perdeu força, o que não foi capaz de evitar a valorização de 1,7% a R$ 3,4980. Confira o gráfico:

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 06/05/2016 17:11:03

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Bolsas abrem maio acumulando perdas

Os mercados acionários do Brasil e dos Estados Unidos tiveram uma semana de perdas. Parte do prejuízo registrado foi consequência da divulgação de dados da economia americana, mas o cenário local também contribuiu para a desvalorização. Na Europa, as incertezas persistem e não ajudam a melhorar o clima.

Os investidores estiveram atentos aos dados do mercado de trabalho nos EUA. Apesar da redução na taxa de desemprego em abril, a geração de novos postos foi abaixo do esperado. Além disso, outros números da economia contribuíram com as perdas.

No Brasil, a ação do governo para alterar o rendimento da poupança e a constante queda dos juros chamou a atenção dos investidores.

Na Europa, apesar de uma maior tranqüilidade na semana, a proximidade da eleição presidencial na França e a situação da dívida de países como a Espanha, não são uma pressão positiva para os mercados.

Mercado Externo

A semana começou com a divulgação que os consumidores americanos tiveram em março aumento de 0,3% nas despesas, após expressiva alta de fevereiro. Já a renda pessoal avançou 0,4%. O mercado estimava que a renda avançasse 0,3% e os gastos 0,4%. Como os rendimentos tiveram alta maior que os gastos, a taxa de poupança pessoal subiu de 3,7% para 3,8%, apesar de ser um patamar baixo para um período pós-recessão.
 
Já o Chicago PMI teve um resultado abaixo da expectativa (que já era de queda) em abril, registrando 56,1 pontos ante 62,2 em março. Apesar do fraco resultado, o índice ainda indica crescimento da economia. O resultado só passaria a ser realmente negativo se estivesse abaixo dos 50 pontos.
 
O índice do Fed de Dallas divulgado a segunda-feira apresentou quedas acentuadas. O índice que mede a atividade da região caiu para -3,4 pontos após uma leitura de 10,8 pontos em março. A produção também registrou uma grande queda de 11,1 em março para 5,6 em abril.

Os gastos com construção de casas nos EUA tiveram uma leve alta de 0,1% em março, de acordo com informações divulgadas nesta terça-feira pelo Departamento de Comércio do país. Apesar de ter sido a primeira alta em três meses, o resultado veio bastante abaixo dos 0,5% esperados pelo mercado. Outro sinal de fraqueza do segmento é que o índice de fevereiro foi revisto para baixo, de -1,1% para -1,4%.

Na quarta-feira, foi anunciado que o número de vagas criadas no setor privado em abril foi de 119 mil, de acordo com a consultoria ADP. O resultado veio abaixo do esperado, de +183 mil vagas no período.

Já o Departamento de Comércio divulgou que os pedidos de bens produzidos em fábricas nos EUA caiu 1,5% em março, registrando assim a maior queda em três anos.

A produtividade do trabalhador americano caiu 0,5% no primeiro trimestre de 2012, no entanto a queda não aconteceu no setor industrial. O mercado estimava queda de 0,4%.
 
A quantidade de bens e serviços produzidos, conhecido como saída real, cresceu em uma taxa anual de 2,7%. As horas trabalhadas saltaram 3,2%. Em contrapartida, a hora trabalhada, com ajuste da inflação, teve queda de 0,9%. Com isso, o custo do trabalho teve alta de 2,0%.

Já o número de americanos que fizeram novos pedidos de auxílio-desemprego recuou em 27 mil, para total de 365 mil na semana passada. O resultado veio melhor que o esperado, de 378 mil solicitações.
 
O Institute for Supply Management disse que seu índice do setor de serviços norte-americano caiu para 53,5 pontos em abril ante 56 pontos em março. Esta foi a pior leitura do índice desde novembro do ano passado.

Finalmente, na sexta-feira, foi informado que o mercado de trabalho norte-americano gerou em abril a abertura de 115 mil vagas de trabalho. O resultado veio abaixo do esperado, de 165 mil, porém, compensa o número de postos abertos em março, que foram revisados de 120 mil para 154 mil.
 De acordo com o Departamento de Trabalho do país, a taxa de desemprego no período recuou levemente, para 8,1%, contra 8,2% do mês anterior. Já a médica de horas trabalhadas ficou inalterada, em 34,5 horas, ao passo que os ganhos médios por hora aumentaram em 1 centavo de dólar, para US$ 23,38.

Dentro deste cenário, o Dow Jones acumulou queda de 1,4% aos 12.036 pontos, enquanto o S&P foi penalizado em 2,5% no período, a 1.368,98 pontos. Confira os gráficos:


Mercado Interno


O Banco Central divulgou na manhã desta segunda-feira a pesquisa semanal com analistas de mercado sobre as perspectivas da economia do país para 2012 e 2013. O relatório Focus, como é conhecido, elevou a projeção do IPCA do final do ano de 5,08% para 5,12% em relação à semana passada. Já para 2013, a elevação foi de 5,50% para 5,53%.
 
No caso da cotação do dólar em dezembro deste ano, a aposta segue em R$ 1,80, mesmo valor para o final do ano que vem. Mesmo com o BC apontando que pode haver uma nova redução dos juros, o mercado trabalha com a Selic em 9% ao ano em 2012 e em 10% em 2013.
 
Já a economia brasileira teve sua projeção de crescimento elevada de 3,21% para 3,22% neste ano e de 4,25% para 4,3% no próximo calendário.

O IPC-S de 30 de abril de 2012 apresentou variação de 0,52%, 0,05 ponto percentual abaixo da taxa registrada na última divulgação. Com este resultado, o indicador acumula alta de 2,19%, no ano e 5,05%, nos últimos 12 meses.

O Índice de Confiança de Serviços (ICS) da Fundação Getulio Vargas apresenta queda de 4,8% em abril de 2012, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, ao passar de 135,3 para 128,8 pontos. O resultado apresenta um recuo frente ao observado em março, quando a taxa interanual ficou em -1,0%.
 
Em março, a produção industrial variou -0,5%, em relação a fevereiro, na série livre de influências sazonais, após registrar recuo de 1,6% em janeiro e expansão de 1,3% em fevereiro. Frente a março de 2011, o total da indústria apontou queda de 2,1% em março de 2012, sétimo resultado negativo consecutivo nesse tipo de comparação. Assim, os índices do setor industrial para o fechamento do primeiro trimestre de 2012 foram negativos tanto no confronto com igual período do ano anterior (-3,0%), como na comparação com o trimestre imediatamente anterior (-0,5%), na série com ajuste sazonal.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, explicou que ao permitir a continuidade da queda das taxas de juros, as mudanças na remuneração da poupança estimularão a concorrência entre as instituições financeiras.


Ao explicar a nova fórmula de cálculo do rendimento, ele declarou que os fundos de investimento terão de reduzir a taxa de administração para manter os clientes.Segundo estimativas apresentadas pelo ministro, em um cenário em que a taxa básica de juros (Selic) estiver em 8% ao ano, a poupança renderá 5,6% ao ano e um fundo de investimento com taxa de administração de 0,5% do valor investido pagará 5,7% no mesmo período. Caso a taxa de administração seja maior, no entanto, os fundos renderão menos que a poupança. A simulação leva em conta um fundo que paga 100% da variação da Selic e paga Imposto de Renda.


Na média do trimestre terminado em abril de 2012, o Índice de Confiança do Comércio (ICOM) da Fundação Getulio Vargas recuou 4,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em março, na mesma base de comparação, a queda foi ligeiramente superior (-4,3%). O Indicador Trimestral de abril ficou em 126,8 pontos, contra 132,7 pontos do mesmo período do ano passado, resultado que sinaliza um quadro de lenta recuperação do setor.
 
A queda do Ibovespa na semana aconteceu principalmente pelo resultado da sexta-feira, quando a queda acentuada fez com que o índice fechasse com queda acumulada de 1,3% aos 60.799 pontos. Confira o gráfico, as maiores altas, baixas e as ações mais negociadas da semana:


Maiores Altas

Ativo

Código

Último

Variação
PDG REALT

PDGR3

5,01

9,39%
MRV

MRVE3

12,27

7,92%
CCR SA

CCRO3

15,90

6,43%
GAFISA

GFSA3

3,80

6,15%
TRAN PAULIST

TRPL4

65,10

5,20%

Maiores Baixas

Ativo

Código

Último

Variação
MMX MINER

MMXM3

8,38

-8,11%
MARFRIG

MRFG3

9,90

-7,74%
B2W VAREJO

BTOW3

7,78

-7,27%
USIMINAS

USIM5

10,25

-6,99%
GERDAU

GGBR4

16,56

-6,97%

Mais Negociadas

Ativo

Código

Último

VolumE

Segmento
VALE

VALE5

R$ 40,44

1.497.815.872,00

Minerais Metálicos
PETROBRAS

PETR4

R$ 20,48

1.420.502.688,00

Exploração e/ou Refino
ITAUUNIBANCO

ITUB4

R$ 28,80

1.038.936.272,00

Bancos
OGX PETROLEO

OGXP3

R$ 13,50

765.220.272,00

Exploração e/ou Refino
VALE

VALE3

R$ 41,53

674.411.600,00

Minerais Metálicos

Mercado Cambial

A semana que fechou abril e iniciou maio foi marcada por uma nova escalada do dólar comercial, que agora atingiu o patamar de R$ 1,90 e ali se manteve. Sem pressão negativa, o Banco Central não precisou intervir, deixando que o próprio mercado elevasse a cotação. Em quatro dias de negócios, a divisa saltou 1,8% para R$ 1,9190. Confira o gráfico:





Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
04/05/2012 17:11:27

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Copr 2007 Enfoque Informações Financeiras

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