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Confiança da Indústria registra queda


São Paulo, 31/10 (Enfoque) –

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas recuou 1,6 ponto em outubro, para 86,6 pontos. Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice mantém-se relativamente estável, ao passar de 87,1 para 87,0 pontos, sugerindo acomodação da confiança neste segundo semestre.
 
“O tombo da produção física em agosto registrado pelo IBGE não representou uma reversão da tendência de recuperação da economia, mas mostrou que o ritmo de retomada será bem mais lento do que o setor industrial previa no início deste semestre. Com expectativas sendo calibradas para baixo, NUCI em queda e os indicadores que medem a situação corrente andando de lado, a Sondagem retrata uma evidente perda de fôlego em relação à aceleração produtiva que se desenhava entre março e julho passados”, afirma Aloisio Campelo Junior, Superintendente de Estatísticas Públicas da FGV/IBRE.
 
A queda da confiança em outubro foi disseminada, ao atingir 15 dos 19 segmentos pesquisados. Houve piora tanto das avaliações sobre a situação atual quanto das expectativas em relação aos meses seguintes. O Índice da Situação Atual (ISA) recuou 1,8 ponto, para 84,9 pontos, o menor desde junho; o Índice de Expectativas (IE) recuou 1,4 ponto, para 88,4 pontos.
Após evoluir favoravelmente nos meses anteriores, chegando próximo a uma situação de normalidade, em outubro as avaliações sobre os estoques voltaram a piorar, contribuindo para a queda do ISA. O percentual de empresas avaliando o nível atual de estoques de seus produtos como excessivos manteve-se estável em 12,7%, o menor percentual desde janeiro de 2015 (11,5%). Ao mesmo tempo, a parcela de empresas que consideram os estoques insuficientes caiu de 7,1% para 4,8% do total.
 
A expectativa com a evolução do pessoal ocupado nos três meses seguintes exerceu a maior contribuição para a piora do IE em outubro. O indicador caiu 3,8 pontos, para 84,9 pontos, a terceira queda consecutiva. O percentual de empresas prevendo aumento do quadro de pessoal nos meses seguintes caiu de 12,5% em setembro para 10,9% em outubro, enquanto o dos que esperam diminuição aumentou de 22,1% para 23,2%.
 
O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) na Indústria diminuiu 1,0 ponto percentual (p.p.) entre setembro e outubro, para 73,7%. Com o resultado, o NUCI retorna ao nível de março e fica apenas 0,1 p.p. acima do mínimo histórico da série (73,6%), registrado em fevereiro passado.
 
A edição de outubro de 2016 coletou informações de 1.121 empresas entre os dias 03 e 27 deste mês.

A próxima divulgação da Sondagem da Indústria ocorrerá em 30 de novembro de 2016. A prévia deste resultado será divulgada no dia 24 de novembro.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 31/10/2016 08:56:18

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Confiança da Indústria registra queda


São Paulo, 31/03 (Enfoque) – O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas caiu 9,2% entre fevereiro e março. Ao passar de 83,0 para 75,4 pontos, o índice atinge o menor patamar desde janeiro de 2009 (74,1).

“A queda da confiança em março de 2015 foi a mais intensa e disseminada setorialmente desde novembro de 2008, retratando um setor extremamente insatisfeito com a situação atual dos negócios e pessimista em relação à possibilidade de recuperação no horizonte de três a seis meses. O ganho potencial de competitividade externa com a desvalorização do real passa a concentrar as atenções do setor como uma válvula de escape para compensar em parte o cenário doméstico desfavorável”, afirma Aloisio Campelo Jr., Superintendente Adjunto para Ciclos Econômicos da FGV/IBRE.

A queda em março foi determinada tanto pelas avaliações sobre o momento presente quanto pelas expectativas em relação aos meses seguintes: o Índice da Situação Atual (ISA) recuou 10,4%, para 75,3 pontos, o menor nível desde julho de 2003 (70,4). O Índice de Expectativas (IE) caiu 7,8%, passando a 75,5 pontos, o menor desde fevereiro de 2009 (73,3).

O indicador que mede o grau de satisfação com o nível de demanda exerceu a maior influência na queda do ISA, ao recuar 16,4% entre fevereiro e março, atingindo 67,3 pontos, o menor nível desde julho de 2003 (66,2 pontos). A proporção de empresas avaliando o nível de demanda como forte diminuiu de 7,4% para 2,6%, enquanto a parcela de empresas que o avaliam como fraco aumentou de 26,9% para 35,3%.

O destaque negativo do Índice de Expectativas foi o indicador que mede o grau de otimismo quanto à evolução da situação dos negócios nos seis meses seguintes, que recuou 12,5%, para 84,8 pontos, o menor desde março de 2009 (82,8). Em relação a fevereiro, houve aumento na proporção de empresas prevendo melhora da situação dos negócios, de 19,8% para 20,7%, mas a parcela das que projetam piora aumentou em maior proporção, de 22,9% para 35,9%.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) diminuiu 1,2 ponto percentual (p.p.) entre fevereiro e março, ao passar de 81,6% para 80,4%, a menor marca desde julho de 2009 (79,9%).

A edição de março de 2015 coletou informações de 1.141 empresas entre os dias 03 e 26 deste mês.

A próxima divulgação da Sondagem da Indústria ocorrerá em 30 de abril de 2015. A prévia deste resultado será divulgada no dia 24 de abril.


(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 31/03/2015 08:02:10

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