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ICI mostra mercado interno aquecido

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas elevou-se em 0,7% entre abril e maio de 2010, ao passar de 115,3 para 116,1 pontos, considerando-se dados com ajuste sazonal.

Este é o terceiro maior nível da série iniciada em abril de 1995, ficando abaixo somente dos índices de novembro de 2007 e março passado (116,9 e 116,5 pontos, respectivamente). O resultado revela que o mercado interno continua aquecido em maio. Em relação aos meses seguintes, as expectativas, que vinham se tornando menos otimistas nos dois meses anteriores, voltaram a melhorar, embora ainda estejam menos favoráveis que no início do ano.

O Índice da Situação Atual (ISA) recuou 0,7% em maio, após 15 meses consecutivos de elevação. O nível de 119,2 pontos supera o da média registrada no primeiro quadrimestre de 2010 (115,8 pontos); no caso do Índice de Expectativas (IE), a situação é oposta: apesar do avanço de 2,7% em maio, de 110,5 para 113,0 pontos, o índice encontra-se em patamar inferior ao da média dos quatro primeiros meses do ano (114,8 pontos).

O quesito que mede a satisfação com o nível atual da demanda foi o único que evoluiu favoravelmente, entre abril e maio, dos três componentes do ISA. O forte aquecimento da demanda doméstica influenciou o resultado deste indicador, que alcançou 120,8 pontos, o maior desde julho de 2008 (122,4 pontos). A proporção de empresas que consideram o nível de demanda atual como forte diminuiu de 27,5% em abril para 27,1% em maio de 2010, enquanto a parcela das que o avaliam como fraco reduziu-se de 7,8% para 6,3%.

Em maio, as expectativas para os meses seguintes são mais favoráveis do que as de abril em todos os quesitos que compõem o IE, com destaque para a produção prevista. Das 1.199 empresas consultadas, 40,5% preveem aumento da produção no trimestre maio-julho e 11,3%, redução. Em abil, estes percentuais haviam sido de 38,4% e 13,2%, respectivamente.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) registrou decréscimo entre abril e maio de 2010, ao passar para 85,1% para 84,9%. O indicador atual supera a média registrada nos quatro primeiros meses deste ano (84,3%) e a média desde 2003 (83,0%), mas ainda encontra-se abaixo da média dos 12 meses anteriores à crise de setembro de 2008 (85,9%).

A coleta de dados para a edição de maio de 2010 foi realizada entre os dias 04 e 26 deste mês e teve a seguinte composição estatística: 1.199 empresas informantes, responsáveis por vendas de R$ 629,5 bilhões em 2008.



Fonte: Enfoque Informações
Financeiras
Ltda.


Recebido em:
31/05/2010 08:03:56

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