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Bolsas de NY fecham em queda antes de discursos de Yellen e Draghi

Escrito por: Redação em 24 de agosto de 2017

SÃO PAULO  –  Quando os presidentes dos dois mais poderosos bancos centrais do mundo discursam no mesmo dia, mesmo que poucos esperem alguma novidade significativa, os mercados globais param para ouvir.

As falas de Janet Yellen, comandante do Federal Reserve (Fed), e de Mario Draghi, líder do Banco Central Europeu (BCE), vão acontecer nesta sexta-feira (25), respectivamente às 11h e 16h de Brasília, durante o segundo dia do simpósio do Fed em Jackson Hole.

A expectativa para os eventos manteve a maior parte dos investidores em modo de espera. Após ajustes, o Dow Jones fechou em queda de 0,13%, a 21.783,40 pontos. O S&P 500 recuou 0,21%, a 2.438,97 pontos. O Nasdaq perdeu 0,11%, a 6.271,32 pontos.

No S&P 500, nove dos 11 setores terminaram no negativo. A maior perda ficou com o subíndice de consumo básico, de 1,36%, puxado pelos recuos de gigantes do varejo físico, como WalMart e Costco, que caíram 2,11% e 5,18% respectivamente.

No Dow Jones, WalMart liderou a lista das quedas, seguido de United Technologies, com perda de 1,50%, e de Travelers, que teve baixa de 1,25%.

Embora não sejam esperados grandes anúncios em matéria de política monetária em Jackson Hole, analistas consideram quaisquer sinalizações surgidas no evento, por menores que sejam, como catalisadores potenciais de movimentos no mercado. E, em um ambiente de volumes de negócios rarefeitos em meio à temporada de verão no hemisfério norte, quando muitos investidores e operadores tiram férias, qualquer impulso pode causar oscilações mais amplas que o normal.

Se ontem as bolsas de Nova York viveram um onda de vendas, embora de alcance limitado, hoje os principais índices acionários oscilaram timidamente entre ganhos e perdas ao longo do dia. Os referenciais terminaram em baixas contidas, ainda contaminados pelo mau humor que tomou conta dos investidores na quarta-feira (23), após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar paralisar o governo, caso o Congresso não aprove os recursos para o início da construção do polêmico muro na fronteira com o México.

Nesta quinta pela manhã, Trump voltou ao “Twitter” para responsabilizar os líderes republicanos no Congresso pela “bagunça” que pode dificultar a elevação do teto da dívida federal. Sem a subida do limite de endividamento, o governo federal pode enfrentar uma paralisação de atividades ao ficar sem recursos para funcionar.

Os índices acionários de Nova York receberam, ainda, algum suporte das altas no segmento de consumo discricionário, que foram impulsionadas por resultados trimestrais positivos ou acima do esperado. Ações de Abercrombie & Fitch, Signet Jewelers e Guess registraram avanços de, respectivamente, 17,07%, 16,67% e 19,07%, nesta quinta-feira.

Segundo Jan Rogers Kniffen, CEO da J. Rogers Kniffen WWE, “alguns dos resultados foram bem feios, mas ainda assim acima do esperado”.

Fonte: Valor Econômico

Redação

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