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Ibovespa zera perdas e fecha estável nesta quarta-feira; dólar sobe 1% e vale R$ 3,33

Escrito por: Redação em 6 de julho de 2016


São Paulo, 06/07 (Enfoque) –

Apesar da sensação de medo sobre uma crise na Europa, que permeou as baixas do Ibovespa durante todo o dia, a ata do Fomc acabou amenizando os números negativos, fazendo com o que o Ibovespa fechasse o dia perdendo menos, deixando o índice praticamente estável. Depois de dois dias perdendo forte, Usiminas ON disparou 36%, acompanhando a virada para alta da Petrobras. Enquanto isso, as bolsas americanas já começaram o dia apresentando estabilidade, subindo os ganhos de forma pouco significativa, não sendo capazes de ultrapassar 0,5% em Wall Street. Após começar a quarta-feira em alta de 0,9%, o dólar caiu durante o fim da manhã, mas voltou com valorização forte e cresce 1% frente ao real, valendo R$ 3,33.
 
O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) da Fundação Getulio Vargas subiu 2,8 pontos em junho de 2016, alcançando 82,2 pontos, o maior nível desde abril de 2014 (83,0 pontos). O resultado sinaliza uma tendência de arrefecimento das taxas negativas de evolução do total de pessoal ocupado na economia brasileira durante os próximos meses. O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) recuou 1,9 ponto em junho, para 97,6 pontos, após subir 3,9 pontos em maio. Com o resultado, o indicador retorna ao nível de outubro de 2015. Na métrica de médias móveis trimestrais, houve relativa estabilidade em junho. A evolução do indicador nos últimos meses sugere redução no ritmo de alta da taxa de desemprego em relação ao ano passado.

O faturamento bruto da indústria apresentou uma queda de 3,8% no mês de maio. As horas trabalhadas na produção recuaram 3,6%, ambos comparados com o mês anterior. Segundo os Indicadores Industriais, divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o faturamento do setor retraiu 12,2% de janeiro até maio, em relação mesmo período em 2015. As horas trabalhadas caíram 10,1% na mesma comparação. O emprego no setor também caiu. Neste caso, a queda foi de 0,8% em maio, o menor nível desde fevereiro de 2006.

Os integrantes do Federal Reserve estão divididos sobre o aumento das taxas de juros nos EUA, emergindo um clima de dúvida entre cenário econômico e como proceder em relação ao assunto. Na ata do encontro dos membros do Fed em 14 e 15 de junho, divulgada nesta quarta-feira, eles divergiram sobre a situação com números ruins do mercado de trabalho, além das projeções de crescimento que desaceleraram, deixando a economia do país em risco. Com isso, houve um acordo entre as duas partes para que eles esperem por dados econômicos adicionais antes de decidirem qual medida tomar até o próximo encontro, que deve ocorrer nos dias 26 e 27 deste mês.

O número da balança comercial dos EUA, divulgado na manhã desta quarta-feira, revelou que o fechamento do mês de maio ficou em menos US$ 41,1 bilhões, um pouco mais negativo do que a previsão divulgada de menos US$ 40 bi. Em abril, o número apresentado foi de menos US$ 37,4 bilhões.

Nesta quarta-feira, o Ibovespa encerra os trabalhos estável, zerando as perdas mesmo com tensão sobre possível crise européia, subindo apenas 0,11%, com 51.902 pontos. Já o dólar reduziu altas após swaps, mas voltou com força no começo da tarde e terminou a jornada valorizando 1,06%, valendo, no momento, R$ 3.3380. Em Wall Street, dia foi marcado por estabilidade: Dow Jones sobe 0,43% com 17.918,2 pontos, ao lado do SP500, que ganha 0,55%, pontuando 2.099,72. Confira os gráficos abaixo:

(por Oscar Brandtneris)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 06/07/2016 17:15:27

Redação

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