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Confiança do Comércio avança e registra maior nível desde maio de 2015


São Paulo, 30/06 (Enfoque) –

O Índice de Confiança do Comércio (ICOM) da Fundação Getulio Vargas avançou 2,8 pontos entre maio e junho de 2016, ao passar de 70,9 para 73,7 pontos, o maior nível desde maio de 2015 (75,3). Em médias móveis trimestrais, o índice subiu 2,2 pontos, a maior alta da série iniciada em março de 2010.

“Com alta consistente no bimestre maio-junho, a confiança do comércio se afasta do mínimo histórico de dezembro passado. A combinação de relativa estabilização do Índice da Situação Atual e alta expressiva do Índice de Expectativas no ano sugere que o ritmo de queda do consumo vem se arrefecendo em 2016 e que o setor vai se tornando gradualmente menos pessimista em relação à evolução futura da economia. A manutenção de níveis elevados de incerteza política, no entanto, pode dificultar novos avanços.”, afirma Aloisio Campelo Jr., Superintendente Adjunto para Ciclos Econômicos da FGV/IBRE.
 
Em junho, o Índice da Situação Atual (ISA-COM) avançou 2,4 pontos, para 64,9 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE-COM) subiu 3,3 pontos, para 83,6 pontos, o maior desde janeiro do ano passado (84,9). A alta dos dois indicadores é uma boa notícia, mas a evolução novamente mais expressiva do IE-COM levou à distância recorde de 18,7 pontos entre os dois indicadores.

Em bases trimestrais, o ICOM subiu pela segunda vez consecutiva no segundo trimestre, influenciado pela melhora das expectativas. O IE-COM médio ficou 5,6 pontos acima do nível do trimestre anterior; já o ISA-COM terminou o trimestre 0,9 ponto abaixo do trimestre anterior, influenciado pelo mínimo histórico registrado em abril. Apesar de parte da melhora das expectativas estar relacionada a componentes subjetivos e sujeitos aos riscos associados ao ambiente político, a Sondagem do Comércio começa a captar os primeiros sinais de melhora em indicadores mais relacionados a decisões internas das empresas, como as de compras e de manejo do quadro de pessoal, que não fazem parte do ICOM. Ressalve-se que a alta destes indicadores no segundo trimestre sinaliza, por enquanto, somente uma atenuação da tendência de queda tanto das compras quanto do total de pessoal ocupado no setor.

(por Oscar Brandtneris)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 30/06/2016 08:49:11







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