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Bullion: saiba o que é e como funciona o investimento

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Um bullion (barra de ouro) apoiado sobre uma página de um livro
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Você já pensou em investir em bullion? Esse é o termo em inglês para barras de ouro e também pode ser aplicado a barras de prata. 

Esta é uma das formas de investimento mais antigas da humanidade, mas ainda hoje tem bastante valor. Muitos grandes investidores e até grandes instituições, como bancos, recorrem a ele. 

Nesse tipo de transação, estamos falando do ouro a granel. Porém, só são considerados bullion os metais com menos de 99,5% de pureza e estão armazenados em barras ou lingotes.

Historicamente, essas barras – especificamente as de ouro – são os ativos mais valiosos no mundo. É por isso que são utilizadas como reserva de valor por bancos.

Quer saber mais sobre esse tipo de investimento? Então continue lendo o artigo!

Como funciona o mercado de bullion e como investir?

Existem algumas formas de investir em bullion. Uma delas, é a forma direta, ou seja, negociando as barras de ouro propriamente, em sua forma física. 

Isso pode acontecer por meio do mercado OTC – sigla em inglês para Over The Counter –, que no Brasil também é chamado de mercado de balcão. 

Nele, é possível negociar ouro e outros metais preciosos 24 horas por dia e em grandes quantidades. O volume de negociações é grande e atrai investidores de todo o mundo.

O valor de mercado do ouro será definido a partir da lei da oferta de da demanda. Os principais players desse mercado são bancos, joalheiros, operadores de cofre, refinadores, entre outros.

Porém, investir em bullion na forma física, não é viável ou acessível para qualquer investidor – além de caro, manter uma barra demanda uma logística adequada. Não é seguro deixar uma barra de ouro debaixo do colchão, certo?

Geralmente, esses mentais precisam ser mantidos em cofres de bancos. Esse não é um processo barato, assim como a própria compra.

Mas existem outras formas de se expor a esse ativo!

Investimento em bullion pode ser mais acessível com produtos do mercado financeiro

Quais são as formas de investir em bullion?

Além da forma física, é possível investir em bullion de forma indireta, recorrendo a outros produtos do mercado financeiro, como fundos de ouro, por meio de ETFs – Exchange Traded Fund, contratos de ouro em bolsa de valores, empresas de mineração, contratos futuros etc.

Mas para pessoas físicas, os dois primeiros produtos – fundos e ETFs –, junto com a forma física, são os mais citados por especialistas quando o assunto são os lingotes. 

Confira um resumo de como funciona cada uma dessas formas de investir em bullion:

  • Forma física – investimento por meio da compra direta de barras de ouro no mercado de balcão. Mas comprar e armazenar essas barras é menos acessível para a maior parte dos investidores.
  • Fundos de Ouro – são fundos de investimento especializados neste ativo. Eles alocam parte dos recursos em ouro (sempre observe qual o percentual) e podem ser Fundos de Ouro em real, dólar ou em real + CDI. 
  • ETF – fundos de índice, como o ETF Gold11, replicam a performance financeira de um índice. Eles possuem taxas reduzidas e são facilmente identificáveis nas Bolsas de Valores.

No caso de investidores menores, os fundos e ETFs são mais acessíveis. Existem fundos cujo valor mínimo parte de R$100. No caso dos fundos de índice, é possível investir com cotas a partir de R$10.

Vale a pena investir nessas barras de ouro?

Vale a pena investir em bullion, dependendo da sua estratégia de investimento, se a forma de aplicação está adequada a seus objetivos financeiros e suas possibilidades. 

Existem, sim, muitas vantagens. A principal delas talvez seja o fato de que o ativo pode ser usado como uma reserva de valor. Ou seja, em cenários de crise, eles funcionam como uma proteção financeira.

Confira as vantagens do investimento em bullion:

  • Reserva de valor
  • Ativo considerado seguro e resiliente em momentos de crise
  • Resistente às oscilações do mercado
  • Não precisa possuir barras de ouro, se optar por fundos e ETFs
  • Diversificar a carteira 
  • Sua escassez faz com que tenha alto valor no mercado

A principal desvantagem talvez esteja na dificuldade de comprar e manter barras de ouro, tanto pelo custo quanto pela logística. Mas essa é uma questão que pode ser contornada acessando o ativo indiretamente, com fundo e ETFs, como explicado acima.

Desvantagens desse tipo de aplicação:

  • Custo alto para comprar e manter barras de ouro
  • Risco de ser roubado, se for investir na forma direta
  • Não tem cobertura do FGC
  • Contratos podem ter taxas de custódia muito caras

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