Confiança do Comércio apresenta desaceleração | FinanceOne
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Confiança do Comércio apresenta desaceleração


São Paulo, 25/11 (Enfoque) –

O Índice de Confiança do Comércio (ICOM), da Fundação Getulio Vargas, recuou 3,6 pontos em novembro de 2016, para 78,3, depois de subir 1,5 ponto no mês anterior. Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice caiu 1,3 ponto; a primeira queda depois de seis altas consecutivas.
 
“A frustração do setor com as condições correntes é o que explica a redução do índice de confiança em novembro.  A chegada do último trimestre não vem confirmando a melhora da confiança do setor que vinha sendo registrada nos índices até agosto. Além disso, o movimento de ajuste das expectativas persiste, o que deve se traduzir na manutenção do quadro de desempenho negativo do Comércio para os próximos meses”, afirma Silvio Sales, consultor da FGV/IBRE.
 
A queda do ICOM foi determinada sobretudo pela piora das avaliações sobre a situação atual. O Índice de Situação Atual (ISA-COM) caiu 6,0 pontos e atingiu 68,1 pontos, o menor patamar desde julho desse ano. Já o Índice de Expectativas (IE-COM) recuou 1,2 ponto, para 89,4 pontos. Na passagem de outubro para novembro houve redução da confiança em 8 dos 13 segmentos pesquisados.
 
Entre os dois indicadores que integram o ISA-COM, a maior contribuição para a queda da confiança esse mês é dada pelo indicador que mede o volume da demanda atual com quedade 8,5 pontos, alcançando  64,8 pontos, o menor desde junho de 2016.
Dentre os componentes do IE-COM, destaca-se a queda praticamente da mesma ordem em seus dois componentes: -1,2 ponto nas vendas para os próximos três meses, e -1,1 ponto na tendência dos negócios nos próximos 6 meses. Em médias móveis trimestrais, novembro marca a primeira queda do IE-COM (-1,2 ponto), após dez altas consecutivas.
 
A edição de novembro de 2016 coletou informações de 1.150 empresas entre os dias 01 e 22 deste mês.

A próxima divulgação da Sondagem do Comércio ocorrerá em 23 de dezembro de 2016.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 25/11/2016 08:03:57

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São Paulo, 30/09 (Enfoque) –

O Índice de Confiança do Comércio (ICOM) da Fundação Getulio Vargas recuou 1,7 ponto em setembro de 2016, depois de quatro altas consecutivas, ao passar de 82,1 para 80,4 pontos. Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice mantém a tendência de alta, ao avançar 2,2 pontos, para 79,1, o maior valor desde fevereiro de 2015 (83,6).
 
A queda do ICOM atingiu 7 dos 13 segmentos pesquisados e ocorreu tanto no Índice da Situação Atual (-3,0 pontos), quanto no Índice de Expectativas (-0,4 pontos).
 
“A queda pontual da confiança do Comércio em setembro caracteriza-se como um movimento de acomodação após forte alta no mês anterior. Considerando-se o resultado fechado do terceiro trimestre, houve expressiva redução do pessimismo com os meses seguintes e diminuição (mais discreta) da insatisfação com a situação presente, quando comparado ao trimestre anterior. O quadro traçado pelo setor é de atenuação das taxas negativas de crescimento das vendas no trimestre, associado a um cenário de retomada gradual do crescimento ao longo dos próximos três a seis meses”, afirma Aloisio Campelo Jr., Superintendente de Estatísticas Públicas da FGV/IBRE.
Com a queda de 3,0 pontos, o Índice de Situação Atual (ISA-COM) recuou a 69,0 pontos, valor ainda extremamente baixo em termos históricos. Entre os dois indicadores que o compõem, a maior contribuição para a baixa no mês veio do quesito que mede o volume da Demanda Atual, que caiu 4,2 pontos em relação ao mês anterior, chegando a 66,0 pontos (nível semelhante ao de janeiro passado).
 
O Índice de Expectativas (IE-COM) caiu 0,4 ponto após cinco altas consecutivas, período em que acumulou alta de 19,7 pontos. Apesar da queda, o índice de 92,6 pontos é ainda o mais alto entre os quatro grandes setores pesquisados pela FGV/IBRE. A queda foi totalmente influenciada pela piora do indicador que mede o grau de otimismo com as Vendas nos três meses seguintes, que recuou 1,0 ponto, para 92,1 pontos.
 
A edição de setembro de 2016 coletou informações de 1.203 empresas entre os dias 01 e 27 deste mês.

A próxima divulgação da Sondagem do Comércio ocorrerá em 27 de outubro de 2016.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 30/09/2016 08:05:02

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São Paulo, 31/08 (Enfoque) – O Índice de Confiança do Comércio (ICOM) da Fundação Getulio Vargas recuou 4,1% entre julho e agosto de 2015. Após a quarta queda consecutiva, o índice atingiu 86,1 pontos, o menor nível da série histórica iniciada em março de 2010.

“A deterioração da percepção sobre o nível atual de demanda mostra que o Comércio continua enfrentando dificuldades no terceiro trimestre. No terreno das expectativas, a diminuição pontual de pessimismo em relação ao horizonte de seis meses é um resultado favorável mas, por enquanto, insuficiente para sinalizar uma inversão de tendência, considerando-se as previsões cada vez mais negativas para a evolução do pessoal ocupado no setor”, afirma Aloisio Campelo Jr., Superintendente Adjunto para Ciclos Econômicos da FGV/IBRE.

A queda do ICOM em agosto foi determinada pela piora da percepção dos empresários em relação ao momento atual: o Índice da Situação Atual (ISA-COM) – que retrata o grau de satisfação com a demanda – recuou 12,1%, chegando aos 56,5 pontos, o menor nível da série.

Já o Índice de Expectativas (IE-COM) avançou 0,4% em agosto, atingindo 115,7 pontos. A alta sucede quedas de 1,0% e 4,6%, respectivamente, em junho e julho, e sua magnitude é insuficiente para inverter a tendência de queda do indicador em médias móveis trimestrais. A melhora do IE-COM foi totalmente influenciada pela evolução do indicador que mede o grau de otimismo em relação à evolução da situação dos negócios nos seis meses seguintes, que avançou 1,8% em relação ao mês anterior.

A análise da evolução dos índices em bases trimestrais, mostra que, depois de um esboço de recuperação no segundo trimestre, as expectativas voltaram a piorar no terceiro trimestre. O IE-COM recua 3,8%, depois de subir 1,6% no segundo trimestre. Já o ISA-COM, que recuara 19,8% no segundo trimestre, está caindo 4,4%. A combinação de resultados sugere que a alta do IE-COM no segundo trimestre tratou-se de um movimento de acomodação, após forte queda no início do ano, e que a fase de desaceleração do Comércio persiste neste início de segundo semestre.

A edição de agosto de 2015 coletou informações de 1.233 empresas entre os dias 03 e 26 deste mês.

A próxima divulgação da Sondagem do Comércio ocorrerá em 30 de setembro de 2015.


(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 31/08/2015 08:04:57

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