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Crowdfunding: descubra o mundo do financiamento coletivo

O crowdfunding, também conhecido como financiamento coletivo, é um tipo de financiamento feito pela internet. É uma espécie de “vaquinha online”, em que diversas pessoas colaboram para um projeto inovador através de uma plataforma colaborativa. Algumas das mais conhecidas são a Benfeitoria, Catarse, Idea.me, Kickstarter, Broota, Startmeup, entre outras.

Dicas de como fazer um bom financiamento

Em 21 de agosto de 2017, a Superintendência de Relações com o Mercado e Intermediários (SMI) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) lançou Ofício-Circular SMI nº 2/17. O documento orienta administradores de plataformas de crowdfunding sobre o encaminhamento à CVM, como o pedido de registro da plataforma eletrônica e do relatório com as ofertas realizadas.

investimento compartilhado

Como funciona o crowdfunding

Em 13 de julho deste ano, foi publicada a Instrução CVM 588, “sobre a oferta pública de distribuição de valores mobiliários de emissão de sociedades empresárias de pequeno porte, realizada com dispensa de registro por meio de plataforma eletrônica de investimento participativo”.

Essa regulamentação permite que empresas com receita anual de até R$10 milhões realizem ofertas por meio de financiamento coletivo online, com dispensa automática de registro de oferta e de emissor na CVM. Para proteger os investidores, esse tipo de oferta acontecerá apenas em empresas autorizadas pela CVM.

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Para registrar a plataforma, por exemplo, o requerente deverá submeter o pedido de registro na Comissão de Valores Mobiliários, formulado pelo administrador responsável pelas atividades.

A regulamentação, entretanto, é válida para “ideia, projeto ou negócio apresentado por meio de um portal na internet a um grande número de indivíduos como uma oportunidade de investimento que gere direito de participação, de parceria ou de remuneração”, segundo a CVM.

Tipos de crowdfunding

O crowdfunding regulamentado pela CVM segue o modelo em que os investidores possuem direito de participar, de parceria ou até de remuneração. Esse é um modelo conhecido como equity crowdfunding, em que a pessoa que investiu vai receber participação acionária ou um título de dívida, que pode ser conversível em ações da empresa.

Mas, existem outras formas de financiamento coletivo. Uma delas é a doação, sem que não haja nada em troca. Outra modalidade é a baseada em brindes, recompensas ou pré-venda de produtos ou serviços.

Segundo dados do Catarse, site considerado a primeira plataforma de financiamento coletivo no país, as áreas com mais projetos são Música, Socioambiental, Literatura, Educação, entre outras.

O que é equity crowdfunding

Segundo o Sebrae, para criar uma oferta em equity crowdfunding, é preciso:

– Definir a proposta de investimento.
– Definir o valor da empresa: valuation fixo – onde o investidor já sabe quantas ações receberá, e valuation variável – estabelecida a partir de um valor máximo e um desconto em relação à rodada futura, muito usada nas empresas em estágio inicial, quando não é possível saber faturamento e margem de lucro.
– Escolher a plataforma de crowdfunding.
– Montar deck, ou seja, a apresentação detalhada do negócio e oportunidade de investimento.
– Ter validação jurídica, mesmo que os documentos sejam padronizados.
– Captar os recursos – geralmente na modalidade equity o crowdfunding dura em torno de 90 dias.
– Relacionar-se com seus investidores.







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