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Bolsas acumulam ganhos na semana e dólar cai para R$ 3,15


São Paulo, 30/01 (Enfoque) –

As bolsas de valores do Brasil e dos Estados Unidos fecharam a última semana cheia de janeiro acumulando ganhos. O período teve como principal destaque a confirmação de que o governo do presidente Donald Trump será muito parecido com o que ele havia prometido em campanha.

Por aqui, ainda com a temperatura política em baixa, a semana foi de ganhos acompanhando o cenário externo. A expectativa agora é para a questão local, principalmente a eleição que definirá o presidente da Câmara dos Deputados, fator que é essencial para a aprovação das medidas de ajustes prometidas pelo governo.

Lá fora, a primeira semana de Trump mostrou que o presidente americano está mesmo disposto a endurecer as barreiras comerciais, protegendo as empresas americanas. Prova disso foi a saída do país do Tratado Transpacífico e sinalização de saída do Nafta.

Mercado Externo

A semana foi marcada por uma agenda fraca, tendo os principais indicadores sendo divulgados a partir de terça-feira. Foi quando a Associação dos Corretores de Imóveis do EUA destacou as vendas de casas existentes no país caíram de 5,65 milhões para 5,49 milhões. A aposta do mercado era de 5,550 milhões.

Na quinta-feira, destaque para os pedidos de auxílio-desemprego, que na semana anterior registrou um total de 246 mil solicitações. A aposto do mercado para o benefício era de 246 mil pedidos, sendo que na pesquisa da semana passada o resultado havia sido de 237 mil.

Pouco mais tarde, o Departamento de Comércio americano relatou que as vendas de casas novas tiveram resultado de 536 mil unidades, sendo que o mercado esperava um total de 593 mil. Os dados de novembro foram revistos de 592 mil para 598 mil unidades.

Já na sexta-feira, os pedidos de bens duráveis tiveram queda de 0,4%, diante de uma estimativa dos analistas de 2,4% de alta. Os números de novembro foram piorados, indo de -4,6% para -4,8%.

O indiciador mais esperado da semana, o PIB americano do quarto trimestre teve alta de 1,9% e frustrou os analistas que esperava avanço de 2,2%. Os números do trimestre anterior apontaram para crescimento de 3,5%.

Finalmente, o último indicador de destaque da semana, a Confiança do Consumidor da Universidade de Michigan que em janeiro registrou 98,5 pontos, sendo que a aposta do mercado era de 98,2 pontos. A pesquisa anterior teve resultado de 98,1 pontos.

Sendo assim, o Dow Jones somou 1,3% em cinco dias chegando aos 20.093,8 pontos, enquanto a valorização acumulada do S&P 500 foi de 1,0% aos 2.294,69 pontos.

 

Mercado Interno

O Banco Central divulgou mais uma edição do Relatório Focus nesta segunda-feira, a primeira edição elaborada em 2017 e com dados também de 2018. O documento reduziu a projeção do IPCA no ano de 2017 de 4,80% para 4,71%, ficando assim dentro do teto da meta do BC. Já a projeção para o final de 2018 foi de 4,50%.

As apostas do BC para a cotação do dólar apresentaram estabilidade para 2017 em R$ 3,40. Para o próximo ano, a estimativa é de R$ 3,50. Depois da surpreendente queda da Selic na semana anterior, o mercado estima agora que a taxa deve fechar o ano a 9,50% e não mais a 9,75%. No caso de 2018, a projeção é de juros a 9,38%.

Em relação ao Produto Interno Bruto de 2017, o mercado manteve a projeção em 0,50%, sendo que também houve manutenção da taxa de crescimento de 2018, a 2,20%.

O IPC-S de 22 de janeiro de 2017 apresentou variação de 0,63%, 0,01 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada na última divulgação.

Nesta apuração, três das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Habitação (0,01% para 0,18%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de -2,55% para -1,32%.

Na terceira semana de janeiro de 2017, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,058 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 3,837 bilhões e importações de US$ 2,779 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 9,775 bilhões e as importações, US$ 8,377 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,398 bilhão.

A média diária das exportações da terceira semana (US$ 767,4 milhões), ficou 29,2% acima da média até a segunda semana de janeiro (US$ 593,7 milhões), em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (+60,7%), semimanufaturados (+8,4%) e manufaturados (+8,3%). Nas importações, houve retração de 0,7%, sobre igual período comparativo (média da terceira semana, US$ 555,8 milhões sobre média até a segunda semana, US$ 559,8 milhões), explicada, principalmente, pela queda nos gastos com adubos e fertilizantes, combustíveis e lubrificantes, bebidas e álcool, equipamentos eletroeletrônicos, aeronaves e peças.

