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Ibovespa tem novo dia de euforia com PIB e dado dos EUA; dólar cai

SÃO PAULO  –  O avanço do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre deste ano, em conjunto com dados mais fracos no mercado de trabalho americano, tem força para fazer com que o primeiro pregão de setembro seja de ganhos para a bolsa de forma geral.

Às 13h45, o Ibovespa subia 1,87%, a 72.161 pontos. É a primeira vez que o índice toca o patamar dos 72 mil pontos desde o dia 3 de novembro de 2010, quando o Ibovespa registrou a máxima de 72.109 pontos.

Segundo analistas, o otimismo se consolida diante da perspectiva de retomada da economia, ainda que de forma ainda lenta, e com o impulso aos ativos de mercados emergentes, já que dados mais fracos nos Estados Unidos estimulam a leitura de que o Federal Reserve (Fed) não eleve os juro básico da economia este ano.

Sem uma agenda de indicadores ou publicações de força durante a tarde, a perspectiva é que o mercado possa seguir com bom impulso até o fechamento, se informações da frente política não surpreenderem no decorrer do dia.

Para Roberto Indech, analista-chefe da corretora Rico, o mercado aguarda em compasso de espera possíveis denúncias contra o presidente Michel Temer. Até lá, porém, o otimismo já traçado em pregões passados persiste.

“O mercado vem muito forte ao longo dos últimos dias, com uma tendência de alta que deve continuar, embora os investidores ainda possam, com o fim de semana, buscar alguma realização até o fechamento e devolver um pouco a alta”, afirma Indech.

Com a junção de um cenário interno e externo positivo para os ativos brasileiros, papéis específicos respondem hoje por grande volume em bolsa, caso das siderúrgicas.

Por volta das 13h46, a Usiminas PNA liderava as altas do índice, com intenso ganho de 9%, a R$ 7,51, e giro financeiro de R$ 136,7 milhões.

No mesmo sentido, a Gerdau avança 5,23%, a R$ 12,47, a Metalúrgica Gerdau valoriza 5,65%, a R$ 5,98, e a CSN sobe 6,10%, a R$ 9,22. A Vale, por sua vez, cujo valor de mercado já ultrapassou o da Petrobras, tem a ON em alta de 1,97%, a R$ 35,77.

Segundo Pedro Galdi, analista de investimentos da Magliano Corretora, o movimento da Usiminas se destaca por mesclar notícias corporativas positivas para a empresa e um ambiente mais favorável aos negócios no Brasil com o PIB e o payroll americano.

“Não há uma grande novidade no caso das siderúrgicas, mas um mercado mais animado de maneira geral e a informação a dispensa da oferta de troca de bônus [com credores japoneses] estimulam negócios mais fortes hoje para o papel”, diz Galdi. “E as siderúrgicas, com anúncios recentes de reajustes de preços, também se aproveitam do bom humor geral.”

Dólar

O dia foi bastante positivo para ativos de risco, o que justificou mais uma rodada de queda do dólar em relação ao real. Números mais fracos do mercado de trabalho americano compuseram o pano de fundo para esse movimento, que contagiou todos os segmentos de negócios por aqui.

Às 13h45, o dólar recuava 0,48% para R$ 3,1331, mas chegou a tocar a mínima de R$ 3,1230, o menor patamar intradiário desde o dia 8 de agosto. 

Mais cedo, foi divulgado o relatório de empregos dos Estados Unidos. Foram criadas 156 mil novos postos de trabalho em agosto, ante expectativa de 179 mil. A taxa de desemprego, por sua vez, ficou em 4,4%, ante 4,3% em julho. O resultado corrobora a visão de estabilidade dos juros nos Estados Unidos ainda por mais tempo, o que estimula busca de ativos de risco.

O mercado de renda fixa americano, por exemplo, segue precificando chance maior de 50% de que uma nova elevação de juros não deve ocorrer até dezembro de 2017.

Juros

Os juros futuros seguiram o movimento global de melhora de ativos de risco e operaram em queda firme nesta manhã. O movimento confirma que o resultado do PIB do segundo trimestre, levemente melhor do que o esperado, não altera a expectativa de que o juro continuará em queda – embora possa colocar um freio nas apostas mais ousadas, de uma Selic perto de 6% no fim do ciclo.

DI janeiro/2019 era negociado a 7,70%, ante 7,70% ontem e DI janeiro/2021 tinha taxa de 9,14%, ante 9,18%.

Fonte: Valor Econômico







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