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De junho para julho, setor de Serviços cresceu 0,7%


São Paulo, 16/09 (Enfoque) –

Período

  Volume Receita Nominal
Julho 2016 / Junho 2016
0,7%
1,2%
Julho 2016 / Julho 2015
-4,5%
0,3%
Acumulado em 2016
-4,8%
0,2%
Acumulado em 12 meses
-4,9%
0,1%

O volume do setor de serviços cresceu 0,7% de junho para julho, na série livre de influências sazonais, após recuar 0,2% em junho e subir 0,2% em maio. Já na série sem ajuste sazonal, houve queda (-4,5%) em relação a julho de 2015, a maior retração para esse mês em toda a série histórica da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE, iniciada em janeiro de 2012. A taxa acumulada no ano ficou em -4,8% e a dos últimos 12 meses, em -4,9%. A publicação completa da PMS pode ser acessada aqui.

Na série livre de influências sazonais, em relação a junho de 2016, houve altas nas atividades de Serviços prestados às famílias (3,2%); Outros Serviços (1,9%) e Serviços profissionais, administrativos e complementares (0,3%). Os Serviços de informação e comunicação não variaram (0,0%) e Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio recuou (-0,3%).O agregado especial das Atividades turísticas cresceu 0,7%.


Tabela 1
Indicadores de Serviços com Ajuste Sazonal, Segundo Grupos de Atividades
Brasil – Julho 2016

 
Atividades Taxa de Variação Mês/Mês Anterior (%)
Variação de Volume Variação de Receita
Nominal
Mai
Jun
Jul
Mai
Jun
Jul
Brasil
0,2
-0,2
0,7
0,2
0,1
1,2
1 – Serviços prestados às famílias
-7,1
2,7
3,2
-3,2
-0,6
3,7
2 – Serviços de informação e comunicação
-0,1
0,3
0,0
-0,6
0,6
0,1
3 – Serviços profissionais, administrativos e complementares
0,0
-0,4
0,3
0,2
0,1
0,9
4 – Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio
1,5
0,2
-0,3
1,0
-0,1
0,6
5 – Outros serviços
-0,7
-1,3
1,9
-0,6
-0,8
2,5
Atividades turísticas
-0,6
-0,6
0,7
-1,4
0,3
4,1
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e Comércio.

A receita nominal em julho cresceu 1,2% em relação à junho, na série com ajuste sazonal, e a variação sem ajuste ficou em 0,3%, em relação ao mesmo mês de 2015. A taxa acumulada no ano ficou em 0,2% e, a dos 12 meses, em 0,1%.


Tabela 2
Indicadores de Volume dos Serviços sem Ajuste Sazonal, Segundo Grupos de Atividades
Brasil – Julho 2016

 
Atividades Taxa de Variação (%)
Mês/Igual Mês do Ano Anterior Acumulado
Mai
Jun
Jul
No Ano
12 Meses
Brasil
-6,1
-3,4
-4,5
-4,8
-4,9
1 – Serviços prestados às famílias
-7,0
-7,5
-2,2
-4,1
-5,3
   1.1 – Serviços de alojamento e alimentação
-6,6
-8,3
-3,1
-4,4
-5,4
   1.2 – Outros serviços prestados às famílias
-9,0
-2,8
2,9
-2,3
-4,5
2 – Serviços de informação e comunicação
-2,6
-1,6
-1,5
-3,1
-2,5
   2.1 – Serviços TIC
-2,3
-1,8
-1,0
-2,9
-2,5
      2.11 – Telecomunicações
-3,7
-2,4
-2,5
-3,5
-3,3
      2.12 – Serviços de tecnologia da informação
2,5
0,2
5,0
-0,8
0,6
   2.2- Serviços audiovisuais, de edição e agências de notícias
-4,4
-0,3
-5,1
-4,9
-2,9
3 – Serviços profissionais, administrativos e complementares
-7,8
-5,9
-5,0
-6,3
-6,7
   3.1 – Serviços técnico-profissionais
-13,9
-10,3
-15,2
-10,0
-10,0
   3.2 – Serviços administrativos e complementares
-5,8
-4,4
-1,6
-5,2
-5,6
4 – Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio
-9,1
-3,6
-8,7
-6,3
-6,4
   4.1 – Transporte terrestre
-10,5
-8,4
-11,6
-10,0
-10,9
   4.2 – Transporte aquaviário
-2,4
-5,2
-13,9
-1,8
5,7
   4.3 – Transporte aéreo
-15,1
19,7
6,8
5,7
8,5
   4.4 – Armazenagem, serviços auxiliares dos transportes e correio
-5,2
-1,2
-7,5
-4,0
-4,1
5 – Outros serviços
-6,2
-2,1
-0,8
-3,4
-6,7
Atividades turísticas
-8,9
-0,2
-0,2
-1,9
-1,7
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e Comércio.

