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Ibovespa tem nova semana de ganhos acumulados; Wall St. tem leve alta


São Paulo, 22/07 (Enfoque) –

Os mercados de ações do Brasil e dos Estados Unidos tiveram uma semana de relativa tranquilidade, com o início da temporada de balanços no exterior e também devido a uma agenda econômica sem grandes indicadores de estaque. Com isso, o saldo foi positivo, com a bolsa brasileira tendo mais um período de ganhos consideráveis.


Com poucos dados na agenda econômica, os investidores estão com as atenções voltadas para os balanços de empresas. Além disso, o otimismo em relação à economia americana elevam as apostas dos investidores que uma nova elevação dos juros está próxima. Na quarta-feira, o Fomc irá divulgar o resultado de sua reunião de julho.

Por aqui, o clima segue de otimismo, com o baixo preço das ações e o apetite pelo risco incentivando os investidores a irem as compras. Com isso, o Ibovespa voltou ao patamar dos 57 mil pontos na semana marcada por uma nova manutenção da Selic em 14,25%.

Cenário Externo

A semana teve início com a divulgação do índice de confiança do setor de construção de casas dos EUA, que registrou 59 pontos em julho. O resultado representa uma queda em relação aos 60 pontos de junho e ficou abaixo dos 61 pontos estimados por analistas.


Na terça-feira o destaque ficou para o indicador de casas iniciadas no país, referente a junho. O dado divulgado pelo Departamento de Comércio aponta resultado de 1,189 milhão, ante aposta de 1,170 milhão e resultado anterior 1,135 milhão.


A quinta-feira foi o dia com mais indicadores de destaque na semana. No caso dos pedido de auxílio-desemprego o índice foi para 253 mil em um cenário que as apostas eram de 256 mil e o resultado anterior havia sido de 254 mil.


Já o índice do Fed da Filadélfia teve, na leitura de julho, queda e foi de 4,7 pontos para -2,9 pontos. A decepção do mercado foi grande, uma vez que a aposta dos analistas para o indicador era de 5,0 pontos.


No o índice nacional de atividade do Fed de Chicago teve em melhora em junho, indo de -0,56 pontos para +0,16 pontos. Na média de três meses, o resultado foi -0,39 pontos para -0,12 pontos.


Já o índice de preços de casas da Agência Federal de Financiamento de Imóveis (FHFA na sigla em inglês) registrou alta de 0,2% em maio, sendo que em abril havia sido de 0,3%. No entanto, a aposta era para uma elevação de 0,4%.


Finalmente, as vendas de casas existentes nos EUA tiveram em junho resultado de 5,570 milhões, sendo que o mercado apostava em 5,470 milhões e o resultado de maio havia sido de 5,510 milhões.

Sendo assim, em cinco dias o Dow Jones acumulou alta de 0,3% aos 18.570,8 pontos, enquanto o S&P 500 somou 0,6% aos 2.175,03 pontos. Confira os gráficos:
 


Mercado Interno


O IPC-S de 15 de julho de 2016 apresentou variação de 0,41%1, 0,03 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada na última divulgação.
 Nesta apuração, quatro das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Habitação (0,44% para 0,26%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de 0,07% para -0,62%.


O Banco Central divulgou mais uma edição do Relatório Focus nesta segunda semana de julho. O documento apontou manutenção do IPCA indo em 7,26% no ano de 2016, enquanto a projeção para o final de 2017 caiu de 5,40% para 5,30%, descendo pela terceira semana consecutiva.


As apostas do BC para a cotação do dólar apresentou queda de R$ 3,40 para R$ 3,39, sendo que há quatro semana o valor era de R$ 3,60. Para o próximo ano, o valor também segue em queda: de R$ 3,55 para R$ 3,50. No caso da Selic, a expectativa de 2016 se manteve em 13,25%, enquanto a de 2017 apresentou estabilidade e ficou em 11%, como na semana passada.


