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Confiança do setor de Serviços cai em junho mas mantém patamar elevado, diz FGV

O Índice de Confiança de Serviços (ICS), da Fundação Getulio Vargas, reduziu-se em 1,4% entre maio e junho de 2010, ao passar de 133,4 para 131,5 pontos. Apesar de registrar a terceira queda consecutiva, o índice mantém-se em patamar elevado, não muito distante do nível pré-crise financeira internacional (média de 134,8 pontos entre junho e agosto de 2008).

 

Nos 25 meses da pesquisa, a média do índice é de 121,1 pontos. O mínimo observado foi de 98,0 pontos, em janeiro de 2009, e o máximo de 138,4 pontos, em agosto de 2008.

 

Índice da Situação Atual (ISA-S) ficou praticamente estável no mês, ao passar de 119,4 pontos, em maio, para 119,7 pontos. Este é o melhor resultado desde outubro de 2008

(120,9 pontos). O ISA-S está agora 12,8 pontos acima da média histórica e apenas 2,6 pontos abaixo do período pré-crise. Já o Índice de Expectativas (IE-S) recuou 2,8% em junho, de 147,4 para 143,3 pontos. Foi a quarta queda consecutiva deste indicador, que havia atingido seu ponto máximo em fevereiro passado (153,7 pontos).

 

No segundo trimestre de 2010, a redução do ICS resultou de uma trajetória ascendente do ISA-S e declinante do IE-S. Na média, o ISA-S ficou em 119,5 pontos no trimestre, superando os 113,0 pontos do trimestre anterior e atingindo o segundo maior nível da

série, inferior apenas ao terceiro trimestre de 2008 (121,1 pontos). O IE-S médio do segundo trimestre ficou em 146,4 pontos, nível inferior aos 152,1 pontos do primeiro trimestre deste ano (recorde histórico) e muito parecido com o do terceiro trimestre de 2008 (146,3 pontos).

 

O nível de demanda no momento atual foi avaliado da melhor forma desde outubro de 2008: das 2.097 empresas consultadas, 23,2% o avaliaram como forte, e 12,5% o consideraram fraco. Em maio, estas proporções haviam sido de 21,0% e 11,5%, respectivamente.

 

O quesito que mais contribuiu para a queda do IE-S no mês foi o que mede a expectativa com a evolução dos negócios no horizonte de seis meses: a parcela de empresas que prevêem melhora diminuiu de 53,0% para 49,0% do total; enquanto a proporção das que projetam piora passou de 4,2% para 4,9%.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

Recebido em:
08/07/2010 09:02:53

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