Na série sem ajuste, as contribuições para a taxa de volume foram: Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (-2,7 pp); Serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,0 pp); Serviços de informação e comunicação (-0,6 pp); Serviços prestados às famílias e Outros serviços (-0,1 pp, ambos).


Tabela 4
Composição da Taxa Mensal dos Serviços,
Segundo Grupos de Atividades, Brasil – Julho 2016

 
Atividades Taxa Contribuição
absoluta
(p.p.)
Brasil
-4,5
-4,5
1 – Serviços prestados às famílias
-2,2
-0,1
   1.1 – Serviços de alojamento e alimentação
-3,1
-0,1
   1.2 – Outros serviços prestados às famílias
2,9
0,0
2 – Serviços de informação e comunicação
-1,5
-0,6
   2.1 – Serviços TIC
-1,0
-0,3
      2.11 – Telecomunicações
-2,5
-0,6
      2.12 – Serviços de tecnologia da informação
5,0
0,3
   2.2- Serviços audiovisuais, de edição e agências de notícias
-5,1
-0,3
3 – Serviços profissionais, administrativos e complementares
-5,0
-1,0
   3.1 – Serviços técnico-profissionais
-15,2
-0,8
   3.2 – Serviços administrativos e complementares
-1,6
-0,2
4 – Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio
-8,7
-2,7
   4.1 – Transporte terrestre
-11,6
-2,0
   4.2 – Transporte aquaviário
-13,9
-0,2
   4.3 – Transporte aéreo
6,8
0,2
   4.4 – Armazenagem, serviços auxiliares dos transportes e correio
-7,5
-0,7
5 – Outros serviços
-0,8
-0,1
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e Comércio.
(1) Base 2011=100

Na série com ajuste, 8 das 27 UFs tiveram variações positivas em volume

Nos resultados regionais de julho com ajuste sazonal, as maiores variações positivas de volume em relação à junho foram em Mato Grosso (3,8%), Pernambuco (2,1%) e São Paulo (1,9%). As variações negativas mais intensas foram em Alagoas (-4,7%), Acre (-3,7%) e Bahia (-3,6%).

Quanto aos resultados sem ajuste, em relação ao mesmo mês de 2015, Roraima foi a única Unidade da Federação com variação positiva, (4,1%). As variações negativas mais intensas foram em Rondônia (-14,0%), Amazonas (-12,5%) e Amapá (-12,1%).

Na série ajustada, atividades turísticas sobem em 6 das 12 UFs investigadas

Em termos regionais, analisando-se os resultados de volume, na série livre de influências sazonais das Atividades turísticas, segundo as unidades da federação selecionadas, as variações positivas, por ordem de variação, foram as seguintes: Santa Catarina (2,0%), Goiás (1,6%), São Paulo (1,2%), Rio de Janeiro (1,1%), Bahia (0,5%) e Pernambuco (0,3%). As variações negativas foram no Rio Grande do Sul (-3,0%), Paraná (-1,9%), Ceará (-1,8%), Minas Gerais (-1,6%), Espírito Santo (-1,4%) e Distrito Federal (-0,8%).

Em relação ao mesmo mês do ano anterior sem ajuste sazonal, as variações positivas foram registradas em Goiás (5,4%), São Paulo (4,9%) e Pernambuco (4,1%). As variações negativas foram as seguintes: Minas Gerais (-9,5%), Bahia (-7,5%), Ceará (-4,9%), Santa Catarina (-4,2%), Espírito Santo (-3,1%), Rio Grande do Sul (-2,4%), Paraná (-2,3%), Rio de Janeiro (-2,0%) e Distrito Federal (-1,9%).

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 16/09/2016 09:01:59

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