O mercado elevou a aposta do PIB de -3,30% para -3,25%. Para o ano que vem, a projeção foi de 1%, para 1,1%.


O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou, no segundo decêndio de julho, variação de 0,32%. No mês anterior, para o mesmo período de coleta, a variação foi de 1,33%. O segundo decêndio do IGP-M compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.


O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou variação de 0,15%, no segundo decêndio de julho. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 1,81%. A taxa de variação dos Bens Finais passou de 0,78% para 1,72%. A maior contribuição para este movimento teve origem no subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 0,93% para 3,17%.


O Indicador Antecedente Composto da Economia(IACE) para o Brasil, divulgado pelo FGV/IBRE e pelo The Conference Board (TCB), subiu 2,0% em junho de 2016, alcançando 96,1 pontos (2010 = 100). Esta é a quinta alta consecutiva do índice, seguindo-se a altas de 2,8%, em maio, e de 0,9%, em abril. Dos oito componentes, cinco contribuíram positivamente para o avanço do indicador no mês: as taxas de juros de SWAP 360; os Índices de Expectativas da Indústria, de Serviços e do Consumidor; e o IBOVESPA.


O Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE) do Brasil, também elaborado pelo FGV/IBRE e pelo TCB, que mensura as condições econômicas correntes do país, recuou em junho, ao variar -0,1%, atingindo 98,1 pontos (2010 = 100). O indicador revisado agora apresenta uma alta de 0,3%, em maio, e queda de 0,1%, em abril.


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) variou 0,54% em julho, mais do que em junho, quando a taxa ficou em 0,40%. Com este resultado, o acumulado no ano está em 5,19%, bem abaixo dos 6,90% registrados em igual período do ano anterior. Considerando os últimos 12 meses, o índice ficou em 8,93%, próximo dos 8,98% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em julho de 2015, a taxa havia sido 0,59%.
Após ligeira alta no mês anterior, a inflação prevista pelos consumidores brasileiros para os 12 meses seguintes retoma a tendência de queda iniciada em março, ao passar de 10,5%, em junho, para 10,0%, em julho.


“A queda de 0,5 ponto percentual em julho mostra que a alta de 0.2 p.p no mês anterior foi apenas um soluço e que a tendência é realmente de queda do indicador. A percepção de alívio na inflação pelos consumidores respalda-se na já observada queda da inflação acumulada em 12 meses (8,8% em junho), na maior repercussão na mídia de que a inflação será menor no futuro e no recuo contínuo da inflação de preços administrados, que somente neste ano já cedeu 8,1 p.p”, afirma o economista Pedro Costa Ferreira, da FGV/IBRE.


O resultado preliminar de julho de 2016 sinaliza alta de 3,5 pontos do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em relação ao número final do mês anterior, ao passar de 83,4 para 86,9 pontos. Com o resultado, o ICI registraria a quinta alta consecutiva e o maior nível desde novembro de 2014 (87,5 pontos).

A alta do ICI na prévia de julho foi determinada pela melhora dos dois subíndices que o compõem, com maior contribuição no mês vindo da melhora das avaliações sobre a situação atual. O Índice da Situação Atual (ISA) avançaria 3,8 pontos, para 85,0 pontos, e o Índice de Expectativas (IE), 3,1 pontos, para 88,8 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) aumentou 0,4 ponto percentual na prévia de julho, para 74,3%, mesmo nível registrado em abril

passado.

Assim sendo, o Ibovespa teve em cinco dias alta acumulada de 2,6% aos 57.058 pontos. Confira o gráfico:

Mercado Cambial

A presença diária do Banco Central realizado intervenções por meio de vendas de contratos de swap cambial reverso não impediram que o dólar comercial encerrrasse a penúltima semana de julho com no patamar de R$ 3,20. Em cinco dias a divisa ficou praticamente estável, a R$ 3,2570. Confira o gráfico:
 

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 22/07/2016 17:09:22

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