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Ibovespa sobe com euforia sobre possível anulação de acordo da JBS

SÃO PAULO  –  A euforia do mercado com o possível cancelamento da delação dos executivos da JBS estimula o Ibovespa no pregão desta terça-feira (5) que já chegou a ultrapassar o patamar de 73.000 pontos no “intraday”.

Por volta das 11h, o principal índice da B3 registrava alta de 0,77%, aos 72.683 pontos. O Ibovespa chegou a atingir nível de 73.180 pontos na máxima do dia até agora, o maior patamar “intraday” desde 29 de maio de 2008, quando chegou ao nível dos 73.920 pontos.

A JBS é a maior queda do índice, recuando 7,23%, a R$ 7,96.

Na noite de ontem (4), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, anunciou que os benefícios da delação premiada dos irmãos Wesley e Joesley Batista podem ser cancelados, após novos áudios indicarem omissão de informações na delação e atos ilícitos envolvendo integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF).

A notícia afasta no mercado a percepção de ameaça ao governo do presidente Michel Temer, o que é relevante para o andamento de reformas esperadas pelo mercado, como a da Previdência.

No destaque do dia, a Eletrobras PNB sobe 5,49%, na liderança dos ganhos do Ibovespa, enquanto a Eletrobras ON avança 4,11%. Usiminas PNA (3,66%), Ecorodovias ON (3,10%) e Suzano PNA (3%) também estão entre os destaques.

Também contribui para o bom humor do mercado de ações são os dados da produção industrial, que surpreendeu positivamente. Houve crescimento de 0,8% em julho sobre junho, com ajuste sazonal, e 2,5% frente a igual mês de 2016. A expectativa era de um crescimento de 0,4% na margem. O número reforça, portanto, a leitura de que a economia ingressou numa trajetória de recuperação, ainda lenta, mas que deve afetar de forma positiva o desempenho das empresas.

Além disso, segundo ele, com a perspectiva de mais um corte da Selic (taxa básica de juros) amanhã (6) pelo Comitê de Política Monetária (Copom), há mais elementos para impulsionar a posição de investidores em bolsa, em busca de maior rentabilidade.

Fonte: Valor Econômico







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