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Como escolher o plano de saúde?

Escrito por: Redação em 11 de dezembro de 2017

Diante de tantas opções, a contratação de um plano de saúde pode gerar muitas dúvidas. Antes de tudo, é importante saber quais são as suas reais necessidades e quais são as características que você deve levar em consideração.

Tipos de plano: individual, familiar e coletivo

Os individuais e familiares são aqueles contratados diretamente com a operadora que vende planos.

Os coletivos, por sua vez, são divididos em duas categorias: empresariais, que prestam assistência aos funcionários da empresa contratante, e coletivos por adesão, que são acordados por pessoas jurídicas de caráter profissional, classista ou setorial, como sindicatos, por exemplo.

Existe plano de saúde barato e de qualidade? 

O preço de um plano de saúde costuma ser influenciado por dois fatores, a faixa de idade e os serviços escolhidos. Geralmente, é cobrado um valor fixo por mês. Na Golden Cross, você encontra planos a partir de R$100,20. 

O que é coparticipação?

É a modalidade que cobra uma mensalidade fixa menor, mas adiciona um percentual por cada procedimento utilizado, como consultas, exames e internações.

Antes de optar por esse modelo, vale analisar as suas necessidades, saber com qual frequência você recorre aos serviços de cuidado com a saúde. E caso decida escolher os planos com coparticipação, é importante ficar atento ao contrato, principalmente em relação ao repasse dos valores e aos reajustes.

Por que as mensalidades para idosos são mais caras?

plano de saúde barato idoso tarifas carênciaPor questões naturais, quanto mais idosa a pessoa é, maior a necessidade de atenção com a saúde. E cada operadora tem particularidades e abordagens diferentes.

Além dos benefícios básicos, alguns planos ainda oferecem acompanhamento personalizado, além de exames rápidos e orientação médica telefônica, que esclarece dúvidas e direciona em casos de urgência ou emergência.

Carência: quando você pode começar a usar o plano

Carência é o tempo de espera até você poder começar, de fato, a usar o plano de saúde para um procedimento. Todos os prazos devem constar no seu contrato com a operadora. Confira abaixo o tempo máximo de carência de acordo com a legislação brasileira:

– Casos de urgência (acidentes pessoais ou complicações no processo gestacional) e emergência (risco imediato à vida ou lesões irreparáveis): 24 horas
– Partos a termo, excluídos os partos prematuros e decorrentes de complicações no processo gestacional: 300 dias
– Doenças e lesões preexistentes: 24 meses
– Demais situações: 180 dias

Reembolso: conheça os seus direitos

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Todas as operadoras são obrigadas a oferecer o serviço de reembolso. As regras, porém, podem variar de acordo com o plano escolhido. É fundamental que, no ato de contratação, você leia atentamente as condições.

Em casos de urgência e emergência, o reembolso é garantido por lei, pois, em algumas situações, o associado não consegue se deslocar até um hospital credenciado. Clique aqui para acessar o Entendimento da Agência Nacional de Saúde (ANS). 

Redação

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