A prévia da Sondagem da Indústria de janeiro de 2017 sinaliza alta de 3,1 pontos do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em relação ao número final do mês anterior, para 87,8 pontos. Com o resultado, o índice retornaria ao patamar de setembro passado, revertendo as perdas do último trimestre do ano.

 O resultado preliminar de janeiro combinou a melhora tanto das perspectivas para os meses seguintes quanto das considerações sobre a situação atual. O Índice de Expectativas (IE) avançaria 3,4 pontos, para 89,7 pontos, e o Índice da Situação Atual (ISA) aumentaria 2,9 pontos, para 86,1 pontos.

A expectativa mediana dos consumidores brasileiros para a inflação nos 12 meses seguintes recuou de 9,1% para 7,9% em janeiro, o menor valor desde janeiro de 2015 (7,2%). A queda de 1,2 ponto percentual (p.p.) na margem representou a maior variação negativa da série iniciada em setembro de 2005.

 “O resultado de janeiro reforça a evidência empírica de que as expectativas de inflação dos consumidores são fortemente vinculadas ao índice de preços ao consumidor acumulado nos 12 meses anteriores. Colaboraram para a queda, o IPCA acumulado em 2016, que ficou abaixo do teto da meta de inflação, e a ampla divulgação pela mídia desse resultado pouco esperado, enfatizando a preocupação do governo em controlar o aumento dos preços. ”, afirma o economista Pedro Costa Ferreira, da FGV/IBRE.

O Índice de Confiança do Comércio (ICOM) da Fundação Getulio Vargas subiu 0,6 ponto em janeiro de 2017, ao passar de 78,3 para 78,9 pontos, o maior nível desde outubro passado. Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice recuou -0,3 ponto no mês.

“Após avançar 10 pontos entre fevereiro e agosto do ano passado, a confiança do Comércio estabilizou-se na faixa entre 78 e 80 pontos nos últimos seis meses. O segmento parece incomodar-se pouco com a incerteza do ambiente político e se preocupar bastante com o custo e a disponibilidade de crédito para consumo. Assim, é possível que aceleração da queda dos juros sinalizada em janeiro pelo BC colabore para que a confiança do Comércio – ainda muito baixa em termos históricos – volte a registrar ganhos nos próximos meses”, afirma Aloisio Campelo Jr., Superintendente de Estatísticas Públicas da FGV/IBRE.

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou, em janeiro, taxa de variação de 0,29%, abaixo do resultado do mês anterior, de 0,36%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,30%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,15%. O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,28%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,55%. O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

O Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas, subiu 2,5 pontos em janeiro de 2017, atingindo 74,5 pontos,o maior nível desde junho de 2015  (76,2 pontos).

“A melhora das expectativas combinada a uma percepção menos negativa sobre a situação atual contribuiu para que a confiança da construção registrasse em janeiro a maior alta mensal da série. Ainda assim não é possível apontar o fim do ciclo recessivo no setor, pois o aumento da confiança continua amparado muito mais nas expectativas do que na melhora de fato dos negócios. Vale notar que a carteira de contratos das empresas encontra-se em um patamar muito baixo”, observou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV/IBRE.

A alta do ICST em janeiro foi determinada pela evolução favorável de seus dois componentes. O Índice da Situação Atual (ISA-CST) aumentou 1,5 ponto, alcançando 65,3 pontos, influenciado pelo indicador que mede a situação atual dos negócios, com alta  de 1,5 ponto. O Índice de Expectativas (IE-CST) cresceu 3,4 pontos, para 84,0 pontos. Dentre os quesitos que compõem o IE-CST, as perspectivas para a demanda nos próximos três meses seguintes foi o que mais contribuiu para o crescimento no mês, com aumento de 3,9 pontos na margem.

Diante disso, o Ibovespa teve em quatro dias de pregão com valorização de 2,3% aos 66.036 pontos. Confira o gráfico:

Mercado Cambial

O dólar comercial encerrou a semana acumulando mais uma vez queda, desta vez chegando ao patamar de R$ 3,15. A seguida desvalorização da moeda americana, que ao que tudo indica será apoiada pelo governo americano, seguiu no período com o Banco Central mantendo os leilões de rolagem dos contratos de swap cambial. Com isso, na sexta-feira a divisa acumulou queda 0,8% a R$ 3,1540. Confira o gráfico:

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 30/01/2017 08:11:44

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Bolsas acumulam ganhos na semana e dólar cai para R$ 3,15


São Paulo, 27/01 (Enfoque) –

As bolsas de valores do Brasil e dos Estados Unidos fecharam a última semana cheia de janeiro acumulando ganhos. O período teve como principal destaque a confirmação de que o governo do presidente Donald Trump será muito parecido com o que ele havia prometido em campanha.

