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Confiança da Construção registra queda


São Paulo, 25/11 (Enfoque) –

O Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas, recuou 2,3 pontos, alcançando 72,4 pontos, em novembro, após quatro altas consecutivas. O índice mantém-se estável em médias móveis trimestrais (73,9 pontos), sinalizando uma acomodação no quarto trimestre.
 
“Nos últimos meses, o anúncio de retomada de obras contribuiu para a redução do pessimismo empresarial. No entanto, o nível de atividade ainda fraco gerou uma correção das expectativas do setor em novembro. A queda da confiança não significa a inversão do ciclo, mas mostra que o caminho a percorrer ainda é longo”, observou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV/IBRE.
 
A queda da confiança foi influenciada, majoritariamente, pelas expectativas: o Índice de Expectativas (IE-CST) recuou -3,9 pontos, atingindo 81,5 pontos. Dentre os quesitos que compõem o IE-CST, o indicador que mensura a situação dos negócios para os próximos seis meses foi o que mais contribuiu para a redução no mês, com queda de 4,1 pontos, na margem.
O Índice da Situação Atual (ISA-CST) caiu 0,7 ponto, para 63,8 pontos, influenciado pelo indicador que mede a situação atual da carteira de contratos, que recuou 1,0 ponto.
 
A situação da carteira de contratos das empresas retrata bem o cenário setorial. Todas as boas notícias que favoreceram o setor não contribuíram para a melhora dos negócios correntes, o que ainda deve demorar a acontecer. “Na comparação com o ano passado, aumentou o número de empresas reportando uma carteira de contratos abaixo do normal. Isso significa que a atividade nos próximos meses se manterá baixa, o que explica o aumento das intenções de demissão nos próximos três meses”, observou Ana Maria Castelo.
 
O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) do setor, caiu de 0,7 ponto, em novembro, atingindo 64,2%, o menor nível desde junho de 2016 (63,6%).
 
A edição de novembro de 2016 coletou informações de 706 empresas entre os dias 01 e 23 deste mês.

A próxima divulgação da Sondagem da Construção ocorrerá em 23 de dezembro de 2016

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 25/11/2016 08:03:12

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Confiança da Construção registra queda


São Paulo, 27/06 (Enfoque) –

Após uma alta acumulada de 2,5 pontos nos três meses anteriores, o Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas, caiu 1,1 ponto em junho de 2016, atingindo 68,0 pontos. O índice volta a ceder, influenciado pela acomodação das expectativas. Em médias móveis trimestrais, o índice subiu 0,4 ponto no mês.

“O otimismo setorial com os negócios nos próximos meses arrefeceu, levando à queda na confiança. Possivelmente estamos vendo uma correção do excesso observado no mês passado. De todo modo, vale notar que os empresários continuam ainda mais confiantes do que estavam no início do ano. Outro ponto de destaque é a percepção de que a situação atual dos negócios deixou de piorar em junho. A carteira de contratos das empresas, no entanto, mantém-se no patamar mais baixo já registrado pela pesquisa”, observou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV/IBRE.

O Índice de Expectativas (IE-CST) recuou 3,0 pontos, alcançando 74,9 pontos. Ambos os quesitos que integram o índice-síntese recuaram, em especial, o que mede o otimismo com a a situação dos negócios nos próximos seis meses seguintes, que variou -3,3 pontos na margem.

Já o Índice da Situação Atual (ISA-CST) subiu 0,8 ponto, para 61,7 pontos, depois de cinco quedas consecutivas. O quesito que mais contribuiu para a alta do ISA-CST é o que mensura o grau de satisfação das empresas com a situação atual dos negócios, com crescimento de 3,7 pontos em relação a maio. Esta melhora foi atenuada pela queda de 2,2 pontos do indicador que capta a situação atual da carteira de contratos.

A indefinição dos indicadores que retratam as expectativas do setor de Construção reflete o cenário nacional ainda dominado por incertezas. Esta percepção pode ser ilustrada pelo resultado da Sondagem de Investimentos do IBRE do segundo trimestre de 2016, em que a proporção de empresas afirmando que a execução do planos de investimentos nos 12 meses é incerta aumentou fortemente em relação ao final do ano passado.

A tabela abaixo mostra como a incerteza com relação à execução dos investimentos vem sendo muito maior no setor da Construção que nos demais segmentos produtivos

No caso da Construção, 66,8% das empresas dizem que a execução do programa de investimentos previstos para os próximos doze meses é incerta.

“Como investir em treinamento de mão de obra, em novos processos produtivos, ou na aquisição de novas máquinas se ainda há forte imprevisibilidade da demanda? Com a situação dos negócios fragilizada pelo crédito caro e uma carteira de contratos muito baixa, as incertezas relacionadas aos planos empresariais devem se manter altas ”, conclui Ana Maria Castelo.

(por Oscar Brandtneris)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 27/06/2016 08:57:44

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São Paulo, 25/06 (Enfoque) –

O Índice de Confiança da Construção (ICST) da Fundação Getulio Vargas recuou pelo quarto mês consecutivo, registrando variação interanual de -9,8%, no trimestre findo em junho de 2014. O resultado confirma a tendência de desacelaração para o segundo semestre: em março, a variação foi de -3,3%, em abril, -5,9%; e em maio, -8,7%.

Assim como em maio, a queda da confiança em junho foi mais influenciada pela piora das expectativas. Em bases trimestrais, a variação interanual do Índice de Expectativas (IE-CST) passou de -11,4%, no trimestre findo em maio, para -13,1%, em junho. Em termos mensais, o IE-CST passou de -13,4%, em maio, para -13,6%, em junho.

A variação interanual trimestral do Índice da Situação Atual (ISA-CST) foi mais suave: passou de -5,3%, em maio, para -5,7%, em junho. Em termos mensais, ISA-CST apresentou melhora ao passar de -5,2%, em maio, para -3,0%, em junho.

Dos onze segmentos pesquisados, dez apresentaram queda na métrica interanual trimestral. Os destaques negativos foram os segmentos de Preparação do Terreno, cuja taxa passou de -5,2%, em maio, para -9,3%, em junho; e Obras de Acabamento, de -5,5% para -9,0%, respectivamente, nos mesmos períodos.

A piora relativa do ISA-CST foi influenciada pela menor satisfação das empresas com a situação atual dos negócios. A variação interanual do Indicador Trimestral deste item passou de -4,9%, em maio, para -5,3%, em junho. Das 698 empresas consultadas, 21,4% avaliam a situação como boa no trimestre findo em junho de 2014, contra 25,5% no mesmo período do ano anterior; já 16,5% das empresas reportam como ruim (contra 14,7%, em junho de 2013).

O quesito que mede a percepção das empresas quanto à demanda prevista para os próximos três meses foi o que exerceu maior influência negativa sobre o IE-CST. A variação interanual trimestral deste quesito passou de -11,1%, em maio, para -13,7%, em junho. A proporção de empresas que prevê aumento da demanda no trimestre findo em junho de 2014 é de 25,3%, contra 35,1% há um ano, enquanto a parcela das que preveem piora foi de 13,8%, contra 5,9%, em junho do ano anterior.


(por André Teixeira)


Fonte: Enfoque
Recebido em: 25/06/2014 08:58:59

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