Por aqui, ainda com a temperatura política em baixa, a semana foi de ganhos acompanhando o cenário externo. A expectativa agora é para a questão local, principalmente a eleição que definirá o presidente da Câmara dos Deputados, fator que é essencial para a aprovação das medidas de ajustes prometidas pelo governo.

Lá fora, a primeira semana de Trump mostrou que o presidente americano está mesmo disposto a endurecer as barreiras comerciais, protegendo as empresas americanas. Prova disso foi a saída do país do Tratado Transpacífico e sinalização de saída do Nafta.

Mercado Externo

A semana foi marcada por uma agenda fraca, tendo os principais indicadores sendo divulgados a partir de terça-feira. Foi quando a Associação dos Corretores de Imóveis do EUA destacou as vendas de casas existentes no país caíram de 5,65 milhões para 5,49 milhões. A aposta do mercado era de 5,550 milhões.

Na quinta-feira, destaque para os pedidos de auxílio-desemprego, que na semana anterior registrou um total de 246 mil solicitações. A aposto do mercado para o benefício era de 246 mil pedidos, sendo que na pesquisa da semana passada o resultado havia sido de 237 mil.

Pouco mais tarde, o Departamento de Comércio americano relatou que as vendas de casas novas tiveram resultado de 536 mil unidades, sendo que o mercado esperava um total de 593 mil. Os dados de novembro foram revistos de 592 mil para 598 mil unidades.

Já na sexta-feira, os pedidos de bens duráveis tiveram queda de 0,4%, diante de uma estimativa dos analistas de 2,4% de alta. Os números de novembro foram piorados, indo de -4,6% para -4,8%.

O indiciador mais esperado da semana, o PIB americano do quarto trimestre teve alta de 1,9% e frustrou os analistas que esperava avanço de 2,2%. Os números do trimestre anterior apontaram para crescimento de 3,5%.

Finalmente, o último indicador de destaque da semana, a Confiança do Consumidor da Universidade de Michigan que em janeiro registrou 98,5 pontos, sendo que a aposta do mercado era de 98,2 pontos. A pesquisa anterior teve resultado de 98,1 pontos.

 

Mercado Interno

O Banco Central divulgou mais uma edição do Relatório Focus nesta segunda-feira, a primeira edição elaborada em 2017 e com dados também de 2018. O documento reduziu a projeção do IPCA no ano de 2017 de 4,80% para 4,71%, ficando assim dentro do teto da meta do BC. Já a projeção para o final de 2018 foi de 4,50%.

As apostas do BC para a cotação do dólar apresentaram estabilidade para 2017 em R$ 3,40. Para o próximo ano, a estimativa é de R$ 3,50. Depois da surpreendente queda da Selic na semana anterior, o mercado estima agora que a taxa deve fechar o ano a 9,50% e não mais a 9,75%. No caso de 2018, a projeção é de juros a 9,38%.

Em relação ao Produto Interno Bruto de 2017, o mercado manteve a projeção em 0,50%, sendo que também houve manutenção da taxa de crescimento de 2018, a 2,20%.

O IPC-S de 22 de janeiro de 2017 apresentou variação de 0,63%, 0,01 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada na última divulgação.

Nesta apuração, três das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Habitação (0,01% para 0,18%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de -2,55% para -1,32%.

Na terceira semana de janeiro de 2017, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,058 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 3,837 bilhões e importações de US$ 2,779 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 9,775 bilhões e as importações, US$ 8,377 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,398 bilhão.

A média diária das exportações da terceira semana (US$ 767,4 milhões), ficou 29,2% acima da média até a segunda semana de janeiro (US$ 593,7 milhões), em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (+60,7%), semimanufaturados (+8,4%) e manufaturados (+8,3%). Nas importações, houve retração de 0,7%, sobre igual período comparativo (média da terceira semana, US$ 555,8 milhões sobre média até a segunda semana, US$ 559,8 milhões), explicada, principalmente, pela queda nos gastos com adubos e fertilizantes, combustíveis e lubrificantes, bebidas e álcool, equipamentos eletroeletrônicos, aeronaves e peças.

A prévia da Sondagem da Indústria de janeiro de 2017 sinaliza alta de 3,1 pontos do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em relação ao número final do mês anterior, para 87,8 pontos. Com o resultado, o índice retornaria ao patamar de setembro passado, revertendo as perdas do último trimestre do ano.

 O resultado preliminar de janeiro combinou a melhora tanto das perspectivas para os meses seguintes quanto das considerações sobre a situação atual. O Índice de Expectativas (IE) avançaria 3,4 pontos, para 89,7 pontos, e o Índice da Situação Atual (ISA) aumentaria 2,9 pontos, para 86,1 pontos.

A expectativa mediana dos consumidores brasileiros para a inflação nos 12 meses seguintes recuou de 9,1% para 7,9% em janeiro, o menor valor desde janeiro de 2015 (7,2%). A queda de 1,2 ponto percentual (p.p.) na margem representou a maior variação negativa da série iniciada em setembro de 2005.

 “O resultado de janeiro reforça a evidência empírica de que as expectativas de inflação dos consumidores são fortemente vinculadas ao índice de preços ao consumidor acumulado nos 12 meses anteriores. Colaboraram para a queda, o IPCA acumulado em 2016, que ficou abaixo do teto da meta de inflação, e a ampla divulgação pela mídia desse resultado pouco esperado, enfatizando a preocupação do governo em controlar o aumento dos preços. ”, afirma o economista Pedro Costa Ferreira, da FGV/IBRE.

O Índice de Confiança do Comércio (ICOM) da Fundação Getulio Vargas subiu 0,6 ponto em janeiro de 2017, ao passar de 78,3 para 78,9 pontos, o maior nível desde outubro passado. Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice recuou -0,3 ponto no mês.

“Após avançar 10 pontos entre fevereiro e agosto do ano passado, a confiança do Comércio estabilizou-se na faixa entre 78 e 80 pontos nos últimos seis meses. O segmento parece incomodar-se pouco com a incerteza do ambiente político e se preocupar bastante com o custo e a disponibilidade de crédito para consumo. Assim, é possível que aceleração da queda dos juros sinalizada em janeiro pelo BC colabore para que a confiança do Comércio – ainda muito baixa em termos históricos – volte a registrar ganhos nos próximos meses”, afirma Aloisio Campelo Jr., Superintendente de Estatísticas Públicas da FGV/IBRE.

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou, em janeiro, taxa de variação de 0,29%, abaixo do resultado do mês anterior, de 0,36%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,30%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,15%. O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,28%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,55%. O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

O Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas, subiu 2,5 pontos em janeiro de 2017, atingindo 74,5 pontos,o maior nível desde junho de 2015  (76,2 pontos).

“A melhora das expectativas combinada a uma percepção menos negativa sobre a situação atual contribuiu para que a confiança da construção registrasse em janeiro a maior alta mensal da série. Ainda assim não é possível apontar o fim do ciclo recessivo no setor, pois o aumento da confiança continua amparado muito mais nas expectativas do que na melhora de fato dos negócios. Vale notar que a carteira de contratos das empresas encontra-se em um patamar muito baixo”, observou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV/IBRE.

A alta do ICST em janeiro foi determinada pela evolução favorável de seus dois componentes. O Índice da Situação Atual (ISA-CST) aumentou 1,5 ponto, alcançando 65,3 pontos, influenciado pelo indicador que mede a situação atual dos negócios, com alta  de 1,5 ponto. O Índice de Expectativas (IE-CST) cresceu 3,4 pontos, para 84,0 pontos. Dentre os quesitos que compõem o IE-CST, as perspectivas para a demanda nos próximos três meses seguintes foi o que mais contribuiu para o crescimento no mês, com aumento de 3,9 pontos na margem.

Diante disso, o Ibovespa teve em quatro dias de pregão com valorização de 2,3% aos 66.036 pontos. Confira o gráfico:

Mercado Cambial

O dólar comercial encerrou a semana acumulando mais uma vez queda, desta vez chegando ao patamar de R$ 3,15. A seguida desvalorização da moeda americana, que ao que tudo indica será apoiada pelo governo americano, seguiu no período com o Banco Central mantendo os leilões de rolagem dos contratos de swap cambial. Com isso, na sexta-feira a divisa acumulou queda 0,8% a R$ 3,1540. Confira o gráfico:

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 27/01/2017 18:05